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12 de fevereiro de 2014
Comprando Vinhos no Exterior
Em função de minhas atividades profissionais, sempre viajei muito. Nos últimos quatro para cinco anos, meus principais destinos foram; Espanha, Portugal, EUA, França, Inglaterra, Argentina e Uruguai. Como, na maioria das vezes, minhas viagens eram super corridas eu não conseguia tempo para praticar um de meus hobbies prediletos, fuçar loja de vinhos. Sabendo disso, eheheh, comecei a fuçar on-line antes de viajar! Podendo trazer até 12 garrafas de vinho, mais o extra do free shop de chegada, foi assim que construí uma adega de razoável qualidade sem perder as calças no processo. Isso e escolhendo as lojas certas, em São Paulo, para fazer as minhas compras de vinhos básicos e de gama média já que os vinhos de gama alta eram os que eu comprava fora.
O mais fácil é comprar on-line antes da viagem, pedindo para que a entrega seja feita no hotel, no escritório de seu agente, ou algum outro lugar de fácil acesso para você. Eventualmente, nos casos onde a compra on-line não é viável, se faz somente uma reserva e depois passa-se para pagar e retirar, sem grandes delongas. Tive casos onde a loja não tinha o produto e, gentilmente localizou o rótulo pretendido em outa loja anexando-o ao lote pretendido. Conforme for comprando você estabelece relacionamentos que facilitam futuras compras.
Antigamente era mais fácil, você ia comprando uma garrafa aqui outra acolá e levava numa sacola a bordo. Depois da implantação de tantas regras de segurança novas, ficou inviável carregar garrafas a bordo e, obrigatoriamente, isto quer dizer despachar os vinhos como bagagem. Nestes casos, sugiro comprar os vinhos somente na cidade em que vai embarcar de retorno ao Brasil sempre tendo em conta que seu limite nos dias de hoje (Julho/2012) é de 12 litros (16 garrafas) ou USD 500! Minha sugestão para aqueles que curtem trazer suas preciosidades de fora, é acondicionar de forma correta seus vinhos evitando trazê-los na mala junto com suas roupas pois as surpresas na chegada podem não ser nada agradáveis. Eu recomendo o uso de malas adequadas para o transporte de vinhos. Caso, no entanto, você seja pego de surpresa e tenha que trazer uma série de garrafas, ainda acho preferível embalá-los em caixas de vinho mesmo, só que algo mais reforçadas e passe o shrink que tradicionalmente é disponibilizada em aeroportos pelo mundo. Acho que o pessoal de transporte trata melhor a embalagem por saber que contém vinhos (vidro) do que as malas comuns de roupa para os quais o tratamento é amplamente conhecido! Opcionalmente, alguns aeroportos como os de Barcelona e Londres, possuem boas lojas de vinhos e free shops de qualidade como de Lisboa e esses você pode levar a bordo. Lembre-se no entanto, que esses vinhos entram na sua cota de compras no exterior e há menos diversidade de rótulos, ok? Eis algumas dicas de lojas onde você pode fazer seus pedidos antecipados. Busque seus rótulos de interesse e compare preços.
Espanha:
Vila Viniteca – também tem loja, fica em Barcelona no Bairro Gótico, vale uma visita se tiver um tempinho sobrando - http://www.vilaviniteca.es/.
Lavinia – Como em Paris, também possui uma bela loja em Barcelona, não sei se em Madrid também – http://www.lavinia.es/
Outras lojas on-line; http://www.aporvino.com/ e http://www.vinissimus.com/
França:
Lavinia – Tem uma enorme loja bem próximo da Place de Madelaine, na avenida do mesmo nome, com estação de metrô quase na porta. Ali na região existem várias outras lojas que vale a pena fuçar se você tiver uma tarde livre – http://www.lavinia.fr/
Au Verger de la Madelaine – Também encostada na Place de Madelaine desde 1937 e, importante, atendimento atencioso e mais, pasmem, em inglês e espanhol. http://www.verger-madeleine.com/.
Outras lojas on-line; http://www.chateauonline.com/ (que possui lojas fisicas, uma delas entre a Ópera e a Place de Madeleine na Rue Gomboust 7, Paris que abre nuns horários meio estranhos: segunda 16h45-20h-30, terça a sexta 10h30-14h30 / 16h45-20h30 e aos sábados das 10h00-14h00) e http://www.1855.com/
Na própria Place de Madeleine, mais três lojas; Fauchon (www.fauchon.com) , Hediard (www.hediard.fr) e Nicolas (que por sinal tem quase que a cada quadra em Paris) www.nicolas.com.
Portugal: Adegas e enotecas são conhecidas como garrafeiras.
Garrafeira Nacional – em pleno centro histórico de Lisboa, talvez a melhor coleção de Vinhos do Porto, mas possui, também, boa diversidade de vinhos de todas as outras regiões e denominações Portuguesas assim como as melhores aguardentes e licores – http://www.garrafeiranacional.com/.
Vinhos & Coisas é uma grande loja, com restaurante, em Matosinhos no Porto, mas sempre usei os serviços deles on-line – http://www.vinhoecoisas.pt/.
Lusa Wines – http://www.lusawines.com/
Inglaterra: Este país tem uma forte cultura de vinhos apesar de não produzir quase nada, a não ser os espumantes que começam a ganhar fama. São grandes importadores e os vinhos têm destaque nas boas redes de supermercados como Tesco e Waitrose. Veja os sites abaixo.
Waitrose – www.waitrosewine.com
Tesco – www.tesco.com/winestore
Berry Bros & Rudd – http://www.bbr.com/.
Majestic – http://www.majestic.co.uk/
Itália
Italian Wine Shop – http://italianwineshop.it
EUA: Bons preços para vinhos Franceses. Hoje a taxa cambial não ajuda, mas mesmo assim é comum ver bons vinhos de Bordeaux e Bourgogne mais baratos que em Paris.
Garnet wine – http://www.garnetwine.com/ – N. York
Empire Wine – www.empirewine.com – Albany/N. York
K&L Wine Merchants – http://www.klwines.com/ – São Francisco
Kendall Fine Wine – http://www.finewinespirits.com/ – Miami
B-21 – http://b-21.com – Tarpon Springs/Tampa/Florida
The Wine Specialist – http://www.winespecialist.com/ – Washington
Argentina: – Montes de lojas por tudo que é lado em Buenos Aires, com preços que variam pouco e, quando o fazem, normalmente é para cima. Das lojas de rua recomendo a Vinoteca Lo de Joaquin Alberdi na Rua Jorge Luis Borges 1772 em Palermo Viejo. Próximo de diversos restaurantes e bares em um local super charmoso e o Joaquin é super gente fina. Certamente a loja mais simpática, que eu conheço, na linda Buenos Aires. Afora isso as lojas da Winery (por todos os cantos) e da Tonel Privado na Galeria Pacifico no centro. Do Marco Aurelio Ruellas uma dica de uma boa loja do centro de B.Aires, a Quem tiver outras dicas não hesite em compartilhar conosco.
7 Spirits – http://www.sietespirits.com/ - Das melhores, sempre com lançamentos de vinhos novos.
Vinos Vintage – http://www.vinosvintage.com.ar/
Um Vino Ahora – http://www.unvinoahora.com/
Wines of Argentina – http://www.wines.com.ar/
Ligier – www.ligier.com.ar
Lo de Joaquin Alberdi – www.lodejoaquinalberdi.com.ar
Chile: O Raul Fagundes em seu blog, publicou diversos posts sobre o Chile e sua recente viagem em Fevereiro/08. Estas dicas são dele que informa que, ao contrário de Buenos Aires, que respira vinho e possui um montão de lojas espalhadas por tudo o que é bairro, em Santiago esta presença é bem menos sentida. Eis os poucos pontos de venda que ele conseguiu descobrir por lá.
La Vinoteca (www.lavinoteca.cl)
El Mundo del Vino (www.elmundodelvino.cl) – difícil resposta a contatos por mail.
Loja da Concha Y Toro (http://www.vinoscyt.com/)
Das lojas on-line, legal para pesquisa afora compras, a unica que encontrei é a Chile Vinos (www.chilevinos.com) que me pareceu bastante completa e com preços interessantes, mas só para comparar preços, porque o atendimento inexiste já que quis comprar, mandei-lhes três e-mails e nada de me responderem quando desisti da consulta. Podem tentar um clube de vinhos chamado La cav (www.lacav.cl ) com contato por e-mail com Paula Jara no pjara@lacav.cl. Conversando com uns produtores Chilenos, fica claro que lá, os grandes vendedores de vinhos são mesmo os supermercados que estão muito estruturados para isso com uma vasta e diversa coleção de rótulos de qualidade.
Uruguai – Tenho tido uma procura grande por dados de onde comprar vinhos neste país, mas realemente tenho poucas dicas. As duas principais estão abaixo:
Sineriz, este é para quem cruza a fronteira de carro. É uma loja Duty Free na fronteira, me disseram que há várias, mas esta me pareceu a mais interessante com alguns rótulos bem interessantes e preços idem. Veja aqui.
A Bodega Bouza, um dos principais produtores de vinhos de qualidade no Uruguai, lista uma série de lojas em que seus vinhos são vendidos. Só o fato de revenderem vinhos deste ótimo produtor, já os credencia. Veja a lista acessando o site deles.
No Brasil, os custos de importação, impostos e, alguns, excessos de margens de lucro na cadeia comercial, geram preços excessivamente altos para os vinhos de alta gama. Tem vinhos que aqui custam R$300 / 350 e 400,00 e eu comprei lá, por preços variando de Euros 18 a 30,00. Faça a conta! Para quem tem a oportunidade de viajar, esta é uma boa forma para conseguir comprar grandes vinhos sem perder as calças. Conforme for obtendo mais dicas legais, estarei atualizando este post e, caso você tenha alguma contribuição, por favor não hesite em enviar os detalhes para publicação. Compare preços, faça boas compras e, salute!
Com informações de Falando de Vinhos.
31 de julho de 2012
Novas formas de pagamentos estão prestes a entrar no Brasil
Você já pensou em pagar uma compra apenas aproximando o celular no terminal de pagamento? Ou melhor, pedir uma pizza e pagar apenas passando o número do telefone para atendente?
Esse tipo de tecnologia está cada vez mais próxima da realidade do brasileiro. Na última semana, a Visa apresentou essas e outras formas de pagamentos nas Olimpíadas de Londres.
A empresa apresentou duas formas de pagamento via celular, por proximidade do aparelho ao terminal e via remoto. A primeira basta o cliente aproximar o seu smartphone com o aplicativo da Visa para que o aparelho identifique o pagamento.
Já o modo remoto você pode usar seu telefone para autenticar o seu pagamento via celular. Por exemplo: você pode ligar e pedir sua pizza e para realizar o pagamento basta passar o número do seu celular que estará integrado ao número do seu cartão. Você receberá uma SMS com os dados da compra e uma solicitação de senha autenticando a compra.
Uma vez que você digita sua senha ela é analisada e envia uma transação de autorização de pagamento. Ou seja, você não precisou passar o número do seu cartão e fez um pagamento de forma rápida, simples e segura.
Para executar esse tipo de pagamento é preciso ter o aplicativo Visa payWave, no seu smartphone.
Pagamentos Contactless Visa:
Com os cartões Contactless, assim como os pagamentos por proximidades dos celulares, os consumidores poderão fazer compras apenas aproximando o cartão do terminal habilitado, sem a necessidade de inserir senhas para compras até R$ 50.
Novas formas de pagamentos no Brasil
Segundo o diretor executivo sênior de produtos Visa no Brasil, Percival Jatobá , o País já está se destacando com um dos mais inovadores nos meios eletrônicos de pagamentos.
No Brasil foi lançado um programa de chip há 16 anos e hoje o País é segundo com maior em aceitação de cartões com chip, explica Jatobá.
Com relação aos pagamentos via celular, Jatobá informou que já foi lançado um projeto piloto deste tipo de pagamento no País, desde 2009, em parceria com o Banco do Brasil, Bradesco e Cielo.
A maioria dessas tecnologias apresentada nas Olimpíadas já foram lançada no Brasil de forma piloto. Principalmente os cartões pré-pagos que já existem no País há dez anos, ressalta o executivo.
Segundo ele, hoje acontece uma revolução silenciosa do ponto de vista do consumidor, que ainda não consegue enxergar o que está acontecendo, mas as empresas já estão trabalhando para inserir esse conceito no mercado.
Os cartões Contactless também já foram lançados de forma piloto no Brasil em 2008, também em parceria com o Bradesco e a Cielo.
Segundo Jatobá, já há diversos estabelecimentos com terminais habilitados para esse tipo de pagamento.
Dificuldades de expansão
Jatobá explicou que a maior dificuldade de expansão destas novas tecnologias é garantir uma sustentabilidade, no aspecto financeiro, para inserir essas modalidades de pagamentos no mercado.
A maior barreira é o custo final do cartão, pois possui uma tecnologia mais cara e a intenção é não repassar esse custo para os clientes, explica.
Com informações do InfoMoney.
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