Mostrando postagens com marcador designer de interiores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador designer de interiores. Mostrar todas as postagens

18 de agosto de 2014

Quadros: 6 arranjos de parede para inspirar

Na galeria de fotos, você confere maneiras de arranjar quadros na parede e combiná-los com tapetes, pratos e bandejas.


O módulo de 2,92 m x 33 cm, profundidade de 11,5 cm, recebeu a coleção de CDs dos moradores. Seu desenho simples ganhou destaque com a pintura vermelha. Repare que ele também foi aproveitado como prateleira para expor quadros e fotos de artistas como Patricia Gouvêa e Petronio Cunha. Uma parte menor do móvel laqueado foi fechada com portas e gavetas para servir de arquivo de documentos e contas, organizados por tipo. O restante da peça se divide em prateleiras de 24 cm de altura com livros e DVDs.


Na parede da sala da arquiteta Fernanda Negrelli, desfilam telas de artistas renomados, a exemplo de Cícero Dias e José Cláudio. “Como são obras de arte, mantive as molduras sugeridas pelos próprios pintores”, conta. Em outras obras, Fernanda gosta de usar molduras de madeira. “Cedro, pinheiro e freijó são mais resistentes ao ataque de pragas”, explica a moldureira Joelma Reis, da Struttura Arte Molduras.


A jornalista Cristina Dantas adora ter as coisas de que mais gosta à vista e, por isso, viu nos quadros uma forma de atender a seu desejo. “Já emoldurei de tudo, de convites de desfile a bonequinhas de pano.” O próximo da fila é um lenço com personagens do filme Meu Tio, direção de Jacques Tati. “Ele é grande e vai precisar de muito vidro.” Esse é realmente um acessório essencial em molduras do tipo caixa, usadas para enquadrar objetos. “O acrílico também pode ser usado. O importante é que ambos estejam sempre distantes do objeto, em torno de 0,5 cm, para a peça não grudar e ser danificada”, explica Priscilla Silva, gerente geral da Moldura Minuto.


Nesta sala de estar, a estante de linhas retas, feita de freijó lavado foi projetada sob medida para guardar os livros e emoldurar o quadro do artista plástico Claudio Kuperman -- o destaque do ambiente.


Neste espaço, o destaque é para a composição de quadros -- todos eles emoldurados por Mara Molduras para formar o arranjo na parede. O banquinho mais alto foi desenhado pelo mestre Sergio Rodrigues. O abajur é da Bertolucci e o tapete, da Botteh.


Neste quarto, a composição de quadros na parede revela as referências culturais do morador. Coloridos e com diferentes tamanhos, a composição na parede também admite outros acessórios e deixa a parede da cabeceira ainda mais descolada.

Fonte: Casa (Abril) 

2 de janeiro de 2013

Confira seis dicas para deixar o quarto mais organizado


Ano novo, decoração nova, as novas tendências estão ai, mas se você quer deixar seu quarto mais organizado sem gastar muito, basta seguir as nossas dicas. Veja 7 dicas práticas para conseguir arrumar o quarto, aproveitando cada centímetro desse cômodo — inclusive os mais escondidos.

1 – Aumente o espaço em seu guarda roupa, utilize cabides finos e semelhantes, colocando apenas um peça em cada um deles, dessa forma, você ganha espaço e organiza o guarda roupa.

2 - Embalar a vácuo as peças menos usadas ou de outra estação é uma boa opção. Quando comprimidos, 10 casacos ocupam o espaço de apenas um.

3 – Cabides vazios jamais devem ser guardados nos armários, deixe-os na lavanderia.

4 – Aquele velho espaço embaixo da cama não deve ser ignorado, use-o para guardar caixas de sapatos e malas, mas sempre tendo o cuidado para evitar o acumulo de poeira. Se você preferir camas box, escolha modelos em forma de baú. Quanto às camas tradicionais, escolha as com gavetões ou use caixas transparentes para acomodar roupa de cama embaixo delas. Nesse espaço, também é possível guardar roupas de outras estações e brinquedos.

5 – Aproveite o espaço atrás das portas e fixe ganchos, que podem ser usados para pendurar casacos, bolsas ou cintos. Também é possível colocar uma sapateira de porta para guardar os sapatos mais usados no dia a dia.

6 – Se você tem roupas que não usa com frequência, não as deixe acumuladas no armário ou cabideiro, guarde-as em uma mala ou faça uma doação, assim você organiza seu quarto e ainda ganha bem mais espaço.


Com informações do http://papofeminino.uol.com.br

21 de novembro de 2012

Devo contratar um arquiteto ou designer de interiores?



Ao pensar em reformar ou redecorar a casa surge uma dúvida além daquela sobre o que mudar. Afinal, para a reestruturação deve ser contratado um arquiteto ou um designer de interiores? Para obter a resposta é preciso ter a ideia inicial do projeto. Anna Rezende Galeotti, arquiteta e coordenadora do curso de design de interiores da universidade Anhembi Morumbi, comenta que a diferença entre os profissionais que executarão o serviço está nas restrições impostas conforme a área de atuação. Boris Madsen Cunha, arquiteto e diretor técnico administrativo da Willer Arquitetos Associados, explica que essas limitações são garantidas pela legislação que regulamenta as profissões dos arquitetos e engenheiros. 

Segundo Gislaine Vargas Saibro, arquiteta urbanista e conselheira suplente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, o design de interiores ainda não é reconhecido como uma profissão regulamentada e o principal entrave encontrado pelos profissionais é em relação à proibição de mexer com a estrutura física do ambiente, como derrubar ou construir paredes. Anna Galeotti lembra que toda alteração estrutural do ambiente precisa passar por um profissional de arquitetura ou engenharia civil. 

"O designer deve definir a concepção do espaço existente e pensar no bem-estar das pessoas que vão estar nesses ambientes projetados. Algumas pessoas não dão importância, mas uma cadeira confortável e uma iluminação que proporcione bem-estar não são por acaso. Esses pontos foram pensados pelos designers. Bem-estar é a base do design de interiores", explica Anna. Jéthero Cardoso de Miranda, arquiteto urbanista e coordenador do curso de design de interiores do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, aponta o atendimento pessoal, personalizado e humanizado como uma característica que se destaca nos profissionais de design de interiores

Uma característica que marca a diferença dos projetos de designers de interiores e arquitetos, apontada pelo professor Jéthero, é a riqueza de detalhes. "O designer tem como característica ser mais detalhista enquanto o arquiteto projeta ambientes mais limpos, sem carregar nos elementos", comenta Jéthero. 

Pensar nas necessidades do cliente como circulação, conforto, linguagem e textura é função que pertence tanto aos profissionais de arquitetura quanto aos designers de interiores. A arquiteta Anna Galeotti salienta que a formação do arquiteto possui uma gama de informação muito grande, o que acaba por restringir as horas de aula destinadas para a decoração de interiores. Por esse motivo a professora acredita não haver espaço para o "canibalismo" entre esses profissionais, pois um acaba se tornando o complemento do outro. 
Gislaine Saibro adverte que apenas arquitetos e engenheiros podem fazer alterações na estrutura elétrica e hidráulica dos ambientes, o que inclui a derrubada ou construção de novas paredes. A arquiteta adverte que legalmente a execução do projeto só pode ser feita pelo arquiteto, porém, a legislação que trata do assunto não coloca essa atividade como uma prerrogativa exclusiva da classe. 

Bóris Cunha afirma que todo projeto de modificação de ambientes que envolva aspecto civil deve ser feito por um arquiteto. O projeto geralmente nasce na prancheta do arquiteto, logo, é natural que seja ele o profissional responsável por coordenar a equipe que vai dar forma para a ideia que está no papel. O arquiteto comenta também que o profissional de arquitetura é o mais habilitado para entender as necessidades do cliente, pois como precisa saber um pouco de cada área envolvida na construção, possui um olhar amplo em relação ao resultado final do projeto. 

Com informações do site bbel.com.br

27 de agosto de 2012

Como personalizar seu quarto




Para muitas pessoas o quarto é sagrado, um “santuário” de relaxamento e sossego, e isso pode ficar ainda melhor se o seu quarto estiver ao seu favor. Isto é: se conjugar conforto e beleza num arranjo que tenha a cara do dono.Para isso, vale quase tudo. Mudanças mais extremas, como as estruturais – derrubar paredes, pintar e mudar sua cor – são uma opção. Caso falte tempo ou disposição para a reforma, pode-se investir em roupas de cama diferentes.

Criar um tema para o quarto é mais comum para crianças, mas se fizer o gosto do dono pode vir a agradar os adultos. Só deve ter bom senso para não exagerar na decoração, advertem especialistas. “Mas, às vezes, se fica exagerado é que fica com a cara da pessoa”, pondera o designer de interiores Leonardo Di Caprio. “Se essa não for a intenção, tem que tomar cuidado para não colocar coisa demais e não ficar enjoativo”. O papel do profissional é justamente evitar que isso ocorra, defende a arquiteta Consuelo Jorge.

Segundo a arquiteta Erika Mello é interessante utilizar a sua cor preferida em algum detalhe do quarto, isso daria um toque pessoal ao ambiente. “No quarto, recomendamos cores mais relaxantes, como tons de azul, verde, lilás e cinza.” Outro fator que é importante na personalização desse ambiente são os objetos decorativos, coleções de fotos, quadros, ou ainda, investir em arte na própria parede, com pinturas ou grafite ou qualquer hobby pessoal. Alguns objetos que remontam a personalidade da pessoa podem personalizar ainda mais, pois estão em alta. Por exemplo, se o quarto é de alguém que gosta de balé ou de boxe, é possível deixar as sapatilhas ou luvas penduradas em um lugar visível.

Com informações do Terra.

12 de julho de 2012

Devo contratar um arquiteto ou designer de interiores?

Ao pensar em reformar ou redecorar a casa surge uma dúvida além daquela sobre o que mudar. Afinal, para a reestruturação deve ser contratado um arquiteto ou um designer de interiores? Para obter a resposta é preciso ter a ideia inicial do projeto. Anna Rezende Galeotti, arquiteta e coordenadora do curso de design de interiores da universidade Anhembi Morumbi, comenta que a diferença entre os profissionais que executarão o serviço está nas restrições impostas conforme a área de atuação. Boris Madsen Cunha, arquiteto e diretor técnico administrativo da Willer Arquitetos Associados, explica que essas limitações são garantidas pela legislação que regulamenta as profissões dos arquitetos e engenheiros.

Segundo Gislaine Vargas Saibro, arquiteta urbanista e conselheira suplente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, o design de interiores ainda não é reconhecido como uma profissão regulamentada e o principal entrave encontrado pelos profissionais é em relação à proibição de mexer com a estrutura física do ambiente, como derrubar ou construir paredes. Anna Galeotti lembra que toda alteração estrutural do ambiente precisa passar por um profissional de arquitetura ou engenharia civil.

"O designer deve definir a concepção do espaço existente e pensar no bem-estar das pessoas que vão estar nesses ambientes projetados. Algumas pessoas não dão importância, mas uma cadeira confortável e uma iluminação que proporcione bem-estar não são por acaso. Esses pontos foram pensados pelos designers. Bem-estar é a base do design de interiore", explica Anna. Jéthero Cardoso de Miranda, arquiteto urbanista e coordenador do curso de design de interiores do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, aponta o atendimento pessoal, personalizado e humanizado como uma característica que se destaca nos profissionais de design de interiores.

Uma característica que marca a diferença dos projetos de designers de interiores e arquitetos, apontada pelo professor Jéthero, é a riqueza de detalhes. "O designer tem como característica ser mais detalhista enquanto o arquiteto projeta ambientes mais limpos, sem carregar nos elementos", comenta Jéthero.



Pensar nas necessidades do cliente como circulação, conforto, linguagem e textura é função que pertence tanto aos profissionais de arquitetura quanto aos designers de interiores. A arquiteta Anna Galeotti salienta que a formação do arquiteto possui uma gama de informação muito grande, o que acaba por restringir as horas de aula destinadas para a decoração de interiores. Por esse motivo a professora acredita não haver espaço para o "canibalismo" entre esses profissionais, pois um acaba se tornando o complemento do outro.

Gislaine Saibro adverte que apenas arquitetos e engenheiros podem fazer alterações na estrutura elétrica e hidráulica dos ambientes, o que inclui a derrubada ou construção de novas paredes. A arquiteta adverte que legalmente a execução do projeto só pode ser feita pelo arquiteto, porém, a legislação que trata do assunto não coloca essa atividade como uma prerrogativa exclusiva da classe.

Bóris Cunha afirma que todo projeto de modificação de ambientes que envolva aspecto civil deve ser feito por um arquiteto. O projeto geralmente nasce na prancheta do arquiteto, logo, é natural que seja ele o profissional responsável por coordenar a equipe que vai dar forma para a ideia que está no papel. O arquiteto comenta também que o profissional de arquitetura é o mais habilitado para entender as necessidades do cliente, pois como precisa saber um pouco de cada área envolvida na construção, possui um olhar amplo em relação ao resultado final do projeto.

Com informações do UOL.