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27 de agosto de 2014

Uma estratégia pouco conhecida do Corretor de Imóveis

O corretor de imóveis que se adapta ao mercado e busca diversificar sua atuação tem maior chance de se manter em alta a todo o tempo.


Um aspecto que permeia a carreira de muitos profissionais de sucesso é a multidisciplinaridade. Saber alinhar diferentes tipos de conhecimentos e se envolver em um maior número de áreas de atuação é um diferencial competitivo poderoso no mercado de trabalho.

Isso não é diferente na corretagem imobiliária. Ficar preso a um único ramo de atuação é perigoso e pode levar à estagnação, principalmente em momentos nos quais o mercado não está para peixe. Porém, talvez você se pergunte, como diversificar sua carteira de clientes?

Encontrando caminhos alternativos

O corretor de imóveis precisa entender que diversificar não é aumentar, mas sim encontrar negócios com perfis diferentes. Isso quer dizer que não basta ele se concentrar no tradicional se quiser maior estabilidade em sua profissão. É preciso encontrar caminhos distintos para ficar menos susceptível às oscilações que inevitavelmente ocorrem.

Alguns exemplos de meios para realizar o processo de expansão são os seguintes:

Imóveis com faixas distintas de preço: muitos profissionais se especializam em um padrão construtivo e se dedicam exclusivamente ao mesmo. Isso é perigoso pelo fato de que os perfis de compradores que representam o maior volume de potenciais clientes de um corretor de imóveis podem variar. Vários aspectos econômicos influenciam nisso, de forma que é bom ter flexibilidade de transição.

Imóveis que não sejam residenciais: imóveis que não possuem caráter residencial também precisam dos serviços ofertados pela corretagem imobiliária. Focar apenas em casas e apartamentos é mal negócio, visto a elevada concorrência e o fato de ser uma das áreas de maior variação. A dica é aprender também sobre imóveis industriais, como galpões, e comerciais.

Incorporação imobiliária: apesar de o processo de incorporação não ser a função primária do corretor de imóveis, o conhecimento que este apresenta sobre edificações, aspectos legais e fatores de localidade lhe dá certa credibilidade para atuar na área.

Consultoria: Por fim, uma função que o corretor de imóveis pode desempenhar, após adquirir uma boa carga de conhecimentos e habilidades, se refere à consultoria. As técnicas de negociação, estratégias para concretização de negócios e seu conhecimento sobre o mercado imobiliários são preciosos para muitos indivíduos e podem agregar muito valor se estruturados na forma de serviço.

Flexibilidade como alma do negócio

Corretagem imobiliária é uma atividade que exige alto poder de adaptação. Não é uma tarefa rotineira que passa dias a fio sem oscilar ou que dependa exclusivamente de seu executor. Muitos aspectos impactam em sua realização e podem levar aos mais diversos cenários.

De tal forma o corretor de imóveis deve saber lidar com mudanças e ser capaz de tomar atitudes que mantenham seu negócio nos eixos. Ele pode tentar fazer isso de duas formas: pelo processo de ação e reação ou pelo planejamento contínuo.

No primeiro caso, quando a mudança chega, ele reage e corre o risco de não ter mais tempo para solucionar os problemas que venham a ocorrer. Toma decisões imediatistas, baseadas no sentimento momentâneo e na necessidade urgente de retomar o controle.

 Já quando ele se planeja, estabelece meios de contingência e protege sua atividade de maneira a reduzir os impactos. Quando a dificuldade chega, ele já possui um sistema consistente que permita maior assertividade e calma no processo de decisão. Diversificar é uma das formas de escolher esse caminho.

Fonte: SOS Consultor




14 de agosto de 2012

Imóveis em áreas verdes são os mais procurados por compradores


A vida agitada, vivenciada principalmente por aqueles que residem em grandes centros urbanos, é um fator que dificulta o contato das pessoas com a natureza. A falta de tempo para visitar um parque ou jardim botânico acaba diminuindo o convívio com as áreas verdes, que são tão favoráveis para o bem estar físico e mental.

Um estudo da multinacional sueca Husqvarna, divulgado através do Global Garden Report, constatou que as pessoas preferem morar em regiões arborizadas, buscando mais qualidade de vida. A pesquisa foi realizada com mais de 3.500 pessoas de sete países, entre moradores e especialistas.

Revelou-se que 63% dos entrevistados estavam dispostos a pagar mais por um apartamento ou casa se ele fosse localizado em uma região com boas áreas verdes, em comparação, por exemplo, aos 34% dispostos a investir em áreas onde se possa fazer boas compras e aos 33% dos entrevistados que preferem áreas com boa programação cultural.

Segundo Graziela Lourensoni, Gerente de Marketing e Produtos da Husqvarna, a aposta em áreas verdes é uma tendência mundial, além de um ótimo investimento. “Manter ambientes verdes, dentro e fora de casa, enriquecem o imóvel tornando-o mais atraente ao comprador. Este mesmo estudo, realizado no ano passado, apontou que a residência com um jardim bem cuidado, seja ele amplo ou até mesmo vertical, valoriza o imóvel em até 16%”, destaca.

Aqui na J. Simões, buscando atender esse tipo de cliente que procura bem estar, qualidade de vida e contato com a natureza, temos o empreendimento Alta vista Condominium Dunas. Com vista para o mar, é o paraíso na terra!.

Com informações da revista EXAME on line

20 de junho de 2012

Saiba escolher sofás de acordo com o ambiente de uso

Sofás não costumam ser baratos e, ao mesmo tempo, têm importância fundamental em uma residência. Por isso, é um objeto que deve ser muito bem escolhido. Há vários fatores a se considerar quando se compram esses móveis nos quais as pessoas passam muitas horas de descanso. 

 De acordo com Regiane Costa, da Contemporânea Sofás e Poltronas, “os compradores têm que primeiro saber se querem uma peça para o home theater ou para a sala de estar”. A diferença é que, no primeiro caso, buscam-se móveis mais confortáveis, de espuma mais fofa e com maior profundidade, ou seja, “um sofá macio, no qual o sujeito se joga, praticamente deita”, como explica a designer de interiores Rosangela Pimenta, da Estilo Próprio. Já no segundo caso, a opção é por peças com espumas mais duras, com profundidade máxima de 90 centímetros, nas quais as pessoas sintam-se bem quando estiverem sentadas e conversando. 

Quanto ao tamanho, Regiane Costa diz que “alguns gostam de preencher todo o espaço do ambiente, mas não há certo nem errado”. Ela lembra, no entanto, que o sofá tem que passar pela porta do cômodo ou caber no elevador, e muita gente não leva isso em conta. Por isso, recomenda peças modulares, ou seja, desmontáveis, para ficar mais fácil de transportar. Em ambientes pequenos, a chaise, que é uma extensão que permite esticar todo o corpo, pode ser retrátil, para ocupar menor espaço quando não estiver sendo usada. As fixas, por sua vez, ficam bem em cômodos maiores. 

Tecido é ponto importante 

“A escolha do tecido é imprescindível”, afirma Rosangela Pimenta. O couro, segundo ela, é indicado apenas para quem gosta, pois fica frio no inverno e quente no verão. Além disso, não é recomendado para quem tem animais, principalmente gatos, ou crianças, que podem rasgá-lo e sujá-lo. Regiane Costa, por sua vez, aponta que se use o ultrasuede, que “resiste a vida toda”, mas alerta que, “dependendo da garotada, nem o melhor tecido vai durar”. 

Já a cor deve levar em consideração o contexto do cômodo. Ambientes lisos, segundo Rosangela Pimenta, permitem arriscar na estampa do sofá. Ela, no entanto, gosta de usar capas coloridas em cima de um tecido liso em vez de forros, pois “basta tirar a cobertura para ter algo mais tradicional”. Além disso, a sujeira aparece mais em panos claros, que são evitados quando houver crianças ou animais na residência. 

Algo pouco considerado é a presença de idosos na casa. Rosangela Pimenta prefere, nesses casos, peças mais altas e firmes, para ajudar a pessoa a se levantar. Um sofá normal tem entre 35 e 40 centímetros de altura. Quando houver alguém mais velho, ela recomenda um com 45 centímetros, o que “parece pouco, mas faz uma grande diferença”. 

Ainda assim, escolher esse móvel é algo tão pessoal que Rosangela Pimenta chega a dizer que os “moradores têm que provar a peça, por isso, o único lugar ao qual arrasto o cliente é para comprar o sofá”. 

Com informações do Terra.

30 de novembro de 2011

Segundo especialistas, homens usam a razão e as mulheres a emoção na compra do imóvel

Segundo o IBGE, as mulheres são mais objetivas na hora de comprar um imóvel. Enquanto os homens são mais racionais e demoram a concretizar o negócio. As mulheres guiadas pelo estado emocional acabam o comprando logo, afirmam especialistas.

O corretor Henrique Besdin, especialista na área conta que grande parte dos homens que procuram um apartamento para morar sozinho são separados, tem cerca de 40 anos e estão interessados em imóveis de 2 quartos, para posteriormente um ser transformado em escritório ou sala de TV. Esses possíveis compradores costumam ser mais práticos, mas por serem muito detalhistas e por isso demoram a concretizar a compra.

“Eles, em geral, não têm paciência para visitar muitos apartamentos. Isso poupa tempo. Por outro lado, quando encontram algum que corresponda às suas necessidades e desejos, demoram para se decidir, pois precisam pesar o lado financeiro entre outras questões lógicas, como as ligações de transportes e a proximidade de equipamentos públicos. E muitas vezes, nesse tempo, eles acabam perdendo o apartamento” explica Besdin em entrevista ao G1.

As mulheres já são o contrário, elas têm paciência para analisarem vários imóveis, mas quando encontram um pelo qual se apaixonam, elas imediatamente fazem a compra não procurando perder tempo. Um exemplo disso é Ana Maria, uma publicitária baiana que reside no Rio de Janeiro há dois anos. Ela morava de aluguel e decidiu procurar um imóvel, visitou cinco apartamentos em menos de três semanas, mas quando avistou o jardim de inverno de um determinado imóvel, não pensou duas vezes e concretizou a compra.

“O apartamento era a minha cara. Disse logo que o queria. Mas, antes de fechar o negócio, mandei algumas fotos para uma prima, só para ter a certeza”, lembra entusiasmada, sem dar muita atenção ao lado pouco prático de chegar até o imóvel. “Eu já tenho um taxista para me levar em casa. A corrida custa uns R$ 8 da esquina da rua até o meu prédio”. Explica Ana Maria.

Segundo o especialista Frederico Judice, as mulheres são mais detalhistas que os homens, sendo que se sentirem uma atração pelo imóvel acabam comprando, enquanto que homens se contentam com pouco, porém avaliam antes de fazer a compra. “Elas são até mais exigentes do que os homens, pois levam em conta a energia do lugar, o clima, a vizinhança. São mais subjetivas em suas escolhas”, completa.

23 de novembro de 2011

Cresce interesse por imóveis

Praticamente todo brasileiro sonha em comprar um imóvel e metade desse contingente pretende investir nele para obter uma renda futura, afirma pesquisa tabulada pelo Centro Técnico Datastore e apresentada no Brazil GRI2011.

Hoje em dia, 30% dos consumidores pensam em comprar um imóvel, índice que sobe para 50% entre aqueles de baixa renda. Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, pela alta oferta, estão enquadradas no primeiro caso.Porém cidades como Fortaleza por exemplo, o numero de consumidores com pretensão de comprar uma unidade aumenta segundo pesquisa Acervo Datastore 2009-2011 tabulada pelo Centro Técnico Datastore.

"Vemos um novo investidor nascer no país. Ele pertence à família com imóvel próprio, renda baixa, média ou alta e que quer comprar apenas mais um novo imóvel para renda futura (venda ou locação). Este volume é grande, em algumas cidades chega próximo à metade do contingente da famílias que quer comprar imóvel em 24 meses", declara Marcus Araújo, presidente do Datastore, instituição que desenvolve pesquisa com soluções para os problemas de incorporação encomendada por um total de cem construtoras e incorporadoras de todo o país.

Marcos apresentou esta análise durante o Brazil GRI 2011 (Global Real Estate Institute) que aconteceu nos dias 8 e 9 de novembro, em São Paulo, onde profissionais do ramo imobiliário apresentaram propostas e debateram idéias para investimentos imobiliários.

Marcus afirma ainda que "o Nordeste e Centro-Oeste são mercados mais aquecidos que o Sul. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, do total de entrevistados, entre 32 % e 34 % demonstram intenção em adquirir imóvel em 24 meses". "A tipologia do quatro quartos só tem massa crítica em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em cidades como Florianópolis, Natal, Fortaleza, as pessoas preferem três dormitórios com uma terceira sala, varanda gourmet para receber os amigos e também porque a família diminuiu", "O Nordeste e Centro-Oeste são mercados mais aquecidos que o Sul, enquanto São Paulo e Rio registram índices elevados de procura", completa.

21 de novembro de 2011

Bancos oferecem serviços que facilitam financiamento

Os bancos possuem serviços que podem lhe ajudar a garantir esse bem. Um deles é o pacote de serviços imobiliários Santander Van Gogh, que é uma conta-corrente com serviços direcionados unicamente para a negociação de compra de imóvel.
O Van Gogh é voltado para a população de alta renda e oferece assessoria especializada para a escolha dos imóveis, o cliente também tem a comodidade de poder pagar as parcelas com o cartão de crédito e acumular pontos no programa de bônus.

“Queremos participar ativamente de todas as etapas da compra de um imóvel e ajudar o cliente a encontrar o equilíbrio entre o que sonha e o que pode comprar. Para isso, fizemos um estudo com a nossa base de clientes para identificar quais eram as principais necessidades e oportunidades, e formatamos um pacote completo, em parceria com o time do segmento de alta renda, o Van Gogh”, explica o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Santander, José Roberto Machado.

A Caixa Econômica Federal criou o “Dívida Zero”, um seguro prestamista próprio para quem quer comprar um imóvel. Esse serviço protege o dono do imóvel, e também as construtoras em caso de morte e invalidez permanente total por acidente. Segundo a Caixa, se o comprador sofrer alguns dos malefícios citados acima a seguradora paga a dívida do financiamento, deixando a família do segurado tranquila.

A Caixa afirma que estimulada pela ampliação de crédito no Brasil e pelo alavancamento financeiro no Minha Casa, Minha Vida e no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a indústria da construção civil é um dos segmentos que mais cresce no país. A previsão do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do estado de São Paulo) é um crescimento de 6%, acima do que era esperado pelos especialistas e maior do que o PIB (Produto Interno Bruto) nacional que é de 3,5% segundo o Banco Central.

O Bradesco já oferece novos modelos de apólices com cláusulas que atendem danos causados pela natureza em seu seguro. “Diante dos crescentes riscos causados pelos fenômenos climáticos, focamos nesse mercado e criamos modelos de apólices mais simples e massificadas para sensibilizar os proprietários a garantir o principal patrimônio da família”, afirma o presidente da Bradesco Auto/RE, Ricardo Saad.

14 de novembro de 2011

Como financiar um imóvel

Mercado oferece várias linhas de crédito para compra da casa própria.

Adquirir um imóvel é o sonho da maioria dos brasileiros, que geralmente têm de recorrer a um financiamento para torná-lo realidade. Diante das opções de casas e apartamentos, como Ilhas Oceânicas, Jardim Europa Condominium, entre outros imóveis, é comum o consumidor se perguntar por onde começar.

Boa parte dos imóveis pode ser adquirida por meio de financiamento bancário. Imóveis novos também podem ser comprados por meio de financiamento junto à própria construtora. As primeiras providências a serem tomadas no caso de financiamento são verificar as linhas de crédito oferecidas e taxas cobradas junto à instituição financeira pública ou privada. Em nosso site, os clientes podem simular o financiamento.

O próximo passo é ir ao banco munido dos documentos necessários para obter o crédito pré-aprovado. Mas antes é preciso verificar o limite do crédito disponível para a aquisição.

CONDIÇÕES

Mas entre essas opções – Caixa, outros bancos e a própria construtora –, como escolher qual é a melhor? A única diferença entre a Caixa e outros bancos é o programa “Minha Casa, Minha Vida”. Cabe ao interessado verificar qual instituição financeira apresenta as melhores condições.