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15 de março de 2013

Estresse pode ser evitado com mudança de postura




A influência do estresse no cotidiano pode ser sentida no rendimento do trabalho, na indisposição para atividades sociais e até mesmo na saúde. Algumas alternativas podem ajudar a aliviar a situação, mas nada como mudança de hábitos para garantir um cotidiano mais leve e longe desse vilão que atormenta grande parte da população.  Conheça sugestões para não deixar a correria do dia a dia consumir o seu bom humor e sua saúde.

Alívio rápido para o estresse,  porém,  momentâneo

Segundo a psicóloga Ana Maria Teresa Benevides Pereira, doutora em psicologia escolar e desenvolvimento humano, e Sandra Oliveira, representante da Dale Carnegie no Brasil, empresa especializada em desenvolvimento pessoal, basicamente existem três maneiras de se lidar com o estresse. Uma das opções é fugir da situação. "Tentar se esconder ou fugir não vai resolver o problema, pois toda vez que a pessoa tiver que enfrentar aquela situação, novamente a sensação de mal-estar surgirá e toda a sintomatologia se fará presente", explica Ana Benevides.

O tratamento com medicação como outra forma de lidar com o estresse. "Algumas pessoas não conseguem lidar bem com a situação e chegam ao limite, necessitando do auxílio de medicamentos para se sentirem bem", comenta Sandra Oliveira. Ana Maria explica que essa é uma maneira de aliviar momentaneamente o estresse, porém, não é à base de medicação que o problema será resolvido. "É preciso enfrentar a situação e lidar com ela efetivamente. Nesses casos, sessões de psicoterapia podem ser uma boa alternativa para ajudar a enfrentar o problema, evitando que ele se torne um fardo", comenta Ana Maria.


A forma como o estresse se faz presente na vida das pessoas também depende muito de como elas encaram e se deixam afetar pelo mal da vida moderna. Sandra explica que é preciso um exercício diário, onde a pessoa se convença de que uma fechada no trânsito ou a grosseria de uma outra pessoa não são fatores determinantes para influenciar negativamente no dia dela.

Mude sua atitude

A mudança de atitude no cenário é fundamental para quem quer se ver livre do estresse. A primeira dica é enfrentar as situações. "É preciso identificar o que está errado e buscar soluções para mudar de forma que essa situação passe a ser minimizada ou até mesmo transformada em algo agradável. Eliminar o agente estressor e a forma negativa com a qual ele te afeta é fundamental para ter sucesso em resolver esse problema", orienta a psicóloga. Essa mudança depende apenas da pessoa e de mais ninguém.

Aprender a dizer não, tanto no trabalho quanto para amigos e família, é muito importante.    Segundo Ana Maria, é essencial que a pessoa conheça seus limites e não os ultrapasse para satisfazer a vontade dos outros.

Com informações de BBel (site)

6 de dezembro de 2011

Micro e pequenas empresas geram mais de 6 milhões de empregos

Segundo o Anuário do Trabalho as micros e pequenas empresas geraram cera de 6 milhões de novos empregos com carteira assinada nos últimos 10 anos. A pesquisa foi divulgada pelo Sebrae em parceria com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).O número de empregos gerados por essas empresas cresceu 70,9%, subindo de 8,6 milhões, em 2000, para 14,7 milhões, no ano passado.

O superintendente do Sebrae-CE, Carlos Cruz afirma que o Ceará cresce no mesmo ritmo do país no mesmo período. Em 2010, eram 173.805 empregos em microempresas cearenses (22,3% do total) e 205.016 nos pequenos estabelecimentos (26,3%), somando 378.821 ocupados em 173.906 MPEs do Ceará.

"Esse resultado foi favorecido pelo crescimento da economia do País", afirma Cruz, em entrevista ao jornal Diário do Nordeste. "Expansão da classe C, maior poder de consumo, marco regulatório que facilitou a ascensão de MPEs no Simples Nacional, além do empreendedor individual para autônomos, contribuíram para este desempenho", completou.

As micros e pequenas empresas cresceram no Brasil 45,2% em dez anos e já chega a 4,2 milhões de novos estabelecimentos, em 2000, para 6,1 milhões. Portanto, houve a criação de aproximadamente 1,9 milhões de novos negócios.

De acordo com a pesquisa, esse crescimento das empresas foi responsável por 99% dos estabelecimentos, 51,6% dos empregos privados não agrícolas formais no país e quase 40% da massa de salários. Em média, durante a década de 2000, de cada R$ 100 pagos aos trabalhadores no setor privado não agrícola, aproximadamente R$ 41 foram gerados pelas MPEs.

O setor da construção cresceu 10,3% e apresentou ligeiro crescimento, tendo sua participação relativa subido de 3,9% para 4,5% em 2010 – com 273 mil estabelecimentos.

29 de novembro de 2011

Emprego na Construção Civil cresce mais no Nordeste do que em outras regiões

Pesquisa divulgada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, mostrou que o emprego na construção civil brasileira aumentou 10,55% de janeiro a setembro de 2011, e o nordeste foi a região que mais cresceu, 1,68%.

Segundo a pesquisa, cerca de 300 mil novos trabalhadores ingressaram na construção civil nesse período. Em setembro, o setor contratou 31.536 pessoas com carteira assinada, o que resulta em alta de 1,02% em relação a agosto. Nos últimos 12 meses, foram 228.269 a mais (7,87%).

As outras regiões cresceram menos, mas tiveram um aumento nas contratações: Nordeste (1,68%), Norte (1,45%), Sudeste (0,72%), Sul (0,97%) e Centro-Oeste (0,96%).

Ainda segundo a pesquisa, em setembro, a construção civil no país empregava 3.128.006 trabalhadores com carteira assinada. Desses, cerca de 1.596.864 estavam na região Sudeste; 657.202 na Nordeste; 436.002 na Sul; 247.732 na Centro-Oeste e 190.206 na Norte.