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11 de setembro de 2012

Poupança tem captação de R$ 3,497 bilhões positivos em Agosto



O Banco Central informou nesta quinta-feira que os depósitos na caderneta de poupança superaram os saques em 3,497 bilhões de reais no mês passado. O resultado está 58% abaixo dos 8,252 bilhões de reais registrados em julho. Na comparação com agosto de 2011, no entanto, houve alta de 57%.

Os dados do BC mostram ainda que esse é o segundo maior resultado para meses de agosto da série iniciada em 1995, atrás apenas dos 3,9 bilhões de reais captados no oitavo mês de 2002.

No ano, a poupança captou 23,737 bilhões de reais. Com isso, o saldo total dessas aplicações chegou a 465,134 bilhões de reais, o que superou em 347% o valor captado no mesmo período de 2011.

A captação de agosto deste ano é a diferença entre 107,8 bilhões de reais em depósitos e 104,3 bilhões de reais em saques. Nos dois casos, trata-se dos maiores valores registrados em 2012.

Leia mais: Poupança tem captação líquida de R$ 8,2 bilhões em julho

Com informações da Agência Estado

5 de junho de 2012

Vendas de veículos crescem 11,5% em maio sobre abril

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2012, os licenciamentos recuaram 4,8%, para 1,36 milhão de unidades.

As vendas de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões novos no Brasil cresceram 11,53% em maio ante abril, para 287,59 mil unidades, favorecidas por um período de vendas mais longo na comparação mensal, informou nesta terça-feira a associação de concessionários, Fenabrave.

Já em relação a maio de 2011, as vendas caíram 9,7%, enquanto no acumulado dos cinco primeiros meses de 2012, os licenciamentos recuaram 4,8%, para 1,36 milhão de unidades.

O mês de maio, que respondeu pelo segundo melhor desempenho mensal de vendas em 2012 depois do licenciamento de 300,6 mil veículos em março, teve 22 dias úteis, contra 20 em abril.

Os números foram divulgados depois que o governo lançou no final de maio um pacote de estímulo ao setor de veículos e bens de capitais com redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e medidas de incentivo ao crédito.

Isoladamente, as vendas de automóveis e comerciais leves em maio somaram 274,49 mil unidades, crescimento de 12,1% ante abril, mas queda de 8,65% sobre um ano antes. A Fiat registrou emplacamentos de 59.484 veículos em maio, ante 53.524 em abril. A montadora italiana foi seguida pela General Motors, com vendas de 54.780 unidades após 41.378 em abril.

A Volkswagen apurou licenciamentos de 54.337 automóveis e comerciais leves em maio contra 50.932 em abril. Já a Ford teve vendas de 24.269 unidades após 24.100 no mês anterior, enquanto a Renault emplacou 17.434 veículos, avançando sobre as 16.548 unidades vendidas em abril. 

No segmento de caminhões, a Fenabrave apurou licenciamentos de 10.790 veículos em maio, queda de 0,53% na comparação mensal e recuo anual de 28,7%, em meio à mudança no regime de emissões de poluentes que causou forte movimento de antecipação de compras de modelos com tecnologia anterior e mais barata no final de 2011

 A Fenabrave manteve as previsões de vendas para 2012. Para automóveis e comerciais leves, a entidade prevê 3,54 milhões de unidades, equivalente a crescimento de 3,5% sobre 2011. As vendas de caminhões, enquanto isso, devem crescer 2,6%, para 177,15 mil unidades. 

 Com informações do site IG.

7 de fevereiro de 2012

Produção industrial tem alta em oito Estados

Os dados que foram divulgados pelo IBGE na passagem de novembro para dezembro de 2011 mostram que a produção industrial regional cresceu em 8 dos 14 locais que compõem a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física.

O maior crescimento observado foi no Paraná com 6,5%, seguido por Pará, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Amazonas e Santa Catarina. Na comparação com dezembro de 2010, o setor industrial nacional mostrou queda de 1,2% em dezembro do ano passado

Entre os locais que apontaram avanço na produção, Paraná (23,5%) assinalou a expansão mais elevada, impulsionado em grande parte pelos setores de veículos automotores e de edição e impressão. Os demais resultados positivos foram verificados no Espírito Santo (7,4%), em Goiás (6,6%), Pará (5,2%), Pernambuco (3,8%), Amazonas (3,6%) e Rio Grande do Sul (3,2%).

2 de fevereiro de 2012

Economia deve crescer mais em 2012

De acordo com o Banco Central, a economia brasileira ajudada por mais reduções na taxa básica de juros deve crescer mais em 2012 se comparada com o ano passado.

"A economia está recuperando velocidade agora e o Brasil deve crescer mais em 2012 que em 2011, e crescer mais no segundo semestre do ano do que no primeiro por causa de atrasos na política monetária", disse Alexandre Tombini, presidente do Banco Central.

Ele afirmou que há espaço para mais afrouxamento monetário sem colocar em risco a meta de inflação, que é de 4,5%, em 2012. Sobre a valorização do real, tem sido intensa nesse começo de ano, seguindo a mesma linha de outras moedas. “2012 começou em um tom otimista em relação aos mercados. Portanto, isso se reflete nas moedas do mundo todo, inclusive no real".

31 de janeiro de 2012

Vendas em shoppings cresceram 18,6% em 2011

A Abrasce revelou em pesquisa, que os shoppings centers brasileiros encerraram 2011 com um crescimento de 18,6% nas vendas, um total de R$ 108 bilhões. Esse resultado ficou acima da expectativa, que era um aumento de 12% em relação a 2010, que ficou com um total de R$ 87 bilhões.

Para 2012, a Abrasce prevê alta de 12% nas vendas do setor e inauguração de 43 empreendimentos, dos quais 29 em cidades fora de capitais. A pesquisa ainda informou que no final de 2011 o mercado de shopping centers tinha 430 empreendimentos em operação no Brasil, a maior parte deles construídos em cidades com até 500 mil habitantes.

Atualmente existem 80.192 lojas nos shoppings brasileiros, o que significa um aumento de 12,6% em 2011. As classes sociais predominantes nos shopping centers ainda são as classes "A" e "B", com 56% do total de visitantes, segundo a Abrasce. As classes "C" e "D" apresentaram crescimento de 10 por cento, somando 44 por cento do total de visitantes. A Abrasce informou que o tráfego mensal de visitantes nos shoppings chegou a 376 milhões em 2011.

22 de dezembro de 2011

Economia brasileira volta a mostrar força

A economia brasileira voltou a reagir e a responder os estímulos adotados pela equipe econômica depois da paralisação no terceiro trimestre. De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, apesar do pouco tempo os indicadores de novembro já indicam uma reativação clara.

Mantega atribuiu a estagnação do primeiro trimestre ao efeito da ação deliberada do governo para esfriar a atividade produtiva. Ele confirma que diante da inflação foi preciso elevar os juros e dificultar o acesso ao crédito, mas já na primeira quinzena de Dezembro os consumidores voltaram às compras para aproveitar os preços mais baixos.

O setor dos comerciários foi beneficiado diretamente pela redução no Imposto sobre Produtos Industrializados e indiretamente pelo barateamento do crédito, levando a economia brasileira a crescer novamente.

Com informações da CBIC