Dados divulgados nesta semana pelo Banco Central mostram que o crédito relacionado a imóveis continua aquecido no Brasil. Em 12 meses terminados em fevereiro, o saldo da modalidade cresceu 55,3%, para R$ 146,4 bilhões.
Entre janeiro e fevereiro deste ano, por sua vez, o crescimento foi de 2,7%, conforme mostrou a Nota de Política Monetária e Operações de Crédito.
Recursos direcionados, que se referem aos compulsórios ou do governo, atingiram R$ 138,1 bilhões em fevereiro, com alta de 54% em 12 meses terminados em fevereiro e de 2,5% frente a janeiro deste ano.
Os recursos livres para o crédito imobiliário somaram R$ 8,2 bilhões em fevereiro, alta de 81,3% frente ao mesmo período do ano passado e de 6,9% na comparação com janeiro, o que mostra um ritmo maior de crescimento desta modalidade, apesar da quantidade de crédito concedida por ela ser menor.
Instituições financeiras
O sistema financeiro público foi responsável por emprestar R$ 110,7 bilhões ao crédito habitacional – direcionada a pessoas físicas e cooperativas habitacionais - em fevereiro, uma alta de 52,6% em 12 meses e de 2,8% frente a janeiro.
Já o sistema financeiro privado nacional respondeu por R$ 21,4 bilhões, alta de 55,2%em 12 meses e de 3,8% em um mês.
No caso das instituições financeiras estrangeiras, o crédito habitacional subiu 0,6% entre janeiro e fevereiro e 33,9% em 12 meses, para R$ 14,2 bilhões no segundo mês deste ano.
Com informações de Infomoney.
31 de março de 2011
30 de março de 2011
Custo da construção acelera para 0,44% em março, diz FGV
O brasileiro gastou 0,44% a mais para construir no mês de março, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta semana.
A variação é 0,05 ponto percentual maior do que a registrada em fevereiro, quando ficou em 0,39%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,45% e no acumulado do ano a taxa é de 1,21%.
Grupos
O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,60% este mês, resultado inferior ao apurado em fevereiro, de 0,65%.
Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,30% para 0,63%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,16% para 0,29%).
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,27% este mês, maior frente à taxa de 0,12% verificada no segundo mês do ano. Já Serviços, ficou em 0,46% contra 1,04% registrado no mês anterior.
Influências
No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de março foram as seguintes: vergalhões e arame de aço ao carbono (de 0,87% para 2,45%), ajudante especializado (de 0% para 0,43%), servente (de 0% para 0,32%), tijolo/telha cerâmica (de 0,70% para 0,92%), e tubos e conexões de PVC (de -0,16% para 1,53%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos tubos e conexões de ferro e aço (de 0,34% para -0,27%), compensados (de 0,49% para -0,26%), madeira para telhados (de 0,24% para -0,03%), areia lavada (de 1,26% para -0,03%), e gesseiro (repetiu a variação de 0%).
Com informações do Infoimóveis.
A variação é 0,05 ponto percentual maior do que a registrada em fevereiro, quando ficou em 0,39%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,45% e no acumulado do ano a taxa é de 1,21%.
Grupos
O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,60% este mês, resultado inferior ao apurado em fevereiro, de 0,65%.
Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,30% para 0,63%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,16% para 0,29%).
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,27% este mês, maior frente à taxa de 0,12% verificada no segundo mês do ano. Já Serviços, ficou em 0,46% contra 1,04% registrado no mês anterior.
Influências
No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de março foram as seguintes: vergalhões e arame de aço ao carbono (de 0,87% para 2,45%), ajudante especializado (de 0% para 0,43%), servente (de 0% para 0,32%), tijolo/telha cerâmica (de 0,70% para 0,92%), e tubos e conexões de PVC (de -0,16% para 1,53%).
Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos tubos e conexões de ferro e aço (de 0,34% para -0,27%), compensados (de 0,49% para -0,26%), madeira para telhados (de 0,24% para -0,03%), areia lavada (de 1,26% para -0,03%), e gesseiro (repetiu a variação de 0%).
Com informações do Infoimóveis.
29 de março de 2011
Planeje certo seu escritório de advocacia
Escolher os móveis ideais na hora de decorar uma casa, que é um local mais pessoal já é difícil, agora o que fazer na hora de planejar e decorar seu escritório de advocacia? Um ambiente no qual serão tomadas importantes decisões, pessoas de diferentes personalidades irão trabalhar e geralmente onde os funcionários passam a maior parte do tempo.
Quando falamos em escritório de advocacia, logo vem aquela idéia de um ambiente formal, com predominância de cores escuras e de materiais pesados, passando a impressão imponente de extrema seriedade e amplo conhecimento na área. Esta é uma visão tradicional de arquitetura, porém, não se pode considerar isso como um padrão a ser seguido sempre, de maneira obrigatória.
Confira algumas dicas:
* Um escritório de advocacia precisa demonstrar organização e confiabilidade.
* Precisa ter uma estrutura adequada para atender seus clientes, os quais devem sentir no ambiente uma sensação de amparo e de que realmente ali seus problemas serão resolvidos.
* O espaço deve ser projetado para economizar o maior tempo possível, reduzir custos e colaborar para o bom desempenho dos profissionais.
* Uma tendência observada nos últimos anos é a de que muitos advogados estão preferindo atuar juntos, em uma sala única, para trocarem opiniões e conhecimentos a respeito dos processos. Somente as salas para atendimento ao cliente ficam separadas.
* Eles não precisam ter a decoração completamente séria, mas precisam ser muito confortáveis.
* Móveis de madeira podem ser uma ótima opção.
Planeje e decore certo seu escritório de advocacia e garanta um espaço confortável e aconchegante para seus clientes!
Com informações do Blog Giacomelli.
Quando falamos em escritório de advocacia, logo vem aquela idéia de um ambiente formal, com predominância de cores escuras e de materiais pesados, passando a impressão imponente de extrema seriedade e amplo conhecimento na área. Esta é uma visão tradicional de arquitetura, porém, não se pode considerar isso como um padrão a ser seguido sempre, de maneira obrigatória.
Confira algumas dicas:
* Um escritório de advocacia precisa demonstrar organização e confiabilidade.
* Precisa ter uma estrutura adequada para atender seus clientes, os quais devem sentir no ambiente uma sensação de amparo e de que realmente ali seus problemas serão resolvidos.
* O espaço deve ser projetado para economizar o maior tempo possível, reduzir custos e colaborar para o bom desempenho dos profissionais.
* Uma tendência observada nos últimos anos é a de que muitos advogados estão preferindo atuar juntos, em uma sala única, para trocarem opiniões e conhecimentos a respeito dos processos. Somente as salas para atendimento ao cliente ficam separadas.
* Eles não precisam ter a decoração completamente séria, mas precisam ser muito confortáveis.
* Móveis de madeira podem ser uma ótima opção.
Planeje e decore certo seu escritório de advocacia e garanta um espaço confortável e aconchegante para seus clientes!
Com informações do Blog Giacomelli.
28 de março de 2011
Mais 100 mulheres vão atuar na construção civil
Mais 100 mulheres foram qualificadas pelo Projeto Mão na Massa e estão aptas para trabalhar na construção civil. Desse total, 50 são pedreiros, 25 eletricistas e 25 carpinteiras de forma. Patrocinado pela Petrobras e pela Fundação Interamericana (IAF), o Mão na Massa aposta na transformação e no empoderamento de mulheres.
Esta 5ª edição do projeto solidificou um caminho para mulheres antes sem perspectiva: 30% delas estão empregadas em obras das construtoras Odebrecht, Dominus, CHL, SIG Engenharia e Bey Arquitetura e Projetos. Várias alunas já fazem processo seletivo para outras empresas. Antes da formação, elas realizavam pequenos serviços e não tinham renda fixa. A maior parte já tinha feito obras para benefício próprio e faltava qualificação técnica para que conseguissem um emprego cuja renda atinge o valor mínimo mensal de R$ 830. Duas das operárias ingressaram no curso de Técnica de Edificações.
Segundo Deise Gravina engenheira civil e idealizadora do Mão na Massa, até 2013 serão qualificadas mais 300 mulheres. Este ano, há previsão de realizar encontros em outros municípios do Rio de Janeiro para divulgar e replicar a metodologia adotada. “O projeto é feito a partir da expectativa das mulheres e das necessidades do mercado. E mostra o acerto, pois não adianta planejar políticas que sejam ineficazes em sua prática”, diz Deise.
Os bons resultados do Mão na Massa foram reconhecidos no 11º Fórum Social Mundial, ocorrido em fevereiro, no Senegal, para o qual Deise Gravina viajou juntamente com Norma Sá, coordenadora do Mão na Massa, a convite da Gerência de Responsabilidade Social da Petrobras.
Como surgiu o projeto
O projeto Mão na Massa – Mulheres na construção civil foi criado a partir de uma pesquisa realizada, em 2007, com 216 mulheres familiares de crianças que atendidas diariamente no Abrigo Maria Imaculada, situado no bairro do Rocha, no Rio de Janeiro. A maioria delas é moradora da Comunidade Dois de Maio, que faz parte do complexo de Favelas do Jacarezinho. Metade das entrevistadas mostrou interesse em aprender técnicas básicas de construção civil, pois muitas eram responsáveis pelas obras e reparos de suas residências.
Desde 2008, o projeto formou 310 mulheres sendo que 70% ingressaram no mercado formal ou prestam serviços autônomos, como encanadoras, pedreiras, pintoras e carpinteiras de formas. Segundo avaliação realizada com 94 alunas certificadas em 2008, com a capacitação, o índice de empregabilidade pulou para 66%. O impacto positivo na renda pode ser medido pelo aumento de 14 vezes no salário médio das operárias inseridas no mercado de trabalho. Mais sobre o projeto em: www.projetomaonamassa.org.br.
Com informações de OverMundo.
Esta 5ª edição do projeto solidificou um caminho para mulheres antes sem perspectiva: 30% delas estão empregadas em obras das construtoras Odebrecht, Dominus, CHL, SIG Engenharia e Bey Arquitetura e Projetos. Várias alunas já fazem processo seletivo para outras empresas. Antes da formação, elas realizavam pequenos serviços e não tinham renda fixa. A maior parte já tinha feito obras para benefício próprio e faltava qualificação técnica para que conseguissem um emprego cuja renda atinge o valor mínimo mensal de R$ 830. Duas das operárias ingressaram no curso de Técnica de Edificações.
Segundo Deise Gravina engenheira civil e idealizadora do Mão na Massa, até 2013 serão qualificadas mais 300 mulheres. Este ano, há previsão de realizar encontros em outros municípios do Rio de Janeiro para divulgar e replicar a metodologia adotada. “O projeto é feito a partir da expectativa das mulheres e das necessidades do mercado. E mostra o acerto, pois não adianta planejar políticas que sejam ineficazes em sua prática”, diz Deise.
Os bons resultados do Mão na Massa foram reconhecidos no 11º Fórum Social Mundial, ocorrido em fevereiro, no Senegal, para o qual Deise Gravina viajou juntamente com Norma Sá, coordenadora do Mão na Massa, a convite da Gerência de Responsabilidade Social da Petrobras.
Como surgiu o projeto
O projeto Mão na Massa – Mulheres na construção civil foi criado a partir de uma pesquisa realizada, em 2007, com 216 mulheres familiares de crianças que atendidas diariamente no Abrigo Maria Imaculada, situado no bairro do Rocha, no Rio de Janeiro. A maioria delas é moradora da Comunidade Dois de Maio, que faz parte do complexo de Favelas do Jacarezinho. Metade das entrevistadas mostrou interesse em aprender técnicas básicas de construção civil, pois muitas eram responsáveis pelas obras e reparos de suas residências.
Desde 2008, o projeto formou 310 mulheres sendo que 70% ingressaram no mercado formal ou prestam serviços autônomos, como encanadoras, pedreiras, pintoras e carpinteiras de formas. Segundo avaliação realizada com 94 alunas certificadas em 2008, com a capacitação, o índice de empregabilidade pulou para 66%. O impacto positivo na renda pode ser medido pelo aumento de 14 vezes no salário médio das operárias inseridas no mercado de trabalho. Mais sobre o projeto em: www.projetomaonamassa.org.br.
Com informações de OverMundo.
27 de março de 2011
Região do Cariri desponta no mercado imobiliário cearense
O Cariri vive seu momento mais promissor quando o assunto é imóvel. A região que antes era destacada pelo turismo religioso agora vai além. A criação de cursos universitários a exemplo da faculdade de medicina resultou no crescimento da demanda acadêmica, o comércio de Juazeiro do Norte como o calçadista e as romarias também contribuem para o desenvolvimento da região. Todos esses fatores somados resultam num aumento populacional, que compete ao mercado imobiliário abastecer.
POTENCIAL DE INVESTIMENTO
Algumas imobiliárias estão indo para o Cariri, Juazeiro procurando um público investidor na região. No sentido de que é visto a possibilidade de uma região crescente, uma região onde circula muito dinheiro na parte do comércio.
CRAJUBAR
Há alguns anos o chamado triângulo CRAJUBAR – Crato, Juazeiro e Barbalha vem demonstrando índices de desenvolvimento econômico e social no que diz respeito à implementação de indústrias, comércio, turismo, construção civil e educação. No entanto, é recente a visibilidade das potencialidades da região que atraem um grande contingente de pessoas.
DÉFICIT HABITACIONAL
Juazeiro por ser uma cidade puramente comercial abastece todas as outras cidades menores ao redor e passou a ser vista com outros olhos. O aeroporto hoje opera com voos diretos para Recife, Brasília e Fortaleza. E por ser foco de empreendedores há um déficit habitacional tanto da classe média baixa quanto da alta.
São diversos os interesses de quem procura por imóveis na região do Cariri: A maioria das pessoas é natural da terra, que busca imóveis para morar e em alguns casos investir. Como é o caso do delegado federal aposentado, Jonas Duarte, que antes vivia numa casa e, há poucos meses, comprou um apartamento na Lagoa Seca, bairro nobre da cidade.
Segundo ele, além da segurança, o que mais atraiu nesse local é a área de lazer, as escolas próximas, academias e a concentração da área gastronômica. Mas, ressalta que o preço está bastante alto e chega a comparar com os imóveis de Fortaleza. “Meu apartamento foi 3.000 reais o metro quadrado”, comentou. Pessoas de outras cidades e regiões também são consumidores em potenciais, seja para especular ou mesmo residir.
FINANCIAMENTO
Outro fator que impulsiona a compra é o financiamento. “Com a entrada agressiva das instituições financeiras do país na área imobiliária, o que é termômetro de economia equilibrada, onde construtor desenvolve papel de construtor e banco papel de financiador, a tendência é facilidade de acesso à créditos com prazos delongados, onde de longe para os clientes a melhor opção é utilização de instituições financeiras”, analisou Patrícia.
FACILIDADES
O “Minha Casa, Minha Vida”, onde exerce o papel de construtora e a Caixa Econômica Federal (CEF) e Prefeitura Municipal farão a comercialização com uma triagem criteriosa de cadastros de pessoas com potencial aquisitivo. Trabalham também com empreendimentos próprios, onde o cliente financia parcialmente o imóvel, ao longo da construção, (pagando apenas correção monetária-INCC), e após o imóvel pronto captam valores das instituições financeiras, contando com toda facilidade de utilizar a construtora como ponte entre bancos e suas comodidades.
A CEF usa recursos tanto do FGTS, como da poupança, para incrementar o setor, dando celeridade aos processos de financiamentos. Já os bancos privados também demonstram claras e efetivas ações visando este mercado imobiliário, que hoje é “boom” no país.
Alguma parcela da população pode se sentir reprimida pelo fato de a especulação elevar os preços dos imóveis, porém, há muitos pontos positivos. Toda essa demanda de procura é indício de um forte fator de crescimento não só econômico como educacional que a região do Cariri vive. É sinal de que a qualidade de vida do brasileiro melhorou, em especial, no Nordeste.
Com informações do Jornal O Estado.
POTENCIAL DE INVESTIMENTO
Algumas imobiliárias estão indo para o Cariri, Juazeiro procurando um público investidor na região. No sentido de que é visto a possibilidade de uma região crescente, uma região onde circula muito dinheiro na parte do comércio.
CRAJUBAR
Há alguns anos o chamado triângulo CRAJUBAR – Crato, Juazeiro e Barbalha vem demonstrando índices de desenvolvimento econômico e social no que diz respeito à implementação de indústrias, comércio, turismo, construção civil e educação. No entanto, é recente a visibilidade das potencialidades da região que atraem um grande contingente de pessoas.
DÉFICIT HABITACIONAL
Juazeiro por ser uma cidade puramente comercial abastece todas as outras cidades menores ao redor e passou a ser vista com outros olhos. O aeroporto hoje opera com voos diretos para Recife, Brasília e Fortaleza. E por ser foco de empreendedores há um déficit habitacional tanto da classe média baixa quanto da alta.
São diversos os interesses de quem procura por imóveis na região do Cariri: A maioria das pessoas é natural da terra, que busca imóveis para morar e em alguns casos investir. Como é o caso do delegado federal aposentado, Jonas Duarte, que antes vivia numa casa e, há poucos meses, comprou um apartamento na Lagoa Seca, bairro nobre da cidade.
Segundo ele, além da segurança, o que mais atraiu nesse local é a área de lazer, as escolas próximas, academias e a concentração da área gastronômica. Mas, ressalta que o preço está bastante alto e chega a comparar com os imóveis de Fortaleza. “Meu apartamento foi 3.000 reais o metro quadrado”, comentou. Pessoas de outras cidades e regiões também são consumidores em potenciais, seja para especular ou mesmo residir.
FINANCIAMENTO
Outro fator que impulsiona a compra é o financiamento. “Com a entrada agressiva das instituições financeiras do país na área imobiliária, o que é termômetro de economia equilibrada, onde construtor desenvolve papel de construtor e banco papel de financiador, a tendência é facilidade de acesso à créditos com prazos delongados, onde de longe para os clientes a melhor opção é utilização de instituições financeiras”, analisou Patrícia.
FACILIDADES
O “Minha Casa, Minha Vida”, onde exerce o papel de construtora e a Caixa Econômica Federal (CEF) e Prefeitura Municipal farão a comercialização com uma triagem criteriosa de cadastros de pessoas com potencial aquisitivo. Trabalham também com empreendimentos próprios, onde o cliente financia parcialmente o imóvel, ao longo da construção, (pagando apenas correção monetária-INCC), e após o imóvel pronto captam valores das instituições financeiras, contando com toda facilidade de utilizar a construtora como ponte entre bancos e suas comodidades.
A CEF usa recursos tanto do FGTS, como da poupança, para incrementar o setor, dando celeridade aos processos de financiamentos. Já os bancos privados também demonstram claras e efetivas ações visando este mercado imobiliário, que hoje é “boom” no país.
Alguma parcela da população pode se sentir reprimida pelo fato de a especulação elevar os preços dos imóveis, porém, há muitos pontos positivos. Toda essa demanda de procura é indício de um forte fator de crescimento não só econômico como educacional que a região do Cariri vive. É sinal de que a qualidade de vida do brasileiro melhorou, em especial, no Nordeste.
Com informações do Jornal O Estado.
26 de março de 2011
Puxe uma, sente-se. Cadeira é um dos móveis mais presentes em nossa vida
A história da cadeira desenvolve-se a partir do momento em que o homem deixa de ser nômade, ou seja, desde o momento em que passa a possuir uma habitação fixa, e acompanha a sua história política, social e artística até à atualidade.
A cadeira chegou ao Brasil no século 16, com a vinda dos portugueses. Até então, por aqui, o mobiliário indispensável era a rede e a esteira indígenas, ambas de fibras vegetais. A novidade demorou a vingar. Durante muito tempo, seu uso esteve restrito a igrejas, conventos, sedes de bispados, palácios de governo e outros lugares requintados.
Apenas no século 19 é que as famílias brasileiras passaram a incorporar no mobiliário o jogo de cadeiras, destinado a compor a sala de jantar e as salas ditas de visita.
Detalhe: isso apenas valia para as famílias mais ricas. O resto do povo continuou fazendo o que já fazia, quando queria descansar as pernas: sentava em bancos, redes ou no chão,mesmo.
Não há objeto de uso individual mais projetado e desenvolvido pelos designers e arquitetos na história, do que a cadeira. A cadeira é uma releitura do assento mais usado na cultura grega antiga: a(o) Klismos, o assento dos Deuses. Grandes Designers e Arquitetos criaram cadeiras que ficaram famosas mundialmente ditando épocas e culturas de um povo.
CADEIRA BRNO TUBULAR: Modelo “MR50” desenhada em 1929 pelo o Arquiteto alemão Ludwig Mies Van Der Rohe, especialmente para uma casa em BRNO na República Tcheca.
CADEIRA BERTÓIA:
Modelo N420, desenhada em 1950 por Harry Bertóia, designer Italiano.
CADEIRA PANTON:
Desenhada em 1959 por Verner Panton, designer dinamarquês.
CADEIRA JACOBSEN “Série 7”:
Arquiteto dinamarquês Arne Jacobsen,
desenhada em 1955 por Arne Jacobsen. “Série 7” é uma das séries de cadeiras de maior sucesso comercial já produzidas.
CADEIRA TULIPA SAARINEN ACRÍLICA:
desenhada pelo arquiteto norte-americano de origem finlandesa,
Eero Saarinen.
CADEIRA JACOBSEN ESCRITÓRIO:
desenhada em
1955 por Arne Jacobsen.
Com informações do Jornal O Estado.
A cadeira chegou ao Brasil no século 16, com a vinda dos portugueses. Até então, por aqui, o mobiliário indispensável era a rede e a esteira indígenas, ambas de fibras vegetais. A novidade demorou a vingar. Durante muito tempo, seu uso esteve restrito a igrejas, conventos, sedes de bispados, palácios de governo e outros lugares requintados.
Apenas no século 19 é que as famílias brasileiras passaram a incorporar no mobiliário o jogo de cadeiras, destinado a compor a sala de jantar e as salas ditas de visita.
Detalhe: isso apenas valia para as famílias mais ricas. O resto do povo continuou fazendo o que já fazia, quando queria descansar as pernas: sentava em bancos, redes ou no chão,mesmo.
Não há objeto de uso individual mais projetado e desenvolvido pelos designers e arquitetos na história, do que a cadeira. A cadeira é uma releitura do assento mais usado na cultura grega antiga: a(o) Klismos, o assento dos Deuses. Grandes Designers e Arquitetos criaram cadeiras que ficaram famosas mundialmente ditando épocas e culturas de um povo.
CADEIRA BRNO TUBULAR: Modelo “MR50” desenhada em 1929 pelo o Arquiteto alemão Ludwig Mies Van Der Rohe, especialmente para uma casa em BRNO na República Tcheca.
CADEIRA BERTÓIA:
Modelo N420, desenhada em 1950 por Harry Bertóia, designer Italiano.
CADEIRA PANTON:
Desenhada em 1959 por Verner Panton, designer dinamarquês.
CADEIRA JACOBSEN “Série 7”:
Arquiteto dinamarquês Arne Jacobsen,
desenhada em 1955 por Arne Jacobsen. “Série 7” é uma das séries de cadeiras de maior sucesso comercial já produzidas.
CADEIRA TULIPA SAARINEN ACRÍLICA:
desenhada pelo arquiteto norte-americano de origem finlandesa,
Eero Saarinen.
CADEIRA JACOBSEN ESCRITÓRIO:
desenhada em
1955 por Arne Jacobsen.
Com informações do Jornal O Estado.
25 de março de 2011
Dicas para quem vai reformar ou construir uma casa
A hora mais importante na hora da construção/reforma de uma casa é no momento do planejamento. Gaste o tempo que for preciso pesquisando qual o melhor fornecedor, quem tem melhor mão-de-obra, quanto você vai gastar… Isto para evitar que haja mudanças no meio da obra, pois mudanças significam gastos extras.
Na hora de escolher a mão-de-obra você pode contratar um empreiteiro ou uma empresa de engenharia que seja responsável pelos operários da obra. Evite escolher os operários um a um, pois assim a construção fica sem um responsável e pode ficar estagnada por incompetência de “um ou outro”.
Se você não tiver condições financeiras para contratar nenhuma das opções citadas acima, pesquise entre seus amigos sobre pedreiros, eletricistas, pintores e encanadores de confiança que eles conhecem.
Em relação a compra dos materiais, lembre-se que concentrando as compras em um único fornecedor você conseguira descontos. Assim, faça uma cotação total do que sera gasto e pesquise dentro comércio de construção de sua cidade.
Com informações de Blogodorium.
Na hora de escolher a mão-de-obra você pode contratar um empreiteiro ou uma empresa de engenharia que seja responsável pelos operários da obra. Evite escolher os operários um a um, pois assim a construção fica sem um responsável e pode ficar estagnada por incompetência de “um ou outro”.
Se você não tiver condições financeiras para contratar nenhuma das opções citadas acima, pesquise entre seus amigos sobre pedreiros, eletricistas, pintores e encanadores de confiança que eles conhecem.
Em relação a compra dos materiais, lembre-se que concentrando as compras em um único fornecedor você conseguira descontos. Assim, faça uma cotação total do que sera gasto e pesquise dentro comércio de construção de sua cidade.
Com informações de Blogodorium.
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