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8 de julho de 2013

Aprenda a guardar dinheiro para viagens



Está louca para fazer uma viagem? Com disciplina, você consegue guardar a quantia necessária.

Isso implica algumas renúncias, mas os bons momentos no destino compensarão o esforço. Comece cortando gastos supérfluos: evite comer em restaurantes, comprar roupas e sapatos que não sejam "fundamentais"... Depois, fale com seu gerente e aplique as economias visando rentabilidade mínima de 0,6% ao mês (pode ser num fundo indexado ao CDI).

Confira abaixo o tempo que você precisa para juntar R$ 3 mil, por exemplo - o valor médio que um casal gasta num minicruzeiro nacional, a viagem dos sonhos de muitos brasileiros.


Prazo - 36 meses

Aplicação mensal - R$ 75

Taxa de juros - 0,6% a. m.

Valor total - R$ 3 mil


Prazo - 24 meses

Aplicação mensal - R$ 117

Taxa de juros - 0,6% a. m.

Valor total - R$ 3 mil



Prazo - 12 meses

Aplicação mensal - R$ 242

Taxa de juros - 0,6% a. m.

Valor total - R$ 3 mil

Com informações de M de Mulher

4 de julho de 2013

Poupança antiga lidera ranking de aplicações



Fevereiro foi desafiador para o brasileiro. A combinação de juro baixo com a volatilidade da renda variável levou a poupança antiga para a liderança do ranking de investimento. A rentabilidade da aplicação foi de 0,5%. Vale lembrar que esse rendimento só está garantido para os depósitos feitos até 3 de maio do ano passado. O segundo melhor desempenho no mês foi do Certificado de Depósito Bancário (CDB) para aplicações acima de R$ 100 mil. A alta foi de 0,45%.

A poupança nova - cujo rendimento foi de 70% da taxa básica de juros (Selic) - ocupou a terceira colocação (0,41%) em fevereiro. Os fundos DI vieram na sequência, com variação de 0,40%.

Na renda variável, o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) teve recuo de 3,91% no mês passado. O dólar caiu 0,55%, e o ouro teve uma queda de 6,54%. "Fevereiro foi um mês em que a volatilidade se espalhou por praticamente todos os mercados. Quase todos os produtos tiveram um desempenho ruim", afirma Michael Viriato, professor de finanças do Insper.

O desempenho ruim do Ibovespa foi influenciado sobretudo pelo resultado dos papéis da Vale e da Petrobrás. Em fevereiro, as ações preferenciais da mineradora caíram 6,20%, enquanto as ordinárias recuaram 6,73%. No caso da petroleira, as preferenciais tiveram queda de 8,19%, e as ordinárias de 20,46%. "Além disso, tivemos problemas na concessão do setor elétrico", diz Fabio Colombo, administrador de investimentos.

Em relação ao cenário externo, a Bolsa também foi influenciada pelas incertezas dos Estados Unidos sobre o debate envolvendo o corte de gastos e também pelo imbróglio italiano para a formação do novo governo.

"Diante disso tudo, cada vez mais os investidores devem separar o que é Ibovespa do que é Bolsa de Valores. Várias aplicações em Bolsa e em fundo de ações têm apresentado resultados positivos", afirma Viriato. "Em fevereiro, mês em que a Bolsa caiu quase 4%, vários fundos de ações tiveram desempenho positivo", diz o professor do Insper.

Na avaliação dele, o investidor vai ter de começar a acompanhar as carteiras de small caps e dividendos, por exemplo.

A boa notícia do mês passado foi a inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) que ficou em 0,29%, abaixo dos 0,34% de janeiro. A aposta porém é que o índice volte a subir em março.

Acumulado. Nos dois primeiros meses de 2013, a aplicação mais rentável é a poupança antiga, com rendimento de 1% no período. O CDB para aplicações acima de R$ 100 mil está no segundo lugar com alta de 0,89%. Na renda variável, o ouro tem queda acumulada de 8,68% nos dois primeiros meses do ano. O Ibovespa caiu 5,79%, e o dólar recuou 3,37% no período.

Para os próximos meses, as aplicações a juros deverão seguir lutando para bater a inflação, segundo avaliação de Fabio Colombo. "Mas provavelmente elas deverão empatar ou ficar no negativo", afirma. Já os fundos de renda fixa e aqueles atrelados à inflação deverão sofrer por mais algum tempo por causa da curva de juros em alta.

Com informações de Estadão

3 de dezembro de 2012

Saiba como utilizar seu 13º salário com sabedoria



Falta menos de um mês para o fim do ano, e com ele vem o tão esperado 13º salário. Enquanto algumas pessoas o gastam nas festividades desta época, outros fazem planos com ele, seja para adquirir um sonho ou para arcar com as enormes despesas que vem com o começo de ano. Mas quais são as melhores formas para aproveitá-lo? A resposta dos especialistas é unânime: Faça um planejamento e quite suas dívidas! 

Para a Fádua Sleiman, diretora do Conselho Nacional da Mulher Empresária, a associação do 13º com as compras de natal se dá devido ao seu recebimento no final do ano, porém, a ideia original do benefício é colaborar com o salário base. O professor da FECAP Edson Sadao, doutor em administração pública e governo, complementa que o impulso para gastar o 13º salário é demasiadamente sedutor e, por isso, é necessário o planejamento. "Quem tem dívidas em atraso, vale a pena priorizar o pagamento, evitando os altos custos de juros cobrados pelos mercado".

O especialista comenta que algumas pessoas mesmo usando o 13º salário ainda manterão 1 ou 2 dívidas. "Manter algum endividamento pode ser a saída para quem quiser gastar com as festas de final de ano", comenta Sadao. Por isso que o planejamento é tão importante. Sadao menciona a tão alta taxa de juros cobrada no país, e por isso, para evitar dívidas ainda maiores o mais sábio é se organizar e quitá-las.

Poucas pessoas têm o hábito de poupar quando recebem um dinheiro extra, ainda mais quando ele chega próximo às festas de final de ano. O que muitos esquecem é que junto com o novo ano chegam os impostos e taxas. Fádua recomenda atenção a esses gastos. "O dinheiro deve ser utilizado para pagar os impostos de começo de ano e, para quem tem filhos na escola, mensalidades, faculdade e material escolar". 

Sadao cita alguns fatores a se considerar na hora de planejar os gastos, como a idade, preferências e gostos. Diante de tantas informações, segundo o professor, o ideal é que o gasto não ultrapasse 70% do valor do 13º salário. Fádua sugere fazer uma lista de presentes e estipular um valor máximo a ser gasto, evitando ultrapassá-lo. 

Uma dica para usar este dinheiro é adiantar o pagamento das contas que vencem só no início do ano, mas para que essa estratégia funcione, é necessário que o desconto seja maior ou igual a 1% ao mês, explica Sadao. "Vale negociar ou pagar antecipado porque o desconto pode ser muito interessante", complementa.
Com disciplina, organização e controle é possível fazer o 13º render frutos, investindo parte do valor recebido. O primeiro passo é avaliar a necessidade de uso desse dinheiro. Para investimentos a curto prazo, Edson Sadao recomenda o investimento na poupança tradicional, porém, se o investimento puder ser a longo prazo, a dica é investir no Tesouro Nacional, fundos de renda fixa ou previdência privada. 

Com informações do site bbel.com.br

20 de setembro de 2012

Líder no crédito imobiliário ainda é a poupança




A poupança ainda é a principal fonte de recursos para o crédito imobiliário, e isso deve continuar por alguns anos, avaliou Júlio Cesar Carneiro, chefe adjunto do Departamento de Normas do Banco Central. Segundo ele, a captação da poupança não foi afetada pela mudança ocorrida recentemente na remuneração da caderneta. "A população entendeu bem a medida e os depósitos cresceram. A poupança será a principal fonte do crédito por um bom tempo", disse nesta quinta-feira durante seminário promovido pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Ele ponderou, no entanto, que é necessário reforçar o desenvolvimento de outros instrumentos para compor o fundo do crédito imobiliário, que segue em rota de crescimento. "Se temos que incentivar o crédito imobiliário entre instituições de menor porte, esses instrumentos têm que ser trabalhados", afirmou, referindo-se às Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), entre outros.

Novo instrumento

Carneiro acrescentou que está em avaliação no Banco Central a criação de covered bonds, que são títulos com lastro nos financiamentos imobiliários. O instrumento, porém, ainda não tem data para chegar ao mercado.

Para Carneiro, o mercado imobiliário brasileiro está fundamentado em bases sólidas, com baixa inadimplência e atendendo em grande parte as recomendações internacionais. Para ele, entretanto, faltam indicadores sobre crédito imobiliário, originação dos recursos e preços dos imóveis. O executivo disse que está em estudo por outras instituições a criação de um índice de preços. Atualmente, há apenas o Índice Fipezap, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a partir de anúncios no site Zap, e não de negócios fechados.

O executivo também afirmou que existe uma tendência de relaxamento das exigências para concessão de crédito à medida que cresce o volume de financiamentos. Segundo Carneiro, é preciso seguir verificando a renda dos mutuários e seus limites de endividamento com o objetivo de evitar complicações nos pagamentos. A inadimplência do setor está decrescente.


Com informações da Infomoney

11 de setembro de 2012

Poupança tem captação de R$ 3,497 bilhões positivos em Agosto



O Banco Central informou nesta quinta-feira que os depósitos na caderneta de poupança superaram os saques em 3,497 bilhões de reais no mês passado. O resultado está 58% abaixo dos 8,252 bilhões de reais registrados em julho. Na comparação com agosto de 2011, no entanto, houve alta de 57%.

Os dados do BC mostram ainda que esse é o segundo maior resultado para meses de agosto da série iniciada em 1995, atrás apenas dos 3,9 bilhões de reais captados no oitavo mês de 2002.

No ano, a poupança captou 23,737 bilhões de reais. Com isso, o saldo total dessas aplicações chegou a 465,134 bilhões de reais, o que superou em 347% o valor captado no mesmo período de 2011.

A captação de agosto deste ano é a diferença entre 107,8 bilhões de reais em depósitos e 104,3 bilhões de reais em saques. Nos dois casos, trata-se dos maiores valores registrados em 2012.

Leia mais: Poupança tem captação líquida de R$ 8,2 bilhões em julho

Com informações da Agência Estado

15 de maio de 2012

Captação na poupança cresce 223% após novas regras


O Banco do Brasil informa que desde que entrou em vigor a Medida Provisória com alteração no cálculo da rentabilidade da poupança, a captação líquida da caderneta aumentou. Nos oito primeiros dias úteis de maio, as aplicações, descontando os saques, cresceram 223% na comparação com o mesmo período de abril, informa o BB em comunicado à imprensa.

No começo deste mês, a média diária de captação líquida está em R$ 109,2 milhões, ante R$ 33,8 milhões em abril e R$ 27,2 milhões em março.

O vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Alexandre Abreu, avalia que "os números mostram que o cliente continua acreditando na poupança e avaliou positivamente as novas regras", destaca o comunicado à imprensa.

Com informações do Estadão

5 de abril de 2012

Poupança tem captação positiva de R$ 2,5 bi em março



Os depósitos superaram os saques nas cadernetas de poupança em R$ 2,544 bilhões no mês de março, conforme dados divulgados pelo Banco Central. Esse foi o primeiro mês do ano com captação de recursos positiva nessa aplicação financeira. Na comparação com março de 2011, o resultado do mês passado apresentou salto de 728%.

Segundo o BC, brasileiros depositaram nas cadernetas de poupança o total de R$ 98,940bilhões no decorrer do mês passado. Mas boa parte desse dinheiro acabou saindo durante o próprio período e R$ 96,395 bilhões foram sacados em março. Além de os depósitos terem superado as retiradas em mais de R$ 2,5 bilhões, as contas antigas apresentaram rendimentos de R$ 2,119 bilhões durante o mês. Com isso, o total de todas as cadernetas de poupança do Brasil somou R$ 428,997 bilhões em 30 de março, último dia útil do mês.

Com a queda do juro básico da economia, a taxa Selic, a poupança passou a ser um grande ponto de preocupação do governo. Como a aplicação tem rendimento pré-estabelecido - a taxa referencial (TR) somada de juro mensal de 0,5% -, o governo teme que as cadernetas passem a ficar muito mais vantajosas que outras aplicações, como os fundos de renda fixa que compram títulos da dívida do governo que pagam a taxa Selic. O temor é que haja uma forte migração de recursos para a poupança, o que atrapalharia a gestão da dívida pública.

Com informações do Estadão