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10 de maio de 2012

Juros reduzidos para financiamento de material de construção




A Caixa Econômica Federal anunciou nova redução nos juros cobrados dos consumidores e das empresas nesta quinta-feira (10). É o quarto corte promovido pelo banco, que já reduziu taxas cobradas em financiamento de imóveis, cheque especial e empréstimo consignado para aposentados do INSS. Segundo a Caixa, desde que as reduções começaram a ser feitas houve um aumento de 39,2% na concessão de crédito no banco.

As reduções anunciadas nesta quinta valem para compra de veículos e material de construção, além das linhas que têm penhor como garantia, no caso de pessoas físicas.

No Construcard, linha de financiamento de material de construção, a taxa mínima será de 1,96% ao mês. A taxa vale para clientes correntistas com relacionamento há mais de seis meses, clientes mutuários de financiamento imobiliário na Caixa e funcionários públicos ou assalariados que recebem salário na instituição.

No empréstimo de penhor, as taxas foram unificadas para 1,70% ao mês para todos os clientes. Esse é um tipo de empréstimo que o cliente faz dando como garantia um bem, como joias e relógios, por exemplo.
Para empresas, sofreram redução de taxas o cheque especial e a antecipação de recebíveis de cartões de crédito.

Com informações do UOL

10 de abril de 2012

Redução de juros ao consumidor entra em vigor




A Diminuição de taxas pela Caixa entrou em vigor ontem (09), e a do Banco do Brasil terá início na próxima quinta-feira. A ofensiva patrocinada pelo governo federal para baixar os juros no Brasil começou na prática ontem, com a redução imediata das taxas cobradas pela Caixa para os seus 25 milhões de clientes.

Apesar de ter sido o primeiro a fazer o anúncio, a nova tabela do Banco do Brasil (BB) começa a valer na próxima quinta-feira. Além de cortar juros para pessoa física e empresas, a Caixa promete ampliar o volume de crédito disponível no mercado. Apenas nas linhas que ficaram com os custos menores, a previsão é liberar R$ 71 bilhões até o final do ano. Ao mesmo tempo, no entanto, pretende prestar orientação para que a facilidade não se transforme em endividamento descontrolado.

Ter direito ao patamar mais baixo no cheque especial, por exemplo, dependerá de uma análise que leva em conta a utilização de outros produtos do banco pelo cliente. Conforme a Caixa, é feita uma pontuação que considera a existência de conta salário, conta poupança, aplicações em CDB, fundos e letras de crédito imobiliário. O escore depende ainda de volume aplicado e movimentação financeira.

O presidente da Caixa, Jorge Hereda, afirma que, com o pacote de corte nos juros, será possível atrair um número maior de clientes: Queremos ter a terceira maior carteira de crédito do mercado. Semana passada, o BB anunciou queda média de 35% nas taxas, incluindo crédito pessoal, consignado e financiamento de veículos, entre outras linhas.

A ação faz parte da estratégia do governo para forçar os bancos privados a também reduzirem os seus custos e assim dar um novo empurrão no consumo. A queda dos juros é muito forte e foi feita por grandes bancos. “Os outros vão ter que seguir”, avalia o presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira.

Com informações da CBIC