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16 de agosto de 2012

Vendas no varejo sobem 1,5% em junho




O resultado das vendas no comércio em junho ficou acima da expectativa dos analistas e reverteu o resultado negativo de maio. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam alta de 1,5% sobre maio - quando a queda foi de 0,8% - e de 9,5% sobre junho do ano passado. A expectativa dos economistas consultados pelo AE Projeções era de uma queda de 1,5% a uma alta de 0,75%, com mediana de queda de 0,20%.
Nove das dez atividades pesquisadas venderam mais em junho do que no mês anterior. A exceção foi o segmento de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com queda de 8,9%. Em contrapartida, o grupo de Veículos e motos, partes e peças avançou 16,4%, na passagem de maio para junho, e 19,8% ante o mesmo mês do ano anterior.

Na comparação com maio, o IBGE destacou ainda os resultados positivos dos grupos Móveis e eletrodomésticos (5,3%); Livros, jornais, revistas e papelaria (4,3%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,7%); Combustíveis e lubrificantes (1,1%); Material de construção (1,0%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%); Tecidos, vestuário e calçados (0,4%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,4%).

Já em relação a junho do ano passado, o grupo de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (11,3%) foi o principal responsável pelo crescimento das vendas. O segundo principal destaque, para a mesma base de comparação, foi a atividade de Móveis e eletrodomésticos, com alta de 15,8%, responsável pela contribuição de 29% na taxa global do varejo.

"A atividade teve seu resultado explicado pela política de incentivo do governo ao consumo através da redução de alíquotas de IPI para a chamada linha branca, além da manutenção do crédito e da estabilidade do emprego, bem como pela queda dos preços dos eletrodomésticos", informou o Instituto, em nota oficial.

Até junho, as vendas do varejo restrito acumulam altas de 9,1% no ano e de 7,5% nos últimos 12 meses.

Comércio ampliado

Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 6,1% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal. Na comparação com junho de 2011, a alta foi de 12,30%. Até junho, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam altas de 7,0% no ano e de 5,6% nos últimos 12 meses.


Com informações do Estadão

14 de fevereiro de 2012

Vendas no varejo sobem 6,7% em 2011

As vendas do comércio varejista tiveram um aumento de 0,3% em dezembro, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada IBGE. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (-0,80% a 0,90%), com mediana de 0,0%.

Na comparação com dezembro de 2010, as vendas do varejo restrito tiveram alta de 6,7% em dezembro de 2011. O desempenho anual ficou no teto do intervalo das projeções (6,50% a 6,70%), com mediana de 6,60%. Em 2010, as vendas no varejo restrito haviam registrado recorde de alta, com aumento de 10,9%.

O volume de vendas do varejo ampliado - que inclui as atividades de veículos e motos, partes e peças e material de construção - registrou alta de 1,6% em dezembro em relação a novembro. A alta do varejo ampliado ficou acima das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (-0,30% a 1,20%), com mediana de 0,60%.

Na comparação com dezembro de 2010, houve alta de 4,3%. Nesse comparativo, as vendas ficaram acima da previsão, que era de expansão de 0,58% a 4,10%, com mediana de 2,70%. Isso conduziu a um aumento de 6,6% nas vendas do varejo ampliado em 2011. A taxa anual ficou acima do intervalo das projeções (6,17% a 6,50%), com mediana de 6,40%. Em 2010, o comércio varejista ampliado subiu 12,2%.