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29 de abril de 2014

Bebês: saiba quais os cuidados necessários durante viagens de avião



Em ano de Copa de Mundo, muitas famílias vão aproveitar para curtir o clima de festa em outra cidade ou estado. Mas quem não está muito interessado no mundial, o rumo pode ser outro país. Apesar da segurança e agilidade que os aviões proporcionam, as crianças precisam de atenção e cuidados diferenciais para este tipo de transporte.

Para os recém-nascidos, o mais indicado é que viajem somente após completar dois meses, quando já terão recebido boa parte das primeiras vacinações. Antes disso, a imunidade do pequeno ainda está muito baixa. A viagem e o contato com mais adultos só deve ocorrer antes dessa idade em caso de extrema necessidade.

Especificamente sobre a vacinação, no Brasil a única vacina exigida em viagem para alguns estados é a da febre amarela. No entanto, ela só é dada a partir dos seis meses de idade. Por isso, atualize a carteirinha dos seus filhos antes de viajar.

Para evitar as dores no ouvido ou infecções, indico que se faça a lavagem e limpeza do nariz da criança com soro fisiológico no mesmo dia, um pouco antes da viagem. Com a pressão, a secreção que está na garganta pode subir pela Trompa de Eustáquio, canal que interliga o nariz, o ouvido e a garganta. Geralmente, a criança sente dores na hora da decolagem ou da aterrissagem, podendo advir uma infecção nos ouvidos.

Na bagagem de mão da criança leve apenas o necessário para ser usado no período da viagem. Medicamentos devem estar com a prescrição médica e nome do paciente, e na embalagem original para melhor identificação na hora da inspeção. Alguns desses remédios que indico são: o soro nasal, analgésico, antiemético (para o alívio dos sintomas de enjoo, náuseas e vômitos) e pomada contra alergia e infecção.

Quanto à alimentação, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) permite que se levem mamadeiras e alimentos infantis industrializados. Por isso, coloque na sua lista de viagem itens como papinha, leite em pó e a mamadeira. A frequência das mamadas deve seguir a rotina normal. Porém, alimentar a criança com muita frequência pode aumentar a quantidade de ar presente no estômago e no intestino, causando desconforto e choro. Em altitude de cruzeiro, devido à baixa pressão atmosférica, a presença do ar aumenta cerca de 20% nesses órgãos.

Uma recomendação importante: criança doente não deve viajar, exceto em casos específicos, como levá-la a um hospital distante. Se possível, evite a viagem caso a criança esteja resfriada, pois isso pode evoluir para uma otite durante o voo por causa da pressão. A pressurização do avião tem influência direta de pessoa para pessoa e, em crianças, essa situação também pode diminuir a imunidade, facilitando a entrada de outras doenças ou piora do quadro, se já estiver doente.


Cadeirinha do bebê

Os pais têm o direito a atendimento preferencial. Crianças menores de 12 anos podem embarcar e desembarcar antes dos demais passageiros. Com crianças pequenas e bebês de colo, recomenda-se solicitar assentos na primeira fileira. Quanto aos bebês pequenos, a indicação é que ocupem um assento individual, o que garantirá uma maior segurança. Nesse caso, solicite informações da companhia aérea sobre procedimentos e custos extras.

Não é indicado que o bebê permaneça no colo durante a decolagem e o pouso. Isso pode trazer graves consequências, como o risco de traumatismo e morte. Para o transporte de bebês, a cadeira no avião deve seguir as mesmas regras que as utilizadas em automóveis. Dê preferência ao bebê-conforto, que poderá ser afivelado ao cinto de segurança do avião e posicionado para trás. Geralmente, as empresa aéreas não disponibilizam esse assentos.

Antes de viajar, verifique a documentação necessária: carteira de identidade ou certidão de nascimento do bebê para voos nacionais e passaporte para viagens internacionais. Seguindo as dicas com cautela, o voo e a viagem serão proveitosos e seguros para toda a família.



Com informações do site Minha Vida.

14 de abril de 2014

O que priorizar no treino de musculação quando o tempo é reduzido



Manter uma rotina de atividade física e treinos não é nada fácil, isso porque diariamente temos inúmeras surpresas durante o dia que em algum momento pode atrapalhar e diminuir o tempo que havia sido planejado se exercitar. Dentre essas surpresas as mais comuns são o transito, o fato de ficar mais tempo no trabalho, um dia de chuva, um carro que quebrou, um despertador que não tocou e por ai vai. A questão em dúvida é no que fazer quando a expectativa de treino era 1 hora e agora só tenho 40 minutos ou até menos.

No geral quem tem o tempo reduzido não pode deixar de trabalhar os principais grupos musculares que foi planejado no seu treinamento, mas é evidente que levando em conta apenas as questões estéticas seria menos pior as mulheres abrirem mão dos exercícios de membros superiores, assim como os homem abrirem mão daqueles de membros inferiores. Em nenhum dos casos se aconselha deixar de fazer exercícios para o core que envolve principalmente a musculatura abdominal, lombar e oblíquos.

Além disso existem algumas outras possibilidades para quem está com o tempo de treino reduzido. São elas:


   - Diminuir o número de séries. Por exemplo: ao invés de 3 faz
   - Diminuir o número de repetições. Por exemplo: ao invés de 15 faz 12.
   -  Diminuir a quantidade de exercícios por músculo. Por exemplo: tinha 2 para o bíceps e você só faz
    - Realizar os exercícios de forma combinada. Por exemplo: faz um exercício para membros superiores e ao invés de descansar já vai fazendo outro que preferencialmente deve ser para membro inferiores ou para um músculo antagonista ao que foi trabalhado. Algo como alternando bíceps com cadeira extensora ou bíceps com tríceps.

Além disso, existe a possibilidade de abrir mão de algum músculo que já é trabalhado em outro exercício. Isto porque normalmente o trabalho muscular convencional tem uma divisão de exercícios por grupo muscular, mas muitos desses exercícios não trabalham apenas um músculo em específico. Um exemplo clássico é o supino que é um exercício prescrito para a musculatura peitoral, porém durante a sua execução utiliza também tríceps e a porção do deltoide anterior.

Seguindo essa linha de raciocínio, se você for ter que cortar algum exercício por problemas com tempo e na sua série tem, por exemplo, um supino e algum exercício para o tríceps certamente a melhor alternativa seria não realizar o tríceps. Como esse exemplo temos vários outros e existem exercícios com características mais funcionais que trabalham 3, 4, 5 ou até mais grupos musculares ao mesmo tempo.

Como cada caso tem suas particularidades é de extrema importância que o praticante converse com seu professor para este profissional faça os ajustes necessários nesses dias em que o tempo está corrido.

É importante deixar claro que em qualquer uma dessas alternativas o efeito do treino, assim como seus resultados, poderão ser comprometidos. Por isso, fique atento para a falta de tempo que é esporádica não vire uma situação real porque se isso acontecer todo seu treino deve passar por um novo planejamento.



Com informações do site Minha Vida.

8 de abril de 2014

Saiba quais são os cuidados com os alimentos que mancham os dentes




O que proporciona cor aos dentes é a dentina, tecido que está logo abaixo do esmalte dental, que por sua vez é a camada mais externa e protetora. "Indivíduos podem ter os dentes naturalmente escuros ou amarelados e esse fato não parece ser influencia pela ingestão de alimentos e ou bebidas excessivamente coradas", afirma a cirurgiã-dentista Maristela Lobo, especializada em odontologia estética.

Porém, alguns outros alimentos de fato podem fazer com que os dentes fiquem manchados ou amarelados. Há dois tipos de alimentos que proporcionam este problema. Os que possuem a pigmentação excessiva, como o café e o suco de uva, e aqueles que são muito ácidos, como as frutas cítricas e as bebidas alcoólicas. 

A combinação entre esses dois alimentos favorece ainda mais as manchas nos dentes. Entenda por que essas comidas e bebidas podem levar a manchas e cor mais escura dos dentes e saiba o que fazer para prevenir e tratar o problema.


Alimentos que mancham os dentes devido à coloração

Alguns alimentos possuem excesso de pigmentação. "Apesar de não parecer, o esmalte do dente é poroso, quando essas comidas e bebidas são consumidas com frequência e a higienização não é correta os dentes podem ficar manchados", explica o cirurgião-dentista Marcos Moura, presidente da Associação Brasileira de Halitose.

Confira quais são os principais alimentos que podem causar as manchas nos dentes:

    Café
    Chá
    Açaí
    Beterraba
    Vinho tinto
    Molho de soja (shoyo)
    Catchup
    Mirtilo (blueberry)
    Suco de uva
    Refrigerante.

Alimentos que mancham os dentes devido à acidez

Alimentos excessivamente ácidos também favorecem as manchas nos dentes. "Isto porque quando eles são consumidos com frequência fazem com que o ambiente bucal fique ácido que por sua vez potencializa a maior captação de pigmentos por parte dos dentes", diz a cirurgiã-dentista Maristela Lobo, especializada em odontologia estética.

O ambiente bucal ácido favorece essa maior captação de pigmentos porque leva a desmineralização da superfície do esmalte, ou seja, danifica o esmalte do dente. Isso será corrigido pela própria saliva que realiza a ação remineralizadora devolvendo minerais como o cálcio, fosfato e flúor ao dente.

Quando o esmalte é afetado, o dente fica mais sensível aos pigmentos. "Durante o processo de remineralização pigmentos podem ser incorporados ao dente, principalmente se eles estiverem presentes com frequência na saliva", constata Lobo. Por isso, evite consumir um alimento ácido e logo depois um com pigmentação forte, por exemplo, tomar um suco de limão e depois um cafezinho.

Alguns alimentos muito ácidos são frutas cítricas, como o limão, a laranja, o kiwi, abacaxi e mexerica, e bebidas alcoólicas. Vitaminas efervescentes também são excessivamente ácidas.


Cuidados após o consumo dos alimentos

Um dos cuidados após ingerir os alimentos com pigmentação forte ou muito ácidos é fazer um bochecho com água. "Também procure escovar os dentes cerca de 10 a 20 minutos depois da ingestão de alimentos ácidos, assim você evita a abrasão das superfícies desmineralizadas e permite a ação remineralizadora da saliva", diz Lobo.

Isto significa que dar um tempo irá evitar que a escovação lesione ainda mais o dente que já estava prejudicado pelo ambiente ácido e permitirá que a saliva tenha tempo de corrigir o problema.


Cuidados no dia a dia

Primeiro, é essencial realizar a higiene bucal adequada, escovando os dentes após cada refeição. "Quando isso não acontece, o dente pode perder minerais, o que faz com que a proteção dentária, o esmalte, seja danificada, tornando o dente mais poroso e assim mais suscetível à ação de alimentos pigmentados e que consequentemente mancham os dentes", explica o cirurgião-dentista Alexandre Bussab.

Procure visitar o dentista de seis em seis meses. Esse profissional irá realizar uma limpeza dental e assim ajudar a prevenir o aparecimento de manchas e polimentos para remover a manchas mais externas. "Ingira os alimentos que mancham os dentes com moderação. No caso do café, opte pela versão de café com leite", orienta Moura.

O clareamento dental

Quando o dente já está manchado ou amarelado uma opção para resolver o problema é o clareamento dental. "O procedimento oferece a possibilidade de clarear os tecidos mais internos do dente por meio da ação oxidante do peróxido de hidrogênio, a qual quebra as moléculas de pigmento em moléculas menores, favorecendo a reflexão de luz. Assim, o dente aparenta ser mais claro", explica Lobo.

Dentes que estão sendo clareados com substâncias à base de peróxido de hidrogênio, ou que passaram por técnicas clareadoras recentemente, ficam transitoriamente mais porosos em sua superfície e, portanto, mais suscetíveis à pigmentação. Por isso, é importante tomar algumas medidas mais rígidas quanto à alimentação durante e após um clareamento.


Cuidados durante e após o clareamento

Durante e após o clareamento é importante que a pessoa evite o cigarro e batom vermelho, isto porque eles também podem manchar os dentes. Além disso, os alimentos excessivamente corados e os ácidos também devem ser evitados e não apenas ter o seu consumo restringido. "As recomendações mais específicas para cada tipo de clareamento são dadas pelo cirurgião-dentista", observa Lobo.




7 de abril de 2014

Aromaterapia ajuda a reduzir sintomas do estresse




Assim como têm o poder de ativar memórias e fazer as pessoas se sentirem em determinados momentos do passado, os cheiros podem atuar em outras áreas relacionadas aos sentimentos. Por isso, a aromaterapia, que utiliza princípios ativos de plantas medicinais aromáticas para equilibrar o corpo e a mente, é uma alternativa de tratamento para quem apresenta sinais de estresse. O método promete amenizar sintomas como ansiedade, irritabilidade, taquicardia, depressão, redução da libido, dificuldade de concentração e distúrbios no apetite.

Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) avaliou a eficácia da aromaterapia na diminuição dos níveis de estresse. O estudo foi feito com 36 estudantes de cursos da área da saúde entre 18 a 29 anos. Desse total, 18 receberam o tratamento, realizado em sete sessões de dez minutos de inalação de uma mistura de óleos essenciais, e 18 não. No primeiro grupo, houve redução de 24% no nível de estresse e de 19% na ansiedade. No segundo, houve redução apenas no nível de estresse (11%).

A psicóloga e proprietária da consultoria By Sâmia Aromaterapia, Sâmia Maluf, explica que a técnica funciona porque o nariz é uma espécie de porta para o cérebro. Quando sente um aroma, o nariz envia informações para o bulbo-olfatório, que as transmite ao sistema límbico, responsável por emoções e comportamentos. Assim que chega a esse local, o cheiro começa a agir. Isso normalmente ocorre em menos de três segundos. "É por isso que a aromaterapia traz respostas imediatas ao organismo", diz.

A aromaterapia faz uso de óleos essenciais, óleos vegetais e essências sintéticas. Os essenciais são aromas destilados retirados da natureza que agem terapeuticamente porque desempenham uma função na memória olfativa do paciente. Os vegetais são usados para diluir os essenciais que precisam ser suavizados. Já as essências sintéticas, que imitam as naturais, podem causar bem-estar, mas não servem como tratamento. "Ao inalar certa essência, a pessoa pode até notar resultados imediatos, mas não a longo prazo", explica a especialista.

Esses óleos podem ser aplicados de diversas formas, como inalação, massagem, e compressa. De acordo com Sâmia, tanto faz se os líquidos são colocados em lenços e inalados, incluídos na fórmula de sabonetes, usados em massagens ou ainda espirrados no ambiente. Uma das únicas restrições é quanto à aplicação direta na pele. Não pode, alerta Sâmia.

Essências para reduzir o estresse
Para diminuir os sintomas gerais do estresse, acrescente cinco gotas de óleo essencial de cedro, três gotas de óleo essencial de alecrim e três gotas de óleo essencial de palmarosa a dois litros de água. Espirre a mistura pela casa e procure relaxar. Se quiser driblar especificamente a insônia, aromatize o ambiente com óleo essencial de lavanda ou massageie a base dos pés com duas gotas de manjerona.

Para deixar a ansiedade de lado, a receita indicada por Sâmia contém seis gotas de óleo essencial de lavanda, duas gotas de óleo essencial de camomila e quatro gotas de óleo essencial de ylang-ylang, todas diluídas em 20 ml de óleo vegetal de semente de uva. Use a mistura para fazer uma massagem relaxante no corpo. Veja quais outros óleos essenciais podem ajudar a combater os males trazidos pelo estresse:

Para melhorar o sono: laranja, manjerona e lavanda.
Para se acalmar: camomila, jasmim, lavanda, citronela, palmarosa, bergamota, tangerina e pau rosa.
Para ter mais energia: pimenta negra, hortelã pimenta, carda, momo, cravo, canela, hortelã do Brasil, tomilho, gengibre e manjericão.
Para aumentar a libido: Patchouli, rosa, ylang-ylang, jasmim, gerânio e cardamomo.
Para combater sinais de depressão: gerânio, petitgrain, tangerina, tomilho, bergamota, olíbano, sálvia, esclareia e rosa.
Para facilitar a respiração: cipestre, eucalipto glóbulos, hortelã pimenta, tea tree e hortelã do Brasil.



Com informações do site Minha Vida.