12 de abril de 2012
Com estímulo ao consumo, procura por crédito volta a crescer em março
A procura por empréstimos aumentou em todas as classes de consumidores, com destaque para os brasileiros que ganham de R$ 2.000 a R$ 10 mil, em que a busca por crédito cresceu 21% e ficou acima da média.
A maior alta na busca por crédito foi registrada entre os moradores da região Sul, onde a alta foi de 27,4% em março em relação a fevereiro. Nas outras regiões, o crescimento foi abaixo da média nacional: Centro-Oeste (16,7%), Norte (15,4%), Nordeste (19,9%) e Sudeste (18,9%).
Considerando o primeiro trimestre de 2012, porém, apenas a baixa renda, cuja renda mensal é de até R$ 500, manteve a busca por crédito em alta, com expansão de 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nos primeiros dois meses do ano, a busca por crédito teve queda porque o consumidor priorizou a quitação de dívidas em atraso e deixou de lado os empréstimos. Agora, com a inadimplência em alta, mas sem crescer, o brasileiro aproveitou as medidas a favor do consumo do governo para ir às compras, movimento que deve se repetir nos próximos meses, segundo os economistas da Serasa Experian.
No fim de março, o governo brasileiro prorrogou a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os eletrodomésticos da linha branca – máquinas de lavar roupa, tanquinhos, fogões e geladeira. O prazo terminaria no último dia 31, mas o consumidor terá agora mais três meses para comprar essas mercadorias a preços mais baixos – o prazo se encerra no fim de junho.
O “pacote de bondades” do governo inclui também os móveis, laminados PET para revestimentos, papel de parede, luminárias e lustres, que tiveram redução do IPI no mesmo pacote.
Com informações do R7
28 de fevereiro de 2012
Crédito do BNDES chega até R$ 59 bi para infraestrutura

No ano passado, o crédito que a instituição destinou a esta finalidade alcançou algo perto de R$ 54 bilhões.
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou ontem que o financiamento da instituição para infraestrutura neste ano deve ficar entre R$ 58 bilhões e R$ 59 bilhões.
De acordo com ele, o crédito do BNDES para infraestrutura em 2011 deve ter alcançado pouco mais de R$ 54 bilhões.
"A presidenta Dilma tem nos orientado sobre a importância do investimento de longo prazo", acrescentou ele, durante aula no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos. O presidente do BNDES ressaltou ainda que a Petrobras tem o maior programa de investimentos do mundo entre as empresas internacionais de energia.
Perspectiva de expansão
Coutinho afirmou que o crédito tem uma perspectiva de expansão muito grande no Brasil. Segundo ele, em 20 anos o crédito pode atingir 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do País.
Ele afirmou ainda que um dos desafios do Brasil é que o investimento cresça mais do que o consumo. Para ele, isso é importante para evitar pressões inflacionárias. Coutinho estimou que será preciso elevar o investimento para o equivalente a 24% do PIB. Em outro momento de sua fala, Coutinho disse que o Brasil precisa evitar a importação de poupança de 3 a 4 pontos porcentuais do PIB.
Lucro de R$ 9 bi
O BNDES fechou 2011 com lucro líquido de R$ 9 bilhões, com queda de 8,7% na comparação com os R$ 9,9 bilhões obtidos em 2010, informou ontem o banco estatal. Apesar da retração, trata-se do segundo melhor da história do banco, atrás apenas do ano anterior. O fato ocorreu porque em 2010 o banco teve uma receita extraordinária de R$ 2,3 bilhões, assegurada graças "aos elevados valores de recuperação de crédito". Ou seja, o banco conseguiu retomar empréstimos em atraso e reduziu a provisão (reserva de recursos para créditos que podem não ser pagos) que havia feito.
Com informações do Diário do Nordeste.
Confira essa e outras informações no Facebook: http://migre.me/85OI4
21 de dezembro de 2011
CBIC prevê 160 bilhões em crédito imobiliário para o ano que vem
A CBIC acredita que cerca de 70% dos recursos serão investidos em novos imóveis, e segundo a instituição a crise econômica internacional não irá afetar a boa fase do mercado. Já que não há sinais de crise bancária no Brasil. Até outubro, já foram financiados R$ 65 bilhões com recursos da poupança, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Os financiamentos que utilizaram dinheiro do FGTS também obtiveram um acréscimo, até novembro deste ano, essa renda totalizava R$ 27,2 bilhões. Juntos, os recursos somam R$ 92,2 bilhões e podem ultrapassar a previsão inicial da Cbic para 2011.
Na avaliação do professor do curso de administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Paulo Roberto Faria, ainda existe espaço para o aumento do crédito. Enquanto o financiamento imobiliário corresponde a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, outros países, como Chile e Espanha, registram uma relação crédito/PIB de dois dígitos.
1 de dezembro de 2011
Crédito do BB no Ceará é alavancado por empresas
"Este é o momento mais aquecido para as empresas, quando elas se preparam para as festas de fim de ano", destaca o superintendente do BB no Estado, Luís Carlos Moscardi em entrevista ao jornal Diário do Nordeste.
Segundo Moscadi, este é o segundo ano consecuitivo em que o Banco do Brasil lançou a promoção “Pague 2012”, meio pelo qual as empresas financiam recursos que só começam a ser pagos em 120 dias.
"As empresas querem é fazer estoque e vender, preocupando-se em pagar depois, com o dinheiro proveniente das vendas", emendou, ao enfatizar a grande procura por esta linha de financiamento.
Imóveis
Neste último ano, o Banco do Brasil obteve um aumento considerável na sua carteira de crédito imobiliário, 140% só no Ceará. A expectativa do banco é ultrapassar R$ 80 milhões direcionados para imóveis até o fim do ano, contemplando moradias destinadas à pessoa física. O banco também espera encerrar 2011 com R$ 60 milhões em contratos com construtoras e existem R$ 200 milhões em operações sendo analisados.