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3 de abril de 2012

Produção industrial cresceu 1,3% em fevereiro

A produção industrial no País voltou a registrar crescimento em fevereiro após forte recuo no primeiro mês de 2012. No período, o setor teve um avanço de 1,3% na série livre de influências sazonais, após apontar taxa negativa de 1,5% em janeiro, no resultado revisado que na primeira divulgação havia apontado retração de 2,1%, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse é o resultado mais elevado desde os 2,2% assinalados em fevereiro de 2011. Na comparação com fevereiro de 2011, o total da indústria teve queda de 3,9%, sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto e a mais intensa desde setembro de 2009 (-7,6%).

Assim, o setor industrial acumulou perda de 3,4% nos dois primeiros meses de 2012.
A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, ao recuar 1% em fevereiro de 2012, prosseguiu com a trajetória descendente iniciada em outubro de 2010 (11,8%) e assinalou a taxa negativa mais intensa desde fevereiro de 2010 (-2,6%).

O índice de média móvel trimestral mostrou ligeira variação de 0,1%, a primeira taxa positiva nesse indicador desde julho do ano passado.

Com informações do Ig

7 de fevereiro de 2012

Produção industrial tem alta em oito Estados

Os dados que foram divulgados pelo IBGE na passagem de novembro para dezembro de 2011 mostram que a produção industrial regional cresceu em 8 dos 14 locais que compõem a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física.

O maior crescimento observado foi no Paraná com 6,5%, seguido por Pará, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Amazonas e Santa Catarina. Na comparação com dezembro de 2010, o setor industrial nacional mostrou queda de 1,2% em dezembro do ano passado

Entre os locais que apontaram avanço na produção, Paraná (23,5%) assinalou a expansão mais elevada, impulsionado em grande parte pelos setores de veículos automotores e de edição e impressão. Os demais resultados positivos foram verificados no Espírito Santo (7,4%), em Goiás (6,6%), Pará (5,2%), Pernambuco (3,8%), Amazonas (3,6%) e Rio Grande do Sul (3,2%).