Mostrando postagens com marcador crescimento brasileiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crescimento brasileiro. Mostrar todas as postagens

6 de setembro de 2012

O movimento nas lojas cresceu 2% em agosto, com IPI reduzido.




Em relação a agosto de 2011, o aumento foi de 13,4%, maior alta desde março de 2010. O indicador de Atividade do Comércio, disse hoje, 06 de Setembro, pela Serasa Experian, que o movimento de consumidores nas lojas de todo o Brasil cresceu 2% em Agosto ante Julho, na série com ajuste sazonal. Em relação a agosto de 2011, o aumento foi de 13,4%, maior alta nesta base de comparação desde março de 2010. No ano, a atividade do varejo acumula avanço de 8,8% sobre o período de janeiro a agosto do ano passado. 

Na avaliação da empresa, a expectativa do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - que acabou sendo prorrogada por 60 dias - "promoveu uma corrida dos consumidores" às concessionárias. O movimento nas lojas de veículos, motos e peças cresceu 11% em relação a julho e 16% sobre agosto do ano passado. O segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas também exibiu bom desempenho, com alta de 2,5% ante julho. Na comparação mensal, o segmento de combustíveis e lubrificantes cresceu 1,6%; tecidos, vestuário, calçados e acessórios, 1%; material de construção, 0,9%; e móveis, eletroeletrônicos e informática, 0,8%. 

O indicador leva em conta o volume de consultas mensais realizadas por cerca de 6 mil estabelecimentos comerciais à base de dados da empresa. Em nota distribuída à imprensa, a Serasa Experian avalia que a alta da atividade do varejo em agosto foi generalizada, já que todos os seis segmentos analisados registraram aumento de movimentação de consumidores na comparação com julho. O resultado, observa a empresa, "reforça os prognósticos de um segundo semestre com maior dinamismo econômico", sustentado por juros menores, recuo da inadimplência, manutenção das taxas de emprego e expansão da massa de rendimentos.

Com informações do Estadão

9 de fevereiro de 2012

Otimismo das famílias pode ajudar a alavancar a economia brasileira

Dados revelados pelo Índice de Expectativa das Famílias Brasileiras (IEF) houve um aumento do otimismo por parte delas e esse é um dado importante para alavancar a economia brasileira, pois serve como indicador para a indústria programar suas vendas, de acordo com a intenção de consumo.

Segundo o analista do IPEA, André Calixtre, o índice vinha registrando estabilidade ao longo de 2011. O crescimento registrado de dezembro para janeiro é reflexo das medidas de política monetária adotadas pelo governo no final do ano passado para estimular o consumo.

Segundo Calixtre, “o endividamento das famílias ainda é baixo”, segundo os dados da pesquisa, o que demonstra que “há espaço para o aumento do crédito”. Ele ressaltou que a taxa de juros é um fator que também influencia as expectativas de consumo, pelo impacto sobre o pagamento de dívidas nas compras a crédito.

Já era esperado que no final de 2011 houvesse um aumento nesse índice, que por conta doa fatores da época influenciam bastante a economia. Esse índice é importante para avaliar o crescimento da economia, porque ele é baseado no otimismo das famílias brasileiras em relação à sua própria situação e à situação do país.

19 de janeiro de 2012

Economia brasileira ganha força

De acordo com a pesquisa da Reuters, o crescimento do Brasil deve ganhar força neste ano, com os recentes cortes na taxa básica de juros compensando a recessão na zona do euro. O país deve ir no caminho oposto ao de México e Argentina, cujas economias devem desacelerar.

A economia brasileira, como grande exportadora de minério de ferro e produtos agrícolas ganhará força com a expansão da demanda doméstica, disseram economistas, crescendo 3,3% em 2012 e 4,5% em 2013, de acordo com a mediana das estimativas de 35 analistas.

Outros membros do G20, como México e Argentina, sem o mesmo potencial oferecido pelo mercado doméstico brasileiro de aproximadamente 200 milhões de pessoas, terão mais dificuldades para sustentar suas atuais taxas de crescimento. A Argentina sofrerá um impacto maior, devido às saídas de capital e a uma expansão menor da política fiscal.