24 de abril de 2012
Programa ‘Minha casa, minha vida’ tem taxa de juros reduzida
O anúncio, disse Hereda, poderá ser feito nesta quarta-feira, durante entrevista coletiva com a imprensa, quando o banco divulgará o calendário dos tradicionais Feirões da Caixa, que neste ano tem início previsto para o dia 4 de maio.
"Teremos novidades em relação a juros também", disse o presidente da Caixa, Jorge Hereda, após participar da cerimônia do lançamento PAC 2 Mobilidade, no Palácio do Planalto, sem, no entanto, dar pistas do tamanho do corte. "É o Feirão da casa própria que a Caixa faz todo ano.
Vamos oferecer nossa linha de crédito a juros mais baixos para móveis, também para eletrodomésticos e para o Minha Casa, Minha Vida". A Caixa e o Banco do Brasil reduziram, no início do mês, os juros cobrados em várias linhas de empréstimo.
A atuação dos bancos públicos começou a ser seguida pelos bancos privados. Para o presidente da CEF, a reação dos bancos privados era "esperada". E disparou: "Existe uma grande confusão nessa coisa de baixar juros. Muita gente baixou juro para nichos, mas a Caixa baixou os juros para todo mundo".
Ele contou que desde a segunda-feira as agências da Caixa está abrindo suas agências todos os dias uma hora antes do início do expediente bancário regular para atender correntistas e futuros clientes. Essa ação permanecerá até 11 de maio.
Com informações do Estadão
26 de março de 2012
5 dicas para você transformar sua segunda-feira
1 – Agende sua semana
Caso você não tenha feito isso no final de semana, tudo bem, isso pode ser feito na segunda-feira. Defina suas ideias, e planeje para fazer durante a semana o que ficou pendente dos dias anteriores. Dessa forma você evita não ter que pensar nisso na hora de fazer suas tarefas semanais. Verifique seus compromissos para hoje, amanhã e os outros dias, até o final de semana. Tome providências antecipadas para não deixar para última hora.
2 – Faça exercícios
Pesquisas recentes indicam que malhar uma vez por semana (embora não seja indicado) é mais saudável do que o sedentarismo. Mesmo que seja apenas alongar-se depois que acordar ou dar uma volta pelo trabalho a cada 1h30 não fique parado. Movimente-se para não enferrujar, essa é a verdade. Exercício libera endorfina, que nos deixa bem. Faz bastante diferença naquele dia sem muito pique.
3 – Defina sua alimentação da semana
Procure planejar sua alimentação. Defina algumas ideias do que pode e não pode comer todos os dias para não ter que pensar isso na hora de fazer. O que você pretende jantar hoje?
4 – Livre sua casa do desnecessário
Fazer um “destralhamento” na casa sempre é bom. Procure fazer uma vistoria para se desfazer de objetos que apenas estão ocupando espaço. Com um saco de lixo e 15 minutos você pode fazer uma grande diferença na sua semana. Recolha embalagens vazias, correspondências inúteis e o que mais achar que pode jogar fora. Isso organizará melhor sua semana.
5 – Procure não bagunçar
Quando chegar em casa do trabalho não deixe bolsa, casaco ou paletó em cima do sofá ou da cama, sapatos no meio do corredor, etc. Coloque-os no lugar certo. deixe seu armário organizado e arrumado, lave a louça e evite de deixar serviços pro fazer. Dessa forma você organiza sua semana e ganha mais tempo nos dias seguintes.
Com informações do blog Vida Organizada.
29 de fevereiro de 2012
Valorização imobiliária no Brasil
Você tem a impressão de que os imóveis andaram se valorizando muito nos últimos anos, certo? Pois é verdade, nos últimos cinco anos, em São Paulo, eles mais que dobraram de preço, o que os tornou um excelente negócio para quem quer investir.
Segundo uma pesquisa muito interessante realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores internacionais do ramo, no ano de 2011, nosso país teve uma valorização imobiliária nominal de 27,82% em relação a 2010, ficando atrás apenas da Índia, cujo índice ficou em 35,77%.
Este ranking avaliou o desempenho imobiliário de 35 países e apontou que o que acontece no Brasil e na Índia é bem diferente do que está ocorrendo nos demais países do mundo. Descontada a inflação da variação dos preços, 22 dos 35 países registraram queda nos valores dos imóveis. Em 21 deles, o desempenho foi ainda pior que em 2010.
A explicação dos especialistas para este fenômeno envolve, sem dúvida, a crise mundial, que gera falta de confiança do consumidor, desemprego e a preocupação com o alto endividamento dos países ricos.
No Brasil, o que vemos, ao contrário, é uma situação extremamente favorável. Em relação aos outros países, nossa economia está bem. Os níveis de emprego são os melhores dos últimos anos. O Banco Central passa por um ciclo de redução das taxas de juros, o que é positivo para o mercado imobiliário. Temos tido incentivos no setor da construção. Desoneração de impostos dos produtos, como é o caso do IPI, programas de habitação para os menos favorecidos, como é o caso do Minha Casa, Minha Vida, tudo isso aquece o mercado em sua base.
Assim, a demanda por imóveis anda muito forte. E a tendência é de que esta valorização se mantenha. Temos espaço para que o crédito imobiliário se expanda. Avançamos um pouco neste sentido, mas nosso crédito disponível ainda é muito baixo, se compararmos a outros países. No Brasil, o valor total dos empréstimos para compras de imóveis soma perto de 4% do PIB, enquanto que em países como México temos 18% e Chile, 11%. Além disso, o empréstimo aqui ainda é caro, custa ao menos 11% ao ano, ante 4% no exterior.
Um outro ponto que também tende a puxar os preços para cima é a briga das incorporadoras pelos terrenos, especialmente em cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo. A valorização destes acaba repassada para o preço dos imóveis novos. Um outro aspecto que ajuda a manter a valorização imobiliária é que faltam imóveis comerciais no Brasil. O país está crescendo e faltam salas comerciais, galpões, enfim, diferentes tipos de instalações. Assim, muita demanda e pouca oferta, os preços sobem. As construtoras argumentam também que o custo da construção tem ficado mais caro.
O preço da mão de obra, a falta de profissionais qualificados, bem como a contratação das máquinas, e outros têm subido ao longo dos anos, o que foi traduzido para o preço final dos imóveis, especialmente dos novos. A exceção são os materiais de construção, cujos preços têm subido abaixo da inflação. Essas são algumas das razões para que os preços dos imóveis aqui fiquem mais caros. Como membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, temos discutido este tema.
Com informações da CBIC
27 de fevereiro de 2012
Indústria da construção civil recupera o fôlego em janeiro
A atividade da construção civil voltou à média dos 50 pontos em janeiro, segundo Sondagem da Indústria da Construção divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O resultado é 1,2 ponto acima do registrado em dezembro do ano passado e. O índice vai de 0 a 100 pontos, e valores acima de 50 indicam aumento da atividade.
Em janeiro, o índice que mede a evolução da atividade da construção civil ficou estável na comparação com dezembro, ficando na faixa dos 47 pontos. O mesmo valor foi registrado em janeiro de 2011.
A evolução do número de empregados aumentou em janeiro na comparação com o dezembro. Passou de 47 para 49 pontos em janeiro. Os empresários estão otimistas quanto à evolução da atividade da construção civil em fevereiro. O índice de expectativa para fevereiro é 62,2 pontos, sendo que em janeiro a expectativa era 58,6 pontos.
Os empresários também estão otimistas quanto a novos empreendimentos. O índice de expectativa nesse quesito é 62,2 pontos, 4,1 pontos acima do registrado em janeiro. As expectativas quanto ao número de empregados e de compra de insumos também são positivas. A Sondagem da Indústria da Construção foi realizada entre 1º e 14 de fevereiro com 436 empresas.
Com informações da CBIC
21 de dezembro de 2011
CBIC prevê 160 bilhões em crédito imobiliário para o ano que vem
A CBIC acredita que cerca de 70% dos recursos serão investidos em novos imóveis, e segundo a instituição a crise econômica internacional não irá afetar a boa fase do mercado. Já que não há sinais de crise bancária no Brasil. Até outubro, já foram financiados R$ 65 bilhões com recursos da poupança, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Os financiamentos que utilizaram dinheiro do FGTS também obtiveram um acréscimo, até novembro deste ano, essa renda totalizava R$ 27,2 bilhões. Juntos, os recursos somam R$ 92,2 bilhões e podem ultrapassar a previsão inicial da Cbic para 2011.
Na avaliação do professor do curso de administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Paulo Roberto Faria, ainda existe espaço para o aumento do crédito. Enquanto o financiamento imobiliário corresponde a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, outros países, como Chile e Espanha, registram uma relação crédito/PIB de dois dígitos.
20 de dezembro de 2011
Dicas para quem quer dividir o Apartamento com os amigos
Para não comprometer o orçamento do grupo, o ideal é fazer uma planilha com gastos fixos mensais, como água, aluguel e condomínio. “A organização começa a se definir nos gastos básicos da casa. O próximo passo é saber dividir despesas como as do supermercado”, diz Ângela Menezes, professora de finanças do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa).
Segundo especialistas, o maior problema nas finanças de quem mora junto ocorre nas pequenas compras do dia-a-dia, geralmente alimentos que são consumidos por outros, alguns chegam até a esconder produtos para que isso não ocorra, rompendo longas amizades.
Para que desentendimentos sejam evitados, os moradores devem perceber se é realmente vantajoso comprar os alimentos em conjunto ou não. “Se fizerem a maioria de suas refeições fora de casa, não há sentido em dividir igualmente este tipo de gasto”, diz Nélson de Souza, professor de finanças do Ibmec. “Mas, se a compra for coletiva e apenas um realizar o pagamento para depois os outros acertarem é preciso cumprir o acordo”, afirma.
Hospedar familiares e namorados (as) trazem despesas extras que não estão no orçamento e que não devem ser compartilhadas, diz o consultor financeiro Mauro Calil. “O morador que trouxer o hóspede deve fazer compras no supermercado e aumentar sua contribuição em contas como água, luz e gás, já que haverá um excedente de consumo”, afirma. “Além disso, no caso de algum objeto ser danificado, é preciso fazer a reparação imediata por meio da compra de um novo produto ou do ressarcimento financeiro”, completa
8 de junho de 2010
Saiba quando alugar é mais vantajoso que comprar um imóvel
“A aquisição do imóvel pode valer a pena se a pessoa for morar nele. É uma ilusão achar que a tendência é só de valorização, já que o bem sofre depreciação. Além disso, os custos para a manutenção do terreno são elevados, como o pagamento do condomínio e impostos”, afirma Jurandir Fel Macedo, planejador financeiro e professor de finanças da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A reforma de um imóvel com 20 anos de uso, por exemplo, vai consumir recursos que equivalem à faixa de 20% a 30% do valor do bem, estima o consultor.
Macedo ressalta que desde julho de 1994, início do Plano Real, um investimento de R$ 10 mil aplicado em um título público vinculado à Selic (taxa de juros básica da economia) valeria, hoje, cerca de R$ 240 mil. “Pouquíssimos imóveis tiveram essa valorização. E, em alguns fundos ou ações, esse rendimento poderia ter sido ainda maior”, afirma.
A rentabilidade média dos aluguéis sobre o valor dos imóveis em Belo Horizonte variou de 0,28% a 0,55%, segundo pesquisa da Fundação Ipead, divulgada em abril em parceria com a Câmara do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI-MG). “Pelo lado racional e financeiro, vale mais a pena alugar o imóvel. Mas é lógico que não pode ser deixada de lado a parte emocional e a vontade de comprar a casa própria, pois as pessoas ficam mais animadas a fazer reformas e investir no bem”, ressalta Macedo.
Na avaliação do especialista, a compra do imóvel, atualmente, é mais favorável para as famílias de baixa renda (rendimento mensal de até R$ 1,5 mil), pois elas contam com subsídios maiores nas linhas de financiamento dos bancos, o que leva a taxas de juros mais baixas embutidas nos empréstimos. Além disso, proporcionalmente, o valor do aluguel de um imóvel para a baixa renda é mais alto do que uma unidade de luxo. Antes de contrair um financiamento, na avaliação de Macedo, é recomendado que o interessado junte uma boa parte do valor da quantia do imóvel para dar de entrada.
Já o presidente da CMI-MG, Ariano Cavalcanti de Paula, faz ressalvas em relação ao investimento em imóvel. “Nos últimos tempos, o mercado está muito aquecido e o valor das unidades está subindo muito. Depois que a pessoa terminar de juntar o dinheiro, pode ser que não consiga comprar o imóvel”, diz. Ele concorda que o interessado na compra da casa própria deve tentar sempre pagar o máximo do valor à vista, mas avalia que nem sempre vale mais a pena comprar. “Se a pessoa está morando na cidade só por um período ou investindo em outra atividade mais rentável, vale mais a pena alugar”, afirma Cavalcanti de Paula. Ele ressalta que o imóvel é um produto caro e a decisão de compra deve ser tomada com segurança.
O diretor-presidente da imobiliária Lar Imóveis, Luiz Antônio Rodrigues, avalia que a compra da casa própria depende da necessidade individual. “Muitas vezes, a pessoa não quer abrir mão da vida particular e do lazer para investir no imóvel. Ou então tem uma reserva de dinheiro e quer capitalizar a própria empresa”, observa Rodrigues. Ele lembra que, como os índices de inflação estão baixos, assim como o rendimento das aplicações financeiras, muitos imóveis exibem valorização superior àquela mostrada pelas opções de investimento nos bancos.(GeorgeaChoucair-Estaminas)
28 de maio de 2010
Crédito imobiliário já supera o de veículos
Aproveite o Crédito imobiliário para comprar um lindo apartamento no cambeba. Confira. www.buenavistaresidenceclub.com.br- Estamos percebendo grande aumento do crédito habitacional, e essa modalidade já alcançou o crédito para a compra de veículos, que sempre foi mais elevada.
O empréstimo para a compra da casa própria registrou aumento de 3,3% em relação a março e elevação de 49,7% nos últimos 12 meses. Já o crédito do comércio aumentou 1,7% em relação a março e 17,6% no último ano.
A partir deste mês, a Caixa realiza feirões da casa própria no país, com 450 mil imóveis, entre novos, usados e na planta, com expectativa de alta de 24% nos contratos de financiamento, no volume de cerca de R$ 1,5 bilhão.
Apesar do crescimento do crédito, as taxas bancárias têm se mantido baixas, apesar da pequena elevação em abril, pela 1ª vez em quatro meses - passando de 41% ao ano em março (menor valor da série histórica) para 41,1% ao ano em abril.(R7)