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10 de março de 2014
Melhore a sua qualidade de vida em apenas 10 passos
Você já parou para pensar como está a sua qualidade de vida? O que você tem feito para melhorar sua saúde, seu bem-estar?
Dados do Ministério da Saúde apontam que doenças associadas ao estilo de vida matam mais que o trânsito e a violência. Essas doenças normalmente estão relacionadas com aparelho circulatório: infartos, derrames, diabetes e hipertensão, entre outras.
A maior parte dos cânceres também é relacionada com estilo de vida. Então se você é sedentário, fuma, consome álcool em excesso e tem uma alimentação inadequada, você pertence ao grupo com maior quadro de morte prematura no país. Que tal pensar um pouco mais em você e no seu estilo de vida? A melhoria de sua qualidade de vida só depende de você.
Veja abaixo algumas atitudes que podem ajudar a manter seu bem-estar físico e mental.
Mantenha a mente ativa: Pesquisas mostram que a doença de Alzheimer tem maior incidência entre as pessoas com baixo nível de instrução.Estudo publicado no New England Journal of Medicine relaciona a leitura, os jogos de cartas e de tabuleiro e as palavras cruzadas com a redução do risco de demência em pessoas com mais de 75 anos.
Respire mais profundamente: Caminhe, ande de bicicleta, faça um pouco de yoga, jogue vôlei, futebol, basquete, tênis. Exercícios físicos moderados são essenciais para manter a saúde e uma atitude equilibrada diante da vida, evitando as causas do estresse e tensão.
Faça exercícios físicos diariamente: Caminhe, ande de bicicleta, faça um pouco de yoga, jogue vôlei, futebol, basquete, tênis. Exercícios físicos moderados são essenciais para manter a saúde e uma atitude equilibrada diante da vida, evitando as causas do estresse e tensão.
Saboreie um bom chocolate: Em pequenas quantidades, ele pode ser benéfico à saúde. Segundo estudo do King’s College, de Londres, a quantidade de flavonóides encontrada em 50 gramas de chocolate é equivalente à de seis maçãs, duas taças de vinho ou sete cebolas. Os flavonoides têm sido apontados como importantes armas no combate aos radicais livres.
Pratique meditação: Considerada por alguns como instrumento para uma ecologia da mente e dos sentimentos, a meditação não é uma prática tão complicada quanto se pensa. Basta sentar-se em silêncio e observar a passagem dos pensamentos pela mente como se fossem nuvens do céu. Isto é, não se prenda a eles apenas observe-os e deixe-os passar.
Tenha mais contato com a natureza: Deixe de lado a tensão do trabalho urbano e visite os lugares da natureza. Esvazie-se da pressa e aprenda a ouvir a música e harmonia presentes no silêncio da natureza.
Durma bem: Estudos sugerem que a falta de sono crônica pode ter um impacto negativo nas funções metabólicas e endócrinas. Quando se dorme menos de cinco horas, há um desequilíbrio no metabolismo.
Seja mais otimista: Após dez anos estudando como a personalidade de uma pessoa pode influir no aumento ou na diminuição da expectativa de vida, pesquisadores holandeses concluíram que ter uma atitude positiva melhora o bem-estar e diminui o risco de doenças.
Se alimente bem: Dê uma atenção especial ao momento das refeições. Prefira uma alimentação natural, evitando exagerar nas carnes vermelhas, que são de difícil digestão. Inclua doses de fibras, frutas e verduras no seu dia-a-dia. Evite comer muita fritura e doces. Cuidado com as quantidades, comer menos e mais vezes é a melhor solução.
Aceite sua vida: Em primeiro lugar é importante deixar claro que aceitar não significa se acomodar e se conformar com situações que podem ser mudadas. Lute para melhorar o que estiver ao seu alcance, mas procure, ao mesmo tempo, ver o que existe de positivo em sua casa, sua família, sua cidade e em tudo mais que estiver à sua volta.
Com informações do site Beleza e Saúde.
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26 de novembro de 2012
Escolha a cama certa e durma mais tranquilamente
Os médicos aconselham as pessoas a dormir pelo menos oito horas por noite. O que significa que você passará pelo menos um terço da sua vida na cama e por isso, é ideal que escolha este item com muita sabedoria.Conheça alguns detalhes que devem ser levados e conta na hora da compra.
A designer de interiores Rosangela Pimenta do escritório paulista Estilo Próprio lembra - “A palavra de ordem é proporção”. - Não adianta comprar uma cama grande para um ambiente pequeno, pois é preciso deixar espaço para andar pelo quarto. Entretanto, não se deve cair no extremo oposto: o móvel precisa ter um tamanho mínimo para que a pessoa caiba deitada, uma alternativa para conciliar as duas necessidades é encostar a peça em um dos cantos do cômodo para facilitar a circulação.
Outro fator que deve ser considerado na hora da compra é: Optar por uma cama com ou sem cabeceira. Além de possuir uma função estética, a cabeceira serve de anteparo entre a cama e a parede. . O problema: algumas cabeceiras chegam a ter 20 centímetros de espessura, o que é muito em tempos de construções pequenas. Alguns modelos já vêm com criados mudos embutidos, algo que ocupa ainda mais espaço. A gestora de vendas da Lojas KD aconselha que uma boa ideia é colocar um painel de madeira atrás da cama, que produz o mesmo efeito estético, mas é bem mais fino.
Sobre os modelos: Box ou clássica com estrado de madeira ou MDF? A primeira opção oferece algumas vantagens para quem tem pouco espaço: Luiza Buratto, coordenadora de desenvolvimento da Etna, diz que é possível trocar a cabeceira desse tipo de cama, e Claudia Daboit afirma que alguns modelos vêm com baú, o que ajuda a ampliar o espaço para guardar roupas de cama. Essas características, aliadas à queda nos preços, têm ajudado a popularizar as camas box, afirma Luiza Buratto.
A cama Box tem diversas vantagens, mas Rosangela Pimenta alerta que essas camas causam problemas a quem tem problemas respiratórios. Por ser revestida com pano e por ficar próxima ao chão, a Box tende a acumular mais sujeira e dificulta na hora da limpeza, além de não ser indicado para pessoas de idade, por ser alto. “Para pessoas de idade, principalmente, o ideal são camas mais baixas, com até 50 centímetros de altura, para facilitar na hora de a pessoa se levantar”, afirma Rosangela.
Por fim, Luiza afirma que as camas de estrado têm resistência de peso limitada, mas isso não significa que elas durem menos. “A durabilidade nos dois modelos depende da forma como a cama é utilizada e mantida”, diz a representante da Etna.
Com informações do Terra
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