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28 de março de 2013

Como fazer a declaração após divórcio

Quando o casal opta por apresentar a Declaração de Ajuste Anual em separado, todos os bens ou direitos comuns devem ser relacionados em apenas uma das declarações, independentemente do nome de qual dos dois consta na documentação dos referidos bens ou direitos, tais como: imóveis, conta-corrente, veículos, ações, etc.
Na declaração em que não forem informados os bens e direitos, no campo “Discriminação”, utilizando-se o código 99, deve ser relatado que os bens e direitos comuns estão na declaração do cônjuge, informado também o nome e Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do cônjuge.

Caso o casal tenha rendimentos produzidos por bens comuns, deverão optar por informar 50% em cada declaração, ou um dos cônjuges inclui na sua declaração o total dos rendimentos.

Lembrando que os dependentes comuns ao casal não poderão constar simultaneamente nas declarações de ambos os cônjuges.

*Eliana Lopes é coordenadora de IR de Pessoa Física da H&R Block no Brasil. A H&R é a maior empresa de declaração de IR dos Estados Unidos e acaba de chegar ao Brasil. Também atua no Canadá e na Austrália.

Com informações de EXAME

7 de janeiro de 2013

Planeje seu orçamento para 2013



O começo do ano é sempre igual, IPVA, IPTU, matrícula em escolas, etc. Se você não se programar, pode ter surpresas desagradáveis, por isso, Ângela Nunes, economista, especialista em mercado de capitais e planejadora financeira certificada, CPF pelo IBCPF deu algumas dicas de como fazer um planejamento para um bom orçamento em 2013. 

Segundo Ângela, o primeiro passo é começar a planejar em janeiro, montando a previsão para os gastos até dezembro. A economista sugere guardar um pouco do salário todo o mês para suprir os gastos excessivos de final de ano sem ficar na dependência do 13º salário. "Acredito que uma boa saída para as pessoas é elas trabalharem com o planejamento a longo prazo, pois todo ano acontece o mesmo erro. As pessoas esquecem de analisar seus gastos mensalmente e o décimo terceiro passa a ser a salvação para quitar as dívidas acumuladas", comenta Ângela.

 Segundo pesquisas, o ano de 2012 foi o ano onde o brasileiro mais se endividou, especialistas dizem que isso é falta de planejamento e educação financeira. "O brasileiro pensa pouco no futuro, pois não tem o hábito de lidar com planejamento. Soma-se a precariedade da educação financeira nas escolas com o endividamento e tudo vira uma bola de neve difícil de controlar. É preciso planejar", comenta a economista. 
Ângela comenta que existem dois tipos de endividamento: O saudável e o por consumo. O saudável é aquele que traz algum benefício duradouro, como imóveis, carros, etc. O por consumo é endividamento por falta de controle, dívidas que não tarzem nenhum benefício, como roupas, viagens desnecessárias, etc. O forte apelo comercial presente nos meios de comunicação também é considerado pela economista como um atrativo ao endividamento. 

O parcelamento é apontado como outro fator de risco para o endividamento do brasileiro. "A pessoa faz as contas e vê que a parcela cabe no seu salário, mas se esquece de que ela tem outras três ou quatro parcelas que individualmente também cabiam no salário. Ao final do mês, quando for somar todos os parcelamentos, falta dinheiro e aí começam os problemas com o cheque especial e o cartão de crédito", menciona Ângela. 
Segundo a especialista, um erro muito comum é que no fim do ano as pessoas gastam completamente o 13º e esquecem das despesas do início do ano. "Caso a pessoa tenha exagerado nas compras de natal e não tenha sobrado dinheiro para as indesejáveis dívidas do começo do ano, vai precisar recorrer ao cheque especial e, com isso, estará sujeito à cobrança de juros e correção monetária sobre o valor usado para pagar suas despesas", aponta Ângela. 

Não é preciso esperar o final do ano para consertar as finanças. Organização e disciplina podem resolver facilmente, desde que todos que participam do orçamento familiar estejam empenhados na tarefa. A economista recomenda que logo no início de janeiro se faça uma previsão dos gastos até dezembro. Isso facilita na hora de identificar as principais despesas do orçamento familiar e a planejar inclusive o que pode ser cortado para ajudar na economia. Ângela sugere que o consumidor avalie sobre a real necessidade do consumo imediato em relação ao consumo futuro, evitando o endividamento pelas compras desnecessárias.

Com informações do site bbel.com.br

20 de agosto de 2012

Descubra se já é hora de comprar um carro novo




Comprar um carro novo está na sua lista de coisas para fazer antes dos 30 anos? Este é um bom momento para concretizá-la. O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos veículos foi reduzido pelo governo federal - o que provocou a queda de 10%, em média, no valor dos carros. O desconto - que nos modelos populares gira em torno de 2 mil reais! - vai até o dia 31 de agosto.

Onde comprar

Se tem certeza da marca do carro que quer, vá direto a uma concessionária. Já se prefere comparar as promoções de marcas diferentes encare um feirão de veículos - evento que reúne várias concessionárias em um mesmo lugar. Os preços não são menores no feirão, mas você economiza tempo, não tendo de bater perna pela cidade, indo nas lojas de cada marca.


Em muitas parcelas

No mundo ideal, você chegaria na loja e pagaria o carro à vista (e com um superdesconto). Porém, como vive no mundo real do seu salário, os financiamentos tornam-se um mal necessário - as parcelas cabem no seu bolso, mas você terá de pagar juros!

Dá para financiar em um banco ou direto na concessionária que você vai comprar. Será preciso levar RG, CPF, comprovante de residência, de conta bancária e de renda (geralmente só se aprova o financiamento se as parcelas tomarem no máximo 30% da renda do comprador. Por exemplo, se ganha R$ 3 mil, não pode gastar mais de R$ 900 em cada prestação).

Um carro pode ser financiado em até 120 meses. E, óbvio, quanto maior a entrada, menores serão os juros e o valor das parcelas.

Você ainda vai ter de bancar uma taxa de análise de perfil de crédito do cliente (ou um nome semelhante, cada banco escolhe o seu), que pode chegar a R$1 500. Essa taxa é dividida entre o banco e a concessionária. Por isso, dá para negociá-la e conseguir até 50% de desconto nela na hora da compra.


Custos altos

Os juros para financiar um carro estão entre os menores do mercado. "Variam de 0,95% a 0,99%. Já os da compra de uma geladeira, por exemplo, são de cerca de 5%", diz Ivan Nakano, gerente de varejo da Ford. Isso porque, se você deixar de pagar as parcelas, o carro pode ser tomado de volta (copiou?) - e ainda terá um alto valor na revenda.

Juros baixos, impostos reduzidos: parece sedutor. Mas faça os cálculos com calma. "Uma parcela de R$ 400 pode parecer em conta para quem ganha R$ 2 mil. Você divide tudo em 100 vezes. Mas esse é o caminho mais rápido para se endividar", alerta o planejador financeiro Valter Police. O valor da parcela é fichinha perto do que gastará, no mês, para manter o carro. O veículo precisa de combustível, lavagem, IPVA, seguro, estacionamento, entre muitas outras coisas. Em geral, se você faz uso constante do carro, o gasto de manutenção pode sair mais de R$ 1 mil por mês - além da parcela! Se acha que pode manter todos os custos (incluindo os imprevistos) - e realmente precisa de um automóvel - pegue a calculadora já!


Taxa zero! oi?

Não acredite em ofertas de concessionárias que anunciam taxa zero. Nenhum financiamento é feito sem cobrança de juros. Nesse caso, eles estão embutidos no valor do carro.


Quanto custa

O IPI dos carros 1.0, que antes era de 7% (sob o valor do carro), foi reduzido a zero até o dia 31 de agosto. Já o IPI de carros 1.6 e 2.0 caiu para 6,5% (movidos à gasolina) e para 5,5% (movidos a álcool).

Com informações de MdeMulher