Mostrando postagens com marcador finanças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador finanças. Mostrar todas as postagens

10 de setembro de 2013

Seu bolso bem cuidado!

Deixar as finanças irem parar na UTI destrói todos os pilares da qualidade de vida, assim como ficar doente de verdade. Os problemas com dinheiro afetam, com um único extrato bancário no vermelho, a mente, o corpo, o desempenho profissional e até os relacionamentos. Veja como cuidar disso e fique saudável. “Independentemente de quanto ganham as pessoas que cuidam melhor de seu dinheiro têm uma rotina mais equilibrada e muito mais saudável” Daniela Godinho, é consultora em Finanças e Consumo Consciente e autora do livro Inteligência Financeira – Faça MAIS com MENOS.

11 motivos que levam ao endividamento e como fugir disso

1. Desconhecimento
Não se interessar por finanças, ignorar os contratos, sentir vergonha de perguntar ou de pedir ajuda na hora de fazer contas – tudo isso pode afundar você em dívidas. Mude!

2. Desorganização financeira
Você vai ao supermercado sem lista, esquece de consultar o saldo, tem preguiça de anotar os gastos? É a receita para falir. Tenha disciplina.

3. Falta de metas
Trace objetivos de curto (um ano), médio (cinco anos) e longo (dez anos) prazo para o dinheiro.

4. Perda de poder aquisitivo
Ficar desempregado acontece. Por isso, é preciso guardar 10% do salário e criar o hábito de poupar.

5. Doença, separação, acidente
Nesses casos, a reserva emergencial também salva a pátria.

6. Desunião familiar
Converse sobre as despesas da casa com o marido e os filhos.

7. Consumismo, falta de determinação e imediatismo
Saiba dizer “não” durante as compras.

8. Lei da compensação
É um erro presentear-se depois de um dia difícil para acabar com o cansaço ou o estresse. Controle-se!

9. Status e influência da mídia
Evite gastar o que não tem para comprar o que não precisa só para mostrar aos outros.

10. Fuga da realidade
Recusar-se a encarar a situação evitando tirar o extrato bancário é fragilidade. Seja forte.

11. Negação do problema
Assuma atos e consequências e deixe o cartão de crédito de lado.

Quem é o responsável?

Crise externa: é causada por fatores que fogem do nosso controle, como desemprego, doença na família, acidente de carro, aumento de preços pela inflação. Vem de fora para dentro – portanto, não adianta xingar e se revoltar.

Crise interna: pode ser provocada direta ou indiretamente por nós

Diretamente: significa procurar sarna para se coçar, deixando as contas atrasarem ou estourando o limite do cheque especial para viajar no feriado. Trata-se de um misto de consumismo e imaturidade financeira, incentivado pelo crédito fácil e pelas propagandas da TV.

Indiretamente: indica doença psicológica, como depressão ou ansiedade, que faz a pessoa comprar mais para resolver carências emocionais.

Como reverter a situação

. Aumente a entrada de dinheiro: use a criatividade para ganhar mais dinheiro. Vale tricotar, fazer artesanato, preparar comida congelada ou costurar para fora, entre outras opções.

. Reduza o escoamento: pense três vezes antes de gastar. Procure quitar as dívidas. E tente renegociar as que estão atrasadas.

. Economize sempre: a dica serve até para as despesas básicas, como água, luz e telefone.

. Evite surtos consumistas: elimine as compras por impulso. Estabeleça um limite de gastos e saia de casa com dinheiro apenas para ajudar a cumpri-lo.

. Tome cuidado com as linhas de crédito fácil: cartão e cheque especial são verdadeiras tentações. Compre mais à vista: essa forma de pagamento permite barganhar.

. Dê menos importância ao status: valorize mais o ser do que o ter.

Vença essa batalha!

Além de recuperar o crédito na praça, livrar-se das dívidas...

. Deixa a pessoa mais segura e confiante
. Une a família
. Permite traçar metas de prosperidade e lazer, como voltar a estudar, comprar ou reformar a casa e tirar umas férias gostosas.


Com informações do site M de Mulher

27 de agosto de 2013

Como - e por que - se tornar o líder financeiro da família



A liderança financeira na família é essencial para que os objetivos familiares sejam alcançados. Mas pode ser que não haja no clã um líder nato ou um apaixonado por finanças pessoais. Para o Conrado Navarro, consultor financeiro do Dinheirama, não é fundamental que haja apenas um líder financeiro em cada família, mas sim que as pessoas tomem atitudes de liderança em relação ao dinheiro e tenham cada qual uma tarefa ligada às finanças da família.

Em artigo recente, Navarro defendeu essa ideia, listando algumas das principais atitudes que você e sua família devem tomar de forma a colocar o dinheiro em um lugar de importância dentro de casa. Em entrevista a EXAME.com, o consultor listou mais algumas atitudes. Segundo ele, tanto faz se uma ou mais pessoas desempenham a função de guiar a família no tema, desde que todos tenham tarefas e assumam responsabilidades.

Confira a seguir o que fazer para assumir uma postura de liderança financeira dentro da sua casa:

1. Transforme o assunto “dinheiro” em prioridade

O dinheiro não deve ser encarado como um fim, mas sim como um meio para se alcançar objetivos. Por isso mesmo deve ser um assunto prioritário dentro de casa.

2. Faça um orçamento doméstico

“Não dá para falar em liderança financeira sem uma ferramenta de controle”, diz Navarro. O mínimo que uma família deve ter, segundo ele, é um orçamento doméstico atualizado, com todas as receitas, despesas e planejamento de poupança para se alcançar os diferentes objetivos. “O orçamento é o que dá o parâmetro para se decidir o que está bom ou ruim”, diz.

3. Tenha uma reserva de emergência

Especialistas recomendam que cada família tenha, em aplicações bem seguras de renda fixa, um montante suficiente para o seu sustento por um período de seis meses a um ano. Esta reserva serve para socorrer a família em momentos de aperto, como um desemprego, a perda de uma fonte geradora de renda ou ainda um problema de saúde grave que demande muitos gastos e cuidados.

De acordo com Navarro, essa reserva ajuda a prevenir aqueles “apertos” no fim do mês, possibilitando um melhor planejamento financeiro e conversas mais tranquilas sobre dinheiro em família.

4. Defina objetivos que dependam de dinheiro

Conrado Navarro sugere que, antes de se tomar qualquer decisão financeira em família, sejam definidos objetivos coletivos e individuais, marcando-se o que é prioritário. Primeiro, é bom definir objetivos mais gerais: essa família tem o sonho de ter um imóvel com determinadas características ou que os filhos cheguem ao pós-doutorado no exterior? Será uma família mais voltada para estudos, para viagens, para o desenvolvimento da carreira de alguém que tenha um supertalento ou do tipo mais equilibrada?

Em seguida, é preciso definir as prioridades. O que é mais importante para a família neste momento? Quais os prazos para se alcançar cada objetivo?

Finalmente, é necessário separar os objetivos comuns dos objetivos individuais. E Navarro frisa que os objetivos individuais também devem ter espaço nas discussões coletivas, ainda que se trate de hobbies, por exemplo. “Não devemos falar apenas de bens palpáveis, materiais. Pode ser que um dos membros da família esteja trabalhando muito e deseje mais qualidade de vida, como o tempo livre dedicado a uma atividade de que goste. E esse objetivo deve ser alcançado com o apoio da família”, diz Navarro.

5. Faça reuniões familiares para falar sobre as finanças ao menos uma vez ao mês

De acordo com o consultor do Dinheirama, a discussão dos objetivos e a divisão de tarefas devem acontecer em reuniões mensais em família, cuja data deve ser sempre respeitada. É nessa ocasião que se deve avaliar o que está dando certo e o que está dando errado no planejamento financeiro, definir e rever prioridades, conversar sobre os reveses financeiros e ouvir a opinião de todos os membros da família acerca do que está sendo feito.

Segundo Navarro, os objetivos devem ser colocados na seguinte ordem: primeiro, os objetivos coletivos, que afetam toda a família, como a compra de um imóvel, a troca de um carro, a previdência complementar dos pais ou o estudo dos filhos; em seguida, todos devem “pôr para fora” seus desejos e objetivos individuais, como um MBA para alavancar sua carreira, ou mesmo o desejo de começar um hobby que custe algum dinheiro.

As reuniões devem contar com a presença de todo o núcleo familiar, mesmo das crianças. De acordo com especialistas em educação financeira infantil, aos seis anos as crianças já têm noção de valores e já entendem como funciona o dinheiro. Pode parecer bobo, mas essa participação é importante por causa do próximo ponto.

6. Estimule as novas gerações

A participação das crianças e dos adolescentes nas reuniões e nas tarefas ligadas às finanças contribui para a sua educação financeira e os prepara para o futuro. Para Navarro, estimulá-los a participar é uma forma de dar o bom exemplo, de mostrar o que os adultos fazem para contribuir para as finanças da família. “É uma forma de quebrar o tabu que é falar de dinheiro e ainda mostrar que essas atitudes dão bons frutos para a família”, observa.

Ele aconselha, no entanto, a deixar os filhos de fora quando os assuntos forem mais delicados, principalmente no caso dos mais jovens. “Questões mais delicadas e que envolvam discussões mais aprofundadas do que simplesmente fazer contas, ligadas a aspectos emocionais, devem ser discutidas mais intimamente pelo casal. Vai do bom senso”, explica Navarro.

Pode ser que os filhos ainda sejam novos demais para dar alguma contribuição nas reuniões, ou ainda que façam aquela bagunça. Mas para o consultor, isso não é motivo para excluí-los dos encontros e muito menos das tarefas, para incentivar desde cedo sua participação. Ele sugere que as reuniões sejam usadas para definir linhas mais gerais e que depois, se necessário, os pais se sentem a sós para refinar mais o raciocínio.

7. Ao mostrar problemas, aponte também possíveis soluções

Na hora da reunião, ao opinar sobre algo que você acredite estar errado, coloque também uma alternativa de possível solução. Isso contribui para a união familiar e previne aquelas críticas vazias que podem levar a conflitos.

8. Não decida tudo sozinho – distribua tarefas

Em algumas famílias, muitas vezes um dos membros tem bastante interesse e talento para as finanças, enquanto os outros têm desinteresse e até aversão ao assunto. Como consequência, todas as decisões acabam recaindo nas costas de apenas uma pessoa, que decide e faz tudo sozinha. Isso acarreta uma série de problemas – da falta de colaboração dos demais a erros de planejamento. No fim das contas, um fica sobrecarregado e os outros, completamente vulneráveis caso o déspota financeiro venha a faltar.

Navarro não vê problemas na existência de um líder bem definido das finanças da família, desde que todos desempenhem tarefas e estejam a par de tudo que acontece, podendo também opinar. Daí a importância das reuniões mensais.

Assim, você pode centralizar o orçamento doméstico e guiar as reuniões, mas distribua entre os demais membros da família tarefas como a marcação das reuniões, o pagamento das contas (ainda que você forneça o dinheiro), a organização dos vencimentos das contas em um calendário e a organização dos comprovantes de pagamento de compras e contas. Muitas dessas tarefas podem ser desempenhadas pelos filhos, por exemplo.

A própria organização do orçamento, sugere Navarro, já pressupõe uma participação coletiva, em que todos devem informar ao responsável sobre os gastos e entregar-lhe os comprovantes.


Com informações da revista Exame

22 de agosto de 2013

Como poupar em dólar para estudar nos EUA por 2 anos?



Dúvida do internauta: "Sou consultor e ganho cerca de 10 mil reais por mês. Consigo poupar a maior parte dessa quantia. Gostaria de cursar MBA nos Estados Unidos daqui a 24 meses e pretendo estudar em período integral durante dois anos. Ou seja, não obterei renda. Segundo os dados que pesquisei junto às principais escolas de MBA dos EUA, vou precisar desembolsar aproximadamente 2.500 dólares por mês para o meu sustento durante as aulas. Como devo investir meu dinheiro?"

Primeiramente, parabenizo-o por dois aspectos que você demonstra e que ainda são, infelizmente, raros em nosso país:

1 - Desejo em investir em sua própria melhoria profissional, o que com certeza lhe trará ótimos frutos futuros;

2 - Planejamento com prazo adequado.

Analisando suas necessidades com base nas informações prestadas, você precisará de um total de 60 mil dólares (2.500 dólares por mês durante 24 meses). Este é o valor que você precisará obter até sua viagem, de forma a poder aproveita-la de forma plena.

Para prazos como estes - dois anos de acumulação e dois anos de utilização - os juros tem sua importância, mas, neste caso, não são o fator mais decisivo a ser considerado na escolha da melhor aplicação. Mitigar o risco cambial é o fator determinante.

Assim, a melhor solução será acumular estes valores reduzindo ao máximo este risco, mesmo que não possa contar com a força dos juros a seu favor.

Você poderia investir em fundos cambiais atrelados ao dólar, que tenderão a acompanhar a variação da moeda, embora não de forma idêntica, mas acho que existe uma solução mais prática e que reduz ainda mais os riscos: compre mensalmente 2.500 dólares. Você pode adquiri-los em espécie ou por meio de cartões pré-pagos (mais seguros, flexíveis, práticos e, muitas vezes, mais baratos) nos principais bancos e casas de câmbio. A operação é perfeitamente legal e, no máximo, estas empresas lhe solicitarão um cadastro com comprovação da origem dos recursos para a compra.

Desta forma, quando você for viajar, terá o montante acumulado, sem ter que se preocupar com a variação cambial do período e, portanto, seu objetivo será alcançado.

Você pode, inclusive, possuir mais de um cartão (de mais de um banco ou empresa de câmbio) de forma a pesquisar as melhores cotações todos os meses e carregar o cartão que oferecer a melhor taxa, a cada vez.

É comum que, quando pensamos em investimentos, apenas a rentabilidade e os juros nos venham à cabeça. No entanto, o foco deve ser sempre atingir o objetivo, que é o alvo da aplicação. Se ele for atingido, independentemente de rentabilidade, a aplicação foi um sucesso.

No seu caso, com certeza será! Boas aplicações, boa viagem e bons estudos.

*Valter Police é CFP® (Certified Financial Planner), planejador financeiro certificado pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF).


Com informações da Revista EXAME

8 de agosto de 2013

Já é hora de dar mesada?



A mesada é uma boa estratégia para ensinar os pequenos a gastar o dinheiro de forma inteligente e produtiva. Afinal, as pessoas devem ter uma relação saudável com as finanças já na infância. E são as lições de agora que ajudarão seu filho a ser um adulto sem dívidas.

Até os 6 anos

Não é indicado dar uma quantia com regularidade, porque o pequeno ainda não tem noção de valores. Mas incentive a criança a guardar dinheiro em um cofrinho para depois comprar o que deseja.

Dos 6 até os 10 anos

O pequeno já pode ganhar uma “semanada”. O valor? Até os 10 anos, os pais podem dar R$ 1 por ano de idade a cada semana. Assim, uma criança de 8 anos receberia R$ 32 mensais, por exemplo. No entanto, o cálculo depende do orçamento familiar. Ensine seu filho a usar um pouco desse dinheiro para comprar o que deseja e guardar o restante num cofrinho.

Dos 11 até os 14 anos

Depois dos 10 anos, os filhos podem passar a receber mesada. O valor pode aumentar, mas sem exageros.Não vincule a mesada ao cumprimento de tarefas domésticas e nem a notas altas na escola.

Dos 15 anos em diante

Aumente um pouco o valor da mesada. Se ele gastar mais do que deve, é importante conversar para definir se o valor é suficiente - lembrando que não deve ser muito alto. A mesada não equivale a um salário! Se o jovem precisar de mais dinheiro para ir a algum lugar ou comprar alguma coisa, converse sobre a real necessidade do pedido dele. Os pais podem emprestar o dinheiro extra e descontar nas próximas mesadas.

Com informações da Revista Anamaria

1 de agosto de 2013

Crédito imobiliário passou de 6% do PIB para 7,5% em um ano


O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, informou que a participação do crédito imobiliário em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) passou de 6% em junho de 2012 para 7,5% em igual mês deste ano. "O financiamento imobiliário foi o destaque do mês", resumiu o técnico. De acordo com dados do Banco Central divulgados mais cedo, o financiamento imobiliário está crescendo a uma taxa de 35% nos últimos meses. Em junho, ficou em 35,4% no acumulado de 12 meses.

Ele lembrou que esse ritmo de crescimento já foi de 50%, mas que o dado tem mostrado moderação, até por conta do aumento da base de comparação. Maciel admitiu também, após ser questionado por jornalistas, que o aumento da fatia do crédito imobiliário em relação ao PIB ocorreu porque o crescimento está menor. Isso é fácil de comprovar, de acordo com ele, justamente porque o ritmo de crescimento dos empréstimos imobiliários tem sido justamente de cerca de 35%. "Então, o PIB nominal é bem menor do que isso."

Maciel afirmou que os dados do crédito no primeiro semestre de 2013 mostram moderação no segmento com taxas livres e desempenho mais forte no direcionado, com destaque para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e para habitação. O estoque do crédito livre desacelerou de 14% de expansão no fechamento de 2012 para 9,7% nos 12 meses encerrados em junho de 2013. Na mesma comparação, a expansão do direcionado passou de 20,5% para 26,6%. Em relação às empresas, a linha capital de giro, que representa cerca de 50% das operações, desacelerou de 18% para 11% no mesmo período.

Maciel disse ainda que os efeitos das manifestações nas ruas em junho "não se fizeram perceber" nos dados do crédito. Disse que o recuo nas concessões médias diárias (-3,4% em relação a maio), por exemplo, não pode ser atribuído a isso, pois esse é um dado muito volátil e que não apresenta tendência sazonal definida para este mês do ano. "Não há nada que se possa dizer de que junho caiu por conta de manifestações."

Investimento. Maciel também destacou que está em curso uma ampliação do financiamento para investimento. Ele fez esta afirmação ao comentar a alta de 1,9% do financiamento dos investimentos concedido pelo BNDES, atingindo a marca de R$ 447,026 bilhões.

O crédito do sistema financeiro com recursos direcionados para pessoas jurídicas aumentou 2,6% no período, passando para R$ 643,719 bilhões. "Há, de fato, em curso a ampliação do financiamento para investimento", constatou.

Questionado a respeito da queda dos desembolsos, que registraram um recuo mensal de 13,6% em junho, ele citou que, no final do ano passado, o resultado foi bastante expressivo e que, portanto, a base de comparação é alta. "Mas o estoque de empréstimos está crescendo 17,2%", considerou em relação ao dado acumulado nos últimos 12 meses encerrados em junho. "Este é um indicador mais robusto."

Com informações do Estadão

23 de julho de 2013

Realize seus sonhos com um simples orçamento doméstico



Comprar um apartamento, levar a família para uma viagem inesquecível, ter o primeiro filho são desejos que custam muito caro. Consultores ensinam como realizar esses projetos sem ter de vender a alma. Organize a sua vida financeira: seu sonho pode estar bem mais perto do que imagina. Confira:

Casa própria

Alguns desejos parecem tão inatingíveis que ficamos paralisadas, pensando em quanto vão custar e se teremos fôlego para a empreitada, não é mesmo? O "imobilismo" pode ser vencido com uma estratégia que Reinaldo Domingos, autor de Terapia Financeira (Ed. Gente), resume numa palavra: planejamento. "É preciso ver o que entra e sai do bolso para decidir a quantia que você destinará à realização do seu desejo e em quanto tempo ele se tornará palpável", diz. O planejamento se apoia num velho instrumento: o caderno de notas. Ou, claro, um programa de computador. Anote tudo, até as despesas miúdas, como a gorjeta e o cafezinho, que não entram no orçamento. "Os microgastos são o ralo perigoso por onde escoa nosso dinheiro", adverte.

Viagem do sonho

Para sua família viajar é sagrado? Então, organize suas finanças logo no começo do ano. Para o consultor financeiro Stefanno Rocco, o primeiro passo do planejamento da viagem é a família gastar menos do que ganha. O ideal é guardar uma mesma quantia todos os meses. Nos dois últimos meses (antes da viagem), a família precisará guardar o dobro do valor estipulado - para despesas inesperadas e para pagar o cartão de crédito na volta. Para isso, devem anotar também os gastos pequenos. "Assim saberão exatamente para onde está indo o dinheiro, vão planejar melhor as despesas dos próximos meses, estancar o ralo e poupar, explica Rocco."

Já dá para ter nosso filho?

Os custos com a chegada de um filho em uma família de classe média atingem cerca de 20 mil reais. Os cálculos são do economista Marcos Silvestre. Estão incluídos aí cerca de 6 mil reais para o quartinho, 2,7 mil para carrinho, cadeirinha de transporte, bebê-conforto etc. e 2 mil para o enxoval do primeiro ano. O custo maior é com o parto: em torno de 12 mil reais (médicos e internação). O ideal é ter um convênio que cobre a maternidade. Assim, o casal pagará apenas os médicos, economizando metade. Assim, teriam que juntar cerca de 16 mil. Separando 2 mil por mês, terão a quantia em oito meses", diz Marcos. A segunda etapa, após o nascimento, será incorporar o pequeno no orçamento. "As despesas com um filho consomem de 20% a 25% da renda familiar." É bom também já ir pensando nas aulas de natação, no aparelho ortodôntico, no acampamento de férias... O futuro chega rapidinho.

Com informações de Revista Cláudia

18 de julho de 2013

Saiba como investir na universidade dos filhos



Se para os adolescentes passar no vestibular é uma grande preocupação, para os pais o problema vem depois: como pagar as mensalidades das faculdades particulares? Como as vagas em universidades públicas estão cada vez mais concorridas, muitos pais começam a pensar nos custos do canudo desde o nascimento do bebê. E eles não estão errados.

Se as contas da casa estão em dia e é possível reservar uma pequena quantia mensal para o futuro, é bom se precaver. “A educação dos filhos é uma das cinco necessidades financeiras universais, juntamente com a proteção da família, o crescimento do patrimônio, a aposentadoria e o legado”, explica Gilberto Poso, superintendente-executivo de gestão de patrimônio do HSBC. “Hoje, para quem tem condições de fazer isso, recomendamos começar já no nascimento da criança”, completa Poso.

Não é para menos – quanto mais tempo você poupar e investir, melhor. Para pagar o curso de administração de empresas em uma faculdade de primeira linha, por exemplo, você teria que desembolsar 135 mil reais hoje. Se a escolha for direito ou engenharia, os cursos saem por volta de 110 mil reais. Isso sem falar na graduação em medicina, que em média tem mensalidades de 4 mil reais, chegando a custar 280 mil reais o curso completo. Ou seja: muitas vezes, a mensalidade da universidade pode ser equivalente à renda mensal de uma família de classe média brasileira.

O casal Priscilla e Renato Issatugo já fez essa conta. Ele, economista, começou a pensar em abrir uma poupança para os estudos do filho, Heitor, (hoje com 3 anos) quando ele ainda estava na barriga de Priscilla. Mas a madrinha da criança se antecipou e fez um plano de previdência para o afilhado. “Ela deposita cerca de 120 reais mensais, e a previsão é de que tenhamos cerca de 35 mil reais quando o Heitor completar 18 anos”, diz Priscilla. Se o filho for aprovado em uma universidade pública, os pais pretendem usar a quantia para ajudar nos custos de uma eventual pós-graduação. “Ou mesmo comprar um carro para ele”, conta Priscilla.

O HSBC criou um plano de previdência chamado Previdência Jovem para casais prevenidos, como Priscilla e Renato. “Esse plano tem uma cobertura no caso de falecimento ou invalidez do responsável pelo jovem que o ajudará em seus estudos”, explica Poso.

No cenário atual, de juros baixos, Poso recomenda que os pais façam esse plano, mas que também apostem em outros investimentos do mercado financeiro. “Se você vai poupar por dez anos ou mais, vale a pena diversificar os investimentos – parte em um plano de previdência e parte em ações, por exemplo”, diz Poso.

Veja os cálculos de quanto um casal teria que poupar para garantir a universidade do filho no caso de investir no Previdência Jovem e no caso de diversificar os investimentos (parte em ações, parte no plano de previdência). Confira:



Plano Previdência Jovem*:

Idade da criança: 0 ano

Investimento para gerar 120 mil: 550 reais mensais

Investimento para gerar 240 mil: 1.100 reais mensais



Idade da criança: 8 anos

Investimento para gerar 120 mil: mil reais mensais

Investimento para gerar 240 mil: 2 mil reais mensais



Idade da criança: 15 anos

Investimento para gerar 120 mil: 3.333 reais mensais

Investimento para gerar 240 mil: 6.666 reais mensais



Parte no plano e parte em ações*:

Idade da criança: 0 ano

Investimento para gerar 120 mil: 420 reais mensais

Investimento para gerar 240 mil: 840 reais mensais



Idade da criança: 8 anos

Investimento para gerar 120 mil: 860 reais mensais

Investimento para gerar 240 mil: 1.720 reais mensais



Idade da criança: 15 anos

Não recomenda esse investimento.


*Levando-se em conta o cenário atual da economia. Observar as condições gerais no ato da contratação.

Uma observação: não é indicado o investimento em poupança se o plano for a longo prazo. “Se você pode poupar por mais de dois anos, esqueça esse tipo de investimento, pois no cenário atual não cobre nem a inflação”, recomenda Poso. Portanto, quanto mais cedo você decidir programar essa reserva de dinheiro, maior será o benefício para auxiliar na graduação do seu filho. Mas, para quem acha que já está tarde demais ou que é muito difícil reservar parte da renda pensando num futuro tão distante, a dica é fazer uma tabela com os gastos de toda a família – do aluguel ao cafezinho – e, juntos, avaliar o que pode ser diminuído ou cortado da lista. Assim, além de poupar para a educação superior do seu filho, você estará colaborando para a educação financeira dele!

Com informações de HSBC

11 de julho de 2013

Educação financeira começa cedo



Téo ainda não completou 5 anos, mas sua mãe, a bailarina Patricia Celanti, já o ensinou a juntar moedinhas para adquirir seu sonho de consumo atual: ovinhos de chocolate que vêm com brinquedos surpresa. Na casa da publicitária Andrea Tupinambá, Vitor e Gabriela, de 12 e 9 anos, participam de decisões como se vale mais a pena comprar um aparelho novo de celular a prazo ou negociar um desconto à vista.

Patricia e Andrea são mães que levam a sério desde cedo a educação financeira dos filhos. “Minha maior dificuldade está em dizer não ao que os meninos pedem, pois só assim eles vão aprender que precisam economizar e administrar o dinheiro para alcançarem os seus objetivos”, diz Andrea.

O especialista em educação financeira Reinaldo Domingos sabe bem as dificuldades que elas enfrentam em um mundo cada vez mais consumista. Autor da série de livros infantis O Menino do Dinheiro, Reinaldo reuniu dicas de como ajudar os adultos a transmitir noções de finanças para a garotada. Ele explica que desde cedo é possível – e necessário – dar aos pequenos uma noção do valor das coisas. Confira algumas sugestões para educar os filhos financeiramente:

Anote as despesas! Tanto pais quanto filhos devem fazer um diagnóstico financeiro dos gastos. Para isso, nada melhor que anotar todas as compras e contas, do cafezinho ao aluguel. No fim do mês, converse com seu filho sobre o que pode ser cortado ou economizado.

Dê mesada, mas com supervisão. O valor da mesada ou semanada deve ser calculado tendo em vista os gastos da criança. De preferência, deve-se dar a ela até um pouco menos do que a quantia ideal, para que pense antes de comprar e vá aprendendo a administrar o dinheiro – e ele não acabe antes do tempo.

Guarde antes e compre depois. Se você der à criança o que ela quer e combinar que vai descontando da mesada, por exemplo, é bem provável que não consiga cumprir o acordo. Ensine-a a guardar – em uma poupança ou “no porquinho” – e a ir curtindo a realização de alcançar a quantia necessária. Ela vai aprender a valorizar os sacrifícios que fizer em prol de seu desejo.

Resista à tentação de dar tudo sempre. Se os pais compram tudo o que a criança pede, ela nunca aprende o valor das coisas. Peça a ela para escolher somente um produto supérfluo no supermercado, por exemplo, e atenha-se à lista de compras.

Dialogue sempre. Reúna a família para conversar sobre os sonhos de consumo de cada um. Se possível, estabeleça com cada criança um desejo a curto prazo, um a médio prazo e um a longo prazo (até três meses, entre seis meses e um ano e mais de um ano de economia, respectivamente). Pesquise e mostre a ela quanto terá que poupar para alcançar cada sonho.

Com informações de Projetos Especiais

8 de julho de 2013

Aprenda a guardar dinheiro para viagens



Está louca para fazer uma viagem? Com disciplina, você consegue guardar a quantia necessária.

Isso implica algumas renúncias, mas os bons momentos no destino compensarão o esforço. Comece cortando gastos supérfluos: evite comer em restaurantes, comprar roupas e sapatos que não sejam "fundamentais"... Depois, fale com seu gerente e aplique as economias visando rentabilidade mínima de 0,6% ao mês (pode ser num fundo indexado ao CDI).

Confira abaixo o tempo que você precisa para juntar R$ 3 mil, por exemplo - o valor médio que um casal gasta num minicruzeiro nacional, a viagem dos sonhos de muitos brasileiros.


Prazo - 36 meses

Aplicação mensal - R$ 75

Taxa de juros - 0,6% a. m.

Valor total - R$ 3 mil


Prazo - 24 meses

Aplicação mensal - R$ 117

Taxa de juros - 0,6% a. m.

Valor total - R$ 3 mil



Prazo - 12 meses

Aplicação mensal - R$ 242

Taxa de juros - 0,6% a. m.

Valor total - R$ 3 mil

Com informações de M de Mulher

8 de maio de 2013

Dicas para contratar o melhor seguro de carro




De acordo com os dados do DENATRAN, o número de carros no Brasil cresceu 100% nos últimos 10 anos. E para andar por aí com segurança, muita gente opta pela contratação do seguro. É claro que esse é um tipo de serviço que ninguém quer precisar usar de fato. O problema é que sempre rola aquela dúvida na hora de escolher a melhor opção e, às vezes, o barato sai caro.

Para ajudar a tirar as suas dúvidas sobre a contratação do seguro e evitar surpresas futuras, Cassia Del Papa, vice-presidente do Sindicato de Corretores de São Paulo, deu algumas informações importantes. 

Confira:
- O valor do seguro varia de 3 a 5% do valor do automóvel, de acordo com o tipo de carro e formulário. O que interfere também é o sexo, estado civil, garagem e CEP de risco;
- O seguro é um pouco mais em conta para o sexo feminino, levando em consideração que as mulheres batem um pouco menos, cuidam melhor do carro. Chega a ser 10% mais barato que o seguro de um homem;
- Todo seguro de auto cobre a cláusula de enchente. Só que tem que atentar, se você está em um lugar e a água vem, tem seguro completo. Se você for em direção a enchente, não tem cobertura;
- Se você emprestar o carro para um amigo e ele bater, o seguro só paga se for comprovado que ele pega o carro esporadicamente. Agora se essa pessoa que bateu tiver idade entre 18 e 24 anos, não tem conversa. O seguro não paga!
- A seguradora tem um prazo legal de até 30 dias para pagar qualquer tipo de indenização;
- A franquia é alta, porque inclui o valor da mão de obra e das peças;
- Se você não quer uma franquia muito alta, pode optar pela franquia reduzida, que é 50% menor do que a normal. Na hora do sinistro, o segurado vai pagar metade da franquia, mas isso encarece de 30 a 40% o valor do seguro. Em alguns casos, vale fazer essa opção na hora da contratação.

Com informações de Globo

2 de abril de 2013

Evite cair na malha fina do Imposto de Renda com nossas dicas


Alguns pequenos erros, como colocar um ponto em vez de vírgula, no preenchimento da declaração do Imposto de Renda podem fazer a diferença na inclusão do contribuinte na malha fina da Receita Federal.
Pensando nisso, o presidente da Fradema Consultores Tributários, Dr. Francisco Arrighi, listou os 12 erros mais comuns que os contribuintes cometem na hora da declaração, confira:

1. Digitar o ponto (.), em vez de vírgula (,), considerando que o programa gerador da declaração não considera o ponto como separador de centavos.

2. Não declarar todos os rendimentos tributáveis recebidos, como salários, pró-labores, proventos de aposentadoria, aluguéis, entre outros.

3. Não declarar o rendimento tributável recebido pelo outro cônjuge, quando a opção for pela declaração em conjunto.

4. Declarar o somatório do Imposto de Renda Retido na Fonte descontado do 13º salário, ao Imposto de Renda Retido na Fonte descontado dos rendimentos tributáveis e descontar integralmente este somatório do imposto devido apurado.

5. Declarar o resultado da subtração entre os rendimentos tributáveis e os rendimentos isentos e não tributáveis, ambos informados no comprovante de rendimentos fornecidos pela fonte pagadora (empresa).

6. Declarar prêmios de loterias e de planos de capitalização na ficha “Rendimentos Tributáveis”, considerando que esses prêmios devem ser declarados na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva.

7. Declarar planos de previdência complementar na modalidade VGBL como dedutíveis, uma vez que a legislação só permite dedução de planos de previdência complementar na modalidade PGBL e limitadas em 12% do rendimento tributável declarado.

8. Declarar qualquer doação a entidades assistenciais. A legislação só permite doações efetuadas diretamente aos fundos controlados pelos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e limitados em até 6% do imposto devido.

9. Declarar Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, como Rendimentos Tributáveis, como por exemplo o 13º salário.

10. Não declarar os Ganhos ou Perdas de Capital quando são alienados bens e direitos.

11. Não declarar os Ganhos ou Perdas de Renda Variável quando o contribuinte opera em bolsa de valores.

12. Declarar despesas com planos de saúde de dependentes não relacionados na declaração do IR.

Com informações de Infomoney

26 de fevereiro de 2013

Doe seu imposto de renda em vez de pagá-lo ao governo



Os contribuintes que têm imposto a pagar, em vez de destiná-lo ao governo, podem doar o valor a entidades beneficentes e abater a doação do imposto de renda devido. Mas para isso é preciso que a instituição beneficiada se enquadre nas regras das doações com incentivo tributário. Em 2013 ficou mais fácil fazer doações incentivadas, já que agora é possível fazer todo o processo por meio do próprio programa gerador da declaração de IR, que também informa até qual valor é possível deduzir a doação do imposto devido.

Neste ano será possível deduzir tanto as doações incentivadas feitas ao longo de 2012 quanto aquelas feitas já em 2013, até 30 de abril, no ato do preenchimento da declaração. No primeiro caso, a doação poderia ter sido feita diretamente à entidade ou fundo beneficente dentro da modalidade incentivada até 31 de dezembro de 2012. Já no segundo caso, apenas poderão ser abatidas do IR 2013 as doações feitas até 30 de abril aos fundos que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) por meio do programa gerador da declaração, no ato do seu preenchimento.

Além da maior praticidade, quem fizer a doação neste ano, por meio do programa, tem a vantagem de saber exatamente qual é o imposto devido e qual é o valor máximo para dedução, ao preencher a declaração. Quem fez a doação no ano passado poderá abater o valor doado na declaração deste ano, mas não teve a opção de verificar qual seria o imposto devido e o valor exato que entra no limite de dedução.

Como doar neste ano para abater o IR 2013

As doações feitas por meio do programa são aquelas destinadas aos fundos municipais, estaduais ou ao fundo nacional da criança e do adolescente, que repassam recursos a projetos voltados para os mais jovens. Eles são mantidos, conforme o caso, pelos conselhos municipais, estaduais, distrital e federal da criança e do adolescente.

Para doar no ato do preenchimento da declaração, basta entrar na ficha “Doações diretamente ao Estatuto da Criança e do Adolescente” que fica no resumo geral do programa; selecionar um ou mais fundos cadastrados na lista fornecida; e, por fim, informar o valor da doação, que deve estar dentro do limite de dedução, calculado automaticamente pelo software.

“Na cidade de São Paulo, por exemplo, o fundo que recebe as doações é o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FUMCAD). No site do fundo é possível verificar quais instituições têm projetos junto ao fundo. O contribuinte escolhe o fundo para o qual ele quer doar e é este fundo que escolhe os projetos que vão receber recursos”, afirma Antonio Teixeira Bacalhau, coordenador da consultoria de IR do IOB Folhamatic.

O programa emitirá um Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), sob o código 3351, que deve ser pago em dinheiro, pessoalmente, nas agências bancárias, ou pelos meios eletrônicos oferecidos pelo banco. Isto é, bens, como imóveis, não são aceitos como doações. O pagamento deve ser feito até o último dia da entrega da declaração (30 de abril).

Para quem fez a doação fora do programa, em 2012, basta informar os pagamentos efetuados na ficha "Doações Efetuadas" – que agora não fica mais junto à ficha de Pagamentos Efetuados - indicando o nome do beneficiário, o número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), o código e o valor doado. Novamente, o programa informará automaticamente os limites de dedução de acordo com o imposto devido do contribuinte.

O contribuinte que fez doações em 2012 e deseja realizar novas doações por meio do programa em 2013 deve primeiramente informar as doações de 2012. Dessa forma, o programa irá calcular qual parcela já foi utilizada dentro do limite de dedução. Assim, quando o contribuinte fizer a doação dentro da declaração, o programa já informará quanto ainda lhe resta para destinar às doações e abater do IR.

Doações que podem ser abatidas

Não são todas as doações que contam com o benefício fiscal. No caso das doações que ainda podem ser feitas e abatidas em 2013, apenas podem ser deduzidas as doações feitas aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente, que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

No caso das doações feitas em 2012 e que poderão ser abatidas em 2013, só podem ser deduzidas aquelas feitas aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional do idoso; aos projetos aprovados pelo Ministério da Cultura e enquadrados na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet); aos projetos aprovados pelo Ministério da Cultura ou pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e enquadrados na Lei de Incentivo à Atividade Audiovisual; aos projetos aprovados pelo Ministério do Esporte e enquadrados na Lei de Incentivo ao Esporte; e aos projetos aprovados pelo Ministério da Saúde no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas) ou do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon).

“Muita gente se equivoca sobre as doações feitas diretamente a algumas entidades filantrópicas, que não são dedutíveis por falta de previsão legal. Por isso é preciso se certificar sobre quais instituições contam com o incentivo”, explica Samir Choaib, sócio do escritório Choaib, Paiva e Justo, Advogados Associados e especialista em imposto de renda. 

Segundo Antonio Teixeira Bacalhau, do IOB Folhamatic, não existe uma lista que relacione todos os projetos que possuem incentivos fiscais. “É muito importante tomar esse cuidado para verificar os projetos credenciados. Muitas ONGs pedem doações e dizem que é possível deduzi-las do imposto de renda, mas em alguns casos isso não ocorre”, afirma.

As doações para entidades beneficiadas pelos fundos que se enquadram no ECA devem necessariamente ser feitas por meio dos fundos para contarem com o incentivo. Alguns deles permitem ao doador escolher a instituição que vai receber seus recursos, mas o dinheiro precisa passar pelo fundo para contar com o benefício fiscal. Quem fizer a doação neste ano diretamente no programa gerador da declaração poderá somente escolher o fundo, mas não a entidade que vai receber os recursos.

O raciocínio dos fundos de amparo ao idoso é o mesmo daqueles enquadrados no ECA. Nas demais modalidades, é preciso se certificar se o projeto foi previamente aprovado Ministério responsável. Algumas entidades, como hospitais e fundações, oferecem mais de uma modalidade de doação, por isso é preciso ficar atento: pode ser possível doar sem o incentivo fiscal - para finalidades não enquadradas em leis de incentivo ou programas governamentais - e na modalidade de doação incentivada, para um projeto previamente aprovado e que conte com o benefício fiscal. Por isso é fundamental se informar antes de doar.

Limites de dedução

As deduções de doações só podem ser feitas no modelo de declaração completa do imposto de renda, já que pela declaração simplificada há um percentual de desconto fixo sobre a renda tributável de 20% que substitui todo tipo de dedução.

O limite de dedução para doações é de até 8% do imposto devido, mas não é possível alcançar esse limite fazendo a doação a apenas uma entidade. Para destinar 8% do imposto devido, parte das doações deve ser feita em 2012 e o benefício deve se dividir entre o Pronas, o Pronon e os outros tipos de incentivos.

As doações aos fundos que se enquadram no ECA, aos fundos de amparo ao idoso e aos demais projetos culturais e esportivos incentivados realizadas em 2012 não podem, somadas, ultrapassar o limite global de 6% do imposto de renda devido. Isto é, se o imposto devido for de 3 mil reais, o valor máximo de dedução é de 180 reais para esses tipos de doação juntos.

Já as doações feitas aos projetos aprovados no âmbito do Pronas e do Pronon, que não estão sujeitas ao limite global, não podem ultrapassar 1% do imposto devido cada uma.

As doações realizadas em 2013, que só podem ser destinadas aos fundos da criança e do adolescente, não podem passar de 3% do imposto devido, desde que o limite global de 6% não seja ultrapassado. Ou seja, quem já fez doações incentivadas no ano passado só vai poder, no máximo, inteirar o seu limite global de 6% neste ano. Quem ainda não doou também deve respeitar o limite de 3% para a próxima declaração.

Ou seja, para deduzir até 8% do imposto devido, o contribuinte deve ter doado, em 2012, 1% do imposto devido ao Pronon, 1% ao Pronas e outros 6% às outras instituições; ou 1% ao Pronas, 1% ao Pronon, 3% às demais instituições em 2012 e 3% ao ECA em 2013.

Com informações de EXAME

28 de janeiro de 2013

Cartão de crédito pode ser amigo do orçamento



Você pode achar que não, e até ter provas concretas contra isso, mas o cartão de crédito pode ser seu aliado na hora de planejar o orçamento. Um dos primeiros erros que as pessoas cometem ao começar a usar esta ferramenta de pagamento é não estabelecer qual o limite de crédito que pode ser usado. Não estamos falando do limite que a instituição financeira oferece, mas daquele que você mensura de acordo com o seu orçamento.

"O cartão tem um limite calculado de acordo com as condições de crédito, mas isso não deveria interessar ao consumidor. No dia a dia o limite é dado pela própria pessoa, que calcula quanto ela pode gastar no cartão de crédito. Se você usa o limite da administradora como sendo o quanto você pode gastar, você está repassando para a administradora a função de estabelecer o quanto você pode gastar, mas isso não é função dela, é sua", afirma Michael Viriato, professor de finanças da faculdade Insper. 

Uma das coisas que facilitam o endividamento das pessoas quando usam o cartão de crédito é a falta da sensação de gasto. Como a pessoa não tira o dinheiro de seu bolso, conta nas mãos e passa para o vendedor, nem vê a baixa na conta corrente, ela não acha que está gastando. Por isso é preciso manter planilhas de orçamento e anotar nas despesas do mês seguinte cada compra feita com o cartão de crédito como saída de dinheiro, ensina Carlos de Almeida, economista da Serasa Experian. 

Para que a sensação de gasto e controle sejam ideais, você pode montar um quadro ou mesmo usar a porta da geladeira para ir fixando todos os comprovantes de compras feitas no cartão de crédito, ensina Rogério Nakata, consultor de planejamento financeiro. 

O valor de cada novo comprovante deve ser somado diariamente, se for o caso, e você deve deixar anotado lá qual a quantia de sua renda do mês seguinte já está comprometida, ou seja, não te pertence mais, e qual o valor real que você terá em mãos ao receber o salário. 

Você pode usar o cartão de crédito para pagar praticamente qualquer tipo de despesa, inclusive supermercado. Quando usado desta forma, ele é instrumento para concentrar todos os pagamentos que você precisa fazer em uma única data. 

Mas para isso é importante planejar também a data de pagamento do cartão de crédito. De acordo com Rogério Nakata, a data ideal para o vencimento da fatura do cartão é um dia depois daquele em que o maior recebimento da pessoa, como o salário, por exemplo, fica disponível em sua conta. 

A possibilidade de fazer o parcelamento de pagamento de bens adquiridos é outra facilidade do cartão de crédito que causa transtorno. Neste caso, o ideal é evitar que o parcelamento ultrapasse várias datas comemorativas, por exemplo, para evitar o acúmulo de parcelas. "Não só no cartão de crédito, mas qualquer parcelamento que se faz é mais um tijolo que se coloca na construção da parede que é o endividamento", comenta Rogério Nakata. 

O cartão de crédito também pode ser um instrumento para controlar melhor o fluxo de caixa, ou seja, a relação entre entrada e saída de dinheiro de seu orçamento, e evitar que você acabe usando o cheque especial. "As despesas vão consumindo o salário ao longo do mês e o cartão de crédito deve entrar naquele período em que a pessoa não pagaria mais naquele mês então ela joga as compras que precisa fazer para o mês que vem sem precisar tomar dinheiro emprestado do banco. Isso é jogar para depois sem pagar juros", explica Michael Viriato. 

Mas são necessárias duas medidas para que esse controle de fluxo de caixa funcione. Primeiro o consumidor precisa compreender que o cartão de crédito não é uma maneira de alavancar seu poder de compra. Isso significa que antes de usar o cartão, você deve pensar se há saldo em caixa para pagar aquela despesa. 

A outra medida é sempre pagar o valor completo da fatura, ou seja, não entrar no crédito rotativo, que costuma ser a modalidade de crédito com os maiores juros do mercado. Se você perceber que não terá condições de pagar a fatura por completo, a dica dos especialistas é procurar o gerente de seu banco e negociar a aquisição de empréstimo e com este dinheiro pagar o cartão, pois os juros neste caso geralmente são menores. 

Com informações do site bbel.com.br

15 de janeiro de 2013

Banco reduz juro na compra de imóvel acima de R$ 500 mil


 A Caixa Econômica Federal reduziu os juros para o financiamento de imóveis com valor acima de R$ 500 mil. As novas taxas já valem para os empréstimos contratados a partir desta terça-feira. 

Para clientes que não possuem relacionamento com o banco, a taxa efetiva cai de 9,9% para 9,4% ao ano. Para clientes que possuem relacionamento e conta salário, os juros passam de 8,9% para 8,4% ao ano. Servidores públicos contam ainda com uma redução adicional, com juros de 8,3% ao ano agora.

Imóveis acima de R$ 500 mil estão fora das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e não contam, portanto, com recursos subsidiados da poupança ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No ano passado, o banco já havia cortado as taxas para imóveis enquadrados no SFH.

"Diante do cenário de demanda crescente por crédito imobiliário, o objetivo da Caixa é oferecer condições atrativas para os todos os clientes", diz o vice-presidente de Habitação e Governo da Caixa, José Urbano Duarte.

"Desta vez, ampliaremos as opções também ao público de média e alta renda." Segundo cálculo da Caixa, com a redução da taxa, um financiamento de R$ 600 mil, por exemplo, poderá ficar em torno de R$ 43 mil mais barato em 30 anos.

Com informações de Exame

8 de janeiro de 2013

Consulta ao 1º lote da malha fina liberada hoje



A Receita Federal libera hoje (8), a partir das 9h, a consulta ao primeiro lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2012 da malha fina. A consulta estará disponível no site da Receita. Serão liberadas também declarações dos exercícios de 2011, 2010, 2009 e 2008. O dinheiro será depositado no banco no próximo dia 15.

Para o exercício de 2012, serão creditadas restituições a um total de 79.484 contribuintes, com correção de 6%. Do exercício de 2011, serão creditadas restituições para um total de 11.513 contribuintes, com correção de 16,75 %.

De 2010, serão 6.781 restituições, com correção de 26,9% e de 2009, o número chega a 4.613 , corrigidas em 35,36%. Do exercício de 2008, serão creditadas restituições para um total de 4.703 contribuintes, com correção de 47,43%.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone, 146. Outra alternativa para as pessoas físicas, informou a Receita, é utilizar um aplicativo para tablets e smartphones que permite, entre outras coisas, a consulta das restituições desde 1999 e a situação cadastral de inscrição no CPF.

O aplicativo, desenvolvido pelo Serpro, é gratuito e pode ser utilizado para o Android, sistema do Google, e o iOS, criado pela Apple. Para fazer o download do aplicativo, o contribuinte tem as seguintes opções:

A Receita lembra que a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá procurar qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento do banco por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em qualquer banco.

Com informações de EXAME

7 de janeiro de 2013

Planeje seu orçamento para 2013



O começo do ano é sempre igual, IPVA, IPTU, matrícula em escolas, etc. Se você não se programar, pode ter surpresas desagradáveis, por isso, Ângela Nunes, economista, especialista em mercado de capitais e planejadora financeira certificada, CPF pelo IBCPF deu algumas dicas de como fazer um planejamento para um bom orçamento em 2013. 

Segundo Ângela, o primeiro passo é começar a planejar em janeiro, montando a previsão para os gastos até dezembro. A economista sugere guardar um pouco do salário todo o mês para suprir os gastos excessivos de final de ano sem ficar na dependência do 13º salário. "Acredito que uma boa saída para as pessoas é elas trabalharem com o planejamento a longo prazo, pois todo ano acontece o mesmo erro. As pessoas esquecem de analisar seus gastos mensalmente e o décimo terceiro passa a ser a salvação para quitar as dívidas acumuladas", comenta Ângela.

 Segundo pesquisas, o ano de 2012 foi o ano onde o brasileiro mais se endividou, especialistas dizem que isso é falta de planejamento e educação financeira. "O brasileiro pensa pouco no futuro, pois não tem o hábito de lidar com planejamento. Soma-se a precariedade da educação financeira nas escolas com o endividamento e tudo vira uma bola de neve difícil de controlar. É preciso planejar", comenta a economista. 
Ângela comenta que existem dois tipos de endividamento: O saudável e o por consumo. O saudável é aquele que traz algum benefício duradouro, como imóveis, carros, etc. O por consumo é endividamento por falta de controle, dívidas que não tarzem nenhum benefício, como roupas, viagens desnecessárias, etc. O forte apelo comercial presente nos meios de comunicação também é considerado pela economista como um atrativo ao endividamento. 

O parcelamento é apontado como outro fator de risco para o endividamento do brasileiro. "A pessoa faz as contas e vê que a parcela cabe no seu salário, mas se esquece de que ela tem outras três ou quatro parcelas que individualmente também cabiam no salário. Ao final do mês, quando for somar todos os parcelamentos, falta dinheiro e aí começam os problemas com o cheque especial e o cartão de crédito", menciona Ângela. 
Segundo a especialista, um erro muito comum é que no fim do ano as pessoas gastam completamente o 13º e esquecem das despesas do início do ano. "Caso a pessoa tenha exagerado nas compras de natal e não tenha sobrado dinheiro para as indesejáveis dívidas do começo do ano, vai precisar recorrer ao cheque especial e, com isso, estará sujeito à cobrança de juros e correção monetária sobre o valor usado para pagar suas despesas", aponta Ângela. 

Não é preciso esperar o final do ano para consertar as finanças. Organização e disciplina podem resolver facilmente, desde que todos que participam do orçamento familiar estejam empenhados na tarefa. A economista recomenda que logo no início de janeiro se faça uma previsão dos gastos até dezembro. Isso facilita na hora de identificar as principais despesas do orçamento familiar e a planejar inclusive o que pode ser cortado para ajudar na economia. Ângela sugere que o consumidor avalie sobre a real necessidade do consumo imediato em relação ao consumo futuro, evitando o endividamento pelas compras desnecessárias.

Com informações do site bbel.com.br

3 de janeiro de 2013

Investir em títulos públicos pela internet será mais barato em 2013




Desde ontem, quarta-feira (2), as pessoas físicas pagarão menos para investir em títulos públicos pela internet. A BM&FBovespa fechou acordo com o Tesouro Nacional para deixar de cobrar a taxa de negociação de 0,1% no momento da compra dos títulos do Tesouro Direto.

Com a mudança, as únicas taxas que o aplicador pagará para aplicar nos títulos públicos são a taxa de custódia, atualmente em 0,3% ao ano, e a taxa de administração cobrada pela instituição financeira, que varia de zero a 2% ao ano dependendo do banco ou da corretora que executa a aplicação.

De acordo com o Tesouro Nacional, a mudança torna o Tesouro Direto mais atrativo ao aplicador. Isso porque a redução dos custos aumenta a rentabilidade dos títulos públicos.

Segundo o órgão, um título de seis meses renderia 16,5% mais que a poupança, que é isenta de taxas, e de 10,5% a 27,6% mais que os fundos de investimento, que cobram de 1% a 2% de taxa de administração.

O Tesouro anunciou ainda que ampliou os incentivos para as instituições financeiras conseguirem investidores para o Tesouro Direto. Atualmente, as corretoras recebem da BM&FBovespa parte da taxa de custódia.

A partir de janeiro, metade do valor recebido terá de ser aplicado em divulgação e capacitação de funcionários para vender os títulos públicos aos aplicadores.


O programa de venda de títulos públicos pela internet foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, sem intermediação de agentes financeiros.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa fixa definida antecipadamente.

Com informações de EXAME

3 de dezembro de 2012

Saiba como utilizar seu 13º salário com sabedoria



Falta menos de um mês para o fim do ano, e com ele vem o tão esperado 13º salário. Enquanto algumas pessoas o gastam nas festividades desta época, outros fazem planos com ele, seja para adquirir um sonho ou para arcar com as enormes despesas que vem com o começo de ano. Mas quais são as melhores formas para aproveitá-lo? A resposta dos especialistas é unânime: Faça um planejamento e quite suas dívidas! 

Para a Fádua Sleiman, diretora do Conselho Nacional da Mulher Empresária, a associação do 13º com as compras de natal se dá devido ao seu recebimento no final do ano, porém, a ideia original do benefício é colaborar com o salário base. O professor da FECAP Edson Sadao, doutor em administração pública e governo, complementa que o impulso para gastar o 13º salário é demasiadamente sedutor e, por isso, é necessário o planejamento. "Quem tem dívidas em atraso, vale a pena priorizar o pagamento, evitando os altos custos de juros cobrados pelos mercado".

O especialista comenta que algumas pessoas mesmo usando o 13º salário ainda manterão 1 ou 2 dívidas. "Manter algum endividamento pode ser a saída para quem quiser gastar com as festas de final de ano", comenta Sadao. Por isso que o planejamento é tão importante. Sadao menciona a tão alta taxa de juros cobrada no país, e por isso, para evitar dívidas ainda maiores o mais sábio é se organizar e quitá-las.

Poucas pessoas têm o hábito de poupar quando recebem um dinheiro extra, ainda mais quando ele chega próximo às festas de final de ano. O que muitos esquecem é que junto com o novo ano chegam os impostos e taxas. Fádua recomenda atenção a esses gastos. "O dinheiro deve ser utilizado para pagar os impostos de começo de ano e, para quem tem filhos na escola, mensalidades, faculdade e material escolar". 

Sadao cita alguns fatores a se considerar na hora de planejar os gastos, como a idade, preferências e gostos. Diante de tantas informações, segundo o professor, o ideal é que o gasto não ultrapasse 70% do valor do 13º salário. Fádua sugere fazer uma lista de presentes e estipular um valor máximo a ser gasto, evitando ultrapassá-lo. 

Uma dica para usar este dinheiro é adiantar o pagamento das contas que vencem só no início do ano, mas para que essa estratégia funcione, é necessário que o desconto seja maior ou igual a 1% ao mês, explica Sadao. "Vale negociar ou pagar antecipado porque o desconto pode ser muito interessante", complementa.
Com disciplina, organização e controle é possível fazer o 13º render frutos, investindo parte do valor recebido. O primeiro passo é avaliar a necessidade de uso desse dinheiro. Para investimentos a curto prazo, Edson Sadao recomenda o investimento na poupança tradicional, porém, se o investimento puder ser a longo prazo, a dica é investir no Tesouro Nacional, fundos de renda fixa ou previdência privada. 

Com informações do site bbel.com.br

22 de novembro de 2012

Salário mínimo em 2013 deverá ficar em R$ 674,95




O valor do salário mínimo previsto para entrar em vigor a partir de janeiro de 2013 será R$ 674,95, um ganho de R$ 4 em relação à expectativa anunciada anteriormente de R$ 670,95.

O reajuste se deve à atualização dos parâmetros macroeconômicos enviados na última quarta-feira (21) pelo Executivo para o Congresso.

Os cálculos do governo elevaram de 5% para 5,63% a previsão de inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) para 2012, um dos índices usados para o cálculo do reajuste do valor do mínimo.

O novo índice será usado na proposta orçamentária para 2013 em análise na Comissão Mista de Orçamento do Congresso.

Pelos cálculos do Ministério do Planejamento, a elevação de 0,63 ponto percentual do INPC terá impacto de R$ 1,243 bilhão nos gastos com benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao salário mínimo, como aposentadorias e pensões do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), seguro-desemprego e abono salarial.

A atualização manteve o crescimento real do PIB (Produto Interno Bruto), para 2013, em 4,5%, mas rebaixou de 3% para 2% o crescimento deste ano.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias estabelece que o Executivo envie a atualização dos parâmetros da economia. Os números são usados na avaliação da despesa e da receita para o próximo Orçamento.

Com informações de R7