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8 de fevereiro de 2012

Inquilinos preferem imóvel próprio

Sair do aluguel e ter a sua própria casa é um sonho de consumo que tem se tornado uma realidade para muitos brasileiros. De acordo com dados de imobiliárias um em cada quatro inquilinos da cidade de São Paulo que desistem do aluguel devolvem o imóvel aos locadores por terem comprado um imóvel próprio.

Outros 18% entregam as chaves do imóvel alugado porque vão morar em outra cidade ou estado, e em 15% dos casos o proprietário pede a unidade de volta para uso próprio ou para revenda.

O levantamento apontou ainda que 10% dos locatários que entregaram as chaves alegam mudança para um imóvel mais próximo de seus locais de trabalho, 9% alugam um imóvel maior, 5% vão morar em imóveis menores, 4% alegam valor alto do aluguel e apenas 3% informam que dificuldades financeiras como motivo para o rompimento do contrato. Nos restantes 10% das desocupações são alegados motivos diversos.

A pesquisa considerou as razões para a desocupação do imóvel declarada pelos ex-inquilinos em formulário preenchido no ato de entrega das chaves entre janeiro e novembro de 2011.

25 de janeiro de 2012

Mulheres representam até 6% na construção civil

De acordo com dados do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil (Sintracomec) do Amazonas, de quatro a seus por cento dos trabalhadores da construção civil são mulheres. "A indústria da construção civil tem que ter até dez por cento de trabalhadores mulheres. A iniciativa visa incentivar o aumento das trabalhadoras, mas o número ainda é pequeno em relação aos homens", afirma Cícero Custódio, vice-presidente da Sintracomec.

Hoje em dia, as mulheres atuam em várias atividades na construção civil, desde faixadeiras, ajudantes e pedreiras. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), o número de mulheres que exercem atividades na construção civil teve um aumento de 65% na última década. Os dados mostram que em 2000 existiam 83 mil mulheres trabalhando na área e em 2008, data da última pesquisa, o número subiu para quase 2 milhões.

23 de novembro de 2011

Cresce interesse por imóveis

Praticamente todo brasileiro sonha em comprar um imóvel e metade desse contingente pretende investir nele para obter uma renda futura, afirma pesquisa tabulada pelo Centro Técnico Datastore e apresentada no Brazil GRI2011.

Hoje em dia, 30% dos consumidores pensam em comprar um imóvel, índice que sobe para 50% entre aqueles de baixa renda. Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, pela alta oferta, estão enquadradas no primeiro caso.Porém cidades como Fortaleza por exemplo, o numero de consumidores com pretensão de comprar uma unidade aumenta segundo pesquisa Acervo Datastore 2009-2011 tabulada pelo Centro Técnico Datastore.

"Vemos um novo investidor nascer no país. Ele pertence à família com imóvel próprio, renda baixa, média ou alta e que quer comprar apenas mais um novo imóvel para renda futura (venda ou locação). Este volume é grande, em algumas cidades chega próximo à metade do contingente da famílias que quer comprar imóvel em 24 meses", declara Marcus Araújo, presidente do Datastore, instituição que desenvolve pesquisa com soluções para os problemas de incorporação encomendada por um total de cem construtoras e incorporadoras de todo o país.

Marcos apresentou esta análise durante o Brazil GRI 2011 (Global Real Estate Institute) que aconteceu nos dias 8 e 9 de novembro, em São Paulo, onde profissionais do ramo imobiliário apresentaram propostas e debateram idéias para investimentos imobiliários.

Marcus afirma ainda que "o Nordeste e Centro-Oeste são mercados mais aquecidos que o Sul. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, do total de entrevistados, entre 32 % e 34 % demonstram intenção em adquirir imóvel em 24 meses". "A tipologia do quatro quartos só tem massa crítica em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em cidades como Florianópolis, Natal, Fortaleza, as pessoas preferem três dormitórios com uma terceira sala, varanda gourmet para receber os amigos e também porque a família diminuiu", "O Nordeste e Centro-Oeste são mercados mais aquecidos que o Sul, enquanto São Paulo e Rio registram índices elevados de procura", completa.