9 de agosto de 2011

Profissional do setor imobiliário terá teste para certificação

Aquela sensação incômoda de que o funcionário do banco não consegue elucidar todas as dúvidas sobre crédito imobiliário pode estar com os dias contados. A Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) vai começar a certificar os profissionais que atuam com produtos desse segmento. O primeiro teste ocorre no final deste mês e será aplicado a quem trabalha em bancos, securitizadoras e companhias hipotecárias.

O universo potencial é estimado em cerca de 20 mil pessoas, mas profissionais de áreas correlatas, como corretores de imobiliárias, podem se submeter ao teste. Haverá uma prova nos centros da FGV (Fundação Getulio Vargas) em todo o país para quem lida diretamente com o consumidor final e outra para os que atuam com empresas, como construtoras, por exemplo. Nos primeiros dois anos, a adesão será voluntária.

Depois a certificação começa a ser uma exigência , afirma Luiz Antonio França, presidente da entidade. Para o executivo, por enquanto, não há problemas porque o mercado é pequeno, mas é preciso ter uma padronização mínima nas informações e procedimentos, destacando a expansão do setor em ritmo acelerado nos últimos anos.

As operações de crédito imobiliário com recursos da poupança atingiram R$ 37 bilhões no primeiro semestre deste ano, registrando o melhor resultado para esse período na série histórica, iniciada em 1967, de acordo com os dados divulgados na última quarta-feira.

Mercado segue em expansão

França diz que a Abecip está antecipando uma necessidade porque o número de profissionais envolvidos vai continuar crescendo. E a operação tem que ser muito clara para o mutuário , completa, lembrando que os consumidores estão pouco acostumados a fazer financiamentos de longo prazo.

Em 2008, o crédito habitacional representava 2,1% do PIB (Produto Interno Bruto) e a previsão é atingir 4,1% ao final deste ano. Para 2014, a projeção é saltar para 11%. O executivo reiterou que já em 2013 os recursos da caderneta de poupança não serão suficientes para financiar todo o potencial de clientes.

A outra grande fonte de recursos do crédito imobiliário atualmente é o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), com taxas de juros menores -limitadas a 8,16% ao ano mais TR. A linha, no entanto, só está disponível para moradias de até R$ 170 mil e para famílias com renda até R$ 4.900 -valor que será elevado para R$ 5.400 em breve, após a publicação de portaria no Diário Oficial da União .

Considerando as duas fontes, os financiamentos chegaram a R$ 49,9 bilhões no acumulado dos seis primeiros meses do ano, com acréscimo de 38%. Em quantidade (645 mil), a expansão foi de 30%.

Neste projeto, com investimentos de R$ 228 milhões bancados pela Petrobras com aprovação da ANP. Em 4 anos, mais R$ 557 milhões serão investidos.

Com informações do Jornal Correio da Paraíba.

8 de agosto de 2011

Em 7 anos, gastos com reformas e compra de imóveis sobem 63%

Em sete anos, os gastos dos brasileiros com reformas e com compra de imóveis aumentaram 63%, passando de R$ 71,9 bilhões em 2003 para R$ 117 bilhões em 2010.

De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (26) pelo Data Popular, os gastos com reformas continuam sendo inferiores aos gastos com compras. E, mais do que isso, à medida que os gastos com reforma mostraram redução, em termos proporcionais, os com compras aumentaram.

Em 2003, dos R$ 71,9 bilhões gastos, 58,6% foram investidos em novos imóveis, ao passo que 41,4% foram usados nas reformas. Sete anos depois, dos R$ 117 bilhões investidos em 2010, 68,9% foram com compras e 31,3%, para reformas.

Classes sociais

A pesquisa também avaliou o comportamento das diferentes classes sociais, quando o assunto é reforma e compra de imóveis. Constatou-se, em primeiro lugar, que desde 2003 as classes mais baixas (C, D e E) gastam mais com reforma do que com compras. Já as classes altas (A e B), fazem o inverso, investindo mais em compras do que em reformas.

Apesar desse quadro, em 2010, a classe C passou a gastar bem mais com compras do que com reformas. Se em 2003, dos R$ 15,9 bilhões investidos pela classe em reformas e compras, 32,8% eram para compra e 67,2% para reformas, em 2010, dos R$ 31 bilhões gastos, 51,6% foram para compras e 48,4% para reformas. Isso significa que os gastos com compra subiram 18,8 pontos percentuais nessa classe.

Outro dado interessante foi observado no comportamento das classes D e E. Em 2003, elas gastaram, juntas, R$ 3,1 bilhões com compras e reformas, enquanto em 2010 o volume passou para R$ 7 bilhões, ou seja, crescimento de 126% em sete anos. A alta foi bem superior às expansões das outras classes, já que os gastos da classe C aumentaram 95% entre 2003 e 2010 e os das classes A e B, juntas, subiram 49% no período (de R$ 52,9 bi em 2003 para R$ R$ 79 bi em 2010).

Só reformas

Se analisado apenas o quesito reformas, entre 2003 e 2010, as classes D e E foram as que mais aumentaram seus gastos. As classes mais baixas aumentaram em 100% suas despesas com reformas, a classe C elevou em 40% esses gastos e a A e B aumentaram apenas 0,5%.

A pesquisa ainda mostrou que 25 milhões de famílias brasileiras realizaram reformas. Dessas, 3 milhões fazem parte da classe A, 11,9 milhões, da classe C e 10,8 milhões, da D e E. Assim, nota-se que, proporcionalmente, os mais pobres são os que mais se preocupam com as condições de seus imóveis fazendo reparos.

Reformas no futuro

O estudo também avaliou a intenção dos brasileiros em realizar aquisições ou reformas nos próximos meses. O resultado mostrou que a intenção de fazer reformas aumenta conforme a renda cai: 35% das classes A e B pretendem realizar reparos no futuro, enquanto nas classes C, D e E a porcentagem fica em torno dos 40%.

Falando em aquisição, acontece o inverso. Quando mais a renda aumenta, maior é a intenção de adquirir um imóvel futuramente. Nas classes A e B, a intenção é de 19% e nas classes C, D e E fica em torno de 15%.

Com informações de InfoMoney.

5 de agosto de 2011

Crédito imobiliário bate recorde no primeiro semestre, diz Abecip

Os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para financiamento imobiliário atingiram um recorde de R$ 37 bilhões de janeiro a junho, alta de 55% sobre o mesmo período de 2010, informou nesta quarta-feira (3) a associação que representa o setor no país, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

A expectativa da Abecip é que, em 2011, o volume de financiamentos concedidos com recursos da poupança chegue a R$ 85 bilhões, o que seria que seria um crescimento de 51% em relação ao ano passado, quando foram concedidos R$ 56,2 bilhões. “Com viés de alta", estima o presidente da Abecip, Luiz Antonio França.

Já o número de unidades financiadas deve chegar a 540 mil em 2011, crescimento de 28%. (421 mil)

Nos seis meses até junho, foram financiados 236,5 mil imóveis pelo sistema, volume 26% maior em relação ao mesmo período de 2010. Considerando apenas o mês de junho, foram financiados 46,5 mil imóveis financiados, aumento de 13,8% em relação a um ano antes. O valor dos imóveis financiados em junho somou R$ 7,78 bilhões, o que representa um aumento de 48% em relação a um ano antes.

De acordo com o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, a expansão do crédito reflete também um aumento da confiança do consumidor no financiamento imobiliário. Dados apresentados pela Abecip nesta quarta mostram que, em 2005, o percentual médio financiado na compra de imóveis era de 47,8%. Em 2011, passou para 62,7%.

"As pessoas têm mais confiança no financiamento", avaliou França.

As cadernetas de poupança mostraram recuperação em junho, com captação líquida de R$ 1,91 bilhão após dois meses consecutivos de resgates. Segundo a Abecip, foi o melhor resultado do ano para a aplicação.

Parcelas em atraso

De acordo com França, a inadimplência no setor está em níveis baixos em junho de 2011, em torno de 1,15%. Em 2010, foi de 1,2%. "O que causa a baixa inadimplência é a alienação fiduciária, ou seja, se o cliente não paga eles tomam o imóvel de volta. Isso faz com que as pessoas tratem essa dívida como prioridade.

Com informações do G1.

4 de agosto de 2011

Governo prorroga isenção de IPI para material de construção até final de 2012

O Governo lançou o seu Plano Brasil Maior, com 35 medidas que visam estimular investimentos e diminuir os efeitos negativos do real valorizado sobre a indústria. Dentre elas, a prorrogação, por mais um ano, da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para material de construção até o final de 2012.

Na ocasião, a presidenta da República, Dilma Rousseff, também assinou decreto para regulamentar a lei que institui margem de preferência de até 25% para produtos e serviços nacionais nas licitações públicas.

O foco maior será dado nas indústrias de defesa, medicamentos, têxteis, calçados e tecnologia de informação. Bancos estatais foram orientados a exigir o uso de fornecedores locais. Um exemplo são os financiamentos do programa Minha Casa, Minha Vida. Construtoras que tomarem linhas oferecidas pela Caixa Econômica Federal não poderão mais usar materiais importados.

O prazo máximo das investigações de denúncias sobre práticas de dumping foi reduzido de 15 para 10 meses.

Com informações de Sandra Bezerra (CBIC).

3 de agosto de 2011

Títulos imobiliários vão entrar na rede bancária

Os grandes bancos já admitem que, a partir do ano que vem, terão que começar a transformar parte da carteira de crédito imobiliário em valores mobiliários e vendê-los a seus clientes como forma de angariar recursos para atender a demanda de empréstimos para compra da casa própria. Essas operações têm como principal objetivo testar a estrutura das instituições financeiras para fazer securitização em larga escala e distribuí-la na rede de atendimento, na forma de títulos como os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e cotas de fundos que incluam esses papéis.

"O ano de 2011 é um divisor de águas. Em 2012 já começaremos a ter alguma operação piloto para testar essas fontes alternativas", afirma o diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges.

O banco já realizou algumas operações de securitização, mas elas nunca foram distribuídas na rede de agências, segundo Borges, e serviram para a atender a exigibilidade da caderneta de poupança ou para projetos específicos. O Bradesco detinha, ao fim de junho, R$ 6,33 bilhões em CRIs em carteira.

Para o executivo, outras instituições devem fazer o mesmo teste a partir do ano que vem. Isso porque a expectativa é que a partir de 2013 a poupança, principal fonte de recursos para o crédito imobiliário, deixe de ser suficiente. "Será uma transição tranquila. Quando chegarmos em 2014 essa questão já estará equacionada", acredita.

No início do ano, a Caixa Econômica Federal - que possui mais de 70% do mercado de financiamento imobiliário no país - fez a securitização de uma pequena parcela de sua carteira, com a distribuição de cerca de R$ 250 milhões em CRIs em sua rede de agências.

Esse teste também pode ser feito pelo Citibank. O superintendente de produtos e seguros da instituição, Rodrigo Cury, explica que por falta de fontes alternativas, o banco já limita a concessão de crédito imobiliário à demanda dos clientes. "Estamos deixando de ofertar para atender apenas a demanda dos clientes e isso é uma pena", lamenta.

Cury acrescenta que a captação de poupança, com taxa de juros em alta, é mais difícil quando outros produtos de investimento apresentam rentabilidade maior. O que torna a situação do Citibank menos dramática é que uma parcela das operações são quitadas antecipadamente, o que libera parte dos recursos para novas operações. "O Citi gostaria de fazer securitização e que ela se tornasse uma das opções de recursos", diz.

No entanto, o executivo afirma que a atual taxa de juros dificulta a produção de CRIs ou outras estruturas a custo competitivo. "Esse é um problema que não é específico nosso", afirma. Mesmo com as dificuldades, o Citi já testou o apetite para esse mercado, com a oferta a seus clientes de cotas de fundos de investimento imobiliário que investem em CRIs. Neste caso, no entanto, as operações de crédito que servem para lastro desses papéis não eram da carteira de crédito imobiliário concedido pelo próprio banco.

O superintendente do Santander, Fernando Baumeier, acredita que a partir de 2013 todos os bancos começarão a fazer as contas sobre a capacidade da poupança de suportar o crescimento do crédito imobiliário. O banco já fez uma securitização de parte de sua carteira em 2008, mas foi apenas um teste. "Em um futuro próximo teremos mais espaço para securitizar a nossa carteira", garante.

Já no HSBC, além da securitização, espera-se que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) também comece a ser mais utilizado. "Mas para isso precisamos de maior agilidade na liberação de recursos por parte do FGTS", pondera o diretor de crédito imobiliário do banco, Antonio Barbosa.

Com informações do Jornal Brasil Econômico.

2 de agosto de 2011

Refinanciar a casa é opção para empréstimo

O financiamento de imóveis com recursos da poupança terá crescido, no fim deste ano, cerca de 30 vezes ante 2004. Em valores, é um salto de R$ 3 bilhões para R$ 85 bilhões. Esses números sintetizam o vigor do mercado de crédito imobiliário no Brasil. A tendência, segundo especialistas, é de leve desaceleração daqui para a frente. Nesse cenário, os bancos já começam a mirar outros produtos no segmento.

Um dos "escolhidos" é o chamado refinanciamento imobiliário. O negócio ainda engatinha por aqui, mas profissionais do setor estão certos de que vai deslanchar nos próximos anos.

"É uma tremenda oportunidade", afirmou o diretor de crédito imobiliário do HSBC, Antonio Barbosa. "O brasileiro ainda resiste a refinanciar a própria casa, mas tem percebido, cada vez mais, que pode ser uma opção interessante", completa Fabio Nogueira, diretor e sócio fundador da Brazilian Finance Real Estate (BFRE), espécie de banco que só atua na área imobiliária.

Esse produto foi regulamentado pelo Banco Central (BC) no fim de 2006 e, a partir de 2007, várias instituições financeiras passaram a oferecê-lo. Cada uma tem as próprias condições, mas, em geral, o cliente pode refinanciar parte da casa em que mora (até 50%, na média) por prazos de até 30 anos e taxas de juros inferiores às do crédito pessoal (mas, em compensação, maiores que o financiamento imobiliário tradicional).

O Bradesco, por exemplo, oferece o crédito pessoal com garantia de imóvel. O prazo máximo para pagamento é de 10 anos e o crédito máximo é de 70% do valor de avaliação do imóvel. A taxa de juros média, hoje, é de 1,52% ao mês (cerca de 19% ao ano).

É um custo maior que o do financiamento imobiliário tradicional, que hoje varia, em média, entre 9,5% e 11,5% ao ano, mais TR. No entanto, é inferior ao do crédito pessoal "normal", hoje, em média, a 49% ao ano, segundo dados do Banco Central.

O diretor de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges, explica que a diferença decorre do chamado funding para os empréstimos, ou seja, o bolo de onde vem o dinheiro. No caso do crédito tradicional, o funding principal é a poupança.

Por lei, a caderneta remunera com 6,17% ao ano mais TR (algo como 7% a 7,5% ao ano no total). O banco fica com a diferença entre essa taxa e a que cobra do cliente no crédito.

No caso do refinanciamento, o funding é o do dia a dia do mercado financeiro, ou seja, a taxa Selic. Como se sabe, o juro básico no Brasil é o mais alto do mundo, hoje de 12,5% ao ano. Portanto, a taxa deve incluir esse custo (captação), o risco de cada cliente e, claro, o lucro da instituição financeira.

No Bradesco, a carteira de crédito pessoal com garantia em imóvel somava R$ 2,3 bilhões no fim de junho. É um valor baixo se comparado à carteira de crédito imobiliário. Neste ano, o segundo maior banco privado do País prevê desembolsar R$ 14 bilhões só em novos empréstimos.

No Santander, essa carteira é menor ainda - R$ 90 milhões no fim de junho. No ano passado, porém, a expansão foi de 173% sobre 2009. "Esse é um produto que vai começar a ser importante", aposta o diretor executivo de negócios imobiliários do Santander, José Roberto Machado. Um dos usos possíveis, segundo ele, é para clientes que queiram reorganizar as finanças. A vantagem, lembra, é a taxa de juros mais baixa que a de outras modalidades de crédito pessoal.

Subprime. Um dos fatores que fomentaram a chamada crise do subprime nos Estados Unidos, que estourou em 2008 e até hoje tem efeitos negativos para o país, foi justamente o refinanciamento de hipotecas. Com a valorização, à época, intermitente dos imóveis, milhões de americanos refinanciaram várias vezes suas casas para embolsar dinheiro vivo e gastá-lo com consumo.

Especialistas avisam, no entanto, que as condições no Brasil são bem diferentes que as dos EUA. A começar pelo cuidado dos bancos, que: 1) não financiam o valor integral do imóvel; 2) são exigentes na comprovação de renda; e 3) não aceitam refinanciar o mesmo imóvel. "O subprime não aconteceu por causa do refinanciamento das hipotecas", diz o professor do Insper Alexandre Chaia.

Com informações do Jornal O Estado de S. Paulo.

1 de agosto de 2011

Sem risco de bolha imobiliária

O crédito imobiliário é a modalidade que mais tem crescido. Segundo o Banco Central, a expansão foi de 50% em 12 meses, com o estoque atingindo R$ 167,5 bilhões em junho. No mês, o aumento foi de 3,8% e, no ano, de 20,7%. "O percentual é elevado porque a base ainda é pequena devido ao deficit habitacional. Esse ritmo de forte alta deve continuar por mais tempo", previu o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel. Para ele, não há risco de uma bolha imobiliária como a que ocorreu nos Estados Unidos em 2008.

"A participação do setor habitacional no total do crédito é muito modesta, comparativamente ao padrão internacional", disse Maciel. O peso do crédito imobiliário subiu de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em junho de 2010 para 4,3% no mês passado. "Esse segmento não tem necessidade de uma medida macroprudencial. Ainda há espaço para crescer. A gente espera que o crédito habitacional continue aumentando em taxas significativas, mas deverá arrefecer a longo prazo."

O presidente da consultoria de análise de crédito proScore, Ivo Barbiero, também descarta bolha. "O nosso sistema financeiro está adiantado para evitar o que aconteceu nos EUA", comentou. Ele avaliou o crescimento nos empréstimos como positivo e "dentro da normalidade".

As operações de crédito do sistema financeiro representaram 47,2% do PIB em junho, 0,3 ponto acima do registrado no mês anterior. O total, de R$ 1,834 trilhão, cresceu 1,6% no mês, 7,5% no ano e 20% em 12 meses. "Esse percentual está de acordo com nossas projeções de 48% para este ano", disse Maciel. Para a Associação Nacional dos Executivos de Finanças e Contabilidade (Anefac), "esse volume ainda é baixo quando comparado às principais economias do mundo, que têm média acima de 100%".

Com informações da CBIC.