31 de julho de 2013

7 novos usos do amaciante



Engana-se quem pensa que a única função do amaciante é deixar as roupas de toda a família fofinhas e perfumadas. Graças a alguns componentes de sua fórmula, como álcool, silicone e um item de nome bem esquisito – o sal de amônio –, o produto tira manchas de pó, limpa vidros, deixa os pisos e azulejos brilhando e, de quebra, espalha um delicioso cheirinho de limpeza pela casa. Teste as sete dicas que ensinamos ao lado e veja como aproveitá-lo ao máximo em outros cômodos.

1. Tira-manchas

Reserve a água do segundo enxágue da máquina de lavar, que tem amaciante misturado, para remover sujeiras de carpete, tapetes e estofados. Basta mergulhar um pano limpo nela, torcer e aplicar nas superfícies sujas.

2. Tapete macio e novinho!

Depois de ser lavado, todo tapete costuma ficar áspero. Para recuperar sua maciez, dilua uma colher (sopa) de amaciante em um litro de água. Molhe uma escova na mistura e aplique. Deixe secar naturalmente.

3. Lustra-móveis

O amaciante cria uma película sobre os móveis, deixando tudo brilhando. Para isso, dilua uma tampa em um litro de água. Umedeça um pano limpo na solução e passe sobre os móveis. Dê brilho com uma flanela seca.

4. Antimofo eficaz

Dilua uma tampa de amaciante em um litro de água. Molhe um pano na mistura e passe dentro de armários e gavetas. A solução acaba de vez com os fungos e ainda deixa um perfume bem gostoso no local.

5. Limpador multiuso

Dissolva uma tampa de amaciante em um litro de água ou álcool e aplique com um pano macio no piso, azulejos, vaso sanitário, pia, balcão de fórmica e ralo do banheiro. O cheirinho de limpeza permanece nesses ambientes por longas horas.

6. Limpa-vidros

Dissolva uma colher de sopa de amaciante em 1/2 litro de água, transfira a mistura para um borrifador e use um pano macio para fazer a limpeza. Espere secar e dê brilho com uma flanela seca. Outra dica é colocar um copo de amaciante no borrifador e completar com álcool. Essa solução deixa o vidro limpo e sem manchas.

7. Aromatizador de ambientes

Misture uma tampa do líquido com uma xícara (chá) de álcool e um litro d’água no borrifador e use pela casa.

Com informações da Lílian Yokota, daminuano/flora – 

30 de julho de 2013

Qual é a melhor opção para o seu bolso? Carro ou Táxi?



Depende da distância percorrida por semana e do valor do veículo. Para quem se desloca até 20 km por dia, usar carro popular é vantajoso. O táxi é a melhor opção quando essa mesma distância é feita com automóvel de porte médio ou de luxo.

Ainda tem dúvidas? Calcule, durante um ano, os custos com o carro (IPVA, licenciamento, estacionamento, combustível...). Depois, deixe de usá-lo por 15 dias e desloque-se apenas de táxi, anotando quanto desembolsa. Multiplique o valor consumido em táxi por 24 (quinzenas em um ano). Pronto, você terá a média de gastos e poderá comparar com segurança.

Para quem roda até 15 km por dia entre ida e volta (do trabalho, por exemplo), o táxi sai (1%) mais barato do que manter um veículo de R$ 40 mil (preço médio dos carros novos vendidos no país).

O custo anual para rodar aproximadamente 5.500 km com carro particular é de cerca de R$ 17.300. Isso quando o dono arca com combustível e todas as taxas, como inspeção, seguro e estacionamento. A depreciação do veículo também está inclusa --o Datafolha calcula que o carro perde 7% do valor ao ano.

"Considerei ainda que o valor de um carro médio aplicado renderia R$ 300 por mês. Isso custearia quase uma semana de táxi em trajetos curtos", calcula Dana.

Quando a comparação é feita com um modelo "popular", de R$ 25 mil e com motor 1.0, que é mais econômico, o táxi só compensa para quem roda até 10 km por dia.

Nesse caso, o custo anual para percorrer 3.600 km seria de R$ 12.463 --R$ 10 a menos do que com o carro.

Isso porque a tarifa de táxi na capital paulista é cara, apontam especialistas. Custa quase o dobro da de Buenos Aires, por exemplo.

Em São Paulo, além dos R$ 4,10 iniciais, paga-se mais R$ 2,50 por quilômetro rodado. Após as 20h e aos domingos, esse valor aumenta 30%.

Mesmo assim, o arquiteto de informação Avi Alkalay, 37, resolveu vender o segundo carro. "A cidade não comporta mais esse luxo."

A naturóloga Fernanda Leme, 27, desistiu de seu carro particular para aderir ao táxi após a Lei Seca, de 2008.

"Passei a usar táxi para ir às baladas e vi que era vantajoso, porque os estacionamentos estão muito caros."

COLETIVO

Para o especialista em engenharia de tráfego Sérgio Ejzemberg, tanto faz usar táxi ou carro --porque o veículo individual vai ocupar o mesmo espaço na rua.

A solução mais adequada é o transporte coletivo, como o metrô. "As pessoas só desistirão do carro quando houver um transporte coletivo decente --com o mínimo de conforto", diz.

Com informações da Revista Máxima e Folha

29 de julho de 2013

Peças de porcelana e estampas em azul e branco contagiam a casa


Um clássico da decoração nobre e luxuosa, as pinturas em porcelana têm ganhado cada vez mais destaque na decoração. Com padrões característicos da Tailândia, da China, do Japão, da Índia e de Portugal, os desenhos sobre esse material se diferenciam pelos traços e pelas cores.

Os tailandeses costumam ser feitos à mão. Enquanto isso, os chineses trazem desenhos de dragões de sua cultura popular e os japoneses mostram o vermelho como representação de suas características cerejeiras. Os indianos caminham por uma tendência mais arrojada e os portugueses apostam no traço imperial do passado. Na foto abaixo, um papel de parede com desenhos tradicionais em pratos de porcelana decora o cantinho de uma casa. A sugestão é mais uma prova de que os padrões dessa estética estão deixando de ocupar apenas as peças de porcelana para enfeitar outros espaços.

A sala da casa do arquiteto Sig Bergamin tem uma decoração toda baseada na combinação de branco e azul, fazendo leves referências ao mar. Nas estampas de estofados e de móveis, é possível ver padrões que parecem vindos de uma coleção de porcelanas tradicionais. 

Se quiser investir na tendência em apenas um detalhe, que tal começar pelo tapete? A combinação listrada de azul e branco, com borda florida no mesmo padrão, é uma opção fácil, barata e que não tem erro.

Com informações do portal GNT

26 de julho de 2013

Programe-se para o final de semana



FORTAL 2013

A 22º edição da maio micareta fora de época traz vários blocos de estilos como axé, forró e sertanejo. Programação: Bloco Cerveja & Coco, Eh Loco e Siriguella. Atrações: Bloco Danadim,Nanas e Pirraça. Onde: Cidade Fortal (R. Tamaras, 521-537 - Dunas).
Info.: www.fortal.com.br

SELVAGENS A PROCURA DA LEI

A banda Selvagens à Procura da Lei volta à Fortaleza para fazer o show de lançamento do novo cd. Com dois álbuns lançados, a banda cearense vem ganhando destaque no cenário musical brasileiro. Onde: Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua. Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema) às 20h.

Ingressos: R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira)
Info.: 3488 8602

Com informações de O Povo (on line)

24 de julho de 2013

Veja como usar peças que misturam fé e arte


Fé e arte sempre formaram uma ótima dupla na composição de peças que retratam anjos e santos em estado de êxtase ou de plenitude. Na decoração da casa, objetos que representam religiosidade também conseguem deixar o ambiente não só mais bonito, como também mais contemplativo. A chegada do Papa Francisco ao Brasil nesta semana inspira a nossa galeria abaixo com exemplos de imagens, altares e enfeites com temas religiosos. Veja:





Com informações do Portal GNT

Veja algumas dicas para aproveitar o que as imobiliárias têm de melhor na hora de comprar



Os processos de compra e venda de imóveis muitas vezes são realizados com o intermédio de imobiliárias. Apesar da má fama de alguns corretores, que buscam vender imóveis a todo custo, mascarando algumas informações, esses profissionais podem facilitar muito a vida do comprador e do vendedor, desde que o cliente entenda como tirar o melhor proveito dessa relação.

Veja a seguir algumas dicas para aproveitar da melhor forma o que a imobiliária tem a oferecer.

Para o comprador

1) Torne o corretor seu amigo

Em vez de desconfiar do corretor, busque torná-lo seu amigo e mostre que você não é um comprador comum. Uma boa dica para impressioná-lo pode ser a elaboração de uma lista por escrito do tipo de imóvel que você procura, qual a região, a faixa de valor, o tamanho e outras eventuais exigências. Se ele perceber que você está realmente interessado e gostar de você, ele poderá buscar com mais afinco um imóvel que se adeque às suas expectativas.

E ao ganhar a confiança do corretor, pergunte por que os antigos compradores estão se mudando, qual seria a proposta mínima de valor que eles aceitariam, se há algum problema na região ou na vizinhança e se outras pessoas estão interessadas no imóvel apresentado. 

2) Não economize perguntas

José Augusto Viana, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imoveis de São Paulo (Creci-SP), explica que o corretor tem a obrigação de informar ao comprador questões relevantes sobre o imóvel. “O corretor é obrigado a passar as informações solicitadas e a mencionar questões importantes sobre o imóvel, sob pena de ser processado por perdas e danos se o cliente se sentir prejudicado por alguma questão que foi omitida. Essa é a grande vantagem de fazer a compra com um corretor", diz. 

Ele sugere que o comprador questione, por exemplo, quem são os vizinhos dos apartamentos, se existe algum tipo de estabelecimento no entorno que costuma gerar maior movimentação ou ruídos na região, como uma oficina mecânica, uma escola ou uma igreja, se são realizadas feiras na rua ou nas proximidades do imóvel, ou se existem projetos de infraestrutura que podem alterar a dinâmica do bairro.

3) Use bons argumentos ao pedir um desconto

Luigi Gaino diretor geral da Lopes no Rio de Janeiro, afirma que no mercado de lançamentos, com a alta competitividade existente entre as empresas e o aumento dos custos para construção, os preços estabelecidos pelas construtoras não têm envolvido uma margem de negociação alta. “O mercado não tem atuado com preços mais altos para vender o imóvel por um preço mais baixo, os preços que são colocados têm sido os preços pelos quais os imóveis são vendidos”, diz.

Por isso, segundo ele, para conseguir descontos, o consumidor deve usar bons argumentos. Um deles seria a oferta de uma entrada significativa. Outra dica, aplicada à aquisição de imóveis na planta, seria argumentar que a compra está sendo feita em uma fase bem inicial do empreendimento. E assim como ocorre na compra de qualquer produto, mencionar o preço de outros imóveis semelhantes pode ser uma boa estratégia para conseguir um desconto maior.

4) Saiba qual é o seu limite de crédito pré-aprovado

Além de detalhar o tipo de imóvel que você está buscando e a faixa de valor, Elbio Fernández Mera, vice-presidente de Comercialização e Marketing do Secovi-SP, recomenda que o comprador consulte antes seu banco para saber qual seria o limite de crédito pré-aprovado que ele teria para financiar o imóvel. “Isso permitirá que o corretor busque apenas os imóveis que estão dentro da condição de compra do cliente”, diz.

5) Consulte mais de um imóvel 

Ao consultar mais de uma imobiliária na região, é possível ampliar o seu leque de opções. Mesmo que os imóveis à venda em uma imobiliária estejam dentro das suas expectativas, ao concentrar a busca você corre o risco de perder boas oportunidades que podem ser exclusivas de outra imobiliária.

Para o vendedor 

1) Confira se a comissão cobrada está dentro do padrão do Creci

De acordo com a resolução n° 326/92 do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), as comissões dos corretores devem estar de acordo com a tabela aprovada pelos Conselhos Regionais de Corretores de Imoveis (Creci) de cada região. Para imóveis urbanos em São Paulo, por exemplo, a comissão varia entre 6% e 8% do valor da venda. “O que estiver sugerido na tabela deve ser seguido. Mesmo se o corretor quiser fixar um percentual inferior ao da tabela, ele pode sofrer um processo por concorrência desleal”, afirma José Augusto Viana, presidente do Creci-SP.

A lista com os sites dos Creci de cada estado pode ser consultada no site do Cofeci.

2) Procure uma imobiliária com corretores especializados na região do imóvel que será vendido, peça indicações e cheque sua regularidade

O primeiro passo para a escolha da imobiliária que fará a comercialização do seu imóvel é buscar quais são as empresas com corretores especializados na venda de imóveis naquela região. O corretor especializado na região pode realizar a venda mais rapidamente, tanto porque poderá passar mais informações sobre o bairro aos compradores, quanto porque terá mais argumentos de venda. “O corretor especializado pode prestar uma consultoria melhor até no sentido de mostrar ao comprador que o preço do imóvel à venda é competitivo na região”, afirma Elbio Fernández Mera. 

Segundo José Augusto Viana, para escolher a imobiliária, vale a pena buscar indicações de amigos e conhecidos que venderam imóveis na região, além de fazer uma consulta no Creci para verificar a regularidade da empresa. “Com o número de registro no Creci, o cliente pode se informar sobre a situação da imobiliária ou do corretor, para checar se eles estão regularizados ou se foi impetrado algum tipo de processo em virtude de um mau atendimento ou de questões natureza ético-disciplinar”, afirma Viana.

Observe a carteira de imóveis da imobiliária para checar se os produtos vendidos são do mesmo padrão que o seu imóvel, e também a forma como é feita a divulgação.

3) Entenda os tipos de contrato que podem ser firmados com a imobiliária e veja qual é melhor para você 

Ao contar com o intermédio de uma imobiliária para vender seu imóvel, o proprietário pode firmar dois tipos de acordo: um deles é a simples autorização de venda e o outro é o contrato de exclusividade de venda.

Segundo Fernandez, no contrato com exclusividade existe um comprometimento maior da imobiliária com a venda e com o cliente. “Nesse contrato o cliente passa a receber informações diárias do que acontece com o imóvel, se ele foi anunciado, se foi colocado no jornal, se algum cliente foi visitá-lo e quantas chamadas ele recebeu”, diz. 

Já na simples autorização de comercialização, quando o vendedor pode anunciar o imóvel em mais de uma imobiliária, a relação é mais abstrata. “Quando não há exclusividade, não existe um vínculo forte com o vendedor. A imobiliária apenas coloca o imóvel em um banco de dados e não existe uma estratégia especifica para esse imóvel. É uma relação por loteria”, afirma o vice-presidente de comercialização do Secovi.

Além disso, quando há exclusividade a imobiliária já fica com a documentação do imóvel em mãos para fechar a venda mais rapidamente quando algum comprador demonstrar interesse. Já no outro modelo, apenas depois que um comprador se mostra interessado em comprar o imóvel é que a imobiliária solicita os documentos necessários para finalizar a venda, o que pode demorar mais. 

Ao optar por um contrato de exclusividade, portanto, o cliente tem um atendimento preferencial, a imobiliária monta uma estratégia específica para o imóvel e a finalização da venda é mais ágil. Já quando ocorre apenas a autorização de venda, o vendedor pode fazer o anúncio do imóvel em mais imobiliárias, mas elas podem não dar tanto destaque ao imóvel, e o proprietário precisará acompanhar mais de perto o andamento das vendas. 

4) Pergunte ao corretor se ele tem dicas para tornar seu imóvel mais atraente

Quando é firmado um contrato exclusivo com uma imobiliária, os corretores têm um contato mais próximo com o imóvel e podem dar boas dicas sobre pequenas mudanças que o vendedor pode fazer no imóvel para deixá-lo mais atraente. “O corretor consegue fazer uma avaliação interessante sobre o imóvel e pode passar ao comprador dicas sobre limpeza do imóvel e a condição de preparo do imóvel. O profissional especializado tem noção do que pode impactar na venda do imóvel em determinada região”. 

Com informações da Revista Exame

23 de julho de 2013

Realize seus sonhos com um simples orçamento doméstico



Comprar um apartamento, levar a família para uma viagem inesquecível, ter o primeiro filho são desejos que custam muito caro. Consultores ensinam como realizar esses projetos sem ter de vender a alma. Organize a sua vida financeira: seu sonho pode estar bem mais perto do que imagina. Confira:

Casa própria

Alguns desejos parecem tão inatingíveis que ficamos paralisadas, pensando em quanto vão custar e se teremos fôlego para a empreitada, não é mesmo? O "imobilismo" pode ser vencido com uma estratégia que Reinaldo Domingos, autor de Terapia Financeira (Ed. Gente), resume numa palavra: planejamento. "É preciso ver o que entra e sai do bolso para decidir a quantia que você destinará à realização do seu desejo e em quanto tempo ele se tornará palpável", diz. O planejamento se apoia num velho instrumento: o caderno de notas. Ou, claro, um programa de computador. Anote tudo, até as despesas miúdas, como a gorjeta e o cafezinho, que não entram no orçamento. "Os microgastos são o ralo perigoso por onde escoa nosso dinheiro", adverte.

Viagem do sonho

Para sua família viajar é sagrado? Então, organize suas finanças logo no começo do ano. Para o consultor financeiro Stefanno Rocco, o primeiro passo do planejamento da viagem é a família gastar menos do que ganha. O ideal é guardar uma mesma quantia todos os meses. Nos dois últimos meses (antes da viagem), a família precisará guardar o dobro do valor estipulado - para despesas inesperadas e para pagar o cartão de crédito na volta. Para isso, devem anotar também os gastos pequenos. "Assim saberão exatamente para onde está indo o dinheiro, vão planejar melhor as despesas dos próximos meses, estancar o ralo e poupar, explica Rocco."

Já dá para ter nosso filho?

Os custos com a chegada de um filho em uma família de classe média atingem cerca de 20 mil reais. Os cálculos são do economista Marcos Silvestre. Estão incluídos aí cerca de 6 mil reais para o quartinho, 2,7 mil para carrinho, cadeirinha de transporte, bebê-conforto etc. e 2 mil para o enxoval do primeiro ano. O custo maior é com o parto: em torno de 12 mil reais (médicos e internação). O ideal é ter um convênio que cobre a maternidade. Assim, o casal pagará apenas os médicos, economizando metade. Assim, teriam que juntar cerca de 16 mil. Separando 2 mil por mês, terão a quantia em oito meses", diz Marcos. A segunda etapa, após o nascimento, será incorporar o pequeno no orçamento. "As despesas com um filho consomem de 20% a 25% da renda familiar." É bom também já ir pensando nas aulas de natação, no aparelho ortodôntico, no acampamento de férias... O futuro chega rapidinho.

Com informações de Revista Cláudia