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10 de julho de 2012

Venda de cotas de consórcio de automóveis cresce 3,3% entre janeiro e maio

SÃO PAULO - O consórcio de veículos automotores em geral cresceu 3,3% nos primeiros cinco meses deste ano. De acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio) divulgados nesta terça-feira (10), foram comercializadas 899,5 mil novas cotas, contra 870,5mil em igual período de 2011.

As contemplações, por sua vez, tiveram aumento de 16,5%, passando de 394,2 mil para 459,3 mil na mesma base comparativa.

Já o número de participantes cresceu 14,2% na comparação entre maio de 2011 e 2012, de 3,67 milhões para 4,19 milhões.

Leves

O consórcio de veículos leves (automóveis, camionetas e utilitários) registrou aumento de 6,7% no entre janeiro e maio de 2012. De acordo com os dados da Abac, foram vendidas 335,5 mil novas cotas no período, frente às 312,6 mil cotas comercializadas entre janeiro e maio de 2011.
Ainda de acordo com a entidade, o número de contemplações subiu 27,4%, passando de 115,2 mil para 146,8 mil no mesmo período deste ano.

Quanto ao número de participantes ativos, o segmento também registrou alta, de 27,1%, totalizando 1,69 milhão de consorciados nos cinco primeiros meses do ano. No período, o tíquete médio ficou estável, com o valor de R$ 44,8 mil.

Motos


Durante os primeiros cinco meses do ano, as novas cotas de consórcio de motos cresceram 1,6%, se comparadas a igual período de 2011. O tíquete médio de cada cota também cresceu, 26,8%, ficando na faixa de R$ 11,8 mil.

O número de cotas contempladas subiu 12%, na comparação entre os cinco primeiros meses deste ano e do ano passado, de 267,3 mil para 299,5 mil.
Já o número de participantes aumentou 6,9%, chegando a 2,32 milhões no período.

Pesados

Nos consórcios de veículos pesados, o volume de cotas comercializadas diminuiu 2,5% nos primeiros cinco meses, ao passar de 19,5 mil para 19 mil em um ano.

No que diz respeito ao número de contemplações, houve crescimento de 12%, de 11,7 mil para 13,1 mil, na mesma base de comparação.
Já o número de participantes cresceu 10,7%, se comparado ao quinto mês de 2011, atingindo 194,5 mil.

Com informações do UOL.

14 de junho de 2012

Saiba como escolher o melhor financiamento

O sonho da casa própria muitas vezes precisa passar por inúmeros cálculos. A análise dos meios possíveis vai do quanto se pode gastar até como tudo será quitado. O Brasil passa por um desenvolvimento no setor imobiliário, no qual a liberação de crédito para compra aumentou a demanda da procura por um lar. Entre as formas de pagamento, estão o financiamento bancário, o consórcio e o leasing. Veja as diferenças e encontre a melhor maneira para dar início à corrida até sua propriedade.
Antes de optar pela modalidade de financiamento, é preciso entender como funcionam consórcios, leasing ou créditos bancários. O consórcio tem o mesmo mecanismo de quando se compra um veículo. Uma empresa administradora monta grupos com número de clientes interessados em comprar um imóvel de determinado valor. Cada um compra cotas desse valor e paga uma parcela mensal. Três consorciados são contemplados com uma carta de crédito no valor do imóvel no mês, através de sorteio ou lance, que significa um adiantamento de dinheiro a fim de obter mais cedo a carta de crédito, sem depender da sorte. O prazo final é de 120 meses.




A vantagem apresentada por essa modalidade é que não tem taxas de juros, mas apenas de administração. Segundo a Superintendência da Unidade de Crédito do Banrisul, o consórcio se assemelha a uma poupança que no final dá uma carta de crédito.
Outra possibilidade é o leasing, quando o bem imóvel a adquirir fica de propriedade da instituição financeira, uma “locadora”, pagando o cliente uma renda mensal até liquidação da totalidade do crédito. Com o pagamento desta última prestação, o bem volta a ser propriedade do cliente.
Já os financiamentos são realizados por bancos, que pagam ao vendedor do imóvel a quantia que quem compra quer financiar. A partir daí, o comprador deve pagar o banco que quitou sua dívida. Durante esse período, o imóvel fica ligado à pessoa que fez a compra, mas não pode ser negociado enquanto a dívida com o banco não é paga. Diversas instituições financeiras disponibilizam o crédito e se diferenciam nas condições de pagamento, taxas de juros e valor que pode ser financiado.


Com informações do site Pense Imóveis.