10 de novembro de 2010

FGTS irá destinar R$ 30,6 bilhões para habitação em 2011

O FGTS irá destinar R$ 30,6 bilhões ao setor de habitação no País, segundo decisão sobre o orçamento de 2011 aprovada na terça-feira (9) pelo Conselho Curador do fundo. Os representantes também aprovaram suplementação de R$ 5,3 bilhões no orçamento de 2010, para habitação popular.


Para o próximo ano, do total destinado à habitação, R$ 21 bilhões irá para crédito à moradia popular, R$ 2 bilhões para o Pró-Moradia (para população em vulnerabilidade social) e R$ 1 bilhão para o Pró-Cotista (para detentores de conta vinculada ao FGTS).


Além disso, uma reserva de R$ 4,5 bilhões para descontos na compra do imóvel para pessoas de baixa renda foi disponibilizada. O ministro do Trabalho e presidente do Conselho Curador do FGTS, Carlos Lupi, explicou a destinação do recurso: "Desse valor do desconto, R$ 3 bilhões estão destinados para o Programa Minha Casa, Minha Vida, na produção ou aquisição de pelo menos 150 mil imóveis novos".


Os R$ 2,1 bilhões restantes serão destinados aos CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários).


No geral, o conselho aprovou orçamento de R$ 46,9 bilhões. Fora o montante já reservado à habitação, mais R$ 4,8 bilhões seguirão para o saneamento básico e R$ 11,5 bilhões para infraestrutura.


Orçamento
Em 2010, o orçamento inicial aprovado foi de R$ 40,7 bilhões, sendo R$ 25,9 bilhões para a área habitacional, R$ 4,6 bilhões para saneamento básico e R$ 1 bilhão para infraestrutura urbana, informou o Ministério do trabalho.(iNFOMONEY)

9 de novembro de 2010

Financiamentos de imóvel com recurso da poupança crescem 70% neste ano

O volume de empréstimos para a compra de imóvel com recursos da poupança cresceu 70% de janeiro a setembro, frente ao mesmo período do ano passado, para R$ 39,4 bilhões. Desde agosto o montante acumulado em 2010 já supera a totalidade de empréstimos do ano de 2009.

De acordo com dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), considerando apenas o mês de setembro, na comparação com o nono mês de 2009, foi registrado crescimento de 49% do valor contratado, uma vez que, em setembro deste ano, o volume foi de R$ 5,36 bilhões.

Unidades financiadas

Nos nove primeiros meses do ano, 304 mil imóveis foram financiados com recursos da poupança, um volume 45% superior ao registrado no mesmo período de 2009.

Somente em setembro, foram 40,3 mil unidades adquiridas por meio de recursos da poupança, 33% acima dos números do mesmo período de 2009.

Em relação ao resultado da poupança no nono mês do ano, os dados mostraram a captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 3,76 bilhões, com o saldo atingindo R$ 285 bilhões.

8 de novembro de 2010

Minha Casa Minha Vida: Repasses de verbas dificultam expansão

Companhias de saneamento e construtoras querem que aprovação de projetos e liberação de recursos sejam simplificadas

As companhias de saneamento e as construtoras estão se articulando para apresentar uma proposta na próxima reunião do Conselho Curador do Fundo de Garantia sobre Tempo de Serviço (FGTS), em 9 de novembro, e tentar garantir facilidade de acesso a recursos para as redes de saneamento dos projetos do Minha Casa, Minha Vida.
A ideia é que a aprovação de projetos e liberação de recursos seja simplificada e facilite o atendimento da nova demanda. A reclamação da Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais (Aesbe) concentra-se no excesso de burocracia, o que tem causado um descompasso entre o ritmo de expansão do Minha Casa, Minha Vida e o crescimento dos serviços de saneamento básico.
E foi justamente nas periferias das grandes cidades, alvo das construtoras por ainda oferecerem terrenos com custos mais baixos, que o problema se concentrou. As companhias de saneamento dos Estados e municípios não tinham previsão orçamentária para expandir as redes para atender a essas áreas que criaram uma demanda recente. O descompasso entre oferta e demanda por rede de saneamento criou problemas em todo o País, segundo o superintendente da Aesbe, Walder Suriani.
Segundo Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves, consultora técnica da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), na próxima reunião do Conselho Curador do FGTS será entregue uma proposta para que o Ministério das Cidades - pasta que coordena o Minha Casa - tenha um mecanismo mais simplificado para a liberação de dinheiro do fundo para projetos do programa habitacional. “Hoje há muita burocracia. Até liberar os recursos o empreendimento está pronto”, critica.
“A burocracia do Ministério das Cidades é de tal ordem que estabelece prazos incompatíveis com a realidade dos empreendimentos do Minha Casa na liberação de recursos”, reclama Suriani. Segundo ele, a Aesbe tem falado do problema desde o início do Minha Casa, mas até agora não conseguiu sensibilizar o ministério para que mude as regras.
A secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, explica que não falta recurso para os projetos de saneamento, especialmente os que fazem parte do Minha Casa. “Me parece mais uma falta de coordenação entre o plano de expansão das companhias de abastecimento e a escolha das construtoras de áreas para levantar as obras. São os municípios que aprovam os projetos. E eles só devem fazer isso se há como atender o empreendimento com água e esgoto, seja com projetos das companhias de saneamento ou com recursos das próprias construtoras”, explica.
Segundo Inês, foram apresentados ao ministério os projetos de saneamento interessados em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. E um dos critérios do ministério foi dar prioridade aos que faziam parte do Minha Casa. São, ao todo, R$ 40 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.(Exame)

5 de novembro de 2010

Crédito imobiliário sobe 45,9% e atinge R$ 166 bilhões

Incluindo as contratações de pessoas físicas e operações das construtoras, o crédito imobiliário atingiu R$ 166 bilhões até agosto, um aumento de 46% em 12 meses, segundo levantamento do Banco Central.

Os financiamentos do sistema financeiro diretamente às famílias atingiram R$ 120,6 bilhões em agosto, com alta de 3,9% sobre julho, de 29,7% no ano e de elevação de 51,1% em 12 meses.

O financiamento a construtoras também teve expansão mensal significativa, de 5,2%, enquanto o crescimento no acumulado do ano ficou em 25,8% E alta de 33,9% sobre agosto de 2009, totalizando R$ 45,4 bilhões.

No crédito habitacional a pessoas jurídicas, o destaque são os financiamentos bancários para a construção de novas unidades, com R$ 16,2 bilhões. Houve uma expansão de 43,6% em um ano.

4 de novembro de 2010

Profissionalização no Mercado Imobiliário.

O mercado imobiliário passa pela melhor fase de muitos anos. Sempre, ao longo do tempo, faltava algum elemento para que o mercado progredisse e atendesse tanto as necessidades dos incorporadores, bem como as do mercado imobiliário.


O mercado imobiliário passa pela melhor fase de muitos anos.


Sempre, ao longo do tempo, faltava algum elemento para que o mercado progredisse e atendesse tanto as necessidades dos incorporadores, bem como as do mercado imobiliário.


Quando havia produto, faltava crédito e uma política econômica viável para atender as necessidades.


Via de regra, aos longos dos anos, só se conseguiu atender as camadas sociais mais abastadas, sendo que as demais sempre ficaram à margem e muitas vezes não eram atingidas.


Pela primeira vez existe uma política econômica estável, com uma valorização do poder de compra das classes menos favorecidas, uma estrutura bem formalizada nos crescimentos, com a inflação do País controlada e com perspectiva de melhoras nos próximos anos.


Pela primeira vez também ouvimos que estamos atraindo capital estrangeiro para investimento no País, recursos estes sérios e não especulativos, quando na primeira oscilação do mercado internacional, o capital se retirava mais rápido do que havia entrado.


Hoje, estamos entrando na melhor era do mercado imobiliário, com uma política econômica e inflação controlada, com um projeto econômico focado na habitação popular (Minha Casa Minha Vida), com taxas de juros reais favorecidas para atender estes programas e possibilitando a uma camada social, que até então não tinha como comprar seu imóvel, adquiri-los.


A conseqüência direta disto é a entrada de novos participantes no sistema, através de fusões, de aberturas de capitais e de partners (parceiros) estrangeiros que vêm em busca de novos mercados.


Com um mercado mais seguro que o de outros países, e com um mercado consumidor potencial imenso, o qual representa riscos menores, os investidores aumentaram e com isso o mercado imobiliário evolui.


Com a competitividade de um mercado mais ativo, aumentaram também a eficiência e eficácia de seus participantes, necessárias para atender as novas exigências de mercado um profissional mais capacitado, com uma visão mais ampla e conhecimentos mais profundos, além, é claro, de se ter nas equipes tomadores de decisão mais bem preparados.


Juntamos a isso novo meios de comunicação e de divulgação, além de uma linguagem de mercado em franca mudança e evolução, e chegamos a clara conclusão de que os profissionais de hoje tem de ser muito mais completos que os de outrora.


Para vencer neste mercado, não basta fazer mais o que nossos pais e avós faziam, mas sim, o que eles faziam e muito mais.


A capacitação profissional passa a ser primordial e, mais do que isso, torna-se necessária para o crescimento de um grupo.


Saber escolher bem um terreno, realizar uma pesquisa adequada para ver a vocação do mesmo, que tipo de produtos e projetos ele poderá receber, bem como desenvolver uma campanha de marketing adequada para no lançamento imobiliário do mesmo as vendas sejam um sucesso, e que isso não seja resultado do acaso, mas sim de um planejamento, essencial no mercado imobiliário.


Grandes organizações investem hoje em seus profissionais, com treinamentos em salas de aulas próprias, e oferecendo cursos de pós-graduação (MBAs, cursos de especialização etc.).


Importante saber que num mercado que provavelmente crescerá de 10% a 20% nos próximos anos, profissionalizar ou não suas equipes será a diferença entre fracassar ou não.


O importante no profissional de hoje não é somente fazer, mas também saber como, quando, onde e porque fazer.


Além disso, quando o mesmo se expressar, deve saber o que falar e sobre que aspecto, qual mensagem passar e qual meio de comunicação utilizar.


Enfim, o mercado imobiliário continua como existiu no passado e como existirá no futuro. O que mudou e muda a cada dia é o profissional que atuará nele!


Fonte(Mauricio F Lima- administradores.com.br)

3 de novembro de 2010

IGP-M de Outubro de 2010 fica em 1,01%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 1,01%, em outubro de 2010. Em setembro, o índice variou 1,15%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.


O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 1,30% em outubro de 2010. No mês anterior, a taxa foi de 1,60%. O índice relativo aos Bens Finais variou 1,53%, em outubro. Em setembro, este grupo de produtos mostrou variação de 1,14%. Contribuiu para a aceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 0,05% para 8,50%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,83%. Em setembro, a taxa foi de 1,29%.


O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,21%. Em setembro, a taxa foi de 0,29%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou decréscimo em sua taxa de variação, que passou de 0,26% para 0,06%, sendo o principal responsável pela desaceleração do grupo. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,22%, ante 0,34%, em setembro.


No estágio inicial da produção, o índice de Matérias-Primas Brutas variou 2,55%, em outubro. No mês anterior, o índice registrou variação de 4,08%. Os itens algodão (em caroço) (30,97% para 2,40%), minério de ferro (0,28% para -3,83%) e bovinos (5,85% para 4,28%) foram os principais responsáveis pela desaceleração do grupo. Ao mesmo tempo, registraram-se acelerações em itens como: soja (em grão) (3,07% para 5,04%), mandioca (aipim) (-1,52% para 13,31%) e leite in natura (-3,39% para -0,03%).


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,56%, em outubro de 2010. No mês anterior, a variação foi de 0,34%. Seis dos sete grupos componentes do índice apresentaram acréscimos em suas taxas de variação, com destaque para Alimentação (0,56% para 1,23%). Nesta classe de despesa, vale mencionar os itens: arroz e feijão (-1,63% para 7,04%), hortaliças e legumes (-4,07% para -1,70%) e laticínios (-0,01% para 1,56%).


Também apresentaram avanços em suas taxas os grupos: Despesas Diversas (0,14% para 0,23%), Habitação (0,22% para 0,28%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,39% para 0,45%), Educação, Leitura e Recreação (0,17% para 0,22%) e Transportes (0,11% para 0,15%). Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: cerveja (-0,91% para 1,67%), material para reparos de residência (0,40% para 0,88%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,31% para 0,79%), salas de espetáculo (0,19% para 1,63%) e álcool combustível (0,60% para 4,35%), respectivamente.


Em contrapartida, apresentou decréscimo em sua taxa de variação o grupo Vestuário (0,72% para 0,67%). Nesta classe de despesa, o destaque foi o item roupas masculinas (1,40% para 0,26%).


O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em outubro de 2010, variação de 0,15%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,20%. Os três grupos componentes do índice apresentaram desaceleração: Materiais e Equipamentos, de 0,36% para 0,26%, Serviços, de 0,32% para 0,29%, e Mão de Obra, de 0,04% para 0,03%.

1 de novembro de 2010

Moda e design na Casa Cor Ceará 2010

A Casa Cor Ceará 2010 apresenta espaço, exposição e evento dedicados à moda e ao design cearense. A versão local da mais importante mostra de arquitetura, decoração e paisagismo da América Latina traz esse ano a o Moda Cor Ceará, que acontece no dia 10 de novembro, promovendo mesa redonda e desfiles, e o CasaModaSebrae - onde objetos-vestimentas e roupas se tornam peças de design.

Moda Cor Ceará tem como objetivo iniciar a construção de uma nova plataforma de moda com foco no talento de jovens empreendedores cearenses. O evento surge para mostrar empresas e estilistas locais que trabalham na construção de marcas sólidas e cosmopolitas, com foco no mercado global, tornando-se referência para a indústria da moda e negócios em nosso país.

Visando a troca de experiências, no dia 10 de novembro, às 19h, o Moda Cor Ceará promove mesa redonda com a consultora de comércio exterior da São Paulo Alpargatas, Angela Hirata. Sob o tema Moda e Empreendedorismo, Hirata irá expor o case das sandálias Havaianas, que hoje é exportada para mais de 65 países. Após o debate, o evento apresenta pocket desfile com os renomados estilistas cearenses Mark Greiner e Iury Costa. Na ocasião vai ser apresentado o projeto Moda Cor Ceará 2011. O evento conta com idealização de Iorrana Aguiar e Cláudio Silveira e realização da Casa Cor Ceará.

Já a loja-exposição CasaModaSebrae, novo espaço do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) dentro da Casa Cor Ceará, explora a simbiose entre arquitetura e moda. Confirmando que as fronteiras estão cada vez mais estreitas entre estas linguagens, o CasaModaSebrae configura-se como um espaço multimídia voltado para estabelecer um diálogo criativo entre moda, design, arquitetura, decoração e arte contemporânea.

Estilistas e designers (de joias, bolsas e sapatos) foram convidados para desenvolver peças de design e objetos utilitários baseados em suas coleções e trajetórias dentro do campo da moda. São mesas, luminárias e cadeiras que se fazem de base para uma quase transformação em peças de vestuário. Ou vestidos, saias e malhas que revelam ser, na verdade, almofadas, namoradeiras ou até mesmo uma tábua de passar. O espaço foi criado pela arquiteta Andrea Dellamonica, que adota linguagem clean, valorizando a exposição dos objetos-vestimentas.

Estilistas e designers das mais variadas áreas da indústria de moda local participam do CasaModaSebrae. São esses: Alysson Aragão, Ana Videla, Anastácio Jr, Anderson Cleyton, Ayres Jr, Cândida Lopes, Cabral, Carlos Capucho, Catarina Mina (Joana de Paula e Celina Hissa), Cláudio Quinderé, Fabiana Maurício, Francisco Matias, João Sobarr, Kalil Nepomuceno, Lindebergue Fernandes, Mar Del Castro (André e Rafa Castro), Marco D.Júlio, Mark Greiner, Melca Janebro, Ruth Aragão, Sei Barros, Sérgio Gurgel e Iury Costa.

Serviço:
Casa Cor Ceará 2010
Endereço: av. Barão de Studart, 2917 – Fortaleza (CE)
Aberta ao público de 20 de outubro a 30 de novembro e nos dias 01, 02 e 15 de novembro,
Horário: 16h às 22h
Special Sale: 29 e 30 de novembro, venda dos produtos expostos com descontos de até 70%
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia entrada para estudantes e pessoas a partir de 60 anos) e R$ 50,00 (passaporte, com acesso liberado em todos os dias da mostra de 3ª a domingo e feriados)
Revista Casa Cor Ceará 2010: R$ 15,00
Estacionamento: R$8,00 (diaria), R$ 6,00 para as festas por vaga contratadas antecipadamente
(85) 3261.3533
www.casacorceara.com.br