6 de setembro de 2012
O movimento nas lojas cresceu 2% em agosto, com IPI reduzido.
9 de fevereiro de 2012
Otimismo das famílias pode ajudar a alavancar a economia brasileira
Dados revelados pelo Índice de Expectativa das Famílias Brasileiras (IEF) houve um aumento do otimismo por parte delas e esse é um dado importante para alavancar a economia brasileira, pois serve como indicador para a indústria programar suas vendas, de acordo com a intenção de consumo.
Segundo o analista do IPEA, André Calixtre, o índice vinha registrando estabilidade ao longo de 2011. O crescimento registrado de dezembro para janeiro é reflexo das medidas de política monetária adotadas pelo governo no final do ano passado para estimular o consumo.
Segundo Calixtre, “o endividamento das famílias ainda é baixo”, segundo os dados da pesquisa, o que demonstra que “há espaço para o aumento do crédito”. Ele ressaltou que a taxa de juros é um fator que também influencia as expectativas de consumo, pelo impacto sobre o pagamento de dívidas nas compras a crédito.
Já era esperado que no final de 2011 houvesse um aumento nesse índice, que por conta doa fatores da época influenciam bastante a economia. Esse índice é importante para avaliar o crescimento da economia, porque ele é baseado no otimismo das famílias brasileiras em relação à sua própria situação e à situação do país.
19 de janeiro de 2012
Economia brasileira ganha força
De acordo com a pesquisa da Reuters, o crescimento do Brasil deve ganhar força neste ano, com os recentes cortes na taxa básica de juros compensando a recessão na zona do euro. O país deve ir no caminho oposto ao de México e Argentina, cujas economias devem desacelerar.
A economia brasileira, como grande exportadora de minério de ferro e produtos agrícolas ganhará força com a expansão da demanda doméstica, disseram economistas, crescendo 3,3% em 2012 e 4,5% em 2013, de acordo com a mediana das estimativas de 35 analistas.
Outros membros do G20, como México e Argentina, sem o mesmo potencial oferecido pelo mercado doméstico brasileiro de aproximadamente 200 milhões de pessoas, terão mais dificuldades para sustentar suas atuais taxas de crescimento. A Argentina sofrerá um impacto maior, devido às saídas de capital e a uma expansão menor da política fiscal.
