As ações judiciais relacionadas a contratos de locação caíram 35,8% em março na capital paulista na comparação com o mesmo mês do ano passado, com o registro de 1.635 ocorrências, segundo levantamento nos fóruns feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo).
Já no confronto com fevereiro, houve queda de 11,0%. Para Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato da entidade, um dos motivos da redução é a lei 12.112, que alterou a legislação do inquilinato e entrou em vigor em 25 de janeiro de 2010.
"Como os processos por falta de pagamento estão muito mais rápidos, os locatários estão preferindo fechar acordos extrajudiciais para quitação de dívidas a enfrentar um despejo nas semanas seguintes", afirma.
Em março, as ações por falta de pagamento (1.253) lideraram o ranking dos processos, respondendo por 76,6% do total. As ações ordinárias, relativas à retomada de imóvel para uso próprio, de ascendentes, descendentes ou reforma, ficaram com a segunda maior participação (16,6%).
No acumulado do primeiro trimestre, foram contabilizadas 4.637 ações, com diminuição de 16,8% no comparativo com o mesmo intervalo em 2010 e destaque também para processos por falta de pagamento --78,4% do total.
Com informações da UOL.
7 de maio de 2011
6 de maio de 2011
Com consórcio, imóvel pode sair pela metade de um financiamento
Com a alta dos juros praticada pelo Banco Central nos últimos meses, os financiamentos no país ficaram um pouco mais caros neste ano. Para quem quer comprar a casa própria, mas pode esperar algum tempo, o consórcio aparece como boa opção.
A modalidade, uma espécie de poupança coletiva, não cobra juros. Simulação feita pelo consultor Mauro Calil, da Calil&Calil, a pedido do jornal a Folha de SP, mostra que, em comparação a um financiamento, o consórcio permite economizar mais de 100% do valor do imóvel em juros.
Isso porque, em um empréstimo de 15 anos, por exemplo, o tomador pagaria, ao final do prazo 2,7 vezes o valor emprestado em decorrência dos juros. No caso do consórcio, o montante pago pelo consumidor seria de 1,24 vezes o valor do imóvel.
É preciso ficar atento, porém, aos custos do consórcio. Embora o participante não pague juros, a administradora cobra outras taxas, como de administração e de seguro prestamista -que protege o grupo caso o consorciado não consiga pagar as parcelas. O interessado deve procurar algumas companhias que oferecem o consórcio para comparar essas taxas.
"A grande desvantagem do consórcio é uma possível demora para a aquisição do bem", diz Calil. Ao entrar em um consórcio, o consumidor não sabe quando será contemplado --ou seja, quando receberá a carta de crédito para comprar seu imóvel.
Com informações de Infoimóveis.
A modalidade, uma espécie de poupança coletiva, não cobra juros. Simulação feita pelo consultor Mauro Calil, da Calil&Calil, a pedido do jornal a Folha de SP, mostra que, em comparação a um financiamento, o consórcio permite economizar mais de 100% do valor do imóvel em juros.
Isso porque, em um empréstimo de 15 anos, por exemplo, o tomador pagaria, ao final do prazo 2,7 vezes o valor emprestado em decorrência dos juros. No caso do consórcio, o montante pago pelo consumidor seria de 1,24 vezes o valor do imóvel.
É preciso ficar atento, porém, aos custos do consórcio. Embora o participante não pague juros, a administradora cobra outras taxas, como de administração e de seguro prestamista -que protege o grupo caso o consorciado não consiga pagar as parcelas. O interessado deve procurar algumas companhias que oferecem o consórcio para comparar essas taxas.
"A grande desvantagem do consórcio é uma possível demora para a aquisição do bem", diz Calil. Ao entrar em um consórcio, o consumidor não sabe quando será contemplado --ou seja, quando receberá a carta de crédito para comprar seu imóvel.
Com informações de Infoimóveis.
5 de maio de 2011
Feirão de imóveis da Caixa começa dia 13/5
A Caixa Econômica Federal divulgou o calendário do Feirão da Casa Própria deste ano.
Ele será realizado em 13 cidades: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Uberlândia.
O evento começa em 13/5 em cinco cidades: São Paulo, Curitiba, Fortaleza, Salvador e Uberlândia. Termina no final de semana entre 10 e 12 de junho, em Florianópolis.
O Feirão reúne construtoras, imobiliárias, cartórios e a Caixa, como órgão financiador. Neste ano, mais de 450 mil imóveis serão oferecidos, entre novos, usados e na planta.
Para comprar o imóvel na feira, o comprador deve levar carteira de identidade, CPF e comprovante de renda (os três últimos holerites ou seis últimos extratos bancários).
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-7260101 ou no site do evento.
Confira o calendário:
Belém
Quando: 3 a 5 de junho
Onde: Hangar Centro de Convenções - av. Doutor Freitas s/nº, Bairro do Marco
Belo Horizonte
Quando: de 20 a 22 de maio
Onde: Expominas (pavilhão 2) - av. Amazonas nº 4.000
Brasília
Quando: de 20 a 22 de maio
Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães - setor de divulgação cultural Eixo Monumental lote 5
Campinas
Quando: de 20 a 22 de maio
Onde: Parque Dom Pedro Shopping - av. Guilherme Campos nº 500
Curitiba
Quando: de 13 a 15 de maio
Onde: Marumbi Expo Center - av. Presidente Wenceslau Braz n° 1046, Guairá
Florianópolis
Quando: 10 a 12 de junho
Onde: Centro de Convenções - av. Gustavo Richard, 850
Fortaleza
Quando: de 13 a 15 de maio
Onde: Centro de Convenções - av. Washington Soares nº 1.141, Água Fria
Porto Alegre
Quando: de 20 a 22 de maio
Onde: FIERGS - av Assis Brasil nº 8.787
Com informações de Infoimóveis.
Ele será realizado em 13 cidades: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Uberlândia.
O evento começa em 13/5 em cinco cidades: São Paulo, Curitiba, Fortaleza, Salvador e Uberlândia. Termina no final de semana entre 10 e 12 de junho, em Florianópolis.
O Feirão reúne construtoras, imobiliárias, cartórios e a Caixa, como órgão financiador. Neste ano, mais de 450 mil imóveis serão oferecidos, entre novos, usados e na planta.
Para comprar o imóvel na feira, o comprador deve levar carteira de identidade, CPF e comprovante de renda (os três últimos holerites ou seis últimos extratos bancários).
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-7260101 ou no site do evento.
Confira o calendário:
Belém
Quando: 3 a 5 de junho
Onde: Hangar Centro de Convenções - av. Doutor Freitas s/nº, Bairro do Marco
Belo Horizonte
Quando: de 20 a 22 de maio
Onde: Expominas (pavilhão 2) - av. Amazonas nº 4.000
Brasília
Quando: de 20 a 22 de maio
Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães - setor de divulgação cultural Eixo Monumental lote 5
Campinas
Quando: de 20 a 22 de maio
Onde: Parque Dom Pedro Shopping - av. Guilherme Campos nº 500
Curitiba
Quando: de 13 a 15 de maio
Onde: Marumbi Expo Center - av. Presidente Wenceslau Braz n° 1046, Guairá
Florianópolis
Quando: 10 a 12 de junho
Onde: Centro de Convenções - av. Gustavo Richard, 850
Fortaleza
Quando: de 13 a 15 de maio
Onde: Centro de Convenções - av. Washington Soares nº 1.141, Água Fria
Porto Alegre
Quando: de 20 a 22 de maio
Onde: FIERGS - av Assis Brasil nº 8.787
Com informações de Infoimóveis.
4 de maio de 2011
Minha Casa, Minha Vida pretende entregar 500 mil moradias até o fim do ano
O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, pretende entregar 500 mil moradias até o fim do ano, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
Conforme informações da Agência Brasil, Miriam afirmou que, até o momento, 250 mil unidades estão prontas e mais 250 mil serão construídas. “É importante saber que o Minha Casa, Minha Vida não é só recursos orçamentários, mas também do Fundo de Garantia. Esses recursos que são 5% superiores que os do ano passado serão suficientes para garantir o que está contratado ou em andamento. Até o final do ano serão 500 mil unidades”, disse.
O programa tem apresentado resultados positivos, na avaliação da ministra. “Este é um programa exitoso, é fundamental para desenvolvimento do País. É um compromisso da atual presidenta manter a meta de 2 milhões de unidades, e os recursos previstos garantirão etapa a ser feita este ano”.
Ajustes
O Minha Casa Minha Vida, encontra-se em um momento importante de sua trajetória, no qual deverá se ajustar à nova fase da economia brasileira, afirmou o presidente da Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana. Para ele, mais de 30 milhões de pessoas passaram para a classe média e seria injusto que fossem excluídas do programa somente porque tiveram melhoria de renda.
Crestana também avalia que as regras de entrega dos produtos à Caixa, e desta aos moradores, precisam melhorar, no sentido de evitar que o banco se torne uma mera administradora condominial, sobrecarregado com a tutela de milhares de moradias. Ainda, elementos como inflação e escassez de mão de obra exigem inovações tecnológicas, mais eficiência e qualidade.
Com informações de InfoImóveis.
Conforme informações da Agência Brasil, Miriam afirmou que, até o momento, 250 mil unidades estão prontas e mais 250 mil serão construídas. “É importante saber que o Minha Casa, Minha Vida não é só recursos orçamentários, mas também do Fundo de Garantia. Esses recursos que são 5% superiores que os do ano passado serão suficientes para garantir o que está contratado ou em andamento. Até o final do ano serão 500 mil unidades”, disse.
O programa tem apresentado resultados positivos, na avaliação da ministra. “Este é um programa exitoso, é fundamental para desenvolvimento do País. É um compromisso da atual presidenta manter a meta de 2 milhões de unidades, e os recursos previstos garantirão etapa a ser feita este ano”.
Ajustes
O Minha Casa Minha Vida, encontra-se em um momento importante de sua trajetória, no qual deverá se ajustar à nova fase da economia brasileira, afirmou o presidente da Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana. Para ele, mais de 30 milhões de pessoas passaram para a classe média e seria injusto que fossem excluídas do programa somente porque tiveram melhoria de renda.
Crestana também avalia que as regras de entrega dos produtos à Caixa, e desta aos moradores, precisam melhorar, no sentido de evitar que o banco se torne uma mera administradora condominial, sobrecarregado com a tutela de milhares de moradias. Ainda, elementos como inflação e escassez de mão de obra exigem inovações tecnológicas, mais eficiência e qualidade.
Com informações de InfoImóveis.
3 de maio de 2011
Dicas para Investidores do Mercado Imobiliário
Pequenas empresas do setor imobiliário e investidores com capital reduzido que buscam viabilizar construções residenciais de menor porte, deparam-se com a falta de preparo para o desenvolvimento de produtos imobiliários, isto é, empreendimentos que atendam as necessidades do público-alvo e ao mesmo tempo sejam rentáveis para os empreendedores.
Sem querer esgotar o assunto, apresento neste artigo algumas orientações básicas para quem deseja atuar de forma competente e profissional no mercado.
Grandes empresas possuem profissionais especializados com gerências em boa parte das etapas que descreverei, mas é a não realidade para grande parcela de construtoras e incorporadoras do país.
Seguem as etapas fundamentais:
1º - Escolha do Terreno
Sabe-se que boa parte do sucesso do empreendimento passa por escolher um terreno que atenda requisitos básicos como a “qualidade” da vizinhança, verificação de eventuais áreas degradadas no entorno, condições de posicionamento com relação ao sol, vista comprometida, nível de poluição, quantidade de serviços disponíveis como creche, escola, comércio, transporte público, além de barreiras ambientais e legais para construção.
Dê atenção a esta etapa. Faça parceria com um bom corretor ou imobiliária, que pode ajudá-lo a dar foco e ganhar tempo.
2ª - Vocação do Terreno e Negociação
Cada terreno possui um público-alvo específico e alguns produtos imobiliários que podem ser desenvolvidos, conforme renda, idade, ocupação do chefe de família, estilo de vida, perfil cultural, fatores sociais e entorno do futuro empreendimento, por exemplo.
Nesta fase, é importante definir o posicionamento e a proposta de valor para o mercado. Aquilo que se pretende passar para o consumidor. Será que a empresa quer vender um conceito de clube, de tecnologia, de segurança, artístico ou quem sabe ser sustentável?
Consequentemente, conforme a decisão, tem-se um índice de velocidade de vendas diferenciado, que precisa ser analisado, quando da negociação do valor de compra ou permuta com o proprietário. Feito isto, pode-se simular o Demonstrativo de Resultados e buscar fechar um bom negócio.
3º – Análise da oferta
Antes de seguir, dedique algum tempo para verificar os imóveis que estão sendo produzidos e comercializados no bairro ou na região e visitar os “stands” de vendas dos lançamentos (fotografe, consulte, pegue folders, anote preços e condições etc.).
Ainda, acompanhe os estudos dos sindicatos e associações setoriais verificando o número de unidades vendidas, tamanho dos imóveis, número de quartos, preços médios, datas de lançamento nesta mesma região. Normalmente estas informações são mensais. Após, identifique quais são os empreendimentos de sucesso e os pontos críticos dos projetos “vencedores”. Você terá mais chances de acertar.
4º – Diferenciação do produto ou “commodity”
Quais os diferenciais do produto que você quer desenvolver? Ou os diferenciais estarão somente na empresa? O que leva o consumidor a seduzir-se pelo seu empreendimento? Ou ele é uma “commodity”? Saiba de antemão os riscos de fazer o mesmo que os concorrentes.
É preciso que a empresa tenha claro o que ela está oferecendo. Somente o atendimento, boas experiências anteriores, imagem ou marca podem não ser suficientes para a venda.
5º - Projeto e equipe de construção
Deixe o projeto com um bom arquiteto, que entenda as características que você pesquisou e detectou, bem como tenha conhecimento da região onde será executada a obra. Acompanhe cada fase dos estudos até o projeto arquitetônico final e os complementares. O “dono” tem que ter um olhar cuidadoso para não reclamar no futuro.
Quanto à equipe de construção, opte por uma construtora reconhecida, que preste bons serviços. Avalie o acervo técnico e eventuais reclamações no Procon. Caso você opte por construir diretamente com um engenheiro civil e equipe de profissionais autônomos, conheça os riscos e as vantagens, antes de começar as obras.
Muito cuidado com nome do empreendimento, fachada, áreas comuns, apartamento decorado, boa humanização e 3D! Ainda dá tempo de refazer o que for necessário. Mudar um projeto é menos oneroso que durante a obra!
Com informações do Clipimobiliário - Edvaldo Corrêa.
Sem querer esgotar o assunto, apresento neste artigo algumas orientações básicas para quem deseja atuar de forma competente e profissional no mercado.
Grandes empresas possuem profissionais especializados com gerências em boa parte das etapas que descreverei, mas é a não realidade para grande parcela de construtoras e incorporadoras do país.
Seguem as etapas fundamentais:
1º - Escolha do Terreno
Sabe-se que boa parte do sucesso do empreendimento passa por escolher um terreno que atenda requisitos básicos como a “qualidade” da vizinhança, verificação de eventuais áreas degradadas no entorno, condições de posicionamento com relação ao sol, vista comprometida, nível de poluição, quantidade de serviços disponíveis como creche, escola, comércio, transporte público, além de barreiras ambientais e legais para construção.
Dê atenção a esta etapa. Faça parceria com um bom corretor ou imobiliária, que pode ajudá-lo a dar foco e ganhar tempo.
2ª - Vocação do Terreno e Negociação
Cada terreno possui um público-alvo específico e alguns produtos imobiliários que podem ser desenvolvidos, conforme renda, idade, ocupação do chefe de família, estilo de vida, perfil cultural, fatores sociais e entorno do futuro empreendimento, por exemplo.
Nesta fase, é importante definir o posicionamento e a proposta de valor para o mercado. Aquilo que se pretende passar para o consumidor. Será que a empresa quer vender um conceito de clube, de tecnologia, de segurança, artístico ou quem sabe ser sustentável?
Consequentemente, conforme a decisão, tem-se um índice de velocidade de vendas diferenciado, que precisa ser analisado, quando da negociação do valor de compra ou permuta com o proprietário. Feito isto, pode-se simular o Demonstrativo de Resultados e buscar fechar um bom negócio.
3º – Análise da oferta
Antes de seguir, dedique algum tempo para verificar os imóveis que estão sendo produzidos e comercializados no bairro ou na região e visitar os “stands” de vendas dos lançamentos (fotografe, consulte, pegue folders, anote preços e condições etc.).
Ainda, acompanhe os estudos dos sindicatos e associações setoriais verificando o número de unidades vendidas, tamanho dos imóveis, número de quartos, preços médios, datas de lançamento nesta mesma região. Normalmente estas informações são mensais. Após, identifique quais são os empreendimentos de sucesso e os pontos críticos dos projetos “vencedores”. Você terá mais chances de acertar.
4º – Diferenciação do produto ou “commodity”
Quais os diferenciais do produto que você quer desenvolver? Ou os diferenciais estarão somente na empresa? O que leva o consumidor a seduzir-se pelo seu empreendimento? Ou ele é uma “commodity”? Saiba de antemão os riscos de fazer o mesmo que os concorrentes.
É preciso que a empresa tenha claro o que ela está oferecendo. Somente o atendimento, boas experiências anteriores, imagem ou marca podem não ser suficientes para a venda.
5º - Projeto e equipe de construção
Deixe o projeto com um bom arquiteto, que entenda as características que você pesquisou e detectou, bem como tenha conhecimento da região onde será executada a obra. Acompanhe cada fase dos estudos até o projeto arquitetônico final e os complementares. O “dono” tem que ter um olhar cuidadoso para não reclamar no futuro.
Quanto à equipe de construção, opte por uma construtora reconhecida, que preste bons serviços. Avalie o acervo técnico e eventuais reclamações no Procon. Caso você opte por construir diretamente com um engenheiro civil e equipe de profissionais autônomos, conheça os riscos e as vantagens, antes de começar as obras.
Muito cuidado com nome do empreendimento, fachada, áreas comuns, apartamento decorado, boa humanização e 3D! Ainda dá tempo de refazer o que for necessário. Mudar um projeto é menos oneroso que durante a obra!
Com informações do Clipimobiliário - Edvaldo Corrêa.
2 de maio de 2011
Coral amplia e reformula linha de produtos Coralit
Com o intuito de reforçar sua identidade e de se aproximar dos clientes, a Coral está reformulando toda a linha de produtos Coralit. As mudanças foram feitas com base em uma pesquisa realizada pela Coral com pintores, balconistas e consumidores finais. As novas embalagens, agora com uma tipografia mais forte e imponente, no entanto, manterão as mesmas cores presentes nas antigas para facilitar a identificação dos produtos nos pontos de venda.
Os atributos de cada produto agora estão mais claros e diretos, o que facilita o entendimento do consumidor no momento da compra.
O antes denominado Coralit Sintético, por exemplo, agora passa a se apresentar como Coralit Tradicional, forma como já era conhecido pelo mercado. Já o Coralit Zero Odor mantém sua nomenclatura, mas sua submarca Zero Odor agora é apresentada em forma de folha, destacando a informação de que o produto é sem cheiro e à base d’água.
Além das mudanças no visual, a Coralit ganha também um novo integrante. Trata-se do Novo Coralit Secagem Rápida, produto dotado de tecnologia inovadora e inédita no mercado, desenvolvida pela Coral. Composto por uma resina altamente tecnológica, ele permite que a segunda demão seja aplicada após apenas 45 minutos. Para efeito de comparação, um esmalte convencional demora cerca de 8 horas para possibilitar a aplicação da segunda demão.
Com o Novo Coralit Secagem Rápida, a linha Coralit torna-se uma família completa de esmaltes para madeiras e metais, oferecendo um produto para cada uma das principais necessidades do consumidor, seja o excelente acabamento do Coralit Tradicional, a secagem rápida do Novo Coralit Secagem Rápida ou o atributo sem cheiro do Coralit Zero Odor.
Com informações do Jornal O Estado.
Os atributos de cada produto agora estão mais claros e diretos, o que facilita o entendimento do consumidor no momento da compra.
O antes denominado Coralit Sintético, por exemplo, agora passa a se apresentar como Coralit Tradicional, forma como já era conhecido pelo mercado. Já o Coralit Zero Odor mantém sua nomenclatura, mas sua submarca Zero Odor agora é apresentada em forma de folha, destacando a informação de que o produto é sem cheiro e à base d’água.
Além das mudanças no visual, a Coralit ganha também um novo integrante. Trata-se do Novo Coralit Secagem Rápida, produto dotado de tecnologia inovadora e inédita no mercado, desenvolvida pela Coral. Composto por uma resina altamente tecnológica, ele permite que a segunda demão seja aplicada após apenas 45 minutos. Para efeito de comparação, um esmalte convencional demora cerca de 8 horas para possibilitar a aplicação da segunda demão.
Com o Novo Coralit Secagem Rápida, a linha Coralit torna-se uma família completa de esmaltes para madeiras e metais, oferecendo um produto para cada uma das principais necessidades do consumidor, seja o excelente acabamento do Coralit Tradicional, a secagem rápida do Novo Coralit Secagem Rápida ou o atributo sem cheiro do Coralit Zero Odor.
Com informações do Jornal O Estado.
1 de maio de 2011
Temos vagas: mercado brasileiro necessita de profissionais
Não é de hoje que se discute a importância de capacitar e qualificar os profissionais para o mercado de trabalho. O crescimento econômico que o Brasil apresenta nos últimos anos, tem exigido isso. Esta é uma boa notícia. Um reflexo de muitos avanços. Mas recentemente essa discussão ganhou números alarmantes.
De acordo com projeções realizadas por diversos economistas a Revista Exame, caso o país mantenha até 2015 um crescimento médio de 4,6% ao ano, será necessário um adicional de oito milhões de pessoas capacitadas e qualificadas para inúmeros setores. Só para se ter noção, esse número é o equivalente a toda população da Áustria. Definitivamente, gente é um dos principais gargalos do crescimento da economia e das empresas.
CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL
Por coincidência, ou não, o Brasil tem hoje aproximadamente oito milhões de desempregados, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Contudo, a solução para a carência de profissionais, infelizmente, não passa por este grupo. Isso porque esses brasileiros estão despreparados para o mercado. De acordo com alguns especialistas, o passo é vagaroso porque a educação nas nossas escolas perdeu qualidade, e isso faz com que a maioria dos recém-formados chegue ao mercado de trabalho com deficiências que nem sempre podem ser corrigidas.
Quando um país não consegue suprir a demanda por mão de obra, a própria perspectiva de crescimento fica em xeque. O diretor executivo da Bolsa de Soluções Imobiliárias, Silvio Oliveira, confirma essa realidade desanimadora. Para ele, atualmente o mercado sofre com a falta profissionais qualificados. “O mercado está crescendo e precisamos de pessoas qualificadas. Mas como não abrimos mão da qualidade, encontramos dificuldade na contratação de pessoas capacitadas”, explica o diretor.
SOLUÇÃO
A solução encontrada por ele foi investir em qualificação e capacitação. Oliveira conta que a Bolsa de Soluções desenvolveu um Centro de Capacitação Profissional para suprir esta necessidade de ter em seu quadro funcional colaboradores devidamente qualificados.
O colaborador Ricardo Esteves, que passou por um treinamento, aprovou o pioneirismo da Bolsa de Soluções em ofertar o curso. “O diferencial da empresa é o foco no treinamento, na qualidade dos corretores e no respeito ao perfil do profissional”, afirma.
Com informações do Jornal O Estado.
De acordo com projeções realizadas por diversos economistas a Revista Exame, caso o país mantenha até 2015 um crescimento médio de 4,6% ao ano, será necessário um adicional de oito milhões de pessoas capacitadas e qualificadas para inúmeros setores. Só para se ter noção, esse número é o equivalente a toda população da Áustria. Definitivamente, gente é um dos principais gargalos do crescimento da economia e das empresas.
CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL
Por coincidência, ou não, o Brasil tem hoje aproximadamente oito milhões de desempregados, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Contudo, a solução para a carência de profissionais, infelizmente, não passa por este grupo. Isso porque esses brasileiros estão despreparados para o mercado. De acordo com alguns especialistas, o passo é vagaroso porque a educação nas nossas escolas perdeu qualidade, e isso faz com que a maioria dos recém-formados chegue ao mercado de trabalho com deficiências que nem sempre podem ser corrigidas.
Quando um país não consegue suprir a demanda por mão de obra, a própria perspectiva de crescimento fica em xeque. O diretor executivo da Bolsa de Soluções Imobiliárias, Silvio Oliveira, confirma essa realidade desanimadora. Para ele, atualmente o mercado sofre com a falta profissionais qualificados. “O mercado está crescendo e precisamos de pessoas qualificadas. Mas como não abrimos mão da qualidade, encontramos dificuldade na contratação de pessoas capacitadas”, explica o diretor.
SOLUÇÃO
A solução encontrada por ele foi investir em qualificação e capacitação. Oliveira conta que a Bolsa de Soluções desenvolveu um Centro de Capacitação Profissional para suprir esta necessidade de ter em seu quadro funcional colaboradores devidamente qualificados.
O colaborador Ricardo Esteves, que passou por um treinamento, aprovou o pioneirismo da Bolsa de Soluções em ofertar o curso. “O diferencial da empresa é o foco no treinamento, na qualidade dos corretores e no respeito ao perfil do profissional”, afirma.
Com informações do Jornal O Estado.
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