Se tem uma coisa que a corretora de imóveis Fabiana Pimenta, da Fortune International Realty, uma das maiores imobiliárias de Miami, cumpre religiosamente nos últimos meses é agradecer a Deus por ser brasileira. Melhor: pelo fato de os Estados Unidos estarem abarrotados de brasileiros que andam se fartando de gastar na terra do Tio Sam, beneficiados pelo forte aumento da renda e pelo dólar em baixa – a moeda norte-americana vale o mesmo que 12 anos atrás.
São esses brasileiros que têm garantido à corretora um faturamento nunca visto em seus sete anos de carreira. Desde que a maior economia do mundo foi à bancarrota em 2008, com o estouro de uma bolha imobiliária, são os estrangeiros que têm movimentado o setor do qual Fabiana tira o seu sustento. Ela não esperava, porém, que seriam os seus conterrâneos os maiores impulsionadores do mercado. “O que está ocorrendo é uma loucura. Os brasileiros simplesmente salvaram o mercado imobiliário da Flórida”, diz. “Eles estão comprando de tudo. Casas e apartamentos para passar férias, para morar, para investimento. Há os que já procuram o segundo ou o terceiro imóvel”, conta.
Parte da clientela de Fabiana Pimenta é composta de profissionais liberais, como médicos e advogados. Moradores de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília formam o grupo mais reluzente de interessados em fincar um pé na ensolarada Miami.
Bem-vindos
Quando a agente da imigração do Aeroporto de Miami disparou, em bom português, um “Bom dia!”, caiu a ficha do corretor de seguros Flávio Almeida, de Belo Horizonte. Acostumado, em outros tempos, a ser recebido em inglês ou no máximo espanhol, Almeida entendeu, ali, que brasileiros, mais que “welcome”, eram “bem-vindos” mesmo. A confirmação veio no banco, quando viu seu novo apartamento de US$ 380 mil em Aventura, badalado distrito de Miami, ser financiado a taxas de 5% anuais. “É condição exclusiva para quem mora no Brasil e quer ter segunda residência lá. Curioso é que para os americanos mesmo, eles não financiam assim”, conta.
Ele vendeu o apartamento que tinha em Fort Lauderdale, ao Norte de Miami, por US$ 180mil e comprou o novo imóvel, bem próximo a um dos centros de compras mais visados por brasileiros na cidade, o Aventura Mall, complexo com mais de 300 lojas, que recebe 24 milhões de visitantes por ano. “Já vi brasileiro voltando para casa com sete malas, pagando, feliz, o excesso de bagagem”, diz. Almeida tem oito vizinhos brasileiros, a maioria mantém o endereço como casa de veraneio. O dólar baixo e a queda nos preços tornaram impossível, segundo ele, resistir às ofertas: “Os imóveis estão até 70% mais baratos que o preço de mercado há dois anos. E isso vale para diferentes faixas de preço”.
Quando o Banco Lehman Brothers quebrou, em 15 de outubro de 2008, pelo menos 20 mil casas e apartamentos novos estavam à venda em Miami. Diante do estrago na economia norte-americana, acreditava-se que esse estoque levaria pelo menos 10 anos para ser zerado. Com a disposição dos brasileiros de comprar imóveis naquela cidade, o volume de empreendimentos se resume, hoje, a 3 mil. De cada 100 residências vendidas nesses dois anos e meio, 25 foram para brasileiros.
Conspiração
Tudo está conspirando a favor dos brasileiros. Além do aumento da renda e da supervalorização do real, os imóveis estão, em média, 50% mais baratos, pois, com o estouro da bolha, um número enorme de norte-americanos não conseguiu pagar as prestações de suas casas que estavam hipotecadas – algumas, mais de uma vez. Os imóveis foram, então, devolvidos para os bancos e, para fazer dinheiro, as instituições passaram a ofertar tudo a preço de liquidação.
Resultado: residências de alto padrão em Miami estão custando menos que um imóvel no Rio de Janeiro e em Brasília, duas das cidades com imóveis mais caros do país. Um apartamento de dois quartos, com 140 metros quadrados de área útil, sem contar varanda e garagem, em Brickell, coração financeiro da cidade americana, custa US$ 300 mil ou R$ 480 mil, abaixo dos oferecidos em Ipanema, no Rio.
É o que também ressalta o corretor José Augusto Pereira Nunes, dono da imobiliária Algebra Realty, em Miami. A mil por hora para fechar negócios com os brasileiros, ele afirma que um apartamento de três quartos naquela cidade, com 120 metros quadrados, em um condomínio com marina, quadra de tênis e de basquete, está sendo vendido por US$ 350 mil (R$ 560 mil).
Você se lembra?
Tempo de turbulência - Em 2005, o mercado imobiliário americano estava em alta e muita gente aproveitou os juros baixos para investir na compra de imóveis. O crédito galopou a passos tão largos que até os empréstimos subprime, aqueles concedidos a pessoas que têm menos garantia de comprovar renda ou com problemas de inadimplência, avançaram pela terra do Tio Sam. É bom recordar que esse tipo de empréstimo, devido ao grande risco, tem juros maiores, tornando-os mais atraentes para bancos. De olho nisso, empresas compraram títulos subprime, permitindo que nova quantia seja despejada no mercado antes mesmo de o primeiro empréstimo ser pago. Ocorre que em 2006 os preços dos imóveis começaram a cair e os juros do banco central de lá, o Fed, a subir. Isso afugentou compradores e a oferta começou a superar a demanda. Os juros altos puxaram a inadimplência e deflagraram a crise econômica em 2008. O primeiro banco americano a falir foi o Lehman Brothers. Depois, a turbulência se espalhou pelo mundo.
Com informações de UAI/Jornal Estado De Minas.
7 de julho de 2011
6 de julho de 2011
Índices de preços de imóveis no Brasil
Evidências anedóticas sugeriam que um expressivo aumento nos preços dos imóveis tomava curso, mas poucos elementos concretos estavam disponíveis para avaliar a questão. A recente divulgação da criação de índices de preços de imóveis colocou ferramentas importantes à disposição dos analistas.
Índices de preços de imóveis são importantes em diversas situações
Por exemplo, contribuem na construção de indicadores de risco do sistema financeiro, são medidas de riqueza, auxiliam na decisão entre comprar ou alugar um imóvel, são insumos na análise e na escolha de políticas econômicas, entre outras funções.
Segundo o Eurostat, instituto responsável pelas estatísticas da União Europeia, são quatro as principais abordagens metodológicas utilizadas no cálculo dos índices de preços de imóveis: estratificação, regressão hedônica, método das vendas repetidas e avaliação.
No Brasil, dois novos índices de preços de imóveis foram anunciados recentemente, o FipeZap e o IGMI-C. O índice FipeZap de preços de imóveis anunciados é uma parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e o portal de classificados ZAP. O FipeZap, calculado a partir de 2008, adota a metodologia da estratificação, que consiste em dividir a amostra em categorias que captem aproximadamente o valor de um imóvel (número de quartos, localização, etc).
Este índice utiliza os anúncios de venda ou locação de apartamentos prontos que estão cadastrados no site Zap Imóveis. O ponto forte deste índice é a sua rica base de dados (hoje com quase 200 mil anúncios). Assumindo que a relação entre os preços de imóveis transacionados e os preços dos imóveis que não foram transacionados seja constante, torna-se possível obter uma medida representativa dos preços dos imóveis nas regiões pesquisadas.
Já o IGMI-C, índice geral do mercado imobiliário comercial, é um índice trimestral de rentabilidade do mercado brasileiro de imóveis comerciais. O IGMI-C é calculado pela Fundação Getulio Vargas com base em informações fornecidas por atores do mercado imobiliário (entidades de classe, consultores, administradores e gestores de carteiras imobiliárias, incorporadores, entre outros) e a sua série histórica tem início no ano de 2000. No quarto trimestre de 2010, a amostra do IGMI-C era composta de 190 imóveis individuais, divididos entre shopping centers, estabelecimentos comerciais, hotéis, imóveis industriais e de logística e outros.
Ambos os índices corroboram a tese de que houve substancial elevação dos preços dos imóveis. Segundo o FipeZap, o preço do m² dos apartamentos anunciados na cidade de São Paulo subiu 96% entre janeiro de 2008 e maio de 2011. Em 2011, a alta para o índice que agrega as sete cidades pesquisadas é de 12%.
A existência dos índices mencionados acima é um grande avanço para o país. Ainda existe muito espaço para o aprimoramento e a ampliação das metodologias disponíveis. Felizmente, essa evolução provavelmente ocorrerá de maneira natural, já que o enorme potencial do mercado imobiliário brasileiro demandará cada vez mais recursos e pesquisa de qualidade.
A existência dos índices mencionados é um grande avanço para o país. Mas ainda existe muito espaço para o aprimoramento e a ampliação das metodologias disponíveis.
Com informações de Samuel Kinoshita, Economista da Ideias Consultoria.
Índices de preços de imóveis são importantes em diversas situações
Por exemplo, contribuem na construção de indicadores de risco do sistema financeiro, são medidas de riqueza, auxiliam na decisão entre comprar ou alugar um imóvel, são insumos na análise e na escolha de políticas econômicas, entre outras funções.
Segundo o Eurostat, instituto responsável pelas estatísticas da União Europeia, são quatro as principais abordagens metodológicas utilizadas no cálculo dos índices de preços de imóveis: estratificação, regressão hedônica, método das vendas repetidas e avaliação.
No Brasil, dois novos índices de preços de imóveis foram anunciados recentemente, o FipeZap e o IGMI-C. O índice FipeZap de preços de imóveis anunciados é uma parceria entre a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e o portal de classificados ZAP. O FipeZap, calculado a partir de 2008, adota a metodologia da estratificação, que consiste em dividir a amostra em categorias que captem aproximadamente o valor de um imóvel (número de quartos, localização, etc).
Este índice utiliza os anúncios de venda ou locação de apartamentos prontos que estão cadastrados no site Zap Imóveis. O ponto forte deste índice é a sua rica base de dados (hoje com quase 200 mil anúncios). Assumindo que a relação entre os preços de imóveis transacionados e os preços dos imóveis que não foram transacionados seja constante, torna-se possível obter uma medida representativa dos preços dos imóveis nas regiões pesquisadas.
Já o IGMI-C, índice geral do mercado imobiliário comercial, é um índice trimestral de rentabilidade do mercado brasileiro de imóveis comerciais. O IGMI-C é calculado pela Fundação Getulio Vargas com base em informações fornecidas por atores do mercado imobiliário (entidades de classe, consultores, administradores e gestores de carteiras imobiliárias, incorporadores, entre outros) e a sua série histórica tem início no ano de 2000. No quarto trimestre de 2010, a amostra do IGMI-C era composta de 190 imóveis individuais, divididos entre shopping centers, estabelecimentos comerciais, hotéis, imóveis industriais e de logística e outros.
Ambos os índices corroboram a tese de que houve substancial elevação dos preços dos imóveis. Segundo o FipeZap, o preço do m² dos apartamentos anunciados na cidade de São Paulo subiu 96% entre janeiro de 2008 e maio de 2011. Em 2011, a alta para o índice que agrega as sete cidades pesquisadas é de 12%.
A existência dos índices mencionados acima é um grande avanço para o país. Ainda existe muito espaço para o aprimoramento e a ampliação das metodologias disponíveis. Felizmente, essa evolução provavelmente ocorrerá de maneira natural, já que o enorme potencial do mercado imobiliário brasileiro demandará cada vez mais recursos e pesquisa de qualidade.
A existência dos índices mencionados é um grande avanço para o país. Mas ainda existe muito espaço para o aprimoramento e a ampliação das metodologias disponíveis.
Com informações de Samuel Kinoshita, Economista da Ideias Consultoria.
5 de julho de 2011
Como comprar imóvel na planta com segurança
Comprar imóvel na planta pode ter várias vantagens como comprar o apartamento por um custo mais barato, cerca de 20 à 30% em relação aos já prontos, ter tempo para financiar, mas isso não significa estar isento de problemas ou aborrecimentos. Por conta de vários transtornos que podem ocorrer durante o percurso da obra ou até mesmo quando a construção está concluída, vale atentar para vários aspectos antes de fechar o negócio.
ANALISAR NECESSIDADES
De maneira geral, quem compra o apartamento na planta é porque tem tempo e não necessita do imóvel de imediato. Diante desse fato, vale usar esse tempo também para fazer uma boa análise do que realmente quer, uma prévia das necessidades como o tamanho da prestação, se o empreendimento preenche as expectativas da família, dentre outros.
Afinal de contas, essa é uma das vantagens de se comprar imóvel que ainda não foi construído: escolher do jeito que você quer. É possível pedir alterações durante a construção. Por exemplo: uma sala integrada à cozinha para encontros gastronômicos etc. Tendo tudo isso bem definido, já é um grande passo para a compra certa, mas claro, outros cuidados também devem ser solicitados.
PRIMEIRO PASSO PARA AQUISIÇÃO
O primeiro e um dos mais importantes é: escolher uma boa incorporadora com anos de atuação e boa reputação no mercado. Para especialistas, ter esse atributo até dispensa a presença de um advogado na hora de analisar a documentação.
Mas o advogado do setor imobiliário, Ernandes Nepomuceno, pensa diferente e afirma: “Dependendo do valor ou da complexidade do contrato, convém ter assessoria de um advogado (muitos preferem ser assistidos, também por arquiteto e engenheiro). Em síntese, por menor que seja o valor do contrato - convém não arriscar e consultar, sempre, alguém com mais experiência no assunto, pois o vendedor vai sempre rejeitar arrependimentos futuros, por alegar que a pessoa, sendo “maior e capaz” deveria saber o que estava assinando”.
INVESTIGAR
Ainda assim, é pertinente investigar outras construções, conversar com moradores de outros prédios feitos pela construtora só para se certificar que os mesmos não apresentam alguns “vícios na construção” como fissuras, infiltrações e outras deficiências resultantes de um mau planejamento arquitetônico ou mesmo uso de materiais de construção de baixa qualidade. Outra dica indispensável é: Verificar se a empresa tem pendências na justiça ou reclamações no Procon.
Com relação aos documentos, outro fator relevante é pedir o memorial de incorporação da obra – registro no Cartório de uma série de documentos que o empresário faz antes de iniciar a negociação de unidade imobiliária sem a qual não é permitido exercer essa atividade. Essa lei foi editada em 1964 e tem como objetivo organizar a atividade de incorporação imobiliária (venda de imóvel na planta) para evitar fraude.
Entre os documentos estão: a prova da propriedade do terreno, o projeto de construção aprovado pela prefeitura, o cálculo exato da área do imóvel e a descrição do acabamento e material utilizado na construção. E vale atentar: os apartamentos não são necessariamente iguais como os dos expositores, o que há mesmo é o que está descrito no memorial, daí outro motivo para exigir a documentação.
ATRASO NA ENTREGA DA OBRA
Se a entrega da obra atrasa, o que o consumidor deve fazer? De acordo com Ernandes Neponuceno e segundo o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC), a maioria dos contratos de venda de imóvel na planta já contém cláusula de carência para a entrega da obra. A inclusão dessa cláusula pode, também, ser exigida pelo comprador, isso para facilitar o exercício de seu direito à indenização, na hipótese de atraso na conclusão da obra.
De qualquer forma, esse direito á garantido no Código de Defesa do Consumidor (CDC); trata-se da igualdade em relação à Construtora, pois se o comprador fica sujeito a vários encargos, quando atrasa qualquer parcela de seu contrato, o que dizer do Construtor que, ao atrasar obra, prejudica o comprador pelo investimento todo?
Segundo o IBEDEC, é lícito ao comprador (no caso de atraso), pleitear indenização, em princípio, entre 0,5% a 1% do valor de mercado do imóvel, vezes a quantidade de meses de atraso.
CRITÉRIOS QUE PODEM AUMENTAR OU DIMINUIR O PREÇO
Alguns critérios podem valorizar ou desvalorizar um apartamento. Quem já procurou um imóvel deve ter ouvido coisas como: “quanto mais alto o andar mais caro ele custa” ou “apartamento situado no lado nascente vale mais”.
“Este é um costume local (sobre andares altos), e pautava-se pela melhor vista do mar. Aos poucos, os “melhores andares” estão descendo no prédio, uma vez que esta questão da vista do mar não se aplica mais. A rigor, não existe andar ruim. Existem pessoas que não gostam da sensação de altura, e preferem os andares mais baixos”, destacou Paulo Angelim.
Outro fator que faz toda diferença na hora de comprar a moradia na planta é atentar com relação ao lado do sol. É fato que o apartamento do lado onde o sol nasce (nascente) é bem mais valorizado. Outro valor de fenômeno natural que também deve ser avaliado é o vento. Um apartamento ventilado pode até amenizar a questão do sol. Por todos esses critérios, na hora de escolher um empreendimento na planta, se tempo é ou não dinheiro como diz o jargão é difícil definir, mas com certeza, refletir é o mais indicado nessa situação.
Com informações do jornal O Estado.
ANALISAR NECESSIDADES
De maneira geral, quem compra o apartamento na planta é porque tem tempo e não necessita do imóvel de imediato. Diante desse fato, vale usar esse tempo também para fazer uma boa análise do que realmente quer, uma prévia das necessidades como o tamanho da prestação, se o empreendimento preenche as expectativas da família, dentre outros.
Afinal de contas, essa é uma das vantagens de se comprar imóvel que ainda não foi construído: escolher do jeito que você quer. É possível pedir alterações durante a construção. Por exemplo: uma sala integrada à cozinha para encontros gastronômicos etc. Tendo tudo isso bem definido, já é um grande passo para a compra certa, mas claro, outros cuidados também devem ser solicitados.
PRIMEIRO PASSO PARA AQUISIÇÃO
O primeiro e um dos mais importantes é: escolher uma boa incorporadora com anos de atuação e boa reputação no mercado. Para especialistas, ter esse atributo até dispensa a presença de um advogado na hora de analisar a documentação.
Mas o advogado do setor imobiliário, Ernandes Nepomuceno, pensa diferente e afirma: “Dependendo do valor ou da complexidade do contrato, convém ter assessoria de um advogado (muitos preferem ser assistidos, também por arquiteto e engenheiro). Em síntese, por menor que seja o valor do contrato - convém não arriscar e consultar, sempre, alguém com mais experiência no assunto, pois o vendedor vai sempre rejeitar arrependimentos futuros, por alegar que a pessoa, sendo “maior e capaz” deveria saber o que estava assinando”.
INVESTIGAR
Ainda assim, é pertinente investigar outras construções, conversar com moradores de outros prédios feitos pela construtora só para se certificar que os mesmos não apresentam alguns “vícios na construção” como fissuras, infiltrações e outras deficiências resultantes de um mau planejamento arquitetônico ou mesmo uso de materiais de construção de baixa qualidade. Outra dica indispensável é: Verificar se a empresa tem pendências na justiça ou reclamações no Procon.
Com relação aos documentos, outro fator relevante é pedir o memorial de incorporação da obra – registro no Cartório de uma série de documentos que o empresário faz antes de iniciar a negociação de unidade imobiliária sem a qual não é permitido exercer essa atividade. Essa lei foi editada em 1964 e tem como objetivo organizar a atividade de incorporação imobiliária (venda de imóvel na planta) para evitar fraude.
Entre os documentos estão: a prova da propriedade do terreno, o projeto de construção aprovado pela prefeitura, o cálculo exato da área do imóvel e a descrição do acabamento e material utilizado na construção. E vale atentar: os apartamentos não são necessariamente iguais como os dos expositores, o que há mesmo é o que está descrito no memorial, daí outro motivo para exigir a documentação.
ATRASO NA ENTREGA DA OBRA
Se a entrega da obra atrasa, o que o consumidor deve fazer? De acordo com Ernandes Neponuceno e segundo o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC), a maioria dos contratos de venda de imóvel na planta já contém cláusula de carência para a entrega da obra. A inclusão dessa cláusula pode, também, ser exigida pelo comprador, isso para facilitar o exercício de seu direito à indenização, na hipótese de atraso na conclusão da obra.
De qualquer forma, esse direito á garantido no Código de Defesa do Consumidor (CDC); trata-se da igualdade em relação à Construtora, pois se o comprador fica sujeito a vários encargos, quando atrasa qualquer parcela de seu contrato, o que dizer do Construtor que, ao atrasar obra, prejudica o comprador pelo investimento todo?
Segundo o IBEDEC, é lícito ao comprador (no caso de atraso), pleitear indenização, em princípio, entre 0,5% a 1% do valor de mercado do imóvel, vezes a quantidade de meses de atraso.
CRITÉRIOS QUE PODEM AUMENTAR OU DIMINUIR O PREÇO
Alguns critérios podem valorizar ou desvalorizar um apartamento. Quem já procurou um imóvel deve ter ouvido coisas como: “quanto mais alto o andar mais caro ele custa” ou “apartamento situado no lado nascente vale mais”.
“Este é um costume local (sobre andares altos), e pautava-se pela melhor vista do mar. Aos poucos, os “melhores andares” estão descendo no prédio, uma vez que esta questão da vista do mar não se aplica mais. A rigor, não existe andar ruim. Existem pessoas que não gostam da sensação de altura, e preferem os andares mais baixos”, destacou Paulo Angelim.
Outro fator que faz toda diferença na hora de comprar a moradia na planta é atentar com relação ao lado do sol. É fato que o apartamento do lado onde o sol nasce (nascente) é bem mais valorizado. Outro valor de fenômeno natural que também deve ser avaliado é o vento. Um apartamento ventilado pode até amenizar a questão do sol. Por todos esses critérios, na hora de escolher um empreendimento na planta, se tempo é ou não dinheiro como diz o jargão é difícil definir, mas com certeza, refletir é o mais indicado nessa situação.
Com informações do jornal O Estado.
4 de julho de 2011
IGP-M de Junho de 2011 fica em -0,18% - Reajuntes de Aluguéis no mês fica em 8,65%
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou -0,18%, em junho de 2011. Em maio, o índice variou 0,43%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de -0,45% em Junho de 2011. No mês anterior, a taxa foi de 0,03%. O índice relativo aos Bens Finais variou -0,50%, em junho. Em maio, este grupo de produtos mostrou variação de -0,11%. Contribuiu para a desaceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 0,75% para -2,93%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de -0,18%. Em maio, a taxa foi de -0,05%.
O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou -0,39%. Em maio, a taxa foi de 0,44%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou decréscimo em sua taxa de variação, que passou de 0,48% para -0,88%, sendo o principal responsável pela desaceleração do grupo. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou -0,44%, ante 0,39%, em maio.
No estágio inicial da produção, o índice de Matérias-Primas Brutas variou -0,47%, em junho. Em maio, o índice registrou variação de -0,35%. Os principais responsáveis pela desaceleração do grupo foram os itens: cana-de-açúcar (12,28% para -4,19%), minério de ferro (9,30% para 6,86%) e café (em grão) (0,99% para -2,62%). Ao mesmo tempo, registraram-se acelerações em itens como: algodão (em caroço) (-27,67% para -3,73%), soja (em grão) (-3,30% para 2,54%) e laranja (-25,03% para -18,34%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de -0,12%, em junho de 2011. Em maio, a variação foi de 0,90%. Seis dos sete grupos componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para Alimentação (1,09% para -0,81%) e Transportes (1,14% para -1,34%). Na primeira classe de despesa, as principais influências partiram dos itens: hortaliças e legumes (6,13% para -3,17%), frutas (-1,13% para -6,20%) e laticínios (2,72% para 1,00%). Na segunda, vale mencionar os itens: gasolina (4,08% para -3,69%) e álcool combustível (-3,61% para -13,89%).
Também apresentaram recuo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,84% para 0,45%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,89% para 0,54%), Despesas Diversas (0,49% para 0,15%) e Vestuário (1,14% para 0,83%). Nestes grupos, os destaques foram: tarifa de eletricidade residencial (1,80% para 0,26%), medicamentos em geral (2,28% para -0,05%), cigarro (1,13% para 0,00%) e roupas (1,58% para 1,15%), respectivamente.
Em sentido oposto, apresentou acréscimo em sua taxa de variação o grupo Educação, Leitura e Recreação (0,22% para 0,55%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 1,89%, em maio, para 16,92%, em junho.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em junho de 2011, variação de 1,43%, abaixo do resultado de maio, de 2,03%. Os três grupos componentes do índice apresentaram desaceleração: Materiais e Equipamentos, de 0,43% para 0,42%, Serviços, de 0,53% para 0,37%, e Mão de Obra, de 3,70% para 2,46%.
Com informações do blog Gestor Imobiliário.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de -0,45% em Junho de 2011. No mês anterior, a taxa foi de 0,03%. O índice relativo aos Bens Finais variou -0,50%, em junho. Em maio, este grupo de produtos mostrou variação de -0,11%. Contribuiu para a desaceleração o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 0,75% para -2,93%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de -0,18%. Em maio, a taxa foi de -0,05%.
O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou -0,39%. Em maio, a taxa foi de 0,44%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou decréscimo em sua taxa de variação, que passou de 0,48% para -0,88%, sendo o principal responsável pela desaceleração do grupo. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou -0,44%, ante 0,39%, em maio.
No estágio inicial da produção, o índice de Matérias-Primas Brutas variou -0,47%, em junho. Em maio, o índice registrou variação de -0,35%. Os principais responsáveis pela desaceleração do grupo foram os itens: cana-de-açúcar (12,28% para -4,19%), minério de ferro (9,30% para 6,86%) e café (em grão) (0,99% para -2,62%). Ao mesmo tempo, registraram-se acelerações em itens como: algodão (em caroço) (-27,67% para -3,73%), soja (em grão) (-3,30% para 2,54%) e laranja (-25,03% para -18,34%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação de -0,12%, em junho de 2011. Em maio, a variação foi de 0,90%. Seis dos sete grupos componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para Alimentação (1,09% para -0,81%) e Transportes (1,14% para -1,34%). Na primeira classe de despesa, as principais influências partiram dos itens: hortaliças e legumes (6,13% para -3,17%), frutas (-1,13% para -6,20%) e laticínios (2,72% para 1,00%). Na segunda, vale mencionar os itens: gasolina (4,08% para -3,69%) e álcool combustível (-3,61% para -13,89%).
Também apresentaram recuo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,84% para 0,45%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,89% para 0,54%), Despesas Diversas (0,49% para 0,15%) e Vestuário (1,14% para 0,83%). Nestes grupos, os destaques foram: tarifa de eletricidade residencial (1,80% para 0,26%), medicamentos em geral (2,28% para -0,05%), cigarro (1,13% para 0,00%) e roupas (1,58% para 1,15%), respectivamente.
Em sentido oposto, apresentou acréscimo em sua taxa de variação o grupo Educação, Leitura e Recreação (0,22% para 0,55%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 1,89%, em maio, para 16,92%, em junho.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em junho de 2011, variação de 1,43%, abaixo do resultado de maio, de 2,03%. Os três grupos componentes do índice apresentaram desaceleração: Materiais e Equipamentos, de 0,43% para 0,42%, Serviços, de 0,53% para 0,37%, e Mão de Obra, de 3,70% para 2,46%.
Com informações do blog Gestor Imobiliário.
3 de julho de 2011
Aluguel em alta força classe “C” a correr atrás da casa própria
O aumento nos preços dos aluguéis e a expansão do crédito imobiliário ajudaram o brasileiro em 2010 a concretizar o sonho da casa própria. Os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e a poupança pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) bateram recordes sucessivos, com mais de 1,4 milhão de unidades financiadas, sendo 950 mil pelo programa Minha Casa, Minha Vida e 450 mil pela poupança, segundo João Crestana, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo).
- Isso é um aumento recorde, tendo em vista que nos anos 80 o financiamento atingia 650 mil unidades e nos anos 90 caiu para pouco mais de 20 mil, com o fim do BNH [Banco Nacional de Habitação]. Estamos agora próximos aos padrões internacionais, mas ainda longe dos países mais ricos, como os Estados Unidos.
O fim do BNH, que funcionava como um banco de fomento à habitação, em 1986, trouxe um atraso ao setor, que contribuiu para o déficit (saldo negativo de casas) de 7 milhões no país. Esse número, que representa o volume de pessoas que não possuem casa própria, passou a diminuir com a criação de programas assistencialistas, como o Minha Casa, Minha Vida e também a Lei do Inquilinato – que trouxe mais segurança ao proprietário do imóvel.
Com isso, em vez de pagar R$ 800 de aluguel para morar no centro de São Paulo, segundo levantamento do Creci-Sp (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da capital), a população da baixa renda começou a migrar para os financiamentos imobiliários ou trocar o aluguel dos imóveis nas regiões centrais das capitais para a periferia, como explica José Augusto Viana Neto, presidente da instituição.
Inflação
- A influência do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado, usado no reajuste dos contratos de imóveis) é pequena, apesar dele ter aumentado muito. O grande problema é quando vence os 30 meses [prazo para locação do imóvel]. Esses imóveis estavam alugados por 0,5% do valor e agora o proprietário pede 1% do imóvel. Está muito caro morar de aluguel e a classe C prefere se endividar na compra da casa ou ir morar na periferia onde ela paga metade do preço.
Viana afirma ainda que os aluguéis devem continuar a subir não só em 2011, mas também nos próximos dez anos. O motivo? O resultado da Lei do Inquilinato, criada em janeiro de 2010, irá trazer aos poucos mais confiança no mercado de investidores para voltarem a comprar imóveis e, com isso, expandir o setor de locação.
Enquanto isso, a população da baixa renda tem preferido contratar um financiamento a perder de vista do que ficar refém dos aluguéis que só neste ano aumentaram mais que 10%, o dobro da inflação medida no ano, de 5,6%.
Com informações do ExpressoMT.
- Isso é um aumento recorde, tendo em vista que nos anos 80 o financiamento atingia 650 mil unidades e nos anos 90 caiu para pouco mais de 20 mil, com o fim do BNH [Banco Nacional de Habitação]. Estamos agora próximos aos padrões internacionais, mas ainda longe dos países mais ricos, como os Estados Unidos.
O fim do BNH, que funcionava como um banco de fomento à habitação, em 1986, trouxe um atraso ao setor, que contribuiu para o déficit (saldo negativo de casas) de 7 milhões no país. Esse número, que representa o volume de pessoas que não possuem casa própria, passou a diminuir com a criação de programas assistencialistas, como o Minha Casa, Minha Vida e também a Lei do Inquilinato – que trouxe mais segurança ao proprietário do imóvel.
Com isso, em vez de pagar R$ 800 de aluguel para morar no centro de São Paulo, segundo levantamento do Creci-Sp (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da capital), a população da baixa renda começou a migrar para os financiamentos imobiliários ou trocar o aluguel dos imóveis nas regiões centrais das capitais para a periferia, como explica José Augusto Viana Neto, presidente da instituição.
Inflação
- A influência do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado, usado no reajuste dos contratos de imóveis) é pequena, apesar dele ter aumentado muito. O grande problema é quando vence os 30 meses [prazo para locação do imóvel]. Esses imóveis estavam alugados por 0,5% do valor e agora o proprietário pede 1% do imóvel. Está muito caro morar de aluguel e a classe C prefere se endividar na compra da casa ou ir morar na periferia onde ela paga metade do preço.
Viana afirma ainda que os aluguéis devem continuar a subir não só em 2011, mas também nos próximos dez anos. O motivo? O resultado da Lei do Inquilinato, criada em janeiro de 2010, irá trazer aos poucos mais confiança no mercado de investidores para voltarem a comprar imóveis e, com isso, expandir o setor de locação.
Enquanto isso, a população da baixa renda tem preferido contratar um financiamento a perder de vista do que ficar refém dos aluguéis que só neste ano aumentaram mais que 10%, o dobro da inflação medida no ano, de 5,6%.
Com informações do ExpressoMT.
2 de julho de 2011
Fazer da corretagem imobiliária uma profissão
Calma, calma! Não precisa se revoltar. Se você acha que o título deste artigo já é uma realidade, ou você já se considera um profissional, então as recomendações abaixo não são para você. Mas também não adianta negar: a corretagem imobiliária ainda sofre de descrédito junto ao mercado, principalmente pelas posturas levianas e impróprias de alguns não profissionais. E essa é uma notícia ruim? Em parte sim, em parte não. Ou seja, com um pequeno esforço você poderá se destacar em um mar de mesmice e amadorismo que assola esse segmento. Se você acha que isso é uma inverdade, comece a contar agora os profissionais de sucesso no mercado local isentos à qualquer ataque, por sua postura e conduta ilibada. Conseguiu somar mais de 50? Chegou à 100? Difícil, não é!
Assim, se você é daqueles que admite precisar fazer um algo mais para transformar a corretagem imobiliária em uma profissão reconhecida e respeitada pelos compradores de imóveis, veja abaixo as características que marcam corretores e corretoras profissionais:
1. Sabe que a corretagem não é emprego, e por isso seu sucesso depende integralmente de seus atos. Portanto, determine seu futuro com as decisões que você toma no presente. Isso está 100% nas suas mãos. Como já disseram; “a melhor forma de prever o futuro, é criá-lo”;
2. Sabem que a corretagem não é um bico, e que deve ser tratada como uma missão, e das mais honrosas. Portanto, se você estar corretor, porque não deu pra qualquer outra coisa, é melhor procurar um psicólogo e submeter-se a um teste vocacional. Você pode está perdendo seu tempo, um recurso não renovável;
3. O corretor sabe que é um profissional de vendas, e como tal existe para solucionar os problemas do cliente, e não o contrário;
4. Sabe que vender não é gerar negócio, e sim gerar relacionamento com os prospectos. O negócio é uma consequência natural de um trabalho bem realizado. Portanto, não confunda relacionamento com amizade. Corretores profissionais não andam se vangloriando, dizendo: Não fechei, mas em compensação ganhei um amigo. Cuidado, pois se isso ficar frequente, você terá que começar a convencer esses amigos a pagarem suas contas;
5. Sabem que vender é administrar contingências de compra, e não de venda. Ou seja, a melhor venda é quando o cliente decide pela compra. Ou você acha que o médico consegue tratar o paciente enfiando o remédio garganta abaixo? O paciente foi que se sensibilizou com o problema, e decidiu se tratar. Ele comprou as recomendações do médico. É assim também com profissionais de corretagem;
6. Corretores profissionais sabem que a reputação depende do que se faz hoje, e não do que ainda se vai fazer. Portanto pare de pensar, sonhar, planejar, e comece a realizar seus planos e sonhos;
7. Alicerçam sua boa reputação em seu bom caráter, pois sabem que uma boa reputação forjada no teatro, na mentira, é extremamente frágil. A qualquer momento, o pano do palco pode abrir, e se você não estiver preparado, você será revelado como realmente é, e não como a personagem que tentou criar;
8. Sabem também que nem todo prospecto é uma oportunidade de venda. Assim, jamais ignore que você tem que, em primeiro lugar, QUALIFICAR o prospecto, e só depois que tiver a certeza de estar diante de alguém que comprar um imóvel, e mais importante, quer comprar com você, é que você deve dar continuidade no seu trabalho. Lembre-se; profissionais não confundem desempenho com resultado. São os resultados que determinam seu sucesso;
9. Sabem que o mundo está em constante mutação, e por isso precisam se reciclar continuamente. Leituras, cursos, seminários, são uma constante na vida de um profissional, de qualquer área de atividade. Se você acha que já sabe, esse é um sinal claro, de que ainda precisa aprender, e muito;
É lógico que acima estão apenas algumas das mais importantes características existentes em um profissional de corretagem. Não seria possível colocar todas.
Finalmente quero deixar uma mensagem para os que pensam que não podem chegar lá, e que esse mercado já tem suas cartas marcadas. VOCÊ É DO TAMANHO DOS SEUS SONHOS. Se você não acreditar, e não buscar determinada e perseverantemente a realização de seus projetos, ninguém lhe dará a vitória. Cabe ao mercado reconhecer em você um(a) grande profissional, e lhe alçar ao posto de sucesso que você merece.
Não pare jamais de crer em Deus. Mas também, faça sua parte, e aproveite as oportunidades e portas que Ele lhe abre. Ele não fará algo em seu lugar, mas fará algo por você. Esteja preparado, e isso inclui estar capacitado e habilitado.
Última. Já que você tem que pensar, PENSE GRANDE. O custo é o mesmo, mas se você acreditar no que pensa, os resultados, ao final, serão bem diferentes.
Com informações de Paulo Angelim, Consultor de Marketing.
Assim, se você é daqueles que admite precisar fazer um algo mais para transformar a corretagem imobiliária em uma profissão reconhecida e respeitada pelos compradores de imóveis, veja abaixo as características que marcam corretores e corretoras profissionais:
1. Sabe que a corretagem não é emprego, e por isso seu sucesso depende integralmente de seus atos. Portanto, determine seu futuro com as decisões que você toma no presente. Isso está 100% nas suas mãos. Como já disseram; “a melhor forma de prever o futuro, é criá-lo”;
2. Sabem que a corretagem não é um bico, e que deve ser tratada como uma missão, e das mais honrosas. Portanto, se você estar corretor, porque não deu pra qualquer outra coisa, é melhor procurar um psicólogo e submeter-se a um teste vocacional. Você pode está perdendo seu tempo, um recurso não renovável;
3. O corretor sabe que é um profissional de vendas, e como tal existe para solucionar os problemas do cliente, e não o contrário;
4. Sabe que vender não é gerar negócio, e sim gerar relacionamento com os prospectos. O negócio é uma consequência natural de um trabalho bem realizado. Portanto, não confunda relacionamento com amizade. Corretores profissionais não andam se vangloriando, dizendo: Não fechei, mas em compensação ganhei um amigo. Cuidado, pois se isso ficar frequente, você terá que começar a convencer esses amigos a pagarem suas contas;
5. Sabem que vender é administrar contingências de compra, e não de venda. Ou seja, a melhor venda é quando o cliente decide pela compra. Ou você acha que o médico consegue tratar o paciente enfiando o remédio garganta abaixo? O paciente foi que se sensibilizou com o problema, e decidiu se tratar. Ele comprou as recomendações do médico. É assim também com profissionais de corretagem;
6. Corretores profissionais sabem que a reputação depende do que se faz hoje, e não do que ainda se vai fazer. Portanto pare de pensar, sonhar, planejar, e comece a realizar seus planos e sonhos;
7. Alicerçam sua boa reputação em seu bom caráter, pois sabem que uma boa reputação forjada no teatro, na mentira, é extremamente frágil. A qualquer momento, o pano do palco pode abrir, e se você não estiver preparado, você será revelado como realmente é, e não como a personagem que tentou criar;
8. Sabem também que nem todo prospecto é uma oportunidade de venda. Assim, jamais ignore que você tem que, em primeiro lugar, QUALIFICAR o prospecto, e só depois que tiver a certeza de estar diante de alguém que comprar um imóvel, e mais importante, quer comprar com você, é que você deve dar continuidade no seu trabalho. Lembre-se; profissionais não confundem desempenho com resultado. São os resultados que determinam seu sucesso;
9. Sabem que o mundo está em constante mutação, e por isso precisam se reciclar continuamente. Leituras, cursos, seminários, são uma constante na vida de um profissional, de qualquer área de atividade. Se você acha que já sabe, esse é um sinal claro, de que ainda precisa aprender, e muito;
É lógico que acima estão apenas algumas das mais importantes características existentes em um profissional de corretagem. Não seria possível colocar todas.
Finalmente quero deixar uma mensagem para os que pensam que não podem chegar lá, e que esse mercado já tem suas cartas marcadas. VOCÊ É DO TAMANHO DOS SEUS SONHOS. Se você não acreditar, e não buscar determinada e perseverantemente a realização de seus projetos, ninguém lhe dará a vitória. Cabe ao mercado reconhecer em você um(a) grande profissional, e lhe alçar ao posto de sucesso que você merece.
Não pare jamais de crer em Deus. Mas também, faça sua parte, e aproveite as oportunidades e portas que Ele lhe abre. Ele não fará algo em seu lugar, mas fará algo por você. Esteja preparado, e isso inclui estar capacitado e habilitado.
Última. Já que você tem que pensar, PENSE GRANDE. O custo é o mesmo, mas se você acreditar no que pensa, os resultados, ao final, serão bem diferentes.
Com informações de Paulo Angelim, Consultor de Marketing.
1 de julho de 2011
Quem paga o IPTU quando o imóvel é alugado?
Primeiramente vamos definir IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana): é um imposto brasileiro, definido pelo artigo 156 da Constituição Federal de 1988, que o caracteriza como imposto municipal, ou seja, somente os municípios têm competência para aplicá-lo. A única exceção ocorre no Distrito Federal, unidade da federação que tem as mesmas atribuições dos Estados e municípios.
O IPTU tem como fato gerador a propriedade, o domínio útil ou a posse de propriedade do imóvel localizado em zona ou extensão urbana. A base do cálculo do IPTU é o valor venal do imóvel, que deve ser entendido como seu valor de venda em dinheiro à vista ou como valor de liquidação forçada.
Após essa pequena explicação, vamos voltar à pergunta sobre quem paga o IPTU quando o imóvel é alugado? O proprietário ou o inquilino?
Conforme a Lei do Inquilinato o locador é quem deve pagá-lo, mas o inciso VIII do artigo 22 da Lei atribui a responsabilidade do pagamento dos impostos ao proprietário. Vale lembrar que tudo isso vai depender do que foi decidido e firmado em contrato entre as duas partes. Hoje em dia, é muito comum o locatário pagar o IPTU.
Portanto, a partir do momento que uma pessoa concordou em pagar o imposto, terá de cumprir com a obrigação. O não-pagamento do IPTU implica em quebra de contrato. O inquilino pode ser despejado e terá de arcar com a multa e os gastos da ação. Então, fique atento antes de assinar o contrato.
Com informações de André Luís Souza Gomes, Professor de Operações Imobiliárias do Instituto Monitor.
O IPTU tem como fato gerador a propriedade, o domínio útil ou a posse de propriedade do imóvel localizado em zona ou extensão urbana. A base do cálculo do IPTU é o valor venal do imóvel, que deve ser entendido como seu valor de venda em dinheiro à vista ou como valor de liquidação forçada.
Após essa pequena explicação, vamos voltar à pergunta sobre quem paga o IPTU quando o imóvel é alugado? O proprietário ou o inquilino?
Conforme a Lei do Inquilinato o locador é quem deve pagá-lo, mas o inciso VIII do artigo 22 da Lei atribui a responsabilidade do pagamento dos impostos ao proprietário. Vale lembrar que tudo isso vai depender do que foi decidido e firmado em contrato entre as duas partes. Hoje em dia, é muito comum o locatário pagar o IPTU.
Portanto, a partir do momento que uma pessoa concordou em pagar o imposto, terá de cumprir com a obrigação. O não-pagamento do IPTU implica em quebra de contrato. O inquilino pode ser despejado e terá de arcar com a multa e os gastos da ação. Então, fique atento antes de assinar o contrato.
Com informações de André Luís Souza Gomes, Professor de Operações Imobiliárias do Instituto Monitor.
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