17 de janeiro de 2013
Governo Dilma reduz custos para aumentar procura por Tesouro Direto
3 de janeiro de 2013
Investir em títulos públicos pela internet será mais barato em 2013
Desde ontem, quarta-feira (2), as pessoas físicas pagarão menos para investir em títulos públicos pela internet. A BM&FBovespa fechou acordo com o Tesouro Nacional para deixar de cobrar a taxa de negociação de 0,1% no momento da compra dos títulos do Tesouro Direto.
Com a mudança, as únicas taxas que o aplicador pagará para aplicar nos títulos públicos são a taxa de custódia, atualmente em 0,3% ao ano, e a taxa de administração cobrada pela instituição financeira, que varia de zero a 2% ao ano dependendo do banco ou da corretora que executa a aplicação.
De acordo com o Tesouro Nacional, a mudança torna o Tesouro Direto mais atrativo ao aplicador. Isso porque a redução dos custos aumenta a rentabilidade dos títulos públicos.
Segundo o órgão, um título de seis meses renderia 16,5% mais que a poupança, que é isenta de taxas, e de 10,5% a 27,6% mais que os fundos de investimento, que cobram de 1% a 2% de taxa de administração.
O Tesouro anunciou ainda que ampliou os incentivos para as instituições financeiras conseguirem investidores para o Tesouro Direto. Atualmente, as corretoras recebem da BM&FBovespa parte da taxa de custódia.
A partir de janeiro, metade do valor recebido terá de ser aplicado em divulgação e capacitação de funcionários para vender os títulos públicos aos aplicadores.
O programa de venda de títulos públicos pela internet foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, sem intermediação de agentes financeiros.
A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa fixa definida antecipadamente.
Com informações de EXAME
18 de setembro de 2012
Melhore seus investimentos em um cenário de juros baixos
Com informações de Infomoney
20 de agosto de 2012
Descubra se já é hora de comprar um carro novo
Comprar um carro novo está na sua lista de coisas para fazer antes dos 30 anos? Este é um bom momento para concretizá-la. O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos veículos foi reduzido pelo governo federal - o que provocou a queda de 10%, em média, no valor dos carros. O desconto - que nos modelos populares gira em torno de 2 mil reais! - vai até o dia 31 de agosto.
Onde comprar
Se tem certeza da marca do carro que quer, vá direto a uma concessionária. Já se prefere comparar as promoções de marcas diferentes encare um feirão de veículos - evento que reúne várias concessionárias em um mesmo lugar. Os preços não são menores no feirão, mas você economiza tempo, não tendo de bater perna pela cidade, indo nas lojas de cada marca.
Em muitas parcelas
No mundo ideal, você chegaria na loja e pagaria o carro à vista (e com um superdesconto). Porém, como vive no mundo real do seu salário, os financiamentos tornam-se um mal necessário - as parcelas cabem no seu bolso, mas você terá de pagar juros!
Dá para financiar em um banco ou direto na concessionária que você vai comprar. Será preciso levar RG, CPF, comprovante de residência, de conta bancária e de renda (geralmente só se aprova o financiamento se as parcelas tomarem no máximo 30% da renda do comprador. Por exemplo, se ganha R$ 3 mil, não pode gastar mais de R$ 900 em cada prestação).
Um carro pode ser financiado em até 120 meses. E, óbvio, quanto maior a entrada, menores serão os juros e o valor das parcelas.
Você ainda vai ter de bancar uma taxa de análise de perfil de crédito do cliente (ou um nome semelhante, cada banco escolhe o seu), que pode chegar a R$1 500. Essa taxa é dividida entre o banco e a concessionária. Por isso, dá para negociá-la e conseguir até 50% de desconto nela na hora da compra.
Custos altos
Os juros para financiar um carro estão entre os menores do mercado. "Variam de 0,95% a 0,99%. Já os da compra de uma geladeira, por exemplo, são de cerca de 5%", diz Ivan Nakano, gerente de varejo da Ford. Isso porque, se você deixar de pagar as parcelas, o carro pode ser tomado de volta (copiou?) - e ainda terá um alto valor na revenda.
Juros baixos, impostos reduzidos: parece sedutor. Mas faça os cálculos com calma. "Uma parcela de R$ 400 pode parecer em conta para quem ganha R$ 2 mil. Você divide tudo em 100 vezes. Mas esse é o caminho mais rápido para se endividar", alerta o planejador financeiro Valter Police. O valor da parcela é fichinha perto do que gastará, no mês, para manter o carro. O veículo precisa de combustível, lavagem, IPVA, seguro, estacionamento, entre muitas outras coisas. Em geral, se você faz uso constante do carro, o gasto de manutenção pode sair mais de R$ 1 mil por mês - além da parcela! Se acha que pode manter todos os custos (incluindo os imprevistos) - e realmente precisa de um automóvel - pegue a calculadora já!
Taxa zero! oi?
Não acredite em ofertas de concessionárias que anunciam taxa zero. Nenhum financiamento é feito sem cobrança de juros. Nesse caso, eles estão embutidos no valor do carro.
Quanto custa
O IPI dos carros 1.0, que antes era de 7% (sob o valor do carro), foi reduzido a zero até o dia 31 de agosto. Já o IPI de carros 1.6 e 2.0 caiu para 6,5% (movidos à gasolina) e para 5,5% (movidos a álcool).
Com informações de MdeMulher
29 de maio de 2012
Mais de 6 mil participantes de consórcios de imóveis usam FGTS
1 de fevereiro de 2012
Construção civil atrai investimentos externos
As boas expectativas para 2012 têm atraído investimentos estrangeiros em muitos setores e a bola da vez é a construção civil. Júlio Monte Carlo, economista conta que, com a proximidade de grandes eventos esportivos que acontecerão no País, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas em 2016, combinados com o boom imobiliário brasileiro e a crise na Europa e nos Estados Unidos, tem se tornado cada vez mais evidente o interesse de bancos, empresas e fundos de pensões estrangeiros em investir em ações ligadas à construção civil no Brasil.
De acordo com o especialista em economia, Otávio Freitas, os investidores estrangeiros encontram no Brasil uma oportunidade de aplicar seus investimentos e obter lucros mesmo em momentos financeiramente conturbados. Para ele, porém, os grandes atrativos que diferenciam o país de outros emergentes são sua situação social atual e também algumas medidas adotadas recentemente pelo governo.
Para Freitas, o Brasil tem um bom sistema político e econômico, onde é visível o aumento gradativo da classe média, juntamente com as facilidades provenientes do acesso ao crédito. O Brasil também possui um baixo endividamento e uma renda relativamente alta. A expectativa, segundo informações da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC), é que os investimentos estrangeiros na construção civil brasileira ultrapassem US$14 bilhões em 2012.
8 de dezembro de 2011
Ceará pode receber investimentos de até R$ 3 bilhões
"2011 é o primeiro ano de governo, em que o governador decidiu dar continuidade aos projetos que vinham em andamento e dar uma arrefecida em novos projetos. O governador está agora tomando decisão pra dar uma nova retomada a partir de 2012 com estes novos projetos", comenta o secretário-adjunto ao jornal Diário do Nordeste..
Os planos do governo são de em 2012 continuar o Plano Plurianual Participativo e Regionalizado, que prevê os gastos públicos até 2015. Neste período, deverão ser investidos R$ 17 bilhões, mais que o dobro do investido no período de 2008 a 2011.
Visita
Ana Dias Lourenço, ministra de Planejamento de Angola, país africano, visitou ontem o sistema de monitoramento de projetos utilizado pelo Governo do Ceará, o WebMapp, que permite o acompanhamento e análise das ações físicas e financeiras das ações das secretarias.
"Este sistema é inédito no País, e é utilizado pelos secretários e pelo próprio governador do Estado sistematicamente para acompanhar, em tempo real, e tomar decisões desses projetos", afirma o secretário adjunto da Seplag.
A ministra angolana comentou como o Ceará é bem visto fora do país e como essa nossa prática é exemplar e foi isso que a estimulou a vir conhecer o estado e o sistema. "O Estado do Ceará é o que começou a implementar, na pratica, o sistema aqui no Brasil. Além disso, nos interessou o fato de que o Ceará, nesses últimos anos, tem enfrentado grandes desafios do ponto de vista estrutural, do nível de desenvolvimento do próprio Estado. Angola é um país com organização administrativa diferente. Mas a ideia é nós montarmos um sistema de monitoramento dos projetos de investimento público do país, e vamos aproveitar estas ideias", diz Ana Dias.
24 de novembro de 2011
Faça seu 13º render
Os mais recomendados por especialistas são o Fundo do Tesouro Direto, a poupança e ações. Mas o produto financeiro ideal vai depender do objetivo do investidor, se é de curto ou longo prazo.
Se você quer fazer uma reserva financeira, para o caso de perder o emprego, procure aplicações mais seguras. “É preciso ser mais conservador para não correr o risco de perder,” diz Sinara Polycarpo, superintendente de Investimentos do banco Santander
Os bancos e corretoras oferecem os títulos do Tesouro Direto, os fundos de renda fixa, a poupança e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), que funcionam como um título de dívida do banco e são oferecidos pela própria instituição bancária. Esses serviços são mais conservadores e, portanto, mais garantidos. “Como o cenário está muito incerto e as perspectivas são de que o mundo e o Brasil cresçam menos, é melhor ser conservador”, acrescenta Sinara.
Outra opção é fazer uma poupança. Além de ser mais prática e segura, ela lhe oferece um lucro razoável. diz Gilberto Braga, professor de finanças do Ibmec. “O mecanismo de investimento é simples, pode ser feito na internet. É uma opção apropriada para uma parcela da população que tem vergonha de falar com o gerente do banco, por não ter conhecimentos, mas quer começar a fazer uma reserva de capital”, acrescenta.
Vale acrescentar que os títulos do Tesouro Direto, os fundos de investimento de renda fixa e os CDBs são recomendados para quem possui algum conhecimento financeiro. “São produtos mais convenientes para quem tem algum conhecimento e não se sente perturbado em assumir um grau maior de risco”, diz Braga.




