30 de novembro de 2010

Projeto reduz prazo para cartório registrar imóvel

A Câmara analisa o Projeto de Lei 7889/10, do deputado Vitor Penido (DEM-MG), que reduz para 15 dias o prazo para que o Cartório de Registro de Imóveis efetue o registro. Atualmente, a Lei de Registros Públicos (Lei 6.015/73) estabelece prazo de 30 dias.


"Esse prazo foi fixado na década de 70 do século passado, quando a comunicação era muito difícil, o País não possuía a estrutura de hoje, nem, tampouco, havia informatização", argumenta Penido.


A mudança, acrescenta, beneficiaria quem compra imóvel pelo Sistema Financeiro Habitacional. "Muitas aquisições deixam de se concretizar em face do prazo prolongado, já que o alienante recebe o preço somente após o registro", diz o deputado.

29 de novembro de 2010

IGP-M de novembro de 2010 fica em 1,45%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 1,45%, em novembro. Em outubro, o índice variou 1,01%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.


O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 1,84%. No mês anterior, a taxa foi de 1,30%. O índice relativo aos Bens Finais variou 1,34%, em novembro. Em outubro, este grupo de produtos mostrou variação de 1,53%. Contribuiu para a desaceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 8,50% para -3,21%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice Bens Finais (ex) registrou variação de 1,89%. Em outubro, a taxa foi de 0,83%.


O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,76%. Em outubro, a taxa foi de 0,21%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou acréscimo em sua taxa de variação, que passou de 0,06% para 0,92%, sendo o principal responsável pela aceleração do grupo. O índice Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,88%, ante 0,22%, em outubro.


No estágio inicial da produção, o índice de Matérias-Primas Brutas variou 3,92%, em novembro. No mês anterior, o índice registrou variação de 2,55%. Os itens bovinos (4,28% para 11,42%), soja (em grão) (5,04% para 9,72%) e algodão (em caroço) (2,40% para 13,49%) foram os principais responsáveis pela aceleração do grupo. Ao mesmo tempo, registraram-se desacelerações em itens como: minério de ferro (-3,83% para -8,13%), aves (4,99% para 0,97%) e laranja (15,40% para 3,26%).


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,81%, em novembro. No mês anterior, a variação foi de 0,56%. Quatro dos sete grupos componentes do índice apresentaram acréscimos em suas taxas de variação, com destaque para Alimentação (1,23% para 1,91%). Nesta classe de despesa, vale mencionar os itens: carnes bovinas (4,05% para 8,67%), frutas (-0,99% para 2,04%) e hortaliças e legumes (-1,70% para 0,61%).


Também apresentaram avanços em suas taxas os grupos: Transportes (0,15% para 0,72%), Vestuário (0,67% para 0,96%) e Despesas Diversas (0,23% para 0,25%). Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: gasolina (-0,24% para 1,59%), roupas masculinas (0,26% para 0,93%) e cerveja (1,67% para 2,18%), respectivamente.


Em contrapartida, apresentaram decréscimos em suas taxas de variação os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,45% para 0,19%), Educação, Leitura e Recreação (0,22% para 0,20%) e Habitação (0,28% para 0,27%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,79% para -0,35%), passagem aérea (2,67% para -0,20%) e taxa de água e esgoto residencial (1,33% para 0,00%), respectivamente.


O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em novembro, variação de 0,36%, acima do resultado do mês anterior, de 0,15%. Dois dos três grupos componentes do índice apresentaram aceleração: Serviços, de 0,29% para 0,48%, e Mão de Obra, de 0,03% para 0,59%. Já o índice relativo ao grupo Materiais e Equipamentos passou de 0,26%, no mês anterior, para 0,07%, nesta apuração.

25 de novembro de 2010

Corretores de imóveis podem ter isenção de IPI na compra de veículos

Os filiados aos Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis (Creci's) que destinem seus veículos ao exercício da profissão poderão ter isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de automóveis. É o que estabelece projeto aprovado na quarta-feira (24) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O projeto (PLS 197/10) agora segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde terá decisão terminativa.Decisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado.

Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. .
O texto é de autoria do então senador Romeu Tuma (1931-2010) e contou com o voto favorável do senador Gerson Camata (PMDB-ES). Em seu relatório, Camata incluiu no projeto a obrigatoriedade de filiação do corretor de imóveis à Creci, autarquia na qual devem ser inscritos esses profissionais. O relator ressaltou que, por se tratar de uma matéria referente ao estímulo ao emprego, cabe a aprovação pela CDH.

O PLS altera a Lei 9.989/95, que trata de diversas situações referentes a isenção de IPI.

24 de novembro de 2010

Dez dicas para não comprar um imóvel irregular

Saiba quais são os documentos necessários para comprovar que o imóvel não tem problemas de estrutura, pendências jurídicas nem dívidas

Um imóvel é o bem mais caro que boa parte dos brasileiros vai comprar durante a vida. Antes de assinar o contrato de aquisição, é importante que o comprador tenha acesso a toda a documentação necessária para comprovar que o imóvel está regularizado e não possui pendências jurídicas ou financeiras. Solicitar ao vendedor o número do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) é imprescindível para checar grande parte das possíveis pendências com a propriedade. Abaixo a engenheira civil Sanrlei Polini, fundadora da Soluções Consultoria, especializada em regularização de imóveis, ensina os dez passos para evitar problemas na hora de comprar um imóvel:


1 - Verifique se o vendedor é realmente o proprietário do imóvel por meio da análise da matrícula do registro de imóveis. A documentação pode ser solicitada diretamente ao vendedor ou no registro de imóveis da região. "Essa informação facilita a checagem dos demais documentos, pois já indica que não será necessária a presença de outros proprietários", indica Sanrlei.


2 - Levantar as certidões dos proprietários de forma a identificar a saúde financeira do vendedor. Trata-se da certidão dos 10 cartórios de protestos e processo civil ou trabalhista. Esse é o documento que concentra todas as certidões. Assim, não há chance que antigos débitos sejam cobrados do novo proprietário.


3 - Checar se o imóvel possui dívida de IPTU. Diretamente na subprefeitura onde está localizado o imóvel ou mesmo no site da prefeitura é possível conferir a situação do imposto somente com seu número.


4 - Também na subprefeitura e de posse do número do IPTU há a possibilidade de conferir se o imóvel possui dívida de multas - que ocorre no caso de obras ou utilização irregular do terreno.


5 - Averiguar a aprovação do projeto na subprefeitura. "A aprovação do projeto é
determinante, pois comprova que houve um responsável técnico pela obra", explica Sanrlei.


6 - Com a companhia de um profissional (engenheiro ou arquiteto), vistoriar o imóvel para apurar se está de acordo com o projeto aprovado.


7 - Solicitar ao profissional técnico apontamentos sobre a possível existência de problemas de estrutura ou manutenção. "Tais eventualidades devem ser consideradas em contrato ou sanadas antes da compra", diz a engenheira.


8 - Confirmar a existência do Habite-se, o documento que atesta que o imóvel foi construído seguindo as exigências estabelecidas pela prefeitura local para a aprovação de projetos. O mesmo pode ser solicitado na subprefeitura onde está o imóvel.


9 - Analisar se o zoneamento permite ampliação do imóvel. "A lei de zoneamento urbano regula o uso, ocupação e arrendamento da terra urbana por parte dos agentes de produção do espaço urbano, tais como as construtoras, incorporadoras, proprietários de imóveis e o próprio Estado. Caso não haja permissão para alteração no projeto aprovado, o novo proprietário será proibido de executar uma obra, por exemplo.", alerta Sanrlei Polini.


10 - Verificar se o imóvel não é tombado junto ao Condhephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo) ou Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Isso pode ser feito por meio de consulta ao site da prefeitura ou pessoalmente na subprefeitura.(Exane)

23 de novembro de 2010

Venda de materiais de construção cresce 0,63% em outubro

As vendas domésticas de materiais de construção cresceram 0,63% em outubro na comparação com o mesmo mês em 2009, mas recuaram 0,47% em relação a setembro, informou nesta sexta-feira a associação que representa o setor, Abramat.

No ano até outubro, o varejo de materiais acumula alta de 13,4% sobre igual período do ano passado. Em 12 meses, a expansão acumulada é de 11,53%.

Com o ritmo de crescimento apresentando certa desaceleração em relação a 2009, a Abramat reduziu a estimativa de aumento do faturamento para o fechado do ano, para alta de 12%. Anteriormente, a estimativa era de elevação de 15%.

Segundo a entidade, no mês passado, as vendas de materiais de acabamento registraram aumento de 13,85%, enquanto as dos insumos básicos caíram 5,9%.

"Em 2008, houve o início de muitas obras, com o subsequente consumo elevado de materiais de base. Agora, muitos desses empreendimentos estão sendo entregues", afirma o presidente da Abramat, Melvyn Fox, em nota.

A Abramat afirmou ainda que, com o resultado de outubro, o setor registra 12 meses consecutivos de alta na comparação anual.

Em outubro, o nível de emprego da indústria de materiais cresceu 11,35% ano a ano, apurando ligeira queda de 0,17% ante setembro.

22 de novembro de 2010

Alta-renda aumenta a demanda por crédito

Os clientes de bancos na categoria de private banking, ou seja, com disponibilidade mínima de investimento raramente inferior a R$ 1 milhão, têm mostrado um maior interesse por crédito bancário. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em seu boletim trimestral.


Com isso, de julho a setembro de 2010 os clientes de alta-renda tiveram crédito concedido de R$ 3,597 bilhões, contra R$ 2,779 bilhões de janeiro a março deste ano. O número representa um crescimento de 29,44%.


"A gente vem percebendo um aumento de consulta e de pedidos de crédito para a área de private banking. Acredito que isso decorre do bom momento vivido pela economia brasileira", explica Nicolao Jannuzzi, superintendente de produtos de crédito do Private Banking do Itaú.


Na posição total do crédito concedido por categoria, o Fiança aparece com 56,6% do mercado, seguido por Outros, com 36,5%, e Imobiliário, com 6,9%. Em números, Fiança registrou crédito no montante financeiro de R$ 2,035 bilhões, enquanto Outros apresenta volume de R$ 1,312 bilhão e Imobiliário encerrou com R$ 250 milhões.


"Mesmo com o volume inferior do segmento imobiliário temos percebido um aumento. Do fechamento de crédito para alta-renda no setor imobiliário de 2009 para 2010 devemos encerrar com o dobro em volume concedido. Este tipo de cliente não tem cultura de financiar imóvel", afirma Jannuzzi, que diz ainda que o crédito imobiliário no private banking corresponde a apenas 10% da carteira de crédito.


A principal movimentação vem na categoria Fiança, em que o cliente necessita de uma garantia para realizar grandes operações. "Para muitas negociações é necessário ter uma fiança como garantia, como, por exemplo, em compra de empresas ou negócios realizados nos mercados de Bolsa de Valores", acrescenta Jannuzzi.


No último trimestre apurado pela Anbima, os investidores de alta renda aplicaram R$ 336,623 bilhões no mercado financeiro, sendo R$ 142,609 bilhões para Fundos, R$ 112,862 bilhões para Ativos de Renda Fixa, R$ 64.957 bilhões em Ativos de Renda Variável e R$ 16,195 bilhões em Outros.


"Os investidores de alta renda devem continuar com uma participação elevada no mercado financeiro, sempre de olho em oportunidades que o mercado oferece", finaliza Jannuzzi.


No comparativo de dezembro do ano passado a setembro deste ano, os investidores aumentaram suas aplicações em 15,9%, saindo de R$ 290,508 bilhões no final do ano passado, para os atuais R$ R$ 336,623 bilhões.


Dentro dos R$ 16,195 bilhões em investimentos da categoria Outros, R$ 9,743 bilhões foram destinados a Previdência Aberta, R$ 4,529 bilhões a Outros Investimentos e R$ 1,922 bilhões para a categoria Caixa/Poupança.


Entre os investimentos realizados em Fundos de Investimentos Abertos e Restritos, 60,9% aplicaram seus recursos em fundos abertos, enquanto 39,1% investiram em fundos restritos. Dentro do percentual de Fundos Abertos, 72% vieram de investimentos dos proprietários, e 28%, de terceiros.


No total de private investido em fundos, 51,8% preferiram aplicar em Multimercados, com volume financeiro de R$ 73,849 bilhões, seguido do Curto Prazo / Referenciado DI, com participação de 16,4% e montante financeiro de R$ 23,395 milhões. A terceira categoria a receber mais investimentos foi Renda Fixa, com 13,1% de participação e volume financeiro de R$ 18,673 bilhões.


Na distribuição do Patrimônio Líquido por Domicílio, São Paulo aparece em primeiro entre os clientes de private banking, com 56%, com volume financeiro de R$ 189,620 bilhões, seguido por Rio de Janeiro, com participação de 18%, com montante financeiro de R$ 61,024 bilhões. Em terceiro aparece a Região Sul, com volume de R$ 42,201 bilhões e participação de 13% no total. O segmento é considerado um dos mais promissores no mercado, por causa do retorno de recursos que estavam no exterior.


Maior crescimento
O Brasil tem um dos mercados de private banking que mais crescem no mundo. As projeções são de que o crescimento no País ficará em 21% em 2010, ante 6% a 7% projetado para o contexto global. Esse segmento deve encerrar este ano com US$ 45 trilhões em ativos, segundo estimativas da Booz & Company. A projeção é de que existam 10,5 milhões de milionários no mundo.


O Brasil, junto com os outros países que formam o BRIC (Índia, Rússia e China), tem registrado crescimento do número de milionários, influenciado por fatores como crescimento da economia, vendas de empresas familiares a sócios estratégicos e aberturas de capital de companhias. O continente europeu concentrava 35% dos recursos dos investidores de alta renda do planeta em 2002. Este ano, o percentual caiu para 28%. A Ásia, por sua vez, subiu de 26% para 31%. Os Estados Unidos mantiveram a participação de 31%.


Para 2011, a projeção é de que os ativos dos milionários atinjam a marca de US$ 49 trilhões. A crise financeira mundial teve impacto nesse mercado. Por causa da queda dos preços dos ativos, os recursos dos milionários encolheram: baixaram de US$ 42 trilhões em 2007 para US$ 35 trilhões no ano seguinte, que marcou o auge da crise e das perdas.


Considerando um mercado ainda mais seleto, os bilionários, o estudo da Booz & Company indicou que existem 1.011 pessoas com mais de US$ 1 bilhão no mundo, ante 538 em 2001. Esse grupo tem nada menos que US$ 3,6 trilhões em patrimônio.(DCI/AgenciaEstado)

19 de novembro de 2010

Crédito imobiliário tem expansão de 90% no 3º trimestre

O crédito imobiliário foi um dos principais destaques de crescimento na carteira de crédito do Banco do Brasil no terceiro trimestre. A expansão foi de 90% na comparação com o mesmo período do ano passado, com saldo de R$ 2,5 bilhões. Nas outras linhas para pessoas físicas, o crédito consignado cresceu 24% influenciado pelas operações do banco Nossa Caixa, adquirido pelo BB no final de 2008. Já a aquisição de parte do Banco Votorantim contribuiu para o aumento da carteira de veículos, que teve expansão de 31% em 12 meses.

Na carteira de micros, pequenas e médias empresas, o crescimento da carteira ficou abaixo dos principais competidores privados do BB, que na média tiveram evolução de 30%. O segmento fechou setembro com saldo de R$ 48,5 bilhões, expansão de 17,8% em 12 meses e 2,4% na comparação com o segundo trimestre do ano.

O saldo da carteira de crédito do agronegócio atingiu R$ 74 bilhões, crescimento de 8,7% em 12 meses. Segundo o BB, as operações do banco correspondem a 62% de todo o crédito bancário ao agronegócio no País. Já os repasses do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) somaram R$ 14,2 bilhões.

Margens

Com o crescimento das operações de crédito, as margens do banco melhoraram no período. A margem financeira bruta alcançou R$ 10,185 bilhões no terceiro trimestre, o que representa expansão de 22,4% ante o mesmo período do ano passado.

Fonte: Agência Estado

18 de novembro de 2010

Classe C compra o imóvel de olho nos itens de lazer; piscina é prioridade

Nova classe média tem optado pelos condomínios-clubes, que estão na faixa entre R$ 150 mil e R$ 200 mil

Eles não querem só mais um apartamento. Eles querem o imóvel, a piscina, o salão de festa, o espaço zen, a quadra esportiva, a varanda gourmet... Na hora de realizar o sonho da casa própria, a nova classe média baiana tem sido exigente e tem optado pelos condomínios-clubes, que possuem variados itens de lazer e estão na faixa entre R$ 150 mil e R$ 200 mil.
Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-BA), este ano já foram vendidas mais de 7 mil unidades habitacionais em Salvador, Lauro de Freitas e Feira de Santana. Do total de empreendimentos, mais de 64% variam de R$ 50 mil até R$ 150 mil, ou seja, são voltados para a classe C. “Cerca de 80% dos lançamentos, nesta faixa de preço, são condomínios-clubes”, revela Luciano Muricy, diretor da Ademi-BA.
Lazer
Quando escolheu seu novo apartamento no Cabula, Hilda Carvalho, cabeleireira e mãe de uma filha de 4 anos e de um garoto adolescente, levou em consideração a localização, a estrutura de lazer e a segurança. “Até cinema tem dentro do condomínio. Meu filho pode levar os amigos e fico mais despreocupada”, diz. A consumidora acrescenta que o empreendimento consegue unir características que atendem os dois filhos de idades diferentes.

Para Vicente Mattos, sócio-diretor da construtora Concreta, esses empreendimentos estão sendo bem aceitos na Bahia e reúnem itens clássicos, como piscina, salão de festas, quadras de esportes, e itens mais sofisticados, a exemplo de cinema, quadras de squash e academia. O Máximo Club Residence, no Cabula, é um deles. O empreendimento, que tem um preço médio de R$ 210 mil, oferece uma estrutura com play dog (espaço para cachorros brincarem), pista de skate e até espaço cultural para leitura e arte.


Se o futuro morador acha que vai pagar mais para ter acesso a tantas opções de lazer, Manuel Gomes, gerente executivo da imobiliária Lopes, assegura que não. Gomes informa que esses apartamentos variam de R$ 150 mil a R$ 200 mil em Salvador. Mas, em Lauro de Freitas, onde o preço do terreno é mais baixo que na capital baiana, é possível encontrar um por até R$ 130 mil. “Quanto maior for a área, o valor do metro quadrado vai ser menor. O que determina o preço ainda é a localização e o padrão do imóvel”, orienta.
Quando questionado sobre quais são as exigências dos clientes dessa nova classe média, Gomes não tem dúvida: é a piscina. “Os itens de convivência são muito valorizados. O cliente pergunta logo sobre a piscina, a churrasqueira e a quadra de futebol”. Mesmo sem estar entre os três equipamentos prioritários para a nova classe média, a academia e a estrutura dos salões de festas também são questionados pela clientela.
Família
Para atender a diferentes faixas etárias dentro de um condomínio, as empresas estão até lançando quatro salões de festas. Daniel Costa, diretor de incorporações da construtora Petram, afirma que a ideia é agradar a todos os públicos dentro das famílias. “Tem salão de festas infantil, tem outro juvenil, com uma boate, tem o voltado para os adultos e tem o multi-age, que abarca todas as idades”, conta.


Mas, o comprador deve ficar atento à entrega desses equipamentos, que devem estar prontos e decorados. Esta é a ressalva que faz Ricardo Telles, diretor no Nordeste da construtora Agre. Segundo ele, o novo morador não deve arcar com despesas de implantação dos itens de lazer prometidos pela construtora na fase de lançamento.
De acordo com Telles, os condomínios-clubes são mesmo uma tendência. Não é por acaso que quase metade dos lançamentos da Agre está vinculada a esse segmento. “Esta demanda vem sendo atendida desde 2008, quando lançamos o Colina de Piatã”.

Taxa de condomínio pode subir
O número de equipamentos de lazer pode aumentar em até 10% o valor do condomínio. O segredo para fugir do acréscimo, segundo Vicente Mattos, sócio da construtora Concreta, é ficar atento ao número de unidades do empreendimento. “Tem que ter mais de 300 unidades”.
Este gasto extra é relativizado por Mattos, já que esses moradores economizarão nas despesas com lazer que ocorriam fora de casa. Porém, Luiz Alberto Santos, gerente regional da empresa de gestão de condomínios Apsa-Bahia, alerta que o morador reflita se os itens serão mesmo utilizados. “Estes itens valorizam o patrimônio. Tem que pensar também na relação custo-benefício. Quanto ele iria gastar para ir em um cinema que agora está no seu prédio?”.
Para evitar surpresas, é possível antes da compra ter uma previsão do custo do condomínio, já que as construtoras contratam uma consultoria para avaliar e estimar a taxa.(CorreiodaBahia)

17 de novembro de 2010

Perspectivas para imóveis continuam favoráveis

O crédito imobiliário cresceu substancialmente neste ano e continuará se expandindo pelo menos até o primeiro trimestre de 2011, segundo o gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi. Falta saber se continuarão atuando, com a mesma força, as condições que têm favorecido os compradores de imóveis, como o aumento da renda real e do poder de compra dos salários.


O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil, segundo reportagem do jornal Valor, passou de R$ 90,2 bilhões, em 2005, para R$ 137 bilhões, em 2009, e está estimado em R$ 152 bilhões neste ano. Nas mesmas datas, o volume de financiamentos aumentou de R$ 8,9 bilhões para R$ 47,05 bilhões - e já atingiu R$ 47,69 bilhões até o início de setembro, segundo dados do Sinduscon e da Caixa Econômica Federal (CEF).


Como notou Rabi, "diferentemente de outras modalidades, como o cartão de crédito, o financiamento imobiliário trabalha com prazos muito longos, de até 30 anos, e juros relativamente baixos, de 12% ao ano, pontos que contribuem para estimular sua expansão futura". Além disso, a inadimplência superior a 90 dias é de apenas 1,5%.


As projeções - grandiosas - da Fundação Getúlio Vargas e da consultoria Ernst & Young indicam que 37 milhões de moradias deverão ser construídas entre 2007 e 2030, uma média de 1,6 milhão por ano. Mais novas famílias demandarão casa própria. O número de famílias deverá crescer em razão do aumento da idade média da população - de 32,5 anos, em 2017, para 36 anos, em 2030. Até 2017 o setor será estimulado pelas famílias de baixa renda e, a seguir, pela classe média.


Não apenas as operações com lastro no FGTS, gerido pela CEF, cresceram, mas também os empréstimos com base nas cadernetas, chegando perto das 400 mil unidades nos últimos quatro trimestres, 30% mais do que as 300 mil de 2009. A poupança já financia cerca de 40 mil imóveis por mês. A CEF, que usa o FGTS e as cadernetas, financiou 5.340 imóveis por dia em setembro.


As perspectivas são promissoras, mas poderão ser afetadas pelo aumento da inflação e seus efeitos negativos sobre a renda e o poder aquisitivo dos trabalhadores. Depois da fartura de crédito deste ano, talvez seja necessário reduzir um pouco o ritmo, em 2011, o que favoreceria o reequilíbrio fiscal. Um pequeno ajuste na demanda parece mais recomendável do que induzir os mutuários à euforia e, depois, arriscar um aumento da inadimplência.(Estadao-)

16 de novembro de 2010

Contratos de aluguel com a garantia tradicional caíram à metade

Figura até então considerada imprescindível num contrato de locação, o fiador caminha para a extinção. Na Apsa, uma das maiores imobiliárias da cidade, a presença desse tipo de garantia nos contratos assinados este ano caiu pela metade. De 62%, em janeiro, para 30%, em setembro. Uma mudança de comportamento também registrada em outras empresas, como Protel e Cipa, que tiveram quedas na ordem de 40% no número de contratos firmados com fiador em 2010.


As novas normas da Lei do Inquilinato, em vigor desde janeiro, estariam contribuindo - e muito - para a mudança na tradicional forma de se fechar um contrato no setor. Para Jacques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP, a nova legislação assustou proprietários:


- Costumo dizer que, antes das alterações feitas na lei, a locação era um casamento indissolúvel. Com as mudanças, criou-se o divórcio. Ou seja, o fiador agora tem o direito de se exonerar de suas obrigações ao fim dos 30 meses de contrato. E pode fazer o mesmo em caso de separação do casal que mora no imóvel, em vez de ficar "preso" ao cônjuge que ficou na casa.


Em ambos os casos, lembra Bushatsky, o fiador permanecerá responsável pela fiança por 120 dias após a comunicação de desligamento do contrato.


Com o fiador na berlinda, outras garantias passaram a figurar numa fatia cada vez maior de contratos. É o caso do seguro-fiança e, mais timidamente, do título de capitalização. Ainda que pesem mais no orçamento, elas evitam longos embates judiciais: hoje, o período entre a decisão favorável a uma ação de despejo e o recebimento dos aluguéis atrasados pode levar um ano.


- Há cada vez menos gente disposta a ser fiador pois, em caso de inadimplência, ele é o real pagador. É quem vai pagar a conta, enquanto o inquilino será processado e despejado. E, muitas vezes, ele é pego de surpresa, o que gera conflitos - diz Jean Carvalho, gerente de imóveis da Apsa.(Globo)

10 de novembro de 2010

FGTS irá destinar R$ 30,6 bilhões para habitação em 2011

O FGTS irá destinar R$ 30,6 bilhões ao setor de habitação no País, segundo decisão sobre o orçamento de 2011 aprovada na terça-feira (9) pelo Conselho Curador do fundo. Os representantes também aprovaram suplementação de R$ 5,3 bilhões no orçamento de 2010, para habitação popular.


Para o próximo ano, do total destinado à habitação, R$ 21 bilhões irá para crédito à moradia popular, R$ 2 bilhões para o Pró-Moradia (para população em vulnerabilidade social) e R$ 1 bilhão para o Pró-Cotista (para detentores de conta vinculada ao FGTS).


Além disso, uma reserva de R$ 4,5 bilhões para descontos na compra do imóvel para pessoas de baixa renda foi disponibilizada. O ministro do Trabalho e presidente do Conselho Curador do FGTS, Carlos Lupi, explicou a destinação do recurso: "Desse valor do desconto, R$ 3 bilhões estão destinados para o Programa Minha Casa, Minha Vida, na produção ou aquisição de pelo menos 150 mil imóveis novos".


Os R$ 2,1 bilhões restantes serão destinados aos CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários).


No geral, o conselho aprovou orçamento de R$ 46,9 bilhões. Fora o montante já reservado à habitação, mais R$ 4,8 bilhões seguirão para o saneamento básico e R$ 11,5 bilhões para infraestrutura.


Orçamento
Em 2010, o orçamento inicial aprovado foi de R$ 40,7 bilhões, sendo R$ 25,9 bilhões para a área habitacional, R$ 4,6 bilhões para saneamento básico e R$ 1 bilhão para infraestrutura urbana, informou o Ministério do trabalho.(iNFOMONEY)

9 de novembro de 2010

Financiamentos de imóvel com recurso da poupança crescem 70% neste ano

O volume de empréstimos para a compra de imóvel com recursos da poupança cresceu 70% de janeiro a setembro, frente ao mesmo período do ano passado, para R$ 39,4 bilhões. Desde agosto o montante acumulado em 2010 já supera a totalidade de empréstimos do ano de 2009.

De acordo com dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), considerando apenas o mês de setembro, na comparação com o nono mês de 2009, foi registrado crescimento de 49% do valor contratado, uma vez que, em setembro deste ano, o volume foi de R$ 5,36 bilhões.

Unidades financiadas

Nos nove primeiros meses do ano, 304 mil imóveis foram financiados com recursos da poupança, um volume 45% superior ao registrado no mesmo período de 2009.

Somente em setembro, foram 40,3 mil unidades adquiridas por meio de recursos da poupança, 33% acima dos números do mesmo período de 2009.

Em relação ao resultado da poupança no nono mês do ano, os dados mostraram a captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 3,76 bilhões, com o saldo atingindo R$ 285 bilhões.

8 de novembro de 2010

Minha Casa Minha Vida: Repasses de verbas dificultam expansão

Companhias de saneamento e construtoras querem que aprovação de projetos e liberação de recursos sejam simplificadas

As companhias de saneamento e as construtoras estão se articulando para apresentar uma proposta na próxima reunião do Conselho Curador do Fundo de Garantia sobre Tempo de Serviço (FGTS), em 9 de novembro, e tentar garantir facilidade de acesso a recursos para as redes de saneamento dos projetos do Minha Casa, Minha Vida.
A ideia é que a aprovação de projetos e liberação de recursos seja simplificada e facilite o atendimento da nova demanda. A reclamação da Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais (Aesbe) concentra-se no excesso de burocracia, o que tem causado um descompasso entre o ritmo de expansão do Minha Casa, Minha Vida e o crescimento dos serviços de saneamento básico.
E foi justamente nas periferias das grandes cidades, alvo das construtoras por ainda oferecerem terrenos com custos mais baixos, que o problema se concentrou. As companhias de saneamento dos Estados e municípios não tinham previsão orçamentária para expandir as redes para atender a essas áreas que criaram uma demanda recente. O descompasso entre oferta e demanda por rede de saneamento criou problemas em todo o País, segundo o superintendente da Aesbe, Walder Suriani.
Segundo Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves, consultora técnica da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), na próxima reunião do Conselho Curador do FGTS será entregue uma proposta para que o Ministério das Cidades - pasta que coordena o Minha Casa - tenha um mecanismo mais simplificado para a liberação de dinheiro do fundo para projetos do programa habitacional. “Hoje há muita burocracia. Até liberar os recursos o empreendimento está pronto”, critica.
“A burocracia do Ministério das Cidades é de tal ordem que estabelece prazos incompatíveis com a realidade dos empreendimentos do Minha Casa na liberação de recursos”, reclama Suriani. Segundo ele, a Aesbe tem falado do problema desde o início do Minha Casa, mas até agora não conseguiu sensibilizar o ministério para que mude as regras.
A secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, explica que não falta recurso para os projetos de saneamento, especialmente os que fazem parte do Minha Casa. “Me parece mais uma falta de coordenação entre o plano de expansão das companhias de abastecimento e a escolha das construtoras de áreas para levantar as obras. São os municípios que aprovam os projetos. E eles só devem fazer isso se há como atender o empreendimento com água e esgoto, seja com projetos das companhias de saneamento ou com recursos das próprias construtoras”, explica.
Segundo Inês, foram apresentados ao ministério os projetos de saneamento interessados em recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. E um dos critérios do ministério foi dar prioridade aos que faziam parte do Minha Casa. São, ao todo, R$ 40 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.(Exame)

5 de novembro de 2010

Crédito imobiliário sobe 45,9% e atinge R$ 166 bilhões

Incluindo as contratações de pessoas físicas e operações das construtoras, o crédito imobiliário atingiu R$ 166 bilhões até agosto, um aumento de 46% em 12 meses, segundo levantamento do Banco Central.

Os financiamentos do sistema financeiro diretamente às famílias atingiram R$ 120,6 bilhões em agosto, com alta de 3,9% sobre julho, de 29,7% no ano e de elevação de 51,1% em 12 meses.

O financiamento a construtoras também teve expansão mensal significativa, de 5,2%, enquanto o crescimento no acumulado do ano ficou em 25,8% E alta de 33,9% sobre agosto de 2009, totalizando R$ 45,4 bilhões.

No crédito habitacional a pessoas jurídicas, o destaque são os financiamentos bancários para a construção de novas unidades, com R$ 16,2 bilhões. Houve uma expansão de 43,6% em um ano.

4 de novembro de 2010

Profissionalização no Mercado Imobiliário.

O mercado imobiliário passa pela melhor fase de muitos anos. Sempre, ao longo do tempo, faltava algum elemento para que o mercado progredisse e atendesse tanto as necessidades dos incorporadores, bem como as do mercado imobiliário.


O mercado imobiliário passa pela melhor fase de muitos anos.


Sempre, ao longo do tempo, faltava algum elemento para que o mercado progredisse e atendesse tanto as necessidades dos incorporadores, bem como as do mercado imobiliário.


Quando havia produto, faltava crédito e uma política econômica viável para atender as necessidades.


Via de regra, aos longos dos anos, só se conseguiu atender as camadas sociais mais abastadas, sendo que as demais sempre ficaram à margem e muitas vezes não eram atingidas.


Pela primeira vez existe uma política econômica estável, com uma valorização do poder de compra das classes menos favorecidas, uma estrutura bem formalizada nos crescimentos, com a inflação do País controlada e com perspectiva de melhoras nos próximos anos.


Pela primeira vez também ouvimos que estamos atraindo capital estrangeiro para investimento no País, recursos estes sérios e não especulativos, quando na primeira oscilação do mercado internacional, o capital se retirava mais rápido do que havia entrado.


Hoje, estamos entrando na melhor era do mercado imobiliário, com uma política econômica e inflação controlada, com um projeto econômico focado na habitação popular (Minha Casa Minha Vida), com taxas de juros reais favorecidas para atender estes programas e possibilitando a uma camada social, que até então não tinha como comprar seu imóvel, adquiri-los.


A conseqüência direta disto é a entrada de novos participantes no sistema, através de fusões, de aberturas de capitais e de partners (parceiros) estrangeiros que vêm em busca de novos mercados.


Com um mercado mais seguro que o de outros países, e com um mercado consumidor potencial imenso, o qual representa riscos menores, os investidores aumentaram e com isso o mercado imobiliário evolui.


Com a competitividade de um mercado mais ativo, aumentaram também a eficiência e eficácia de seus participantes, necessárias para atender as novas exigências de mercado um profissional mais capacitado, com uma visão mais ampla e conhecimentos mais profundos, além, é claro, de se ter nas equipes tomadores de decisão mais bem preparados.


Juntamos a isso novo meios de comunicação e de divulgação, além de uma linguagem de mercado em franca mudança e evolução, e chegamos a clara conclusão de que os profissionais de hoje tem de ser muito mais completos que os de outrora.


Para vencer neste mercado, não basta fazer mais o que nossos pais e avós faziam, mas sim, o que eles faziam e muito mais.


A capacitação profissional passa a ser primordial e, mais do que isso, torna-se necessária para o crescimento de um grupo.


Saber escolher bem um terreno, realizar uma pesquisa adequada para ver a vocação do mesmo, que tipo de produtos e projetos ele poderá receber, bem como desenvolver uma campanha de marketing adequada para no lançamento imobiliário do mesmo as vendas sejam um sucesso, e que isso não seja resultado do acaso, mas sim de um planejamento, essencial no mercado imobiliário.


Grandes organizações investem hoje em seus profissionais, com treinamentos em salas de aulas próprias, e oferecendo cursos de pós-graduação (MBAs, cursos de especialização etc.).


Importante saber que num mercado que provavelmente crescerá de 10% a 20% nos próximos anos, profissionalizar ou não suas equipes será a diferença entre fracassar ou não.


O importante no profissional de hoje não é somente fazer, mas também saber como, quando, onde e porque fazer.


Além disso, quando o mesmo se expressar, deve saber o que falar e sobre que aspecto, qual mensagem passar e qual meio de comunicação utilizar.


Enfim, o mercado imobiliário continua como existiu no passado e como existirá no futuro. O que mudou e muda a cada dia é o profissional que atuará nele!


Fonte(Mauricio F Lima- administradores.com.br)

3 de novembro de 2010

IGP-M de Outubro de 2010 fica em 1,01%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 1,01%, em outubro de 2010. Em setembro, o índice variou 1,15%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.


O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 1,30% em outubro de 2010. No mês anterior, a taxa foi de 1,60%. O índice relativo aos Bens Finais variou 1,53%, em outubro. Em setembro, este grupo de produtos mostrou variação de 1,14%. Contribuiu para a aceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 0,05% para 8,50%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,83%. Em setembro, a taxa foi de 1,29%.


O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 0,21%. Em setembro, a taxa foi de 0,29%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou decréscimo em sua taxa de variação, que passou de 0,26% para 0,06%, sendo o principal responsável pela desaceleração do grupo. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,22%, ante 0,34%, em setembro.


No estágio inicial da produção, o índice de Matérias-Primas Brutas variou 2,55%, em outubro. No mês anterior, o índice registrou variação de 4,08%. Os itens algodão (em caroço) (30,97% para 2,40%), minério de ferro (0,28% para -3,83%) e bovinos (5,85% para 4,28%) foram os principais responsáveis pela desaceleração do grupo. Ao mesmo tempo, registraram-se acelerações em itens como: soja (em grão) (3,07% para 5,04%), mandioca (aipim) (-1,52% para 13,31%) e leite in natura (-3,39% para -0,03%).


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de 0,56%, em outubro de 2010. No mês anterior, a variação foi de 0,34%. Seis dos sete grupos componentes do índice apresentaram acréscimos em suas taxas de variação, com destaque para Alimentação (0,56% para 1,23%). Nesta classe de despesa, vale mencionar os itens: arroz e feijão (-1,63% para 7,04%), hortaliças e legumes (-4,07% para -1,70%) e laticínios (-0,01% para 1,56%).


Também apresentaram avanços em suas taxas os grupos: Despesas Diversas (0,14% para 0,23%), Habitação (0,22% para 0,28%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,39% para 0,45%), Educação, Leitura e Recreação (0,17% para 0,22%) e Transportes (0,11% para 0,15%). Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: cerveja (-0,91% para 1,67%), material para reparos de residência (0,40% para 0,88%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,31% para 0,79%), salas de espetáculo (0,19% para 1,63%) e álcool combustível (0,60% para 4,35%), respectivamente.


Em contrapartida, apresentou decréscimo em sua taxa de variação o grupo Vestuário (0,72% para 0,67%). Nesta classe de despesa, o destaque foi o item roupas masculinas (1,40% para 0,26%).


O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em outubro de 2010, variação de 0,15%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,20%. Os três grupos componentes do índice apresentaram desaceleração: Materiais e Equipamentos, de 0,36% para 0,26%, Serviços, de 0,32% para 0,29%, e Mão de Obra, de 0,04% para 0,03%.

1 de novembro de 2010

Moda e design na Casa Cor Ceará 2010

A Casa Cor Ceará 2010 apresenta espaço, exposição e evento dedicados à moda e ao design cearense. A versão local da mais importante mostra de arquitetura, decoração e paisagismo da América Latina traz esse ano a o Moda Cor Ceará, que acontece no dia 10 de novembro, promovendo mesa redonda e desfiles, e o CasaModaSebrae - onde objetos-vestimentas e roupas se tornam peças de design.

Moda Cor Ceará tem como objetivo iniciar a construção de uma nova plataforma de moda com foco no talento de jovens empreendedores cearenses. O evento surge para mostrar empresas e estilistas locais que trabalham na construção de marcas sólidas e cosmopolitas, com foco no mercado global, tornando-se referência para a indústria da moda e negócios em nosso país.

Visando a troca de experiências, no dia 10 de novembro, às 19h, o Moda Cor Ceará promove mesa redonda com a consultora de comércio exterior da São Paulo Alpargatas, Angela Hirata. Sob o tema Moda e Empreendedorismo, Hirata irá expor o case das sandálias Havaianas, que hoje é exportada para mais de 65 países. Após o debate, o evento apresenta pocket desfile com os renomados estilistas cearenses Mark Greiner e Iury Costa. Na ocasião vai ser apresentado o projeto Moda Cor Ceará 2011. O evento conta com idealização de Iorrana Aguiar e Cláudio Silveira e realização da Casa Cor Ceará.

Já a loja-exposição CasaModaSebrae, novo espaço do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) dentro da Casa Cor Ceará, explora a simbiose entre arquitetura e moda. Confirmando que as fronteiras estão cada vez mais estreitas entre estas linguagens, o CasaModaSebrae configura-se como um espaço multimídia voltado para estabelecer um diálogo criativo entre moda, design, arquitetura, decoração e arte contemporânea.

Estilistas e designers (de joias, bolsas e sapatos) foram convidados para desenvolver peças de design e objetos utilitários baseados em suas coleções e trajetórias dentro do campo da moda. São mesas, luminárias e cadeiras que se fazem de base para uma quase transformação em peças de vestuário. Ou vestidos, saias e malhas que revelam ser, na verdade, almofadas, namoradeiras ou até mesmo uma tábua de passar. O espaço foi criado pela arquiteta Andrea Dellamonica, que adota linguagem clean, valorizando a exposição dos objetos-vestimentas.

Estilistas e designers das mais variadas áreas da indústria de moda local participam do CasaModaSebrae. São esses: Alysson Aragão, Ana Videla, Anastácio Jr, Anderson Cleyton, Ayres Jr, Cândida Lopes, Cabral, Carlos Capucho, Catarina Mina (Joana de Paula e Celina Hissa), Cláudio Quinderé, Fabiana Maurício, Francisco Matias, João Sobarr, Kalil Nepomuceno, Lindebergue Fernandes, Mar Del Castro (André e Rafa Castro), Marco D.Júlio, Mark Greiner, Melca Janebro, Ruth Aragão, Sei Barros, Sérgio Gurgel e Iury Costa.

Serviço:
Casa Cor Ceará 2010
Endereço: av. Barão de Studart, 2917 – Fortaleza (CE)
Aberta ao público de 20 de outubro a 30 de novembro e nos dias 01, 02 e 15 de novembro,
Horário: 16h às 22h
Special Sale: 29 e 30 de novembro, venda dos produtos expostos com descontos de até 70%
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia entrada para estudantes e pessoas a partir de 60 anos) e R$ 50,00 (passaporte, com acesso liberado em todos os dias da mostra de 3ª a domingo e feriados)
Revista Casa Cor Ceará 2010: R$ 15,00
Estacionamento: R$8,00 (diaria), R$ 6,00 para as festas por vaga contratadas antecipadamente
(85) 3261.3533
www.casacorceara.com.br