O brasileiro que deseja financiar seu imóvel pode comemorar. Os recursos da poupança e do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) irão crescer de 20% a 25% em 2012. Serão 160 bilhões em crédito imobiliário para quem deseja adquirir ou trocar seu apartamento ou casa. Segundo estimativas da CBIC (Câmara Brasileira da Construção Civil), 1,6 milhões de novos imóveis devem ser negociados.
“A previsão inicial, feita no meio do ano, era fechar 2011 com saldo de R$ 110 bilhões em financiamentos, sendo R$ 75 bilhões da poupança e R$ 35 bilhões do FGTS. Mas como a economia brasileira tem demonstrado melhora, a estimativa é que o ano encerre com saldo de R$ 120 bilhões a R$ 130 bilhões. Com base nessa perspectiva, imaginamos que em 2012 esse saldo cresça de 20% a 25%, chegando a R$ 160 bilhões”, afirma o economista da instituição Luis Fernando Melo Mendes, ao Jornal Rede Bom Dia.
O SFH (Sistema Financeiro da Habitação) que utiliza os recursos da poupança e o FGTS que usa dinheiro do fundo e cobra juros menores são as formas de financiamentos mais comuns.
Segundo estimativas, até outubro de 2011 os financiamentos com saldo da poupança somaram aproximadamente R$ 65 bilhões, mais do que o realizado em todo o ano passado (R$ 56,2 bilhões). Comparado ao mesmo período de 2010, houve crescimento de 45%, segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).
Neste período, foram financiadas 404 mil unidades, com crescimento de 18% em relação ao número registrado nos dez primeiros meses do ano passado. Já o FGTS emprestou R$ 27,5 bilhões para financiar 433 mil imóveis.
A pesquisa mostra ainda que cerca de R$ 100 bilhões devem vir dos depósitos da caderneta de poupança, por meio do SFH, e vão beneficiar principalmente trabalhadores que ganham mais de R$ 5 mil. Os recursos do FGTS devem contribuir com outros R$ 60 bilhões e beneficiam trabalhadores com renda familiar menor, de até R$ 5,4 mil.
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14 de dezembro de 2011
Recursos para financiamento imobiliário devem crescer entre 20% e 25%
21 de novembro de 2011
Bancos oferecem serviços que facilitam financiamento
Os bancos possuem serviços que podem lhe ajudar a garantir esse bem. Um deles é o pacote de serviços imobiliários Santander Van Gogh, que é uma conta-corrente com serviços direcionados unicamente para a negociação de compra de imóvel.
O Van Gogh é voltado para a população de alta renda e oferece assessoria especializada para a escolha dos imóveis, o cliente também tem a comodidade de poder pagar as parcelas com o cartão de crédito e acumular pontos no programa de bônus.
“Queremos participar ativamente de todas as etapas da compra de um imóvel e ajudar o cliente a encontrar o equilíbrio entre o que sonha e o que pode comprar. Para isso, fizemos um estudo com a nossa base de clientes para identificar quais eram as principais necessidades e oportunidades, e formatamos um pacote completo, em parceria com o time do segmento de alta renda, o Van Gogh”, explica o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Santander, José Roberto Machado.
A Caixa Econômica Federal criou o “Dívida Zero”, um seguro prestamista próprio para quem quer comprar um imóvel. Esse serviço protege o dono do imóvel, e também as construtoras em caso de morte e invalidez permanente total por acidente. Segundo a Caixa, se o comprador sofrer alguns dos malefícios citados acima a seguradora paga a dívida do financiamento, deixando a família do segurado tranquila.
A Caixa afirma que estimulada pela ampliação de crédito no Brasil e pelo alavancamento financeiro no Minha Casa, Minha Vida e no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a indústria da construção civil é um dos segmentos que mais cresce no país. A previsão do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do estado de São Paulo) é um crescimento de 6%, acima do que era esperado pelos especialistas e maior do que o PIB (Produto Interno Bruto) nacional que é de 3,5% segundo o Banco Central.
O Bradesco já oferece novos modelos de apólices com cláusulas que atendem danos causados pela natureza em seu seguro. “Diante dos crescentes riscos causados pelos fenômenos climáticos, focamos nesse mercado e criamos modelos de apólices mais simples e massificadas para sensibilizar os proprietários a garantir o principal patrimônio da família”, afirma o presidente da Bradesco Auto/RE, Ricardo Saad.
O Van Gogh é voltado para a população de alta renda e oferece assessoria especializada para a escolha dos imóveis, o cliente também tem a comodidade de poder pagar as parcelas com o cartão de crédito e acumular pontos no programa de bônus.
“Queremos participar ativamente de todas as etapas da compra de um imóvel e ajudar o cliente a encontrar o equilíbrio entre o que sonha e o que pode comprar. Para isso, fizemos um estudo com a nossa base de clientes para identificar quais eram as principais necessidades e oportunidades, e formatamos um pacote completo, em parceria com o time do segmento de alta renda, o Van Gogh”, explica o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Santander, José Roberto Machado.
A Caixa Econômica Federal criou o “Dívida Zero”, um seguro prestamista próprio para quem quer comprar um imóvel. Esse serviço protege o dono do imóvel, e também as construtoras em caso de morte e invalidez permanente total por acidente. Segundo a Caixa, se o comprador sofrer alguns dos malefícios citados acima a seguradora paga a dívida do financiamento, deixando a família do segurado tranquila.
A Caixa afirma que estimulada pela ampliação de crédito no Brasil e pelo alavancamento financeiro no Minha Casa, Minha Vida e no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a indústria da construção civil é um dos segmentos que mais cresce no país. A previsão do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do estado de São Paulo) é um crescimento de 6%, acima do que era esperado pelos especialistas e maior do que o PIB (Produto Interno Bruto) nacional que é de 3,5% segundo o Banco Central.
O Bradesco já oferece novos modelos de apólices com cláusulas que atendem danos causados pela natureza em seu seguro. “Diante dos crescentes riscos causados pelos fenômenos climáticos, focamos nesse mercado e criamos modelos de apólices mais simples e massificadas para sensibilizar os proprietários a garantir o principal patrimônio da família”, afirma o presidente da Bradesco Auto/RE, Ricardo Saad.
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