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9 de janeiro de 2014
Qual a hora certa de gastar dinheiro? Saiba como gastar bem esse ano!
Janeiro - IPTU e IPVA - Neste mês chega o boleto do IPTU, imposto anual relacionado à moradia que é cobrado pelas prefeituras e pode ser parcelado em até 12 vezes. É possível conseguir um bom desconto ao pagá-lo à vista. Para quem tem carro, é preciso pagar também o IPVA. A lógica é a mesma: quem paga logo tem desconto (de valor variável entre uma cidade e outra).
Fevereiro - Superpromoções de verão e Imposto de Renda - O melhor período para comprar roupas de verão é entre o Natal e o Carnaval, quando a maioria das pessoas tende a gastar menos (ou porque torrou tudo no fim de ano ou porque vai viajar no feriado), obrigando as lojas a organizar promoções para atrair público. As grifes que participam das semanas de moda costumam liquidar suas peças em fevereiro - os lojistas precisam limpar o estoque para abrigar as coleções que chegam às vitrines em março.
O prazo para fazer a declaração de imposto de renda começa aqui e vai até abril. Mas quem paga antes recebe a restituição antes - o primeiro lote sai em junho, e o último, em dezembro. Se você ganha mais de 24.556,65* por ano deve fazer a declaração. O não pagamento pode levar ao cancelamento do seu CPF
*Valor referente a 2012
Março - Restaurant Week - Para quem mora em São Paulo, este é o mês para visitar restaurantes caros e pagar um menu em conta (os pratos saem por R$ 34,90* no cardápio de almoço). O evento é promovido em outras dez capitais, só que em meses diferentes. Confira a programação em www.restaurantweek.com.br.
* Preços pesquisado em julho de 2013
Abril - Spa Week - O evento reúne centenas de clínicas de estética que vendem tratamentos variados por um preço fixo. O valor varia conforme a cidade ou estado: em São Paulo, é de R$ 70*; R$ 75 no Rio de Janeiro; R$ 55; no Paraná e R$ 65 em Minas Gerais*
* Preços pesquisado em julho de 2013
Maio - Use álcool - Quem tem carro flex sabe que o preço do álcool na bomba depende do valor da cana-de-açúcar, matéria-prima do combustível. Como a colheita da cana geralmente começa em maio, o litro de álcool costuma ficar até 25% mais barato neste mês. Segundo as montadoras, só compensa abastecer com etanol quando o preço do litro custa no máximo 70% do preço do litro de gasolina. É que o combustível verde tem rendimento menor.
Junho - Hora de viajar - A melhor maneira de viajar sem gastar muito é ir para um destino na baixa temporada, ou seja, quando ele recebe menos gente. Nessa época os preços caem 20%. Para viagens dentro do Brasil, junho é um bom mês - assim como março, agosto e novembro.
Julho - Sol e preços baixos - Nos países do Hemisfério Norte, o mês também é de férias, só que de verão. E, como em muitos deles o calor é insuportável - chega a passar dos 50 graus nos Estados Unidos -, as pessoas se mandam de lá, esvaziando as lojas, igualzinho ao que acontece por aqui no começo do ano. O resultado disso você já sabe: é uma das maiores temporadas de promoções. Mesmo que não dê para visitar as lojas pessoalmente, não tem problema: muitas dessas liquidações também rolam na internet.
Agosto - Liquidações de inverno - Semanas de moda servem para lançar as novas coleções - e, claro, aposentar as anteriores. Fique esperta porque as grifes que participam desses eventos costumam liquidar peças de temporadas passadas cerca de um mês depois dos principais desfiles, ou seja, em agosto no caso das peças de inverno.
Setembro - Comece a malhar - No inverno e no início da primavera, a procura por clínicas de estética e academias cai. Aproveite para realizar tratamentos e malhar com até 30% de desconto - os preços baixam para atrair mais gente. Para quem começa a malhar nessa época fica mais fácil conseguir matrícula e avaliação física de graça, dentre outras vantagens.
Outubro - Vestido de festa - Alugar uma roupa de gala vale mais a pena do que comprar. O aluguel em geral sai por 25% do preço de compra. Com a grana que investiria em um único modelo você pode alugar quatro diferentes! Para garantir bons descontos (e o melhor modelito, claro), recomenda-se agendar o aluguel no mínimo três meses antes do evento. Para os bailes e casamentos realizados no fim do ano, a hora é agora! Ah, as lojas de aluguel têm também serviço de ajuste, caso você emagreça até a data da festa.
Novembro - Black Friday e Baixa temporada gringa - Na última sexta-feira do mês, sempre depois do Dia de Ação de Graças, rola a Black Friday nos Estados Unidos - uma megaliquidação que leva uma multidão de consumidores às lojas. Mesmo de longe é possível aproveitar os bons preços pela internet. Os descontos vão até 70%!
Nos Estados Unidos e na Europa, a baixa temporada coincide com as baixas temperaturas. Durante o inverno deles (de novembro a março), os preços de hotéis e passagens também caem um pouco por lá.
Dezembro - Carro novo - Neste mês as concessionárias estão loucas para se livrar dos modelos do ano que está terminando ou dos carros que vão sofrer em breve alguma mudança de visual. No primeiro caso o desconto fica em torno de 20%, e no segundo pode ser ainda maior.
Com informações de M de Mulher.
7 de janeiro de 2014
Os preços dos carros para janeiro segundo a Tabela Molicar
São Paulo – A Tabela Molicar de EXAME.com acaba de ser atualizada com os preços efetivamente praticados no fim de dezembro de alguns dos principais carros novos e usados vendidos no Brasil.
Você pode fazer uma busca, no interior da ferramenta, entre mais de 100 modelos novos (versões básicas e completas) - sendo dez deles blindados - e entre mais de 250 opções de carros usados, anos 2010 a 2014.
A ferramenta, disponível dentro do Guia EXAME de Carros, é fruto da parceria entre a Molicar e o site EXAME.
Clique aqui para acessar a Tabela Molicar.
Com informações de Exame
8 de maio de 2013
Dicas para contratar o melhor seguro de carro
De acordo com os dados do DENATRAN, o número de carros no Brasil cresceu 100% nos últimos 10 anos. E para andar por aí com segurança, muita gente opta pela contratação do seguro. É claro que esse é um tipo de serviço que ninguém quer precisar usar de fato. O problema é que sempre rola aquela dúvida na hora de escolher a melhor opção e, às vezes, o barato sai caro.
Para ajudar a tirar as suas dúvidas sobre a contratação do seguro e evitar surpresas futuras, Cassia Del Papa, vice-presidente do Sindicato de Corretores de São Paulo, deu algumas informações importantes.
Confira:
- O valor do seguro varia de 3 a 5% do valor do automóvel, de acordo com o tipo de carro e formulário. O que interfere também é o sexo, estado civil, garagem e CEP de risco;
- O seguro é um pouco mais em conta para o sexo feminino, levando em consideração que as mulheres batem um pouco menos, cuidam melhor do carro. Chega a ser 10% mais barato que o seguro de um homem;
- Todo seguro de auto cobre a cláusula de enchente. Só que tem que atentar, se você está em um lugar e a água vem, tem seguro completo. Se você for em direção a enchente, não tem cobertura;
- Se você emprestar o carro para um amigo e ele bater, o seguro só paga se for comprovado que ele pega o carro esporadicamente. Agora se essa pessoa que bateu tiver idade entre 18 e 24 anos, não tem conversa. O seguro não paga!
- A seguradora tem um prazo legal de até 30 dias para pagar qualquer tipo de indenização;
- A franquia é alta, porque inclui o valor da mão de obra e das peças;
- Se você não quer uma franquia muito alta, pode optar pela franquia reduzida, que é 50% menor do que a normal. Na hora do sinistro, o segurado vai pagar metade da franquia, mas isso encarece de 30 a 40% o valor do seguro. Em alguns casos, vale fazer essa opção na hora da contratação.
Com informações de Globo
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13 de novembro de 2012
9 erros comuns na hora de comprar um carro
Comprar um carro, sem dúvida, é uma decisão de grande impacto financeiro. Por isso, é importante tomar alguns cuidados na hora da compra para que alguns erros não tragam prejuízos. Veja a seguir, 9 erros comumente cometidos na compra de veículos e as dicas para evitá-los.
1) Pensar apenas no valor da parcela do carro
Pensar apenas nas parcelas do financiamento na hora de planejar a compra do carro é um erro clássico. Além das prestações, ter um carro significa ter diversos outros gastos com a sua manutenção.
Entre eles, incluem-se o combustível, o IPVA, o seguro obrigatório DPVAT, o seguro particular, o licenciamento, os gastos variáveis com estacionamento, manutenção e outros gastos eventuais, como o valor da franquia do seguro, o conserto de alguma peça em caso de acidentes, o custo do pedágio em uma viagem e multas de trânsito.
Segundo uma simulação do consultor financeiro Mauro Calil, os gastos com um veículo no valor de 30.000 reais em quatro anos somariam 83.821 reais, se fosse incluído o pagamento parcelado de 20.000 reais e descontada uma entrada de 10.000 reais. Seria um total de 20.955,25 reais por ano, ou 1.746 reais por mês. Por serem custos significativos, deixá-los de fora na hora de fazer o planejamento da compra pode trazer sérios prejuízos ao orçamento.
2) Ignorar a finalidade do carro
Na hora de pesquisar quais carros comprar, muitos se preocupam com o valor, o design, a marca e o modelo que mais lhes agrada. Mas, nem todos pensam em comprar o carro que é mais adequado ao uso.
Para acertar neste ponto, é importante pensar no tipo de uso que o veículo terá no dia a dia, se ele circulará em cidades grandes, se será usado para carga, para viagens, se precisará de um motor mais potente, ou se irá acomodar uma família. Para uma família grande, por exemplo, o comprador deve buscar um carro que acomode todos de forma segura e que não tenha comprometimento da suspensão e dos amortecedores, ao suportar mais peso.
Checar quais são os veículos mais vendidos na região onde o motorista irá circular, ou conversar com proprietários que já possuem o carro pretendido podem ser boas pistas para encontrar o veículo mais adequado.
3) Ficar empolgado com a oportunidade
A todo momento as montadoras e concessionárias anunciam promoções para fisgar mais clientes. Algumas oferecem iPads, outras viagens, descontos ou garantia estendida. Seja o que for, a promoção não deve ser o principal motivador para compra, mas apenas um benefício adicional.
Se a intenção já era comprar determinado modelo e surgiu a promoção, ótimo. Mas o comprador não deve se guiar pelo impulso da promoção, ou por achar que aquela oportunidade é imperdível, como costumam dizer alguns vendedores. Uma compra por impulso não dá espaço para comparações e uma boa negociação. Se a promoção parecer realmente válida, peça ao vendedor pelo menos um dia e cheque em outra concessionária ou pela internet se aquela proposta realmente vale a pena.
A escolha deve ser bem pensada, já que a decisão vai permanecer com você por alguns anos e os custos também. Mesmo se a oportunidade for realmente boa, como, por exemplo, a redução do IPI, não havendo condições de fazer a compra de determinado carro, a empolgação não deve se sobrepor à razão. Às vezes, ao juntar o dinheiro para comprar o carro à vista mais para frente, a economia com os juros das prestações e com o possível desconto da compra à vista, podem trazer mais economia do que a redução do IPI, além do conforto de se saber que a compra não foi feita por impulso.
4) Não contabilizar o custo total do financiamento
Se o carro for financiado, é essencial que o comprador observe o Custo Efetivo Total (CET) da operação. O CET é a taxa que inclui todos os encargos envolvidos nas operações de crédito. Ela inclui não só os juros, como os impostos e outros custos do financiamento.
Dependendo do CET, o carro pode sair milhares de reais mais caro do que pareceu à primeira vista. Por isso, fazer uma simulação do valor das prestações incluindo o CET é fundamental para que o comprador não cometa o erro de comprar um carro e não poder honrar as parcelas depois.
Ao fazer um financiamento, também é importante comparar o CET da operação feita com o banco da montadora, que é o financiamento normalmente oferecido nas concessionárias e o CET dos bancos grandes. Em alguns poucos casos, a taxa de CET do banco grande pode ser mais barata do que a taxa da montadora.
E por fim, o financiamento em uma montadora pode ser muito mais barato que em outra. Assim, na hora de escolher entre um carro de uma marca ou de outra, vale a pena observar qual das montadoras oferece o menor CET. O custo mais baixo em uma delas pode desempatar a decisão.
5) Não atentar para os pequenos detalhes
A aposentada Maria Helena comprou um carro no valor de 150.000 reais e estava muito satisfeita até entrar no veículo pela primeira vez. “Quando eu fui andar com o carro pela primeira vez, eu vi que ele não tinha a alça de segurança no teto e eu sempre ando segurando essa alça porque me sinto mais segura, mais confortável”, diz. Como ela não dirige mais e só usaria o carro com o motorista, ela não olhou os detalhes da parte interna do carro e agora está pensando em trocá-lo por conta da falta que o item lhe faz. “Eu já pedi para colocarem a alça, mas neste modelo não é possível. Agora estou decidindo se compro outro, porque a alça me faz muita falta, principalmente para entrar no carro. O problema é que vou perder bastante dinheiro por vendê-lo agora”, diz Maria Helena.
Muitos compradores deixam escapar este tipo de detalhe, que no dia a dia faz uma enorme diferença. Por isso, é fundamental fazer um test drive. E às vezes, mais do que isso. Ao rodar poucos quilômetros, provavelmente só será possível notar seus pontos positivos, principalmente porque o vendedor ressaltará as qualidades e esconderá os defeitos do automóvel escolhido.
Para fazer um teste mais apurado, o ideal é alugar um carro do mesmo modelo, de preferência, o veículo mais velho disponível na locadora. Será esse automóvel que mostrará os efeitos do tempo e do uso sobre determinado modelo. E no caso de carros usados, algumas lojas permitem a realização de um test drive prolongado. A rede de concessionárias Itavema, por exemplo, permite que o interessado teste o carro que quer comprar durante três dias antes de fechar o negócio.
6) Deixar para comprar acessórios em lojas independentes
Se já há intenção de gastar dinheiro com os acessórios, vale mais a pena comprar a versão do carro que já vem com os acessórios de fábrica, do que comprar a versão mais básica e depois pagar pelos acessórios separadamente na concessionária.
Um levantamento feito por EXAME.com junto a concessionárias e lojas de acessórios mostrou que, para cinco modelos de carros de diferentes categorias, normalmente é melhor comprar uma versão mais equipada do que comprar a versão mais básica e adicionar os acessórios depois. O carro mais equipado de fábrica já tem embutido o preço dos serviços de instalação, que ficariam mais caros na instalação à parte.
Além disso, ao comprar a versão do carro mais equipada, é possível ter vantagens também na hora da revenda. Isto porque um carro sem itens básicos, como ar condicionado, travas e vidros elétricos, pode ter mais dificuldade em encontrar compradores. Se isso ocorrer, o vendedor terá que baixar ainda mais o preço para atrair interessados.
7) Pecar pelo excesso de acessórios
Na hora de comprar o carro, é comum que os vendedoreas ofereçam uma lista grande de opcionais. Fora os itens básicos, que podem ajudar a conseguir um melhor preço na hora da revenda, equipamentos não essenciais como frisos laterais, porta-objetos, aparelho de som com DVD e ar condicionado digital podem encarecer muito o valor do carro. Em casos extremos, podem inclusive desvalorizar ainda mais o modelo na revenda, como é o caso dos acessórios instalados quando se faz "tuning" do carro. O comprador precisa ficar atento para não exagerar nos acessórios na empolgação da compra e acabar não tendo como honrar o pagamento. Os opcionais podem representar gastos adicionais de mais de 10.000 reais.
8) Vender o carro atual por um valor muito baixo
De nada adianta conseguir um bom preço no carro novo se o seu usado for vendido por um valor muito baixo. Por isso, é importante evitar a venda do carro depois de uma forte desvalorização e também vendê-lo da forma certa.
Uma forte depreciação pode ocorrer, por exemplo, se o carro for vendido após um anúncio de que o modelo vai sair de linha, ou de que outra versão daquele modelo ou de um similar será lançada. Quem acompanha notícias de publicações especializadas pode conseguir se antecipar a esses movimentos, antes que os rumores alcancem os grandes veículos de comunicação.
Vender um carro com defeitos reduzindo o preço para que o futuro proprietário o reforme pode ser um grande erro. A maior parte dos compradores prefere que o veículo já esteja em ordem, pois assim pode usufruir do carro de imediato e sem dores de cabeça. Fazer alguns consertos pode ajudar a conseguir um preço mais alto e esta diferença pode compensar os gastos.
Se o proprietário não tiver capacidade de gastar muito dinheiro com os consertos, priorizar os problemas estéticos pode ser uma solução. Para-choques, rodas e capas de espelhos arranhados, por exemplo, são questões fáceis e baratas de se resolver e que podem fazer diferença na revenda.
9) Não perceber que o carro usado foi maquiado
Comprar carros maquiados ao buscar carros usados ou seminovos, é um erro que pode sair bem caro. É importante que o comprador saiba desvendar alguns dos truques que os vendedores podem usar para disfarçar problemas que os carros tenham enfrentado.
Algumas das dicas podem ser: participar da inspeção técnica do carro, pela qual todos os veículos passam antes da revenda; avaliar se há alguma assimetria entre as portas, os para-choques e o teto; e não comprar um veículo sem o manual, uma vez que o odômetro do carro pode ter sido adulterado para apresentar uma quilometragem menor, e apenas com o manual é possível checar se houve algum tipo de alteração.
Com informações da revista EXAME
20 de agosto de 2012
Descubra se já é hora de comprar um carro novo
Comprar um carro novo está na sua lista de coisas para fazer antes dos 30 anos? Este é um bom momento para concretizá-la. O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos veículos foi reduzido pelo governo federal - o que provocou a queda de 10%, em média, no valor dos carros. O desconto - que nos modelos populares gira em torno de 2 mil reais! - vai até o dia 31 de agosto.
Onde comprar
Se tem certeza da marca do carro que quer, vá direto a uma concessionária. Já se prefere comparar as promoções de marcas diferentes encare um feirão de veículos - evento que reúne várias concessionárias em um mesmo lugar. Os preços não são menores no feirão, mas você economiza tempo, não tendo de bater perna pela cidade, indo nas lojas de cada marca.
Em muitas parcelas
No mundo ideal, você chegaria na loja e pagaria o carro à vista (e com um superdesconto). Porém, como vive no mundo real do seu salário, os financiamentos tornam-se um mal necessário - as parcelas cabem no seu bolso, mas você terá de pagar juros!
Dá para financiar em um banco ou direto na concessionária que você vai comprar. Será preciso levar RG, CPF, comprovante de residência, de conta bancária e de renda (geralmente só se aprova o financiamento se as parcelas tomarem no máximo 30% da renda do comprador. Por exemplo, se ganha R$ 3 mil, não pode gastar mais de R$ 900 em cada prestação).
Um carro pode ser financiado em até 120 meses. E, óbvio, quanto maior a entrada, menores serão os juros e o valor das parcelas.
Você ainda vai ter de bancar uma taxa de análise de perfil de crédito do cliente (ou um nome semelhante, cada banco escolhe o seu), que pode chegar a R$1 500. Essa taxa é dividida entre o banco e a concessionária. Por isso, dá para negociá-la e conseguir até 50% de desconto nela na hora da compra.
Custos altos
Os juros para financiar um carro estão entre os menores do mercado. "Variam de 0,95% a 0,99%. Já os da compra de uma geladeira, por exemplo, são de cerca de 5%", diz Ivan Nakano, gerente de varejo da Ford. Isso porque, se você deixar de pagar as parcelas, o carro pode ser tomado de volta (copiou?) - e ainda terá um alto valor na revenda.
Juros baixos, impostos reduzidos: parece sedutor. Mas faça os cálculos com calma. "Uma parcela de R$ 400 pode parecer em conta para quem ganha R$ 2 mil. Você divide tudo em 100 vezes. Mas esse é o caminho mais rápido para se endividar", alerta o planejador financeiro Valter Police. O valor da parcela é fichinha perto do que gastará, no mês, para manter o carro. O veículo precisa de combustível, lavagem, IPVA, seguro, estacionamento, entre muitas outras coisas. Em geral, se você faz uso constante do carro, o gasto de manutenção pode sair mais de R$ 1 mil por mês - além da parcela! Se acha que pode manter todos os custos (incluindo os imprevistos) - e realmente precisa de um automóvel - pegue a calculadora já!
Taxa zero! oi?
Não acredite em ofertas de concessionárias que anunciam taxa zero. Nenhum financiamento é feito sem cobrança de juros. Nesse caso, eles estão embutidos no valor do carro.
Quanto custa
O IPI dos carros 1.0, que antes era de 7% (sob o valor do carro), foi reduzido a zero até o dia 31 de agosto. Já o IPI de carros 1.6 e 2.0 caiu para 6,5% (movidos à gasolina) e para 5,5% (movidos a álcool).
Com informações de MdeMulher
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