13 de setembro de 2013

Programação Cultural do final de semana



TEATRO

Mistero Buffo

Sábado, às 19h e 21h, e domingo, às 19h, no Teatro Celina Queiroz (Av. Washington Soares, 1321 - Edson Queiroz) Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Contato: (85) 3477.3033

Festival Nordestino de Teatro

Em Guaramiranga. Gratuito. (3321.1405).
http://www.agua.art.br/
O XX FNT acontece em Guaramiranga, com 35 espetáculos teatrais, reisados, dramas, cortejo, shows e uma série de ações formativas.

HUMOR

4x Comédia

Sábado, 14, às 21h, e domingo, 15, às 20h, no Teatro do Via Sul Shopping (Av. Washington Soares, 4335 - Sapiranga). Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Contato: (85) 3052.8027.

ESPECIAL

Feira Dragão Arte

De sexta a domingo, das 17h às 22h, no Dragão do Mar (ao lado do Espelho D´Água). Acesso livre. (3488.8600).
Feira de artesanato.

Visita Guiada

De hora em hora, das 9h às 17h. No Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525, Praça José de Alencar). Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00. (3101.2583).
A visitação ao Theatro José de Alencar percorre o teatro-monumento (inaugurado no ano de 1910), os jardins de Burle Marx e o Cena, que é o anexo à edificação histórica, inaugurado no começo dos anos 90.

Discovery kids

Até 15 de setembro. Shopping Iguatemi (Av. Washington Soares, 85). Gratuito.
Projeto do Discovery Kids, no qual as crianças participam de atividades que estimulam a importância de se exercitar. Diversão garantida com o mundo lúdico do Doki e dos personagens que são sucesso no canal Discovery.

23º Cine Ceará

http://www.cineceara.com/ (3062.8648).
A edição acontece pela primeira vez Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Exibições e palestras acontecem também no espaço da Caixa Cultural, na Casa Amarela Eusélio Oliveira, na Universidade de Fortaleza (Unifor), no Mercado dos Pinhões e na Vila das Artes. Hoje tem exibição especial "O Médico dos Pobres - A vida redentora de Bezerra de Menezes", às 16h, na Caixa Cultural.

Clubinho de Leitura

Das 9h às 11h e das 14h às 16h. Biblioteca Municipal Dolor Barreira (Av. da Universidade, 2572 - Benfica). Grátis.
O projeto, ministrado por Luana Oliveira, é voltado para a criançada com idade entre 8 e 13 anos e busca incentivar a leitura por meio de atividades lúdicas.

SHOW

Hedkandi

22h. Ingressos: R$ 50 ( individual) e R$ 2 mil (lounge para 10 pessoas). Vojnilô Praia (Av. Zezé Diogo, 2271 - Praia do Futuro). (3461.1700).

Conhecida como uma das maiores franquias do cenário eletrônico, a HedKandi chega a mais edição em Fortaleza. Agora a festa será sob o comando dos DJs curitibanos Edo Krause e Douglas Brandalise e do argentino Sebastian Arevalo, residente do Festival Creamfields.

Superdrive

21h. No Órbita Bar. Ingresso: R$ 25. (Rua Dragão do Mar, 207 - Praia de Iracema). (3453.1421).
Show autoral com a Andes e cover de Black Sabbath com Sabbathage.

Balacobaco

21h30. Buoni Amicis (R. Dragão do Mar, 80 - Praia de Iracema). Ingressos: R$ 20. (8870.8270).
É com alegria, balanço e groove que o Amici´s Bar apresenta seu novo projeto das noites de sexta-feira. A festa será sob a batuta dos DJs Alan Morais - vinilzeiro inveterado e um dos comandantes do bloco Sanatório Geral, Doido - GrooveMaster, "o cara" que manda o melhor da Black Music, além de Marquinhos (conhecido pelo projeto Batida Fina).

Com informações do Diário do Nordeste (Zoeira)

11 de setembro de 2013

A cozinha é a nova sala



Tempo exíguo, rotina cansativa e vida mais cara impeliram o cotidiano à simplificação nos últimos 15 anos. Natural que a transformação reverberasse dentro de casa. Estar junto da família e dos amigos, valorizar esses momentos, mesmo em tarefas triviais, tornou-se o caminho para a alegria e o prazer. Fruto dessa realidade, a maior das consequências na arquitetura de interiores é a integração parcial ou total da cozinha ao restante do lar, incorporando o ambiente funcional ao convívio geral.

Se em 1998 o fechamento da sacada era uma das necessidades, como retratou Casa&Cia em sua primeira edição, em 2013 a cozinha se consolida como extensão da residência sem divisórias permanentes, é frequentada por todos e até perdeu a cara de simples... cozinha. Ganhou aparelhos sofisticados e o nome de gourmeteria.

Neste apartamento de 150 metros quadrados no bairro Bela Vista, na Capital, todos os fatores conduziam para a nova formatação. Entregue pela construtora com planta convencional e ambientes bem definidos, a derrubada da parede que separava a cozinha do living foi sugerida logo nos primeiros encontros com os arquitetos Daniela Zaffari e Geraldo Collares, do escritório Zaffari & Faria Arquitetura, dupla responsável pelo projeto e pela execução.

– Sempre que a planta baixa aceita e a dinâmica familiar permite, propomos a integração como primeira alternativa em uma reforma de living – explica Daniela.

Valorização do convívio
O layout do estar com 72,6 metros quadrados totais foi definido para integrar a vista dos janelões frontais e facilitar a circulação. Com a sacada fechada, agora o skyline porto-alegrense vislumbrado do nono andar pode ser também contemplado de todos os pontos da ampla área social.

– Hoje, as comemorações antes limitadas ao living se estendem até a cozinha – conclui.

Neutro sem interferência
Diferentes recursos contribuem para a unidade visual e a sensação de amplitude deste imóvel habitado por um casal de médicos e dois filhos. O piso de todo o apartamento recebeu tacos de madeira clara e as paredes são todas pintadas de branco – mesma cor dos painéis sob medida e da frente de vidro dos armários.

A escolha geral neutra tem um motivo: admiradores de arte e de design, os proprietários queriam valorizar suas obras e peças diferenciadas na decoração.

Com informações do site de notícias Zero Hora

10 de setembro de 2013

Seu bolso bem cuidado!

Deixar as finanças irem parar na UTI destrói todos os pilares da qualidade de vida, assim como ficar doente de verdade. Os problemas com dinheiro afetam, com um único extrato bancário no vermelho, a mente, o corpo, o desempenho profissional e até os relacionamentos. Veja como cuidar disso e fique saudável. “Independentemente de quanto ganham as pessoas que cuidam melhor de seu dinheiro têm uma rotina mais equilibrada e muito mais saudável” Daniela Godinho, é consultora em Finanças e Consumo Consciente e autora do livro Inteligência Financeira – Faça MAIS com MENOS.

11 motivos que levam ao endividamento e como fugir disso

1. Desconhecimento
Não se interessar por finanças, ignorar os contratos, sentir vergonha de perguntar ou de pedir ajuda na hora de fazer contas – tudo isso pode afundar você em dívidas. Mude!

2. Desorganização financeira
Você vai ao supermercado sem lista, esquece de consultar o saldo, tem preguiça de anotar os gastos? É a receita para falir. Tenha disciplina.

3. Falta de metas
Trace objetivos de curto (um ano), médio (cinco anos) e longo (dez anos) prazo para o dinheiro.

4. Perda de poder aquisitivo
Ficar desempregado acontece. Por isso, é preciso guardar 10% do salário e criar o hábito de poupar.

5. Doença, separação, acidente
Nesses casos, a reserva emergencial também salva a pátria.

6. Desunião familiar
Converse sobre as despesas da casa com o marido e os filhos.

7. Consumismo, falta de determinação e imediatismo
Saiba dizer “não” durante as compras.

8. Lei da compensação
É um erro presentear-se depois de um dia difícil para acabar com o cansaço ou o estresse. Controle-se!

9. Status e influência da mídia
Evite gastar o que não tem para comprar o que não precisa só para mostrar aos outros.

10. Fuga da realidade
Recusar-se a encarar a situação evitando tirar o extrato bancário é fragilidade. Seja forte.

11. Negação do problema
Assuma atos e consequências e deixe o cartão de crédito de lado.

Quem é o responsável?

Crise externa: é causada por fatores que fogem do nosso controle, como desemprego, doença na família, acidente de carro, aumento de preços pela inflação. Vem de fora para dentro – portanto, não adianta xingar e se revoltar.

Crise interna: pode ser provocada direta ou indiretamente por nós

Diretamente: significa procurar sarna para se coçar, deixando as contas atrasarem ou estourando o limite do cheque especial para viajar no feriado. Trata-se de um misto de consumismo e imaturidade financeira, incentivado pelo crédito fácil e pelas propagandas da TV.

Indiretamente: indica doença psicológica, como depressão ou ansiedade, que faz a pessoa comprar mais para resolver carências emocionais.

Como reverter a situação

. Aumente a entrada de dinheiro: use a criatividade para ganhar mais dinheiro. Vale tricotar, fazer artesanato, preparar comida congelada ou costurar para fora, entre outras opções.

. Reduza o escoamento: pense três vezes antes de gastar. Procure quitar as dívidas. E tente renegociar as que estão atrasadas.

. Economize sempre: a dica serve até para as despesas básicas, como água, luz e telefone.

. Evite surtos consumistas: elimine as compras por impulso. Estabeleça um limite de gastos e saia de casa com dinheiro apenas para ajudar a cumpri-lo.

. Tome cuidado com as linhas de crédito fácil: cartão e cheque especial são verdadeiras tentações. Compre mais à vista: essa forma de pagamento permite barganhar.

. Dê menos importância ao status: valorize mais o ser do que o ter.

Vença essa batalha!

Além de recuperar o crédito na praça, livrar-se das dívidas...

. Deixa a pessoa mais segura e confiante
. Une a família
. Permite traçar metas de prosperidade e lazer, como voltar a estudar, comprar ou reformar a casa e tirar umas férias gostosas.


Com informações do site M de Mulher

9 de setembro de 2013

Organize sua lavanderia com acessórios práticos



A área de serviço geralmente é o refúgio escolhido para abrigar os mais diversos objetos usados com pouca frequência, principalmente para quem mora em apartamentos ou casas sem garagem. Projetos de móveis sob medida podem ser aliados na hora de organizar e até mesmo esconder parte da bagunça, mas se você realmente quer deixar sua lavanderia organizada, que tal abusar de acessórios que conferem praticidade ao seu dia a dia? Os valores de referência foram consultados no mês de abril de 2012.

Guardar vassouras, rodos, escova e pá de forma que não atrapalhem a circulação na área de serviço é um desafio para o qual é preciso usar a criatividade para resolver. Esconder atrás da porta ou dos armários pode ser uma boa ideia, mas nada de largar o material de limpeza entulhado de qualquer jeito. Organizadores dos mais diferentes materiais já estão disponíveis no mercado e com um toque de requinte e sofisticação ajudam a deixar a lavanderia mais organizada.

O suporte para vassoura da Arthi, acima à esquerda, é produzido em metal e suporta até 8 itens de limpeza, como vassouras, rodos, pá e escova. Pode ser encontrado na Multicoisas do bairro Moema, na cidade de São Paulo, por R$ 22,90. Já o Arrume Fácil Porta Vassouras é uma ideia prática para quem quer um visual mais moderno para a área de serviço. 

O suporte para ferro e tábua de passar roupa da Arthi é ideal para quem não tem muito espaço na área de serviço. Fixado à parede, a peça tem lugar para acomodar o ferro, aba lateral para enrolar o cabo elétrico e ganchos que suspendem a tábua de passar, evitando que ela fique ocupando espaço no chão ou sendo jogada de um lado para o outro quando não está em uso. 

Na hora de organizar a lavanderia fica proibido usar os potes dispensados da cozinha, principalmente os de sorvete. Um kit com peças nos mesmos padrões, principalmente de cores, passa a sensação de organização mesmo que a área de serviço não esteja lá muito arrumada. 

As caixas organizadoras podem ser apontadas como os objetos de organização mais versáteis para colocar a casa em ordem. Facilmente adaptáveis a todos os cômodos, servem para guardar remédios, equipamentos eletrônicos, brinquedos e uma infinidade de outros objetos. Além disso, os novos modelos de caixas encontradas no mercado também podem servir para decorar os ambientes, trazendo charme, sofisticação e um toque pessoal na decoração.

O cesto multiuso dobrável pode ser facilmente guardado no armário quando não está em uso. Produzido em polipropileno injetado, é ideal para organizar e transportar produtos de limpeza, ferramentas e brinquedos.

Com informações do site de notícias Bbel


6 de setembro de 2013

Prontos para a diva do pop!


Beyoncé

Domingo, 8, a partir de 19h30, na Arena Castelão (Av. Alberto Craveiro, 2901). Show de abertura com Juliana Barbosa. Os portões abrem às 16h30. Ingressos: Pista premium - R$ 240 (inteira) e R$ 180 (meia); Cadeira inferior - R$ 280 (inteira) e R$ 140 (meia); Cadeira superior - R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia) e Budzone Open Bar - R$ 600 (preço único). (3033.1010).

ROTEIRO ESPECIAL

Feira Dragão Arte

De sexta a domingo, das 17h às 22h, no Dragão do Mar (ao lado do Espelho D´Água). Acesso livre. (3488.8600).
Feira de artesanato.

Visita Guiada

De hora em hora, das 9h às 17h. No Theatro José de Alencar (Rua Liberato Barroso, 525, Praça José de Alencar). Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00. (3101.2583).
A visitação ao Theatro José de Alencar percorre o teatro-monumento (inaugurado no ano de 1910), os jardins de Burle Marx e o Cena, que é o anexo à edificação histórica, inaugurado no começo dos anos 90.

Discovery kids

Até 15 de setembro. Shopping Iguatemi (Av. Washington Soares, 85). Gratuito.
Projeto do Discovery Kids, no qual as crianças participam de atividades que estimulam a importância de se exercitar. Diversão garantida com o mundo lúdico do Doki e dos personagens do canal Discovery.

BALADA

Superdrive com Ivan Timbó e Vatz

Hoje, 6, a partir das 21h, no Órbita Bar (Rua Dragão do Mar, 207, Praia de Iracema). Ingressos: R$ 25,00. 3453.1421

Pedro Mariano

21h. Teatro do Via Sul Shopping (Av. Washington Soares, 4335 - Sapiranga). Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). (3261.0665).
Em apresentação única, o cantor faz show inédito em Fortaleza, no Via Sul Shopping.

Lagosta bronzeada

22h. Musique (Av. Washington Soares, 6257 - Cambeba). Ingressos: Arena - R$ 62 (inteira) e R$ 32 (meia) e camarote - R$ 112 (inteira) e R$ 62 (meia). (3052.9900).
A banda de forró Lagosta Bronzeada se apresenta no Musique. A Xépop e a dupla Luis Marcelo & Gabriel completam a lista de atrações.

Samba Brasil

21h30. Buoni Amicis (R. Dragão do Mar, 80 - Praia de Iracema). Ingressos: R$ 20. (8870.8270).
Shows com os grupos Samba Brasil, Samba Vip, Batuque da Gente e Bons Amigos.

Petiscos & Beatles

20h30. BNB Clube Aldeota (Av. Santos Dumont, 3646). Couvert: R$5. (4006.7200).
A Banda Rubber Soul é a atração principal do Petiscos & Beatles desta noite.

TEATRO

Tempo de Espera

20h. Teatro Sesc Emiliano Queiroz (AV. Duque de Caxias, 1701 - Centro). Ingresso: R$ 6 (inteira); R$ 3 (Meia). (3464.9347).

Muito Viva

Sábado, 7, às 21h, e domingo, 8, às 20h, no Teatro do Via Sul Shopping (Av. Washington Soares, 4335 - Sapiranga). Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia). Contato: (85) 3052.8000.

Com informações do Jornal Diário do Nordeste (Zoeira)


4 de setembro de 2013

Divisão de ambientes não precisa necessariamente ser feita com paredes


Espaços amplos pedem a inserção de recursos que possibilitem a criação de ambientes distintos. Para resolver essa questão, há várias alternativas, que conjugam funcionalidade e beleza. A escolha pela melhor opção depende do gosto de cada um, das funções do espaço e do orçamento disponível para o projeto. O designer de interiores Filipe Bastos confirma que há uma infinidade de opções para dividir ambientes sem precisar construir paredes. Para isso, ele diz que basta usar a criatividade. “Biombos, cordas de sisal, cabos de aço e até cordas de miçangas são exemplos que podem ser utilizados para criar uma divisão. A diferenciação de níveis no piso ou até a própria diferença de materiais também ajudam a criar uma ideia de separação de ambientes. Podemos criar, inclusive, uma parede viva, utilizando plantas”, conta.

A escolha do tipo de divisória a ser utilizada vai depender da proposta do projeto e do espaço. Assim, para saber em quais espaços e situações podem ser empregadas, é preciso analisar alguns fatores, segundo Bastos. “É necessário observar se o material se adequa ao ambiente. Para áreas externas, é preciso ter o cuidado de selecionar materiais resistentes às intempéries e divisórias de difícil manutenção devem ser evitadas em locais em que a exposição à poeira, água e gordura seja grande.”


E são várias as possibilidades de divisão de ambientes, como conta a arquiteta Maluh Amorim. “Podem ser utilizadas quando queremos, por exemplo, separar a entrada principal do estar; na chegada da casa, escondendo um pouco o ambiente interno da entrada; no quarto, separando a área de dormir da de trabalho (home office) e na cozinha, dividindo-a da área de serviço. Ou seja, em diferentes lugares, onde a pessoa sente a necessidade de existir uma separação dos ambientes sem precisar de uma parede.”

Um dos recursos para possibilitar essa separação e que surte um grande efeito é a tela metálica, como cita a arquiteta. “Dependendo do ambiente, fica muito bonita. Também podem ser utilizados armários e estantes moduladas, que, com cautela e bom gosto, são super bem-vindos”, completa Maluh.

A arquiteta Nara Cunha cita, ainda, materiais como ferro, madeira, drywall, PVC e até as mais específicas, como as divisórias acústicas, como opções disponíveis no mercado. “Elas podem ser usadas, praticamente, em todos os ambientes. São utilizadas quando é preciso cria novos espaços, separar ambientes, criar privacidades e também multiplicar a função de um espaço.”

Mas também há restrições quanto ao uso do recurso, como esclarece Nara. De acordo com ela, em ambientes muito pequenos não é bom usar divisórias, isso porque elas separam o que já é pequeno. “Mas, se for necessário, podemos utilizar artifícios móveis como, por exemplo, cortinas que podem ser abertas ou fechadas com facilidade e leveza”, sugere.



INSTALAÇÃO

Quanto à colocação do recurso nos ambientes, a arquiteta diz que cada tipo é instalado de uma maneira, de acordo com o seu modelo e material com que é produzido. “Mas é necessário uma mão de obra especializada. No caso das portas de correr, um marceneiro, no do cobogó, um pedreiro”, conta Nara.

Filipe Bastos diz que, para quem optar pelo cobogó – elemento vazado que pode ser fabricado em cimento, argila, vidro, cerâmica, entre outros –, a instalação é simples, utilizando argamassa. “Já os painéis podem ser estruturados no piso ou no teto, podendo estar apoiados em trilhos, se forem móveis. As cortinas, também instaladas em trilhos, podem contar com automação para abrirem e fecharem ao comando do ipad. Biombos são muito utilizados pela praticidade de não necessitarem instalação”, explica o designer de interiores.

Os locais onde as peças podem ser encontradas é tão variado quanto os materiais utilizados para fazer a divisão dos ambientes. “Encontramos opções em lojas de construção, com custos razoáveis, e também muito sofisticadas em lojas especializadas. Também há alternativas já prontas, com medidas padronizadas, ou feitas por encomenda para personalizar o espaço”, indica o designer de interiores Filipe Bastos.

Paredes de vidro, divisórias, portas de correr, cortinas, biombos, telas decorativas e cobogós são só alguns exemplos de recursos disponíveis, que são encontrados em lugares distintos, segundo a arquiteta Nara Cunha. Quanto às características de cada alternativa, cada um tem sua maneira mais apropriada de ser utilizada. “O cobogó é ideal para quem tem a intenção de manter a privacidade sem comprometer na iluminação. Eles também permitem a quebra da incidência solar sem comprometer a ventilação. Já os biombos são práticos e versáteis, facilmente movidos de um lado para outro criando espaços com privacidades somente quando necessário.”

Para saber qual das opções é mais vantajosa, tudo vai depender do espaço disponível, o que se pretende nele e o que se pode ou está disposto a gastar na divisão do ambiente. “Um elemento pode evitar os inconvenientes de uma obra, mas, por outro lado, pode ter um custo mais elevado. Ou pode ter uma instalação rápida, mas não prover um isolamento acústico adequado. Tudo deve ser estudado com cautela e escolhido de acordo com a necessidade do espaço”, conta Filipe Bastos.

Escolhendo-se da maneira correta, as divisórias deixam os espaços mais aconchegantes e acolhedores, como avalia a arquiteta Maluh Amorim. “A meu ver, enriquecem os ambientes com um tipo de material diferente. Mas a principal desvantagem é que, muitas vezes, se não são bem usadas, acabam poluindo visualmente o espaço, pois seria mais um elemento, um intruso, eu diria, colocado naquele lugar.” Para quem gosta de seguir tendências, uma das indicações de Maluh é o uso do cobogó, que está em alta. “Elementos vazados estão sendo super valorizados para serem usados como divisórias de ambientes. A Hunter Douglas mesmo lançou recentemente o 3Form (Translucent Materials) – Parametre, uma novidade em divisórias de ambientes”, aponta.

EM ALTA

Bastos confirma que os cobogós estão sendo bastante usados nos projetos. “Criado em Recife nos anos 1920 por três engenheiros, voltou com tudo. Peças de cimento, como as originais, ou repaginadas em vidro, louça, acrílico, têm diferentes formas e cores. Dividem o ambiente, permitindo passagem de luz e ventilação”, explica. Além do cobogó, Nara Cunha diz que, de maneira geral, as tramas estão na moda. “Biombos com todo tipo de textura estão em alta, conferindo ao ambiente personalidade. Mas, o importante quando for fazer a escolha é saber qual a real necessidade do espaço. Isso faz toda a diferença no resultado, pois cada uma delas é utilizada de uma maneira”, reforça a arquiteta.

Da economia à sofisticação

Assim como em outras composições, o ideal é que o ambiente seja aconchegante, prático, funcional e, ao mesmo tempo, barato. Para isso, basta escolher a peça ideal dentre tantas existentes no mercado. “Como são muitas as possibilidades de uso para se delimitar, dividir ou até mesmo esconder o que não se quer deixar totalmente à mostra, o custo vai variar de acordo com as peças escolhidas. Uma cortina pode deixar o ambiente aconchegante, prático, versátil e tem o custo baixo”, afirma Nara Cunha.

Filipe Bastos também ressalta a importância de observar bem os materiais a serem utilizados a fim de conjugar todas essas características, gastando menos. “O mercado apresenta opções diversas de produtos com grande variação de preço. É muito importante observar a qualidade do material, a durabilidade e a garantia que a empresa oferece. Muitas vezes barato não é o melhor preço, mas o equilíbrio entre qualidade e custo”, analisa. 

Isso levando-se em conta as necessidades que precisam ser observadas, como reitera Bastos. “Se há necessidade de tratamento acústico e térmico, a durabilidade do material em relação ao ambiente em que está sendo instalado, a facilidade de manutenção e se harmoniza esteticamente com o restante do ambiente.”

Para compor esse tipo de ambiente, os objetos mais usados são a madeira, o vidro e a cerâmica, como diz Maluh Amorim. “Com certeza, existem materiais que definitivamente não combinam um com o outro, eles brigam e acabam poluindo o ambiente. Assim, temos de fazer uma boa escolha visando um equilíbrio estético e funcional, adequado para aquele ambiente específico que estamos trabalhando. Fazer estudo de cor, forma e funcionalidade”, detalha.

CRITÉRIO

A fim de que essa composição atenda às necessidades e desejos dos moradores e seja acessível financeiramente, Maluh acredita que é preciso fazer uma triagem no que existe no mercado. “E, de acordo com o gosto do cliente, tentar fazer o melhor em termos de bom gosto e qualidade, escolhendo dentro da realidade dele o que vai atender aquele espaço que está sendo trabalhado.”

Por isso, além da execução de um projeto adequado à necessidade de cada cliente, ela diz que a escolha de um profissional qualificado para a execução da divisória, seja ela de madeira, vidro, cerâmico (cobogó), entre outros, é fundamental. “Porque, caso ele não execute bem, pode acabar comprometendo a estética do ambiente e levar à insatisfação do cliente. Tem-se que saber fazer o preparo do local, antes de receber essa divisória, pois, se arrumar o espaço e isolar tudo que for necessário primeiro, não terá problemas em estragar ou danificar nada do ambiente”, diz Maluh.

Uma das alternativas mais usadas quando o assunto é divisão de espaços é o vidro. Em diversas opções, graças à tecnologia de ponta empregada em sua fabricação, podem ser usados até mesmo em ambientes que necessitam de privacidade. Por isso, o material é bem-vindo em todos os espaços, como afirma o diretor da Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro) e gestor da Klaas Vidros e Serviços, Héber Jerônimo Vervloet Dutra. “Inclusive naqueles em que haja risco de quebras. Atualmente, vendemos vidros, inclusive, para fornos de siderurgia. Acidentes ocorrem quando o material é usado erroneamente”, informa. Tomado esse cuidado, o especialista aponta como tendência o uso do vidro energizado, que consegue armazenar energia térmica. “Além dele, o insulado, ou duplo, que conta com uma persiana interna, e os impressos, que têm desenhos”.

Com informações do site Lugar Certo


2 de setembro de 2013

Integração visual é segredo para o piso ser a estrela



Escolher um piso é uma arte. Afinal, escolher material e cor e ainda combiná-lo com paredes e móveis não é tarefa das mais fáceis. Por isso, a arquiteta Paula Ferraz, do escritório paulistano Cavalcante Ferraz Arquitetura | Design, garante que o segredo está na integração visual. Quando se acerta na composição, o chão pode ser até mais importante que o resto da decoração na hora de definir a estética do ambiente. Por isso, muitas vezes é melhor ir além das opções mais básicas e investir em uma estampa diferente para imprimir o estilo do dono ao local.

“O primeiro passo na hora de decidir o que vai ter no chão é conversar com o cliente, ver se ele quer um piso frio ou de madeira. A partir daí, a gente corre atrás das especificações como tom e tipo de material”, afirma Paula. Como sempre, a escolha depende de um consenso entre o que o cliente quer e o que o arquiteto recomenda. “A escolha do tipo do piso depende de fatores técnicos, funcionais ou estéticos. A cor acaba ligada aos tons pretendidos na decoração do mobiliário, paredes e tapetes”, esclarece o arquiteto Marcus Carrasco. “Uma dica é fazer o piso de madeira quando já tem pedra ou mármore na parede. Isso ‘esquenta’ o ambiente”, recomenda Paula.

Escolha do material
Um fator que pesa na hora de escolher o material é o econômico. O mármore é o mais caro, custando cerca de 250 reais/ m². Quem tem mais dinheiro para investir na obra pode usá-lo ou optar por ladrilho hidráulico. Uma solução mais econômica é usar esses materiais em detalhes, como molduras ou bordas. Mas muito cuidado com a manutenção e aplicação. Como esse tipo de piso é mais permeável, mancha com mais facilidade. Por isso, tanto mármore quanto ladrilho hidráulico exigem aplicação de impermeabilizante na instalação.

A madeira é um dos materiais mais resistentes e só pede manutenção mais pesada, com lixamento a cada oito anos. Ela custa 185 reais/ m². Imitando a madeira, existe uma modalidade de piso laminado que é mais resistente, ideal para quem tem criança ou cachorro. E é um produto mais barato, sai por 100 reais/ m². Para os clientes que não querem pedra só no banheiro e na área da piscina, não é preciso investir necessariamente no mármore. Existem produtos mais em conta, como o porcelanato, que imita pedra e custa entre 120 e 130 reais/m².

Se o piso é muito chamativo, com estampas, texturas ou cores fortes, o segredo é fazer a decoração com tons e elementos que não “briguem” com o chão. Ou usar a mesma paleta de cores. “Quando é um piso mais marcado, inserimos as cores do piso na arquitetura. Se é quadriculado, usamos o preto e o branco nos móveis e peças de decoração. Ou vamos para o outro lado e jogamos cores que não brigam com as do chão, como vermelho e amarelo”, afirma Paula.